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Após polêmica sobre Nossa Senhora Aparecida, Bruno Reis defende Flávio Bolsonaro
Após polêmica sobre Nossa Senhora Aparecida, Bruno Reis defende Flávio Bolsonaro
Por Reinaldo Oliveira, Política Livre
29/09/2026 às 13:51
Foto: Igor Santos/ Secom PMS
Bruno Reis (União Brasil), prefeito de Salvador
Em entrevista à imprensa durante a inauguração do Caps Infantojuvenil no Subúrbio Ferroviário nesta terça-feira (29), o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), defendeu o senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), ao falar sobre a controvérsia envolvendo a suposta retirada do título de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil.
O chefe do Palácio Thomé de Souza classificou o episódio como “fake news” e afirmou que a proposição é uma “loucura”.
“Fake news. Quem é que vai propor uma loucura dessa? Não sei como algo como isso prospera e ainda gera debate, gera decisões judiciais. Está aí o Supremo brigando com o TSE. A gente lamenta que a política no Brasil esteja nesse nível, ao invés de estar debatendo ideias, propostas, projetos, o que vai efetivamente mudar a vida das pessoas”, declarou.
O gestor ainda aproveitou a oportunidade para criticar o tom das campanhas políticas para as eleições gerais deste ano. De acordo com ele, há uma escassez de debates focados em projetos concretos para a população.
“A gente vê talvez a campanha com o mais baixo nível de produção de propostas, de projetos e iniciativas para melhorar a vida das pessoas de toda a história. Para quem ocupa um cargo público como eu, de prefeito, preciso performar, entregar, estar aqui resolvendo o problema das pessoas. Isso é motivo de muita tristeza”, continuou.
Para concluir, o prefeito reiterou o status de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do país e afirmou que isso não pode ser alterado por meio de boatos, ao lamentar a perda de foco nos resultados da gestão pública.
“O Brasil não tem mais aquela lógica de quem dá mais resultado, de quem tem capacidade ao governar de tirar mais projetos do papel e iniciativas, programas. É isso, no final do dia, o que importa para as pessoas. A gente lamenta, e isso não passa de fake news, de boatos. Não tem homem nesse mundo que possa mudar essa situação”, finalizou.
