Bahia é o 2º Estado com mais novos casos de Covid-19
Por Redação
06/06/2020 às 07:40
Atualizado em 06/06/2020 às 07:40
Foto: Divulgação

O número de mortes decorrentes do novo coronavírus chegou a 35.026 na sexta-feira (5), com 1.005 novos óbitos registrados nas últimas 24 horas. O número de casos confirmados subiu para 645.771, segundo boletim diário do Ministério da Saúde.
Na última quinta-feira (4), o Brasil passou a Itália e passou a ocupar a terceira posição no ranking de países com o maior número de mortes causadas pela Covid-19. O total de infectados era de 614.941, com 34.021 mortes confirmadas no pais.
Pela primeira vez desde o começo da pandemia o governo não divulgou os números totais de infectados e mortos, informando apenas os números do dia. Mas é possível saber os dados totais somando os números de quinta com os novos casos.
De acordo com o novo formato do balanço divulgado pelo governo, que não traz os números totalizados, os estados que mais registraram casos novos da doença são: São Paulo (5.365), Bahia (2.956), Pará (2.911), Maranhão (2.684) e Rio de Janeiro (2.134). Ou seja, com isso, a Bahia foi o segundo Estado com maior número de novos casos da covid-19 nas últimas 24 horas, perdendo apenas para São Paulo, segundo o jornal O Globo. O site do Ministério da Educação ficou fora do ar alguns minutos depois da divulgação do boletim e segue "em manutenção".
Ainda de acordo com os dados divulgados na sexta, os cinco estados com o maior número de casos da doença até agora são: São Paulo (134.565), Rio de Janeiro (63.066), Ceará (61.595), Pará (48.049?) e Amazonas (47.666?). Já os cinco estados com o maior número de mortes causadas pela doença são: São Paulo (8.842?), Rio de Janeiro (6.473?), Ceará (3.890) e Pernambuco (3.205).
Pelo terceiro dia consecutivo, governo só divulgou os dados da Covid-19 após as 21h30. Questionado sobre a falta de transparência e motivação dos atrasos, o ministério alegou necessidade de checagem das estatísticas recebidas pelas secretarias estaduais e municipais de Saúde. O atraso repercutiu mal no Congresso e levantou questionamentos sobre a motivação e a falta de transparência do governo.
As informações são do jornal Correio*.
