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CMS: Muniz crava que projetos serão votados em maio e explica entraves em emendas para oposição
CMS: Muniz crava que projetos serão votados em maio e explica entraves em emendas para oposição
Por Reinaldo Oliveira, Política Livre
27/04/2026 às 17:23
Atualizado em 27/04/2026 às 18:29
Foto: Política Livre/Arquivo
O presidente da Casa, vereador Carlos Muniz (PSDB)
Em entrevista à imprensa após a sessão ordinária desta segunda-feira (27) da Câmara Municipal de Salvador (CMS), o presidente da Casa, vereador Carlos Muniz (PSDB), descartou a possibilidade de um novo adiamento da votação do Plano Municipal de Segurança e dos projetos dos vereadores. Segundo ele, as matérias serão votadas na primeira semana de maio, sem possibilidade de novo adiamento.
“Está marcado para votar na primeira semana do mês de maio. Não terá adiamento de maneira nenhuma, porque já passou do tempo”, cravou.
O tucano revelou ainda que a bancada de oposição o procurou recentemente e que o líder oposicionista, vereador Randerson Leal (Podemos), solicitou uma reunião com o prefeito Bruno Reis (União Brasil) para tratar das emendas impositivas. De acordo com ele, o chefe do Palácio Thomé de Souza já sinalizou que está aberto ao diálogo.
“A oposição me procurou agora. O líder da oposição quer uma reunião com o prefeito para tratar das emendas”, disse.
Muniz ainda afirmou que o chefe do Executivo soteropolitano deve receber os vereadores na próxima semana, mas destacou que ainda falta uma definição essencial por parte da oposição.
“O prefeito já me falou várias vezes que, quando eles quisessem conversar sobre isso, ele os receberia”, continuou.
O chefe do Legislativo soteropolitano também afirmou que a falta de indicação do destino das emendas impede o avanço das tratativas. “Eles ainda não destinaram para onde querem as emendas. Não adianta conversarem com o prefeito sem essa definição”, acrescentou.
Muniz também ressaltou que a Prefeitura precisa dos ofícios formais para agir. “Como é que o prefeito vai fazer algo se ainda não recebeu os ofícios informando para onde vão essas emendas?”, indagou.
O presidente da Câmara destacou que não há responsabilidade do Executivo pela demora no processo. "O prefeito não tem culpa nenhuma neste momento”, finalizou.
