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“A eleição já passou”, diz Kiki ao defender Jorge & Mateus no Festival Virada Salvador
“A eleição já passou”, diz Kiki ao defender Jorge & Mateus no Festival Virada Salvador
Por Reinaldo Oliveira, Política Livre
04/11/2026 às 18:00
Foto: Política Livre
O líder da bancada governista na Câmara Municipal de Salvador (CMS), vereador Kiki Bispo (União Brasil)
O líder da bancada governista na Câmara Municipal de Salvador (CMS), vereador Kiki Bispo (União Brasil), rebateu as críticas à contratação da dupla Jorge & Mateus para o Festival Virada Salvador. O anúncio da atração pelo prefeito Bruno Reis (União Brasil) gerou polêmica nas redes sociais após a repercussão de uma declaração do cantor Jorge, que afirmou, durante a campanha do segundo turno das eleições, em Goiás, que “não votaria no PT”. A manifestação provocou reações entre internautas nordestinos.
Em entrevista à imprensa nesta quarta-feira (4), Kiki afirmou que a Prefeitura de Salvador não adota critérios partidários ou ideológicos para definir as atrações do evento. Segundo o vereador, a escolha dos artistas leva em consideração o potencial turístico e o impacto econômico do festival para a capital baiana.
“Primeiro que a eleição já passou. A prefeitura não olha a coloração partidária para fazer um festival que é consagrado no Brasil inteiro. Haja vista que o próprio Jorge & Mateus, das 11 edições, participou de 10. É uma dupla que tem constância na nossa cidade, tem relação com o Festival Virada e não podia ser diferente. Do ponto de vista político, isso não acabou pautando a decisão do prefeito”, declarou.
Para reforçar seu argumento, o vereador citou a presença de artistas que manifestaram apoio a candidatos de outro campo político durante a disputa presidencial e que também integram a programação de fim de ano na Orla da Boca do Rio.
“A própria Daniela Mercury e o Araketu, que fizeram show na Barra para os candidatos deles estão também compondo a grade do Festival Virada”, acrescentou.
Para concluir, Kiki defendeu o caráter democrático da gestão municipal e reiterou que a programação do festival foi definida com foco na movimentação econômica da cidade, independentemente das preferências políticas dos artistas.
“Isso demonstra o caráter democrático da prefeitura, que tem tratado esse momento como um festival que traz dividendos e faz com que a cidade tenha recursos e divisas, deixando de lado o palanque, que tem que ser desmontado, e vida que segue. A prefeitura está pensando é no crescimento econômico de Salvador”, finalizou.
