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Em protesto de vigilantes, Marta diz que Atakarejo cometeu crime ao ter omitido socorro a trabalhador baleado

Em protesto de vigilantes, Marta diz que Atakarejo cometeu crime ao ter omitido socorro a trabalhador baleado

Por Redação

01/10/2021 às 15:17

Atualizado em 01/10/2021 às 17:09

Foto: Divulgação

A vítima trabalhava na empresa quando foi baleado no rosto durante uma tentativa de assalto

Presidente da Comissão de Direitos Humanos e de Defesa da Democracia Makota Valdina da Câmara Municipal, a vereadora Marta Rodrigues (PT) repudiou, nesta sexta-feira (1), a "omissão" de socorro por parte da rede Atakarejo a um vigilante da empresa que foi baleado na última terça (28).

A edil acompanhou na manhã de hoje um protesto feito na porta da administração da rede, localizada na unidade Atakadão Iguatemi, realizado pelo Sindivigilantes e pela Central Única dos Trabalhadores (CUT). A vítima trabalhava na empresa quando foi baleado no rosto durante uma tentativa de assalto.

“O Atakarejo mais uma vez protagonizou um caso criminoso em sua rede e, dessa vez, omitiu socorro a um vigilante baleado. Nenhum responsável fez o procedimento necessário para socorrê-lo e coube à população que estava presente levar o vigilante até um hospital”, afirmou.

Segundo a petista, a omissão de socorro, além de um atentado contra a dignidade humana, é um crime previsto no Código Penal. “É inadmissível os reiterados absurdos cometidos por esta empresa. Se faz urgente mudanças estruturais na organização da rede, estando em consonância com os Princípios Orientadores sobre Empresas e Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU)”, afirmou.

O Sindivigilantes-BA, sindicato da categoria, reclamou ainda que o Atakadão não dispõe de bombeiros civis nas unidades, deixando funcionários e até mesmo clientes sem nenhuma segurança em caso de necessidade de primeiros socorros, por exemplo.

Para Marta, os poderes públicos precisam começar a fiscalizar as empresas no sentido de cobrar o cumprimento de obrigações e boas práticas em direitos humanos a serem implementadas por empresas privadas por meio da capacitação da equipe de colaboradores. “O que o mercado tem é prevenção de perda, apenas a preocupação com o lucro, um absurdo”, acrescentou.

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