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Alcolumbre evita bater palmas para Messias, que é aplaudido em posse do TSE

Alcolumbre evita bater palmas para Messias, que é aplaudido em posse do TSE

Presidente do Senado patrocinou rejeição histórica do advogado-geral da União à vaga no STF

Por Isadora Albernaz/Catia Seabra/Ana Pompeu/Luísa Martins/Folhapress

12/05/2026 às 22:00

Atualizado em 12/05/2026 às 23:11

Foto: Reprodução

Imagem de Alcolumbre evita bater palmas para Messias, que é aplaudido em posse do TSE

Na imagem, Davi Alcolumbre (a quarta pessoa da esquerda para a direita) não aplaude Messias

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), evitou bater palmas para o advogado-geral da União, Jorge Messias, durante a cerimônia de posse do ministro Kassio Nunes Marques na presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta terça-feira (12).

Sentado ao lado do presidente Lula (PT), Alcolumbre permaneceu parado e não endossou os aplausos quando Messias foi citado na cerimônia. Em 29 de abril, o AGU foi rejeitado pelo Senado para uma vaga ao STF (Supremo Tribunal Federal) em um veto articulado pelo chefe da Casa.

Outras autoridades que estavam no local mais nobre do plenário do TSE, como Lula, a ministra Cármen Lúcia, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, aplaudiram o advogado-geral da União.

O momento ocorreu durante o discurso de Beto Simonetti, presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). "Cumprimento especialmente a advocacia brasileira na pessoa de um querido amigo, que é o advogado-geral da União, Jorge Messias. Receba os cumprimentos da advocacia brasileira", disse.

Na sequência, a plateia aplaudiu Messias por cerca de 30 segundos. A reportagem estava no local e observou que o ex-governador de Goiás e pré-candidato ao Planalto Ronaldo Caiado (PSD) também não bateu palmas para o advogado-geral da União.

A derrota histórica para o governo Lula com a rejeição de Messias foi resultado de uma queda de braço entre o Congresso e o Palácio do Planalto, somada a um longo processo de desgaste da cúpula do Judiciário e de um fortalecimento da direita no cenário que antecede as eleições deste ano.

A derrubada do indicado pelo presidente foi patrocinada por Alcolumbre, que defendia a escolha de seu aliado Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para o Supremo e dificultou a aprovação do advogado-geral da União.

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