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Contratação de advogados por Queiroz é mistério, mas investigação divide mundo jurídico
Contratação de advogados por Queiroz é mistério, mas investigação divide mundo jurídico
Por Painel/Folha de S.Paulo
23/06/2020 às 06:58
Atualizado em 23/06/2020 às 06:58
Foto: Reprodução

A Operação Anjo, que prendeu Fabrício Queiroz, traz alguns caminhos para explicar como o ex-assessor de Flávio Bolsonaro bancou seu tratamento no Albert Einstein, mas ainda não deu pistas sobre como ele pagou sua defesa desde que virou alvo do Ministério Público do Rio. Essa é uma das dúvidas que pairam sobre as fontes de renda de Queiroz e chama a atenção de autoridades que estão no caso. Por envolver advogados, no entanto, a investigação divide o mundo jurídico.
A principal questão é que a Constituição assegura a inviolabilidade do advogado.
Como Queiroz foi encontrado na casa do advogado da família Bolsonaro (Frederick Wassef), investigadores também buscam saber qual a relação que existia entre eles, se Wassef bancava seus custos e por quais motivos. Além da questão da origem dos recursos, importa saber a razão dos contatos, para afastar ou perseguir a suspeita de obstrução de Justiça.
