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Elinaldo se reúne com prefeitos do Nordeste para definir pauta municipalista para a região
Elinaldo se reúne com prefeitos do Nordeste para definir pauta municipalista para a região
Por Redação
09/08/2021 às 19:50
Atualizado em 09/08/2021 às 19:55
Foto: Divulgação

O prefeito de Camaçari, Elinaldo Araújo, iniciou a semana em Brasília, onde cumpre agenda de reuniões. Nesta segunda-feira (9), a pauta se concentrou em demandas da região Nordeste. Elinaldo e os gestores das cidades de Santana, Marcão Cardoso, e de Riachão de Jacuípe, Carlinhos Matos, representaram a União dos Municípios da Bahia (UPB) em encontro na Confederação Nacional dos Municípios (CNM).
“A pandemia causou aos municípios danos financeiros que precisam ser discutidos. No caso da região Nordeste, ainda temos demandas específicas que foram mais agravadas, como o desenvolvimento econômico, educação e a questão social. Essas ações precisam ser reforçadas neste planejamento de pós-pandemia, precisamos do apoio e da união de todos”, afirmou o prefeito de Camaçari.
O presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziulkoski, parabenizou a região Nordeste pela iniciativa. “Na semana passada a Bahia trouxe mais de 100 prefeitos e dezenas de parlamentares à CMN, na tentativa de sensibilizar o Congresso sobre a pauta municipalista. Precisamos reforçar a necessidade das pautas regionais, a ação foi um sucesso”, concluiu o presidente, que na ocasião, recebeu das mãos do prefeito Elinaldo Araújo e dos outros dois prefeitos baianos uma pauta municipalista concentrada nas demandas da Bahia.
O presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE), José Patriota, que liderou a reunião do Nordeste, reforçou a necessidade de discutir ações da região. “Precisamos focar na permanência e fortalecimento do Banco do Nordeste, além do reforço na questão de programas sociais de segurança alimentar e desenvolvimento”, concluiu.
A pauta dos municípios segue fortalecida e inclui cinco pontos: a redução da alíquota Patronal do INSS das prefeituras; o parcelamento da dívida previdenciária, em 240 meses; a aprovação de 1% a mais no percentual destinado ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM); a prorrogação da implantação do sistema digital de obrigações previdenciárias e trabalhistas, denominado eSocial; merenda escolar e a não obrigatoriedade do cumprimento do mínimo constitucional de 25% de investimento na educação durante a pandemia, em que as escolas estiveram fechadas, entre outras necessidades.
