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Líder de evangélicos critica Barroso por proibir religiosos em terras indígenas
Líder de evangélicos critica Barroso por proibir religiosos em terras indígenas
Por Camila Mattoso/Folhapress
27/09/2021 às 20:05
Atualizado em 27/09/2021 às 21:20
Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados

Presidente da bancada evangélica da Câmara, o deputado Cezinha de Madureira (PSD-SP) criticou ao Painel a decisão recente de Luís Roberto Barroso, do STF, de proibir missões religiosas em aldeias indígenas isoladas durante a pandemia de Covid-19.
Para o parlamentar, o ministro deixou as “rusgas” que tem com o presidente Jair Bolsonaro contaminarem sua capacidade de decisão ao reafirmar o veto à entrada de missões religiosas.
O deputado disse que a bancada pedirá que Barroso envie o caso ao plenário da Corte.
“Ele não pode pegar o fígado dele com o presidente Bolsonaro para atacar nossa liberdade religiosa. Vai atacar o presidente atacando a gente, porque somos próximos? Inadmissível”, afirmou o parlamentar, que fala em perseguição.
“Somos 114 deputados evangélicos na Câmara, 14 senadores, e a tendência é aumentar a bancada em 2022. Querendo Barroso ou não, o evangelho vai crescer no Brasil. Os temas relacionados à nossa fé no Judiciário terão que passar pela Câmara e pelo Senado”, completou.
