Brasil registra 1.971 mortes por Covid e 78.352 mil novos casos em 24h
Por Folha de S. Paulo
30/05/2021 às 07:01
Foto: Vanessa Carvalho/Brazil Photo Press/Folhapress

O Brasil registrou 1.971 mortes pela Covid-19 e 78.352 novos casos da doença neste sábado (29). O país, assim, chega a 461.142 óbitos e a 16.471.009 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia, no ano passado.
A média móvel de mortes ficou em 1.836 óbitos por dia —o número está há 128 dias acima de 1.000 óbitos diários.
A média é um instrumento estatístico que busca amenizar variações nos dados, como os que costumam acontecer aos finais de semana e feriados. O dado é calculado pela soma das mortes dos últimos sete dias e pela divisão do resultado por sete.
Foram atualizadas as informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 por 26 estados e o Distrito Federal.
De acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde, 45.141.433 pessoas receberam pelo menos uma dose da vacina contra a Covid no país —22.032.735 delas já receberam a segunda dose do imunizante e cerca de um mês após a injeção podem ser consideradas totalmente imunizadas.
Segundo os dados, 21,32% da população tomou a primeira dose. Um percentual de 10,40% tomou a segunda doses.
Neste sábado, houve 313.663 vacinados na primeira dose e 77.794, na segunda.
Especialistas alertam que cuidados básicos como uso de máscara, distanciamento social e higiene das mãos devem ser mantidos mesmo após a aplicação das duas doses do imunizante, uma vez que nenhuma vacina garante 100% de proteção contra a doença.
Uma retomada mais segura da vida normal deve ser feita apenas quando pelo menos 70% de toda a população estiver imunizada, o que deve proporcionar grande queda na circulação do Sars-CoV-2.
Os dados do país, coletados até as 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as secretarias de Saúde estaduais.
A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes.
