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Prisão de Bolsonaro: Aladilce diz que tentativa de romper tornozeleira é um absurdo
Prisão de Bolsonaro: Aladilce diz que tentativa de romper tornozeleira é um absurdo
Por Reinaldo Oliveira, Política Livre
24/11/2025 às 20:37
Atualizado em 24/11/2025 às 20:26
A vereadora Aladilce Souza (PCdoB)
Líder da bancada de oposição na Câmara Municipal de Salvador (CMS), a vereadora Aladilce Souza (PCdoB) também falou com a imprensa nesta segunda-feira (24) sobre a prisão do ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro (PL), determinada no último sábado (22) pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
De acordo com a comunista, o país assistiu “com admiração” e “espanto” à tentativa do ex-chefe do Palácio do Planalto de danificar a tornozeleira eletrônica para se livrar do monitoramento.
A edil afirmou que o episódio é “absurdo”, sobretudo por envolver alguém que já ocupou “o posto mais alto da República”.
“A prisão foi decretada e foi uma medida correta, justa. Há toda uma justificativa apresentada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que deu aval para a ação”, declarou.
A vereadora também aproveitou a ocasião para destacar a legalidade do procedimento que levou o ex-mandatário do país à sede da Polícia Federal (PF), em Brasília.
“Ele foi recolhido dentro da legalidade. Havia um risco de fuga, e essa possibilidade precisava ser evitada”, acrescentou.
Aladilce também reforçou que “ninguém está acima da lei” e que a medida vale para qualquer cidadão. De acordo com ela, o episódio contribui para o fortalecimento da democracia.
“O Brasil vai caminhando para reforçar que ninguém, independentemente do cargo, pode descumprir os poderes constituídos”, complementou.
Ao ser questionada por este Política Livre sobre a expectativa de votação dos projetos do Executivo antes do recesso parlamentar, previsto para começar no dia 17 de dezembro, Aladilce reiterou a importância da apreciação também dos projetos dos vereadores que estão tramitando na Casa.
“Temos uma pauta imensa de projetos de vereadores. Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), reunimos semanalmente. São mais de 200 projetos para apreciar”, afirmou.
A comunista acrescentou que nem todas as propostas devem ir a votação, mas que a produção legislativa dos 43 vereadores seguirá avançando.
