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Alunos da Fundação Cidade Mãe têm oficina artística com renomado pintor espanhol
Alunos da Fundação Cidade Mãe têm oficina artística com renomado pintor espanhol
Por Redação
27/04/2022 às 19:01
Atualizado em 27/04/2022 às 19:19
Foto: Divulgação/PMS

As crianças e jovens da Fundação Cidade Mãe (FCM) receberam nesta quarta-feira (27), no bairro da Saramandaia, uma oficina de pintura com o artista espanhol Luís Burgos. A ação, desenvolvida pelo Escritório de Cooperação Internacional da Prefeitura de Salvador, ocorreu em parceria com a Fundação Cidade Mãe (FCM) e o Instituto Cervantes na Bahia. A ideia é oportunizar o acesso a outras culturas, à arte e à educação.
Na ocasião, a vice-prefeita Ana Paula Matos destacou a importância de parcerias como esta que visam proporcionar conhecimento através da arte para as crianças carentes do município. “Entendemos que só através da educação construiremos uma Salvador menos desigual e com mais oportunidades. Certamente teremos outras ações com o Instituto Cervantes, que permitam o contato mais próximo com o idioma espanhol”, afirmou.
“O Instituto Cervantes é uma instituição pública do Estado espanhol, criada para promover a cultura da Espanha e dos países hispanofalantes. Faz parte da nossa função aqui em Salvador trazer os nossos artistas e profissionais para vocês conhecerem e aprimorarem o conhecimento”, pontuou o diretor do Instituto Cervantes, Daniel Arcas.
O professor e artista Luís Burgos é reconhecido internacionalmente em suas exposições pela sensibilidade e por trazer interpretações que vão além da realidade. “É um orgulho estar aqui, vou passar tudo que sinto na arte. É importante se expressar através da pintura, usar a arte para mostrar o sentimento e um pouco do conhecimento”, disse o pintor, antes de iniciar as técnicas com tinta, pincel e papel.
A ação contou ainda as presenças da secretária de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude, Fernanda Lordelo, da presidente da Fundação Cidade Mãe, Isabela Argolo, do chefe do Escritório de Cooperação Internacional, João Victor, e diretor do Instituto Cervantes, Daniel Arcas.
