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Dinailton critica o poderio político e econômico das chapas situacionistas nas eleições da OAB-BA

Dinailton critica o poderio político e econômico das chapas situacionistas nas eleições da OAB-BA

Por Redação

24/11/2021 às 11:27

Atualizado em 24/11/2021 às 11:27

Foto: Divulgação

Dinailton Oliveira é candidato à presidência da OAB-BA

“Depositei na urna, nesta quarta-feira (24), junto com o meu voto, a esperança de que meus colegas advogados escolham com a consciência da importância da OAB/BA para suas vidas. Que busquem avaliar se a nossa instituição está realmente lhes representando, neste momento em que a maioria passa por grandes dificuldades para exercer a sua profissão, enquanto a Ordem permanece omissa, muda diante da situação”, afirmou o candidato Dinailton Oliveira, após votar, na seção nº 4, às 10h, nas eleições para renovação da diretoria, no Centro de Convenções de Salvador, na Praia de Armação.

Dinailton questionou se os advogados estão satisfeitos “com esse Poder Judiciário desestruturado, que não permite uma prestação jurisdicional decente e o respeito às prerrogativas”, e criticou a falta de ação do grupo, “esse feudozinho”, que está na direção da OAB há 9 anos “sem nada fazer pela categoria. Deixaram os colegas, especialmente a advocacia jovem, órfãos, desde antes da pandemia. A Ordem só tem servido para arrecadação da anuidade”.

Segundo Dinailton, uma das coisas que mais o entristeceu neste momento de pandemia, foi saber que centenas de colegas tiveram que assinar um atestado de pobreza para receber uma cesta básica no valor R$ de 70. “A que ponto chegamos. Uma situação que se contrapõe com as campanhas milionárias realizadas pelas candidatas situacionistas, com comitês luxuosos e festas para tentar obter votos dos mais desavisados, numa demonstração inequívoca do abuso de poder político e econômico”.

O candidato disse que está com a consciência tranquila quanto a “abrir os olhos dos advogados” sobre o caos vivenciado pela advocacia baiana, constatado, inclusive, quando percorreu “os quatro cantos do estado, conversando com cada um dos meus colegas. Fiz uma campanha de abnegados, simples e modesta, gastando do meu próprio bolso porque, o meu propósito foi sempre o de lutar pela categoria. Por isso, não fugi ao enfrentando ao Poder Judiciário quando estive presidente da OAB no período de 2004 a 2006. “Fiz e continuarei a fazer, se assim meus colegas o desejarem".

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