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Leal nega pedido de suplementação ao governo e diz que é cedo para falar de 2022
Leal nega pedido de suplementação ao governo e diz que é cedo para falar de 2022
Por Redação
30/09/2019 às 15:45
Atualizado em 30/09/2019 às 19:04
Foto: Raiane Veríssimo/Política Livre

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Nelson Leal (PP), negou, nesta segunda-feira (30), que vá pedir suplementação orçamentária para fechar as contas do Poder. O deputado estadual informou, ao Política Livre, que o governador Rui Costa (PT) é que terá que enviar a complementação para que a Casa feche seu ano fiscal.
Ele disse, no entanto, que ainda não fechou o levantamento para definir as necessidades do Poder. Leal adiantou que foram feitos uma série de cortes que diminuíram muito os gastos acrescentando que, quando tiver um número redondo, vai fazer uma apresentação ao governo do Estado.
A propósito de reportagem da Folha segundo a qual o ex-presidente da Assembleia e senador Angelo Coronel (PSD) teria contratado empresas da família pela Casa, ele disse ter ouvido do ex-colega que todos os gastos foram feitos dentro da legalidade. No entanto, acrescentou que ainda não conversou com Coronel e que só poderá se posicionar sobre isso quando tiver dados mais concretos.
Sobre os vetos do governador a três projetos de deputados estaduais, ele disse que o Legislativo cumpre o papel de aprovar as matérias, mas que é prerrogativa do Executivo analisar e vetar matérias que são inconstitucionais. “Os vetos voltarão para Casa e vamos ver quais serão os posicionamentos dos parlamentares”, disse.
Leal classificou como cedo para avaliar que a meta do PP de eleger o maior número possível de prefeitos em 2020 seja uma estratégia para garantir o lançamento da candidatura do atual vice-governador João Leão ao governo da Bahia em 2022. “Nós estamos ainda em 2020”, declarou o parlamentar no encontro estadual do partido.
