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Gestores do TCE-BA definem objetivos estratégicos, metas e indicadores para o planejamento 2024-2027
Gestores do TCE-BA definem objetivos estratégicos, metas e indicadores para o planejamento 2024-2027
Por Redação
01/11/2023 às 10:26
Atualizado em 01/11/2023 às 10:26
Foto: Divulgação

Em mais uma etapa de elaboração do Planejamento Estratégico 2024-2027, o Tribunal de Contas do Estado da Bahia deu início, nesta terça-feira (31), à Oficina de Objetivos Estratégicos, Indicadores e Metas. Realizada na sala do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Educação (CEDUC) do MP/BA, o encontro reuniu gestores da Casa de Contas para construção do mapa estratégico da instituição.
De acordo com o gerente de planejamento da Diretoria de Gestão Estratégica (DGE) do TCE/BA, Murilo Nunes, um dos objetivos da oficina é a análise do diagnóstico estratégico e da identidade institucional definidos nas etapas anteriores, destacando pontos positivos e os que precisam de ajustes. Para a realização dos trabalhos, os gestores da Casa de Contas foram divididos em cinco grupos.
“Após as análises, nós vamos estabelecer as estratégias que vão levar o Tribunal ao alcance da visão e cumprimento da missão da nova identidade institucional. A partir dessas estratégias finalísticas e transversais, construímos os objetivos estratégicos, que são as principais prioridades, tanto do ponto de vista da atuação finalística como do aprimoramento da gestão interna, para os próximos quatro anos”, explicou Murilo.
Além da DGE, a elaboração do Planejamento Estratégico 2024-2027 conta com o auxílio da empresa de consultoria MBS Consulting. Segundo Christian Cardozo, um dos consultores da oficina, o próximo passo será dado na quarta-feira (1º.11), com o estabelecimento de indicadores e metas. O resultado esperado para os dois encontros é a construção do mapa estratégico do TCE/BA.
Para a auditora Ivonete Dionizio de Lima, que também atua na DGE, a expectativa final das oficinas é muito positiva. “Temos sido vitoriosos em todo esse processo, principalmente porque a gente tem observado que as pessoas estão muito motivadas e engajadas. E isso é muito importante, porque para discutir qual é o futuro do Tribunal é preciso de comprometimento com tantos termos que a gente pode usar para definirmos o melhor caminho”, concluiu Ivonete.
