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‘Grupo governista tem a obrigação de sair na frente e apresentar suas armas’, minimiza presidente do PT
‘Grupo governista tem a obrigação de sair na frente e apresentar suas armas’, minimiza presidente do PT
Por Fernanda Chagas
06/01/2020 às 15:07
Atualizado em 06/01/2020 às 20:02
Foto: Divulgação / Jonas Santos

O lançamento da pré-candidatura do vice-prefeito Bruno Reis (DEM) à sucessão do prefeito ACM Neto (DEM) com o apoio de 12 partidos nesta segunda-feira (6), foi minimizada pelo presidente do PT em Salvador, Ademário Costa. Segundo ele, o grupo governista tem a obrigação de sair na frente e apresentar suas armas. No entanto, admitiu se tratar de uma guerra de ‘movimentos e posições’.
“Eleição é um jogo de estratégia, uma guerra de movimentos e posições. Não temos nenhum motivo para nos medir pela régua governista. Nós somos oposição, agora é a onda da festa do governo municipal depois será o momento da oposição”, ponderou em conversa com o Política Livre.
Ao ser questionado se o PT não estaria perdendo o timing para apresentar suas munições, Costa reconheceu que ainda não existir um nome natural da base do governador Rui Costa (PT) para disputar a prefeitura de Salvador.
“Não existe um nome natural na base do governador Rui Costa para disputar a prefeitura. Por isso, é natural que neste primeiro momento os diversos partidos se movimentem no sentido de testar a capacidade de cada um para liderar esse processo. Mas, isso não pode de forma alguma ser confundido com paralisia. As bases estão em constante mobilização e acumulando forças”, frisou.
Sobre o PT, ele voltou a assegurar que o diretório municipal volta a se reunir nesta segunda-feira (06), logo mais às 18h, quando os atuais pré-candidatos já deverão ter decidido se permanecerão ou não à disposição da legenda.
Segundo o petista, caso não haja consenso interno sobre quem será o candidato, o PT discutirá outros métodos para a escolha, como a realização de prévias.
“Essa reunião de hoje é uma reunião ordinária da executiva municipal, não tem a obrigação de ser uma reunião de definição de um nome. Apenas serão formalizadas as candidaturas, ocasião também que o diretório nacional vai apresentar um calendário, mas é um calendário nacional, o que gera preocupação”, enfatizou, e voltou a defender maior celeridade no debate, levando em conta que Salvador é um caso particular em relação aos demais municípios, sendo necessário que a pré-campanha comece o mais cedo possível.
O PT tem cinco pré-candidatos para a disputa na capital baiana: Vilma Reis, Juca Ferreira, o deputado estadual Robinson Almeida, o vereador Moisés Rocha e a secretária Fabya Reis.
