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Advogado de Silveira pediu ao STF garantia de que nariz não seria ferido por teste de Covid
Advogado de Silveira pediu ao STF garantia de que nariz não seria ferido por teste de Covid
Por Fábio Zanini, Folhapress
20/04/2022 às 17:35
Atualizado em 20/04/2022 às 17:35
Foto: Reprodução/Globo News

O advogado Paulo Faria, que defende o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) na ação penal a que o parlamentar responde no STF, argumentou que não poderia fazer o teste de Covid na entrada do tribunal por ter ferido as narinas em janeiro.
Ele também recusou-se a mostrar comprovante de vacina contra a Covid-19 e rejeitou a oferta de fazer a sustentação oral por videoconferência.
Após ser informado de que teria a entrada negada na sessão de julgamento de seu cliente, por contrariar as normas de presença no plenário, Faria mostrou-se mais flexível.
Um assessor do STF telefonou para a médica da Corte na frente do advogado, para que ela garantisse que o exame seria cuidadoso e não machucaria o nariz. Faria, então, topou fazer o teste.
Seu cliente, além do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), não conseguiram entrar para acompanhar a sessão. O STF afirmou que as regras da Corte permitem apenas a presença dos advogados.
