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Marcada para amanhã, eleição ao TJ deve ser suspensa depois de operação da PF

Marcada para amanhã, eleição ao TJ deve ser suspensa depois de operação da PF

Por Redação

19/11/2019 às 09:52

Atualizado em 19/11/2019 às 09:59

Foto: Divulgação/Arquivo

Fachada do Tribunal de Justiça, alvo de nova operação policial e afastamento de desembargadores

A primeira consequência prática da Operação Faroeste, deflagrada hoje, que investiga esquema de venda de sentenças no Tribunal de Justiça da Bahia e afastou quatro desembargadores, além de dois juízes, deve ser o adiamento das eleições para a renovação do comando do Judiciário baiano, que estavam marcadas para amanhã.

A medida se impõe porque, além do presidente da Corte, Gesivaldo Brito, dois dos principais concorrentes à presidência do TJ, os desembargadores José Olegário Monção Caldas e Maria Osório, representantes dos dois grupos eleitoralmente mais fortes do Tribunal, estão entre os magistrados afastados da Corte por ordem do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Um advogado com trânsito na cúpula do Poder também revelou a este Política Livre que a deflagração da Operação contra o TJ impede a existência de qualquer clima eleitoral no Tribunal, forçando os desembargadores a um processo de introversão, dado que não é a primeira vez que o TJ enfrenta uma operação policial e sua cúpula é alvo de afastamento.

"Não há clima para campanha nem eleição neste momento no TJ", revelou. Com o afastamento do presidente do Tribunal também por determinação do STJ, a Corte deverá passar a ser presidida, interinamente, enquanto o afastamento durar, pelo primeiro vice-presidente, o desembargador Augusto Bispo.

Ele emerge como candidato natural à sucessão no TJ, mas embarraria num detalhe: não é dos mais antigos, condição imposta para poder concorrer ao comando do órgão por seu regimento interno. Se levada em conta a exigência de ser decano para concorrer, dois nomes surgem no horizonte de imediato.

Tratam-se dos desembargadores Cícero Landim e Ivete Caldas, que não se inscreveram na lista inicial para disputar a presidência do TJ. Já se encontram inscritos, na condição de mais antigos, os desembargadores Rosita Falcão, Carlos Roberto e Lourival Trindade, aptos, portanto, a disputar.

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