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Se PSB indicar Fabíola e não Lídice, PT pode optar por Bacelar para vice de Denice
Se PSB indicar Fabíola e não Lídice, PT pode optar por Bacelar para vice de Denice
Por Redação
10/09/2020 às 20:23
Atualizado em 10/09/2020 às 20:29
Foto: Divulgação/Arquivo

Na hipótese, considerada hoje remota porém não descartável, de a deputada federal Lídice da Mata não aceitar a indicação do PSB para ser a vice da pré-candidata à Prefeitura de Salvador Major Denice Santiago (PT), o partido da militar pode convocar o deputado federal Bacelar, hoje pré-candidato do Podemos, para a posição.
Lídice é a preferida do governador Rui Costa e do senador Jaques Wagner, do PT, para companheira de chapa da petista. Os dois, que estiveram pessoalmente com ela esta semana, alegam que a presença da ex-prefeita na chapa daria o upgrade que consideram mais adequado para fortalecer Denice na corrida sucessória em Salvador.
Mas no PT não se descarta a hipótese de se testar o nome de Bacelar no caso de o PSB, ao invés de Lídice, indicar a deputada estadual Fabíola Mansur para a posição. Além da capacidade de trabalho do pré-candidato do Podemos, o partido estaria de olho na grande capilaridade que o parlamentar possui nos bairros populares, principalmente se contar com a máquina.
"Se quisermos força para alavancar a chapa, o nome é o de Bacelar. Se a idéia for mais um aceno para o público de opinião, a opção pode ser Fabíola", diz ao Política Livre uma fonte do PT que inclui a aliança liderada pelo deputado - formada pelo Podemos, a Rede e o PTC -, depois do PSB de Lídice, como parte do grupo que, embora não tenha formalizado ainda o apoio, tende a se unir a Denice.
Segundo ele, o movimento pode ocorrer ainda antes da convenção do PT, marcada para a próxima quarta-feira. A mesma fonte diz que todo o esforço tem sido feito pelo partido de Rui e de Wagner para transformar o nome da major no mais forte da oposição ao pré-candidato Bruno Reis (DEM) no momento em que o grupo já comporta uma divisão.
Ele se refere ao lançamento da candidatura do deputado federal Sargento Isidório, do Avante, que ocorreu de forma combinada com o governador e o senador petistas, e à candidatura da deputada estadual Olívia Santana, do PCdoB, que resistiria em se unir ao PT por causa do apoio recebido do PP, partido que usa a sucessão municipal para tentar negociar a presidência da Assembleia.
