Interferências do governo na publicidade do BB já foram avaliadas pelo TCU
Por Mônica Bergamo/Folha de S.Paulo
25/05/2020 às 07:50
Atualizado em 25/05/2020 às 07:50
Foto: Nayra Halm /Fotoarena/Folhapress

foram avaliadas pelo TCU (Tribunal de Contas da União) —que determinou expressamente o cumprimento de regras que impedem que a Secom (Secretaria de Comunicação) analise as propagandas da instituição.
Na semana passada, o banco anunciou que estava vetando anúncios no site Jornal da Cidade Online, já condenado por publicar fake news. Carlos Bolsonaro, filho do presidente da República, reclamou. E justamente Fabio Wajngarten, que comanda a Secom, anunciou no Twitter que estava “contornando” o veto.
Um dia depois, o BB voltou a anunciar no site, que é alinhado com o governo.
O TCU voltará a debater a questão. No julgamento anterior, que terminou no dia 6 de maio, o tribunal analisou a interferência direta de Jair Bolsonaro na publicidade do banco.
