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Telegram é desafio da Justiça no combate às fake news nas eleições de 2022

Telegram é desafio da Justiça no combate às fake news nas eleições de 2022

Por Vinícius Valfré e Felipe Frazão/Estadão Conteúdo

02/01/2022 às 14:44

Atualizado em 02/01/2022 às 17:37

Foto: José Cruz/Arquivo/Agência Brasil

Urna eletrônica

Um grupo do Ministério Público Federal (MPF) quer impedir a propaganda eleitoral em serviços como o Telegram, um aplicativo russo, na campanha política deste ano. A plataforma tem servido para abrigar bolsonaristas foragidos, como mostrou o Estadão, e o presidente Jair Bolsonaro incentiva seus apoiadores a migrar para a rede, onde conta com mais de um milhão de seguidores e se sobressai entre os demais pré-candidatos ao Palácio do Planalto.

A avaliação de que o Telegram não pode servir de palanque para divulgar fake news é respaldada por procuradores que atuam diretamente no combate a crimes cibernéticos e vem sendo compartilhada internamente como proposta de atuação nas eleições. Especialistas apostam que o assunto acabará sendo julgado por tribunais.

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