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Campanha de Flávio minimiza pesquisa Quaest, mas defende resposta mais dura contra fake news
Campanha de Flávio minimiza pesquisa Quaest, mas defende resposta mais dura contra fake news
Por Gabriela Echenique, Folhapress
21/10/2026 às 14:40
Atualizado em 21/10/2026 às 17:19
Foto: Vittor Sales/Divulgação/Arquivo
Aliados do bolsonarista afirmam que oscilações dentro da margem de erro são normais
Os números da pesquisa Quaest que mostram Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) em empate técnico e uma queda na rejeição ao presidente da República foram minimizados pela campanha do bolsonarista, mas aliados de Flávio creditam os números às fake news divulgadas pelo PT.
A queda na rejeição do presidente acendeu um alerta na campanha, que foi pega de surpresa pelas números. A rejeição a Lula caiu de 53% para 47%.
Segundo aliados, a estratégia petista de sugerir que Flávio vai acabar com os programas sociais, principalmente o Bolsa Família, surtiu efeito nos últimos dias.
Por isso, defendem que a campanha reaja rapidamente e rebata as notícias. A avaliação é que a intensidade tem sido forte e isso impacta diretamente no voto do eleitor que ainda está indeciso.
Apesar disso, o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), afirmou que as oscilações ocorreram dentro da margem de erro e que isso é normal.
"Nosso tracking permanece estável. Temos que manter o foco da campanha, que está linda nas ruas de todo Brasil. O Flávio está trabalhando muito, fazendo tudo o que ele pode, estamos confiantes", disse ao Painel.
Já a campanha de Lula está em alvoroço. Petistas receberam os números com alívio e dizem que a tendência aponta para chance real de virada no segundo turno.
A ordem é manter a estratégia que tem sido usada desde o resultado do primeito turno, que promove o medo contra Flávio Bolsonaro.
Integrantes da campanha comemoraram principalmente a queda na rejeição a Lula, mesmo que a rejeição aos dois candidatos tenha caído no levantamento divulgado nesta quarta-feira (21). A do petista oscilou para além da margem de erro.
A rejeição a Flávio Bolsonaro passou de 54% para 52%.
