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Câmara compra briga de Geraldo Jr. com Félix e pode investigar Embasa, de olho em empresa de deputado

Câmara compra briga de Geraldo Jr. com Félix e pode investigar Embasa, de olho em empresa de deputado

Por Fernanda Chagas

03/03/2020 às 15:58

Atualizado em 03/03/2020 às 16:22

Foto: Fernanda Chagas / Política Livre

Contudo, a polêmica, inevitavelmente, respingou em cheio no atual presidente do órgão, Rogério Cedraz

Embora existam rumores de que o pré-candidato do PDT à Prefeitura de Salvador, Leonardo Prates, pode ser o alvo velado dos ataques que o presidente da Câmara Municipal, Geraldo Jr. (SD), dirige há alguns dias ao presidente estadual do PDT, o deputado federal Félix Mendonça Jr., conforme alguns vereadores, um novo capítulo ganha fôlego no Parlamento municipal na guerra declarada entre eles.

Não perdeu força nesta terça-feira (3), a possibilidade de investigação para avaliar o que chamam de "caixa misteriosa" nos últimos 15 anos de gestão da Embasa. O alvo, no entanto, conforme informações chegadas com exclusividade ao Política Livre, seria a MRM Construtora Ltda, de propriedade da família de Félix, “que possui diversos contratos firmados com o governo do estado, principalmente através da Embasa por longo período”. Contudo, a polêmica, inevitavelmente, respingou em cheio no atual presidente do órgão, Rogério Cedraz.

"O que foi feito pela Embasa?O que é a Embasa pra nós, o que representa a Embasa? Nós temos que buscar, inclusive, na linha do tempo, e entender por que os desmandos de gestores, o porquê de indicações políticas a esse processo, e a que prestaram a todo tempo a operacionalidade a essas questões", questionou Geraldo Junior, admitindo a admissibilidade se apurar, investigar rigorosamente as inúmeras denúncias.

Nesta mesma linha, o socialista cristão, Ricardo Almeida reiterou a necessidade de convocação, convite do atual presidente ao Parlamento municipal, levando em conta o que classifica como atual desmandos do órgão.

A correligionária Lorena Brandão, assim como os colegas, também criticou serviços realizados pela Embasa. “Em Colina Azul, no conjunto, moradores me procuraram para falar que a conta de água passou de R$700 para R$ 18 mil. Esse valor de conta é normal para casas que têm piscinas e outras estruturas. Pedimos revisão e que a Embasa resolva este problema que tem gerado tensão nos moradores da região”, disparou.

Mais além, Téo Senna (PHS) afirmou ser triste quando se fala de um Plano Municipal de Saneamento Básico. ”Quando a Embasa passa por tantos processos. No ano passado (2019), eles assumiram um empréstimo de R$ 260 milhões alegando que seria para fazer o saneamento ou mesmo privatizar a empresa, segundo o governador”, disparou, arrematando que em 2019 entrou com ação no Ministério Público contra a empresa, que na época prestava serviço no bairro Resgate, na capital baiana. “Foram três meses de muitos transtornos no bairro e, hoje, estamos sofrendo pela falta de água do Coroado, em Pau da Lima”. Téo afirmou ainda que aprovada a regularização, a população continua sendo envergonhada e cobrou esclarecimentos por parte do Executivo estadual. “O governo deve discutir com a Embasa os 80% da tarifa de esgoto que é descontada da população, uma vez que nem todos têm o serviço prestado”, concluiu.

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