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Lideranças do narcotráfico alvo da Operação Rainha do Sul são alcançadas pela Polícia Civil em cinco estados

Lideranças do narcotráfico alvo da Operação Rainha do Sul são alcançadas pela Polícia Civil em cinco estados

Advogada ligada ao chefe da facção é presa com cerca de R$ 190 mil

Por Redação

27/11/2025 às 08:11

Foto: Divulgação

Imagem de Lideranças do narcotráfico alvo da Operação Rainha do Sul são alcançadas pela Polícia Civil em cinco estados

A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quinta-feira (27), por meio do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), a Operação Rainha do Sul, voltada ao desmonte da estrutura estratégica de uma organização criminosa responsável por movimentação milionária, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e articulação de ataques armados na Bahia e em outros quatro estados. Entre os alvos, está uma advogada apontada como principal articuladora externa do líder máximo da facção, custodiado no Presídio de Serrinha. Ela foi localizada e presa no bairro de São Caetano, em Salvador, com aproximadamente R$ 190 mil em espécie.

A investigada, que manteve relacionamento íntimo com o chefe da organização, era responsável por transmitir ordens estratégicas, reorganizar territórios, articular cobranças e manter comunicação direta entre internos do presídio e lideranças externas.

Ao todo, 14 mandados de prisão e 25 de busca e apreensão já foram cumpridos. Entre os alvos estão responsáveis pela contabilidade do tráfico, gerentes territoriais que comandavam áreas em Feira de Santana, Lauro de Freitas, Camaçari, Salvador e outras cidades baianas, além de operadores encarregados do transporte, armazenamento e distribuição de drogas e armas. As ações ocorrem simultaneamente na Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro, Paraná e São Paulo.

A ofensiva inclui ainda o bloqueio de bens, veículos, imóveis e contas bancárias vinculadas aos investigados. Até o momento, foram bloqueados sete automóveis, um jetski, um haras com cavalos de raça e uma usina de energia solar avaliada em cerca de R$ 1 milhão. Há bloqueios de contas e investimentos ligados a 26 CPFs e CNPJs, podendo ultrapassar R$ 100 milhões.

Com ações coordenadas, a Polícia Civil busca asfixiar financeiramente o grupo criminoso, impedindo a continuidade das atividades e atingindo diretamente a estrutura de comando e financiamento da organização.

Também participam das ações equipes dos Departamentos de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Inteligência Policial (DIP), Especializado de Investigações Criminais (Deic), de Polícia Metropolitana (Depom) e Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), as Coordenações de Polícia Interestadual (Polinter), de Operações e Recursos Especiais (Core) e de Operações de Polícia Judiciária (COPJ), além do apoio do Departamento de Polícia Técnica (DPT) e das Polícias Civis de Pernambuco, Rio de Janeiro, Paraná e São Paulo.

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