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Soldado Prisco denuncia insatisfação na Rondesp Central e cobra melhorias nas condições de trabalho
Soldado Prisco denuncia insatisfação na Rondesp Central e cobra melhorias nas condições de trabalho
Por Redação
07/05/2026 às 08:05
Foto: Divulgação
O ex-deputado estadual Soldado Prisco (PL) afirmou ter recebido denúncias de policiais militares sobre supostas condições inadequadas de trabalho na Rondesp Central, unidade especializada da Polícia Militar da Bahia, em Salvador.
Segundo Prisco, as reclamações apontam insatisfação com a forma como a tropa estaria sendo tratada e com a estrutura oferecida aos agentes. O ex-parlamentar relatou que recebeu registros enviados por integrantes da corporação e decidiu tornar pública a situação, pedindo apuração dos fatos.
“Se isso realmente for verdade, espero que o comandante-geral da Polícia Militar tome providências. A tropa precisa ser valorizada e respeitada, não pode ser tratada dessa forma”, afirmou.
O ex-deputado reforçou as críticas com uma cobrança direta por mais atenção às condições de trabalho dos policiais. “A Rondesp Central é uma tropa especializada. É uma tropa que tem que ser respeitada. E o governador do Estado não está respeitando os policiais como deveria respeitar. O comandante-geral deveria fazer uma visita presencial à sede da Rondesp Central para verificar as condições de trabalho dos policiais, que não condiz com as condições de trabalho de um trabalhador que dedica a sua vida ao próximo”, declarou.
Prisco também direcionou críticas à condução da segurança pública no estado, destacando a necessidade de melhores condições para os policiais que atuam na linha de frente. O ex-parlamentar fez referência às ações recentes do governo estadual, como inaugurações de equipamentos, e questionou se a valorização anunciada tem se refletido na rotina dos profissionais.
“Não adianta apenas inaugurar estruturas se, na prática, o policial não tem as condições adequadas de trabalho. É preciso olhar para dentro das unidades”, disse.
Por fim, Prisco defendeu que as denúncias sejam verificadas pelas autoridades competentes e que, caso confirmadas, sejam adotadas medidas para corrigir eventuais problemas. Ele ressaltou que a crítica não se dirige diretamente ao comando geral da corporação, mas busca chamar atenção para a realidade enfrentada por parte da tropa.
