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Isidório critica símbolo de novo partido de Bolsonaro e justifica recuo de votar a favor da reforma da previdência

Isidório critica símbolo de novo partido de Bolsonaro e justifica recuo de votar a favor da reforma da previdência

Por Raiane Veríssimo

25/11/2019 às 15:45

Atualizado em 25/11/2019 às 16:42

Foto: Política Livre

Sargento Isidório, presidente estadual do Avante

O presidente estadual do Avante, deputado federal Pastor Sargento Isidório, criticou, nesta segunda-feira (25), a placa feita a partir de projéteis de bala, que, juntos, formam o logo e o nome da “Aliança pelo Brasil”, novo partido que o presidente Jair Bolsonaro quer tirar do papel. O presente foi entregue por um artesão na primeira convenção da legenda na última quinta (21).

“O Brasil precisa permanecer, implantar a cultura da paz. Com essa odiosidade, pistolinha, essa campanha. Tu já viu pistola ser símbolo de governo? Pistola é símbolo de tirania. Não é a arma que resolve a nação, é educação. Eu vejo aí até gente que usa a Bíblia, que diz que é isso e aquilo, com arminha também. Eu só quero que mostre aqui na Bíblia onde Jesus disse armai-vos, Jesus disse amai-vos. Essa cultura de violência, um partido político simbolizado por munição, por arma, pelo amor de Deus”, bradou o parlamentar.

Ainda em entrevista no programa “Política na Mesa” - comandado pelos jornalistas Raul Monteiro, Osvaldo Lyra e Lélia Dourado -, Isidório afirmou que o político tem que se dar o exemplo e nem sempre é isso que acontece com Bolsonaro. “Existe o exemplo, se eu sou violento, a tendência que meus seguidores é também ser violento. (...) Fake News é uma coisa, eu vi o vídeo que o presidente responde uma repórter que ‘aquela Casa ali com dinheiro público é pra eu comer gente. Ali tem uma profissional de imprensa sendo desrespeitada, uma mulher sendo desrespeitada”.

Ainda na entrevista, o deputado baiano, que também é pré-candidato a prefeito de Salvador, justificou porque recuou em sua decisão e votou contra a reforma da previdência no segundo turno na Câmara dos Deputados. “Tem coisas que o presidente faz que eu até apoio, e minha obrigação é aquilo que ele fizer de bom, se tiver correto, eu apoio. Eu retirei o voto da reforma da previdência. Graças a Deus eu retirei meu voto imediatamente, mas ainda consegui quase ser enganado, porque na verdade as reuniões com o governador tinha quatro coisas graves e a gente tirou é mais sete que o governador pediu: foi o pacto federativo, que de R$ 50 bilhões por ano iria para R$ 4 bilhões só Bahia e o Nordeste R$ 21 bilhões o benefício, me fez votar. Mas depois que eu procurei. Cadê os bancos, cadê os que tem dinheiro? A reforma da previdência foi feita só nas costas dos pobres”.

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