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'Namoro' com Maia, pressão sobre Teich e atropelo em Guedes mostram desnorteio do governo Bolsonaro
'Namoro' com Maia, pressão sobre Teich e atropelo em Guedes mostram desnorteio do governo Bolsonaro
Por Painel/Folha de S.Paulo
15/05/2020 às 06:42
Atualizado em 15/05/2020 às 06:42
Foto: José Dias/PR

Esta quinta (14) foi considerada por políticos o exemplo perfeito do desnorteio do governo. Jair Bolsonaro acenou a governadores para, depois, atacá-los. Falou mal de Rodrigo Maia (DEM-RJ) e, em seguida, disse que voltou a namorá-lo. Teve tempo de encolher ainda mais seu ministro da Saúde e dizer que vai, de novo, atropelar seu Posto Ipiranga. Por fim, veio à tona parte do que afirmou na reunião de 22 de abril. Proteção à família e a amigos. Vou interferir. Ponto final.
Outro sinal de descoordenação nesta quinta (14) foi a edição da medida provisória 966. Para opositores, foi uma demonstração de que a preocupação do presidente é com questões pessoais. Enquanto vem cobrando da PF medidas contra desvios durante a pandemia, edita MP que, na prática, dá "salvo-conduto" a agentes públicos.
