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A coragem e a covardia da bancada baiana na votação da PEC do Voto Impresso
A coragem e a covardia da bancada baiana na votação da PEC do Voto Impresso
Por Política Livre
11/08/2021 às 13:45
Atualizado em 11/08/2021 às 16:43
Foto: Divulgação/Arquivo

A votação da PEC do Voto Impresso, ou da "Confusão Eleitoral", mostrou que coragem não parece ser o forte dos deputados Adolfo Viana (PSDB) e Paulo Azi (DEM).
Os dois preferiram se ausentar do plenário na hora em que a matéria ia a votação e pressões - contra e a favor - se elevavam.
No frigir dos ovos, acabaram ajudando a derrotar um projeto meramente pessoal - que não atende a interesses do país - deste cidadão que preside a República e é doido por um barraco.
Fizeram um pouquinho melhor Elmar Nascimento (DEM) e Arthur Maia (DEM). Os dois têm tratamento reconhecidamente VIP do governo, segundo os colegas.
Por isso, avaliaram que votar abertamente contra a matéria poderia ser interpretado como um confronto, motivo para um indesejável - na visão deles - rompimento.
Ainda assim, com a ausência, não escaparam de impor aquela derrota a Jair Bolsonaro de que a maioria que sabe que há outros temas mais importantes em que pensar e investir dinheiro público estava convencida de que era necessária.
Corajoso mesmo foi, no entanto, Jonga Bacelar (PL). Vice-líder do governo e amigo de Flávio Bolsonaro (Patriota-SP), mostrou a cara e votou contra por julgar, corretamente, que em nada a medida ajuda o país hoje.
