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Operação Faroeste: Escutas revelam calote de falso cônsul a suspeitos de operar esquema no TJ
Operação Faroeste: Escutas revelam calote de falso cônsul a suspeitos de operar esquema no TJ
Por Redação
04/02/2020 às 07:01
Atualizado em 04/02/2020 às 07:01
Foto: Divulgação/TJ-BA

Diálogos interceptados pela Polícia Federal (PF) com autorização judicial revelam o acirramento das tensões entre um dos investigados na Operação Faroeste e o falso cônsul de Guiné-Bissau, Adailton Maturino, por causa de dívidas relativas ao suposto esquema de grilagem e venda de sentenças no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ).
De acordo com informações da coluna Satélite, do jornal Correio da Bahia, em conversa telefônica de aproximadamente 20 minutos, realizada na manhã do dia 8 de maio de 2019, o advogado João Carlos Novaes, alvo da quarta fase da Faroeste, faz queixas a um homem não identificado sobre o atraso no repasse destinado a ele por Maturino, denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) como mentor do esquema.
A Operação Faroeste, deflagrada pela Polícia Federal em novembro do ano passado, tem o objetivo de desarticular possível esquema criminoso voltado a venda de decisões judiciais por juízes e desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, além de corrupção ativa e passiva, lavagem de ativos, evasão de divisas, organização criminosa e tráfico influência.
