MBL avisou Arthur do Val que renúncia não salvaria seus direitos políticos
Por Mônica Bergamo/Folhapress
20/04/2022 às 19:57
Atualizado em 20/04/2022 às 21:23
Foto: Eduardo Knapp/Folhapress/Arquivo

O MBL começou a estudar a possibilidade de o deputado estadual Arthur do Val (União Brasil), o Mamãe Falei, renunciar para preservar seus direitos políticos em março.
Naquele mês vieram à tona os áudios em que ele dizia que as mulheres da Ucrânia eram fáceis porque eram pobres. O deputado tinha ido ao país dizendo querer ajudar seus habitantes a enfrentar a guerra contra a Rússia.
A retirada voluntária do mandato começou a ser pensada como forma de evitar que ele ficasse impedido de disputar as eleições por oito anos depois do término do mandato, e não seria inédita: dezenas de parlamentares já usaram essa saída no passado, como por exemplo Eduardo Azeredo, pivô do mensalão tucano, José Genoino, condenado no mensalão do PT, e o hoje bolsonarista Valdemar Costa Neto, também preso no mensalão do PT.
Os dirigentes do movimento concluíram, no entanto, que a renúncia seria inútil.
A retirada voluntária do mandato começou a ser pensada como forma de evitar que ele ficasse impedido de disputar as eleições por oito anos depois do término do mandato, e não seria inédita: dezenas de parlamentares já usaram essa saída no passado, como por exemplo Eduardo Azeredo, pivô do mensalão tucano, José Genoino, condenado no mensalão do PT, e o hoje bolsonarista Valdemar Costa Neto, também preso no mensalão do PT.
Os dirigentes do movimento concluíram, no entanto, que a renúncia seria inútil.
