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Geraldo Jr diz que ação do União Brasil que suspende composição de comissões na Câmara é 'tiro no pé'
Geraldo Jr diz que ação do União Brasil que suspende composição de comissões na Câmara é 'tiro no pé'
Por Redação
11/09/2022 às 07:51
Atualizado em 11/09/2022 às 07:52
Foto: Reginaldo Ipê / CMS / Arquivo

O presidente da Câmara Municipal de Salvador e candidato a vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior (MDB), considerou ser um "tiro no pé" a ação movida pelo União Brasil que resultou na suspensão de sete atos legislativos que indicavam as composições das comissões temáticas na Casa. Na decisão tomada na sexta-feira (9), o juiz Pedro Rogério Castro Godinho, da 8ª Vara da Fazenda Pública de Salvador, determina que os colegiados da Câmara voltem à formação anterior às medidas do presidente e considera irregular a composição indicada pelo emedebista.
"Essa ação, além de tudo, se constitui um desrespeito à Casa e aos vereadores que votaram e aprovaram propostas importantes, concordando com a formação das comissões que já estava pacificada. Só posso achar que os líderes da União Brasil e seus partícipes estão brincando com a vida das pessoas, recorrendo de forma abusiva à prestação jurisdicional, levando o judiciário baiano tão respeitado a praticar equívocos", disse Geraldo Júnior, em vídeo divulgado no Instagram no sábado (10).
O emedebista ainda considerou que a decisão judicial também anula todos os atos legislativos realizados após a composição das comissões agora suspensas. "Sem dúvida alguma, foi um tiro no pé, pois com essa sentença estão feridos de morte todas as tramitações e o mérito dos projetos já aprovados. Com isso, não apenas os projetos, mas todos os atos que dependem das comissões, todos eles serão suspensos. Como faremos com milhares de pais e mães de família, trabalhadoras e trabalhadores que dependem desses reajustes e das ações da Câmara Municipal de Salvador?", questionou, que também se referiu a possíveis efeitos "nefastos" da ação.
"Acho que o ex-prefeito [ACM Neto, e candidato a governador pelo União Brasil] e o atual prefeito da cidade do Salvador [Bruno Reis] não avaliaram os efeitos nefastos que serão sentidos", considerou.
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