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Procuradores questionam papel do MPF da Bahia no combate à grilagem no Oeste
Procuradores questionam papel do MPF da Bahia no combate à grilagem no Oeste
Por Redação
17/12/2020 às 15:30
Atualizado em 17/12/2020 às 15:55
Foto: Divulgação/Arquivo

Nos grupos de procuradores que tratam mais diretamente dos dados levantados pela Operação Faroeste, não faltam críticas ao que chamam de 'inação' da representação do Ministério Público Federal na Bahia.
Eles questionam porque motivo, além da classe política e de autoridades do governo estadual, o MPF não tomou conhecimento das denúncias de grilagem e extorsão que se faziam no Oeste contra os produtores rurais.
E repetem bordão que dizem ouvir em Brasília de que, depois da unidade do próprio Distrito Federal, a da Bahia é das mais "inoperantes", desonrando a tradição de combate que o órgão experimentou em gestões antigas.
Neste ponto, referem-se explicitamente a nomes como o do atual PGR, Augusto Aras, Arx Tourinho, Jair Meira e Antonio José Carneiro D'Oliveira, assassinado por funcionário da fazenda que descobrira roubando.
Entre as mulheres, citam as gestões de Lúcia Ferraz e Maria das Mercês Gordilho, cuja fama de combativas espalhou-se por unidades do MPF no país todo. O grupo calcula que há uma década o MPF baiano não faz uma operação de relevo no Estado.
