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Bahia registra 2.182 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas; número de mortes chega a 5.866
Bahia registra 2.182 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas; número de mortes chega a 5.866
Por Redação
11/09/2020 às 17:15
Atualizado em 11/09/2020 às 17:16
Foto: Divulgação

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 2.182 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,8%) e 2.155 curados (+0,8%). De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), dos 279.509 casos confirmados desde o início da pandemia, 265.969 já são considerados curados, 7.674 encontram-se ativos e 5.866 pessoas forma a óbito. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.
Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.
Ainda segundo a Sesab, os casos confirmados ocorreram em 416 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (29,23%). As cidades com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (6.106,32), Almadina (5.948,02), Itabuna (5.365,27), Dário Meira (4.976,66), Salinas da Margarida (4.793,52).
O boletim epidemiológico da Sesab contabiliza ainda 545.560 casos descartados e 69.687 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta sexta-feira (11).
Na Bahia, 24.269 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
Óbitos
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 48 óbitos que ocorreram em diversas datas. A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.
