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Datafolha: Tarcísio lidera em SP contra Haddad e poderia vencer disputa em primeiro turno
Datafolha: Tarcísio lidera em SP contra Haddad e poderia vencer disputa em primeiro turno
Em votos válidos, governador alcança 56%, contra 32% de petista
Por Ana Luiza Albuquerque/Folhapress
11/09/2026 às 17:45
Foto: Reprodução
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), tem 49% das intenções de votos totais em cenário de primeiro turno e mantém a liderança na disputa contra Fernando Haddad (PT), que tem 29%, mostra pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (21).
Tarcísio poderia conquistar a reeleição já no primeiro turno, considerando que alcança mais de metade (56%) dos chamados votos válidos (quando ficam de fora os brancos e nulos, considerados inválidos), contra 32% de Haddad.
Em um cenário de eventual segundo turno entre o governador e Haddad, de acordo com o levantamento, Tarcísio também venceria o petista, por 56% a 35%.
O Datafolha ouviu 1.610 eleitores em cidades paulistas de 8 a 10 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o índice de confiança, de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob os números SP-04189/2026 e BR-03904/202 e foi contratada pela Folha e pela TV Globo.
No levantamento, 3% dos entrevistados disseram que pretendem votar no primeiro turno em Carlos Machado (PCB) e, outros 3%, em Policial Edjane (Agir). Vera Lúcia (PSTU) e Vivian Mendes (UP) têm 2%, e Izadora Dias (PCO), 1%. Brancos, nulos e os que afirmam que não votarão em ninguém somaram 8%, e 3% dos entrevistados se declararam indecisos.
No Datafolha anterior, divulgado em 21 de agosto, Tarcísio liderava a disputa com 45% das intenções de voto no primeiro turno, contra 27% de Haddad.
A missão do ex-ministro da Fazenda de Lula (PT) é consolidar um palanque forte para o presidente no maior colégio eleitoral do país. Já o governador de São Paulo apoia Flávio, com quem cumpriu poucas agendas públicas desde o início da campanha. O Republicanos, partido de Tarcísio, decidiu manter neutralidade na disputa nacional.
