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Eduardo Bolsonaro atacou prisão domiciliar em 2018: 'Não conseguem nem monitorar as tornozeleiras'

Eduardo Bolsonaro atacou prisão domiciliar em 2018: 'Não conseguem nem monitorar as tornozeleiras'

Por Mônica Bergamo, Folhapress

24/11/2025 às 20:51

Atualizado em 24/11/2025 às 20:40

Foto: Bruno Spada/Divulgação/Câmara dos Deputados/Arquivo

Imagem de Eduardo Bolsonaro atacou prisão domiciliar em 2018: 'Não conseguem nem monitorar as tornozeleiras'

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) durante sessão no plenário da Câmara dos Deputados em fevereiro de 2025

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) disse em 2018 que prisão domiciliar não era coisa de país sério e que o Brasil não conseguia "nem monitorar as tornozeleiras eletrônicas", o que "dirá cada preso em seu domicílio".

"Dá para levar a sério um país onde existe PRISÃO DOMICILIAR? O condenado é carcereiro dele mesmo!!! Se não conseguem nem monitorar as tornozeleiras eletrônicas que dirá cada preso em seu domicílio. A lei de execuções penais e CPP precisam ser revisados urgentemente!!!", escreveu ele no X (antigo Twitter).

No sábado (22), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi preso preventivamente após tentar romper a sua tornozeleira eletrônica com ferro de solda, como ele mesmo admitiu a agentes penitenciários.

"Usei ferro quente, ferro quente aí… curiosidade." Ferro de solda é uma ferramenta pontiaguda que atinge alta temperatura e permite derreter metais.

Os advogados do ex-presidente argumentam que ele deve voltar ao regime anterior.

A defesa alega que, a partir de informações do órgão do Distrito Federal responsável pelas tornozeleiras eletrônicas e, em especial, da equipe médica que acompanha o ex-presidente sobre remédios ingeridos por ele, "é inequívoco que inexistiu qualquer tentativa de fuga ou de se furtar à aplicação da lei penal".

Bolsonaro teve um quadro de "confusão mental e alucinações" com os medicamentos. Isso explicaria o episódio.

Pouco depois de encontrar com a equipe médica, Bolsonaro classificou a situação como um momento de "paranoia" ao participar audiência de custódia.

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