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Otto Alencar reafirma apoio do PSD da Bahia a Lula em 2026 e faz aceno a Jaques Wagner durante evento em Alagoinhas
Otto Alencar reafirma apoio do PSD da Bahia a Lula em 2026 e faz aceno a Jaques Wagner durante evento em Alagoinhas
Por Política Livre
01/07/2026 às 13:55
O senador Otto Alencar (PSD-BA) afirmou nesta semana que o PSD da Bahia permanecerá ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026, independentemente da posição que venha a ser adotada pela direção nacional do partido. A declaração foi feita durante a inauguração de um hospital no município de Alagoinhas, na presença de Lula, do governador Jerônimo Rodrigues (PT), do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), e de outras lideranças políticas.
Em seu discurso, Otto ressaltou que a decisão do diretório baiano não será influenciada por uma eventual candidatura própria da legenda em nível nacional. O senador garantiu que a posição do partido na Bahia será de apoio à reeleição de Lula. "O PSD da Bahia vai marchar, independente de chapa nacional lançada com o candidato ou com o presidente do meu partido, se ele for o vice, com Luiz Inácio Lula da Silva. A minha fidelidade com o senhor não vai parar em momento nenhum, pela admiração mesmo, pelo seu trabalho, pela sua coragem", declarou Otto.
Durante o pronunciamento, o senador também fez referência à aliança política formada na Bahia ao longo dos últimos anos, destacando a união entre o PSD e o grupo liderado pelo PT no estado. "Espere em Deus que esse grupo todo reunido aqui possa, sem nenhuma dúvida, marchar com o meu querido Jerônimo Rodrigues, que está aqui do lado, com o Rui Costa."
Ao final do discurso, Otto reservou uma homenagem especial ao senador Jaques Wagner (PT), lembrando que foi convidado pelo ex-governador para integrar o grupo político após deixar o Tribunal de Contas do Estado da Bahia.
Em tom de reconhecimento, Otto afirmou que sua trajetória política está diretamente ligada à de Wagner e fez um gesto de apoio ao correligionário. "Eu quero fazer uma homenagem especial. Ele me arrancou lá do Tribunal de Contas, caminho com ele até hoje. São dois votos agora, não pode pedir voto, mas, se fosse eu e você, eu não pediria voto para mim. Eu pediria para você renunciar ao meu voto pelo merecimento que você tem comigo. Você é um irmão que eu conheci na caminhada da vida pública. A admiração é muito grande por você. Você, com sua história ao lado do presidente, não precisa de nada. O povo vai explicar isso no dia 4 de outubro, com fé em Deus, Jaques Wagner."
