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Aleluia destaca principais desafios ao assumir presidência da CCJ da Câmara de Salvador
Aleluia destaca principais desafios ao assumir presidência da CCJ da Câmara de Salvador
Por Reinaldo Oliveira, Política Livre
02/03/2026 às 18:45
Atualizado em 02/03/2026 às 18:42
Foto: Política Livre
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, vereador Alexandre Aleluia (PL)
Em entrevista à imprensa durante a sessão ordinária desta segunda-feira (2), na Câmara Municipal de Salvador (CMS), o vereador e novo presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final (CCJ), Alexandre Aleluia (PL), falou sobre os desafios de assumir o colegiado mais importante da Casa legislativa soteropolitana.
“Eu sei que são muitas pressões, são muitos pontos de vista de vereadores, ideologias diferentes, e que a gente tem que respeitar, escutar todo mundo e afunilar para uma deliberação. São sete membros na Comissão e normalmente precisamos de quatro votos para ter uma posição sobre determinado projeto”, declarou.
O liberal ainda aproveitou a ocasião para ressaltar o papel do presidente da CCJ.
“Alguns projetos são mais polêmicos e têm diversos pontos de vista. A função do presidente, além de atuar como uma espécie de juiz nesse processo, é também manter os membros focados no objetivo da comissão, que é o respeito à Constituição Federal. Esse será meu mote na CCJ”, acrescentou.
Ao ser questionado sobre a projetos específicos, como o PDDU, considerado um dos mais importantes, o liberal garantiu que todos serão escutados.
“As audiências públicas irão acontecer, tanto na CCJ quanto na Comissão de Planejamento, permitindo que entidades de classe e a sociedade civil também participem do processo", continuou.
Na ocasião, Aleluia também comentou sobre a relação com a vereadora Aladilce Souza (PCdoB), ex-líder da bancada de oposição na Casa e que agora ocupa a vice-presidência da CCJ.
“Ela foi membro da CCJ enquanto eu fui presidente por quatro anos. A gente se dá bem, mesmo pensando diferente em alguns pontos. Isso faz parte do processo legislativo e não gera nenhum estresse. A CCJ não é ditadura, é um espaço de escuta e deliberação, buscando sempre o melhor para a cidade", pontuou.
Para concluir, Aleluia destacou que sua experiência em outra ocasião como presidente da CCJ o ajudou a estudar o regimento e a conduzir os trabalhos de forma mais estruturada.
“Minha vida como parlamentar tem vários papéis, mas na presidência da comissão é preciso ouvir todas as partes e chegar a uma deliberação justa. É natural que minha posição pessoal influencie, mas procuro sempre dar oportunidade a todos", finalizou.
