Frase do dia

Será que civilização são 13 milhões de desempregados, uma economia em declínio e um povo desesperançado?

General da reserva Augusto Heleno, aliado de Bolsonaro, sobre a narrativa de ‘civilização x barbárie’ comentar

19 de setembro de 2018, 22:00

BRASIL Ministério Público Eleitoral recorre ao TSE para barrar candidatura de Garotinho

Foto: Estadão

O candidato ao governo do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (PRP)

O vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Jacques, recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para barrar a candidatura de Anthony Garotinho (PRP) ao governo do Rio de Janeiro. De acordo com pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira, Anthony Garotinho aparece em terceiro lugar com 12% das intenções de voto na disputa pelo governo fluminense, atrás de Eduardo Paes (DEM) e Romário Faria (Podemos). No último dia 16, o ministro Og Fernandes concedeu liminar suspendendo a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) que indeferiu o registro de candidatura de Anthony Garotinho. A decisão, válida até que o mérito seja julgado, garante que o nome de Garotinho esteja nas urnas e que seus votos sejam considerados válidos. No último dia 6, o TRE-RJ indeferiu o registro, sob a alegação de que Garotinho é inelegível em função de uma condenação do Tribunal de Justiça. A suspeita recai sobre desvios de R$ 234,4 milhões na área da Saúde nos anos de 2005 e 2006, quando o atual candidato era secretário de Estado. Ele nega envolvimento no caso. O vice-procurador-geral eleitoral ainda pediu que seja determinada a suspensão os repasses de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) ou de quaisquer outros recursos de origem pública para financiamento de campanha de Garotinho e se suspendam as aparições do candidato na propaganda eleitoral no rádio e na TV, com determinação de retirada de seu nome da programação da urna eletrônica.

Estadão Conteúdo

19 de setembro de 2018, 21:45

ECONOMIA Banco Central mantém taxa de juros em 6,5% ao ano, mas acena com alta gradual

Foto: André Dusek/Estadão

Banco Central do Brasil

O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, por unanimidade, nesta quarta-feira, manter a taxa básica de juros em 6,5% nominais ao ano, nível em que se encontra desde março. A decisão era amplamente esperada, da mesma forma que os alertas contidos no comunicado emitido no encerramento da reunião. O Copom avisou que os riscos para a inflação aumentaram, assim como aumentaram as possibilidades de retomada mais adiante de um novo ciclo de altas na taxa Selic. Lembrou que as estimativas do mercado para os juros básicos em 2019 encontram-se em 8%. Nos termos do comunicado, os estímulos à economia, representados por juros básicos abaixo da taxa considerada neutra, poderão ser “removidos gradualmente” se as perspectivas para a inflação apresentarem piora. As próximas reuniões do Copom, ainda em 2018, ocorrem no fim de outubro, três dias depois do eventual segundo turno das eleições – e da definição do novo presidente –, e na segunda semana de dezembro. O chamado “balanço de riscos” contrapõe uma ainda elevada ociosidade na economia, que mitiga as pressões inflacionárias, inclusive as originadas de altas do dólar, a possíveis percepções negativas sobre a agenda de reformas econômicas, que, segundo o BC, afetam as expectativas e projeções correntes. Nos modelos de previsão do Copom, com a cotação do dólar nos níveis projetados pelo mercado, abaixo de R$ 3,80, em 2018 e 2019, as estimativas de inflação permanecem abaixo do centro da meta em 2018 e 2019. Contudo, se o valor da moeda americana permanecer em torno de R$ 4,15, a variação da inflação apontará para o entorno do centro da meta neste ano e um pouco acima, no ano que vem. Com mais intensidade desde maio, quando as cotações do dólar passaram a escalar rumo aos R$ 4, o Banco Central dedicou-se a uma verdadeira catequese do mercado. Se é verdade que tenha piscado em maio, quando manteve a taxa básica nos 6,5%, depois de indicações de que continuaria a reduzi-la, desde então vem cumprindo a cartilha. Essa cartilha reza que não se combate altas do dólar com política monetária, ou seja, com movimentações nos juros, mas com instrumentos próprios, a exemplo dos swaps cambiais. Pelas regras convencionais, os juros só devem entrar em campo quando o dólar muda de patamar e se mantém em alta persistente. A ausência de surpresas com a manutenção da Selic, embora em ambiente de volatilidade e pressão sobre o real ante o dólar, comprova que a pedagogia foi exitosa. No regime de câmbio flutuante e no sistema de metas de inflação, de fato, não se deve considerar, como o Copom repisa há meses, a existência de relação mecânica entre elevações nas cotações do dólar e uma ação sobre os juros. Mas, a história tem sido enfática em registrar que, em economias com moedas inconversíveis, caso da brasileira, mesmo na presença de câmbio flutuante e metas de inflação, os riscos para a inflação, numa reação a altas da moeda americana, se acentuam. As altas de juros em resposta a pressões inflacionárias a partir de movimentos nas cotações do dólar refletem situação de “dominância cambial”, quando, na prática, a política monetária opera como se o regime de câmbio fosse fixo. As recentes turbulências na economia argentina são um exemplo elucidativo dessa situação. Quando, há pouco menos de cinco meses, o peso começou a derreter ante o dólar, a reação do Banco Central da Argentina foi jogar as taxas de juros nas nuvens.

Estadão Conteúdo

19 de setembro de 2018, 21:30

SALVADOR Cinco mil atletas participam da Maratona Cidade de Salvador 2018

Tudo pronto para a segunda Maratona Cidade de Salvador, que será realizada neste domingo (23) com quase o dobro de participantes da primeira edição. Dessa vez, 5 mil atletas participam da competição. Com quatro modalidades, a maratona abrange corredores de diferentes performances e níveis técnicos, com possibilidade para os iniciantes, que optaram pelos 5k ou 10k; para aqueles que se prepararam por mais tempo e correm os 21k; e para um grupo ainda mais seleto que completará os 42k, modalidade que dá nome a prova. Os resultados da prova 42k são válidos para o Ranking Brasileiro de Maratonas, e a competição já faz parte do calendário nacional desde a sua primeira edição. Atletas de todos os estados participam do evento. São turistas de 212 cidades (quase 41% do total), além dos atletas de Salvador, que farão desse um dos maiores eventos esportivos do Nordeste. Ao todo, 33,76% dos atletas inscritos são mulheres e 66,24% homens. Nesse universo, cerca de 350 têm acima de 60 anos. Dentro das modalidades, o maior número de participantes correrá a Meia Maratona (21k), sendo ao todo 34,6%. “A maratona foi planejada e é projetada para realmente ser um grande evento, para chamar a atenção de todo país. O esporte é uma importante ferramenta motivacional e de transformação e tem um apelo turístico impressionante. A Prefeitura toda se engajou para fazer esse produto se transformar no que é, para garantir aos atletas locais um evento dessa magnitude, assim como para atrair os atletas amadores e profissionais de todo o mundo”, ressalta o presidente da Empresa Salvador Turismo (Saltur), Isaac Edington.

19 de setembro de 2018, 21:16

BRASIL Campanha de Alckmin baterá em proposta de ‘nova CPMF’ de Bolsonaro

Foto: Dida Sampaio/Estadão

O candidato à Presidência pelo PSDB nas eleições 2018, Geraldo Alckmin

Após a crise instalada no comitê tucano com a queda nas pesquisas de intenção de voto nas eleições 2018, o candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin (PSDB), comemorou nesta quarta-feira, 19, o polêmico plano do economista Paulo Guedes, guru econômico da campanha de Jair Bolsonaro (PSL), para recriar um imposto nos moldes da CPMF. Na propaganda eleitoral de TV que irá ao ar a partir desta quinta-feira, 20, Alckmin vai explorar o tema e o que chama de “contradições” do adversário. Anunciado pelo próprio Bolsonaro como ministro da Fazenda em caso de vitória do PSL nas eleições 2018, Guedes disse a portas fechadas, para um pequeno grupo de investidores, que pretende adotar um imposto incidente sobre movimentações financeiras, a exemplo da antiga CPMF, conforme publicado pelo jornal Folha de S. Paulo. O novo tributo teria o objetivo de financiar a Previdência. A proposta deu munição para ataques dos rivais e expôs divergências na campanha de Bolsonaro. Internado no Hospital Albert Einstein, onde se recupera de duas cirurgias sofridas após um atentado, no último dia 6, o candidato do PSL não escondeu a contrariedade com o rumo da discussão e escreveu no Twitter que sua equipe trabalha em um programa para redução da carga tributária. “Chega de impostos é o nosso lema! Somos e faremos diferente”, afirmou Bolsonaro nas redes sociais. Vice na chapa do capitão reformado, o general Hamilton Mourão (PRTB) também se mostrou contrário à criação de novos impostos. “É um tiro no pé”, disse ele. Coordenador da campanha de Alckmin, o presidente do DEM, ACM Neto, afirmou que a proposta apresentada por Guedes é uma “clara contradição” com o discurso do candidato na área econômica. “Em primeiro lugar, a criação da CPMF, o imposto do cheque, é uma pauta do PT”, argumentou ACM Neto, que também é prefeito de Salvador. “Está evidente que Bolsonaro não tem projeto para o País e as coisas ali são feitas na base do improviso. Ninguém sabe qual a reforma tributária que ele pretende fazer”. Em entrevista ao site BR-18, Guedes disse que, caso Bolsonaro chegue ao Palácio do Planalto, a alíquota do novo imposto poderá ficar entre 0,40% e 0,50% sobre cada transação financeira. O economista negou que pretenda criar uma única alíquota de Imposto de Renda, de 20%, para as empresas e para as pessoas físicas, como foi divulgado. Afirmou que o plano é reduzir para 20% as duas maiores alíquotas do IR de Pessoa Física, de 27,5% e de 22,5%, e aumentar para os mesmos 20% o imposto de quem recebe como Pessoa Jurídica, hoje em 17,5%. A estratégia da campanha de Alckmin para tentar sair das cordas consiste em bater em Bolsonaro e no ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), isolado na segunda posição nas pesquisas, e pregar o medo entre os eleitores, sob o argumento de que o País não pode dar um “salto no escuro”. A ideia da equipe tucana é dizer que, se o Brasil for comandado por Bolsonaro ou “pelo PT”, viverá um período de ingovernabilidade, podendo até mesmo experimentar um novo processo de impeachment, como ocorreu com Dilma Rousseff, presidente cassada em 2016.

Estadão Conteúdo

19 de setembro de 2018, 21:00

BRASIL Candidatos do Novo reprovam críticas de Amoêdo a Bolsonaro

Foto: Katna Baran/Estadão

O candidato do Novo ao Palácio do Planalto, João Amoêdo

O candidato do Novo ao Palácio do Planalto, João Amoêdo, afirmou nesta quarta-feira (19) ter dificuldades em apoiar Jair Bolsonaro (PSL) ou Fernando Haddad (PT) caso os dois cheguem ao segundo turno das eleições. Em relação a Bolsonaro, Amoêdo disse não ter visto grandes realizações em seus mandatos como deputado federal e que, além de tudo, elogiou torturador. De acordo com a coluna Expresso, da revista Época, candidatos do Novo a cargos de deputados reprovaram a conduta de Amoêdo por acharem que, ao criticar Bolsonaro, poderá ser associado a alguém favorável ao PT. Aliados de Amoêdo dizem que ele precisa defender seus ideais e sua candidatura. Se não fizer isso, os eleitores irão preteri-lo e poderão optar por candidatos a deputados de outras legendas.

19 de setembro de 2018, 20:45

BRASIL Ciro relaciona Bolsonaro ao nazifascismo e critica Paulo Guedes e Haddad

Foto: Fábio Motta/Estadão

O candidato do PDT à Presidência da República nas eleições 2018, Ciro Gomes

O candidato do PDT à Presidência nas eleições 2018, Ciro Gomes, saiu do autoproclamado tom more presidential, que caracterizava a campanha dele até agora, para criticar adversários e institutos de pesquisa. Até mesmo polêmicas que tratam as propostas de Jair Bolsonaro (PSL) como nazifascistas voltaram a rondar o discurso do pedetista. Em evento em São Paulo, no qual recebeu o apoio de quatro centrais sindicais à sua campanha, Ciro voltou ao alvo favorito dele nos últimos dias: o concorrente do PT, Fernando Haddad. O pedetista disse que Haddad é uma boa pessoa, mas que não tem experiência para comandar o País. “O camarada que perdeu no primeiro turno em São Paulo para o farsante do João Doria (PSDB), perdeu para os brancos e nulos, vai conseguir proteger o Brasil do nazismo, do fascismo, do extremismo? Eu acho que não”, afirmou. Mesmo sem relacionar diretamente Bolsonaro aos movimentos de extrema-direita, como havia feito em 29 de agosto em ato com reitores de universidades federais em Brasília, Ciro disse que a proposta de unificação da tributação do Imposto de Renda em 20%, desejada por Paulo Guedes, assessor econômico de Bolsonaro, é fascista. “Todo mundo sério cobra imposto de forma progressiva. Cobra menos de quem ganha menos e mais de quem ganha mais. O que o ‘posto Ipiranga’ do Bolsonaro está propondo é o inverso. É a cara do fascismo, é exatamente isto. Toda perseguição aos mais pobres, de preferência mulheres, negros, índios e LGBTs e todos os privilégios aos de cima”, disse. Ciro também minimizou os números da mais recente pesquisa Ibope/Estadão/TV Globo, na qual ele manteve 11%, Haddad subiu de 8% para 19% e Bolsonaro foi de 26% para 28%. “Nós não podemos ceder o nosso voto aos institutos de pesquisa, porque eles erram. É só ver o que as pesquisas diziam em setembro de 2014 nesta data, quando falavam que a Dilma Rousseff (PT) e a Marina Silva (Rede) iriam disputar o segundo turno”, afirmou. Negando que a agenda do fim de semana no Nordeste seja para atrair votos do lulismo, que segundo as pesquisas estão migrando rapidamente para Haddad, o pedetista ironizou. “Quem é que está dizendo? É o Ibope? Tu acredita no Ibope? E em mula sem cabeça?”, disse a jornalistas.

Estadão Conteúdo

19 de setembro de 2018, 20:30

BRASIL Ibope: No Rio, Paes aparece na liderança para o governo com 24%

Foto: Estadão

O candidato ao governo do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM)

A diferença entre Eduardo Paes (DEM) e Romário (Podemos) subiu de três para seis pontos porcentuais, de acordo com pesquisa Ibope divulgada na noite desta quarta-feira, 19. Ainda assim, os dois permanecem em situação de empate técnico nas eleições 2018, considerando-se a margem de erro de três pontos porcentuais. A intenção de voto em Paes oscilou de 23% para 24%, enquanto a de Romário foi de 20% para 18%. No limite da margem de erro, o candidato do Podemos aparece tecnicamente empatado com Anthony Garotinho (PRP), que manteve os 12% do levantamento passado. Tarcísio Motta (PSOL) oscilou de 5% para 4%. Indio da Costa (PSD) manteve os 4% da pesquisa anterior, enquanto Pedro Fernandes (PDT) permaneceu com 2%. Márcia Tiburi (PT) foi de 1% para 2%, mesma oscilação de Wilson Witzel (PSC). Marcelo Trindade (Novo) passou de 2% para 1%. Apareceram com 1% André Monteiro (PRTB), Dayse Oliveira (PSTU) e Luiz Eugenio (PCO). Votos brancos e nulos permaneceram em 20%. Não souberam ou não responderam foram de 9% para 8%. Paes e Romário mantém a situação de empate no embate de segundo turno. O ex-prefeito do Rio tem 37% e o senador, 31%. Brancos e nulos são 29% e não souberam ou não opinaram, 4%. O candidato do DEM venceria Garotinho por 41% a 24%. Nesta simulação, brancos e nulos são 32% e não souberam ou não responderam, 3%. O ex-governador também perderia para Romário, por 38% a 25%. Brancos e nulos são 33% e não souberam ou não opinaram, 4%. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pela Editora Globo, que edita o jornal O Globo. O nível de confiança utilizado é de 95%. Foram ouvidos 1.512 eleitores em 42 cidades do Estado do Rio de Janeiro entre 16 e 18 de setembro. O registro no TRE é o RJ-00470/2018 e no TSE é o BR-07567/2018.

Estadão Conteúdo

19 de setembro de 2018, 20:16

SALVADOR Carballal oficializa apoio a Leo Prates e a Sérgio Carneiro

Foto: Divulgação

Leo Prates, Henrique Carballal e Sérgio Carneiro

O líder do governo na Câmara Municipal de Salvador (CMS), vereador Henrique Carballal (PV), oficializou, na noite desta quarta-feira (19), apoio a Leo Prates (DEM) e Sérgio carneiro (PV), candidatos aos cargos de deputado estadual e deputado federal, respectivamente. O evento reuniu centenas de apoiadores do mandato do vereador Carballal que lotaram a Associação Bahiana de Supermercados (Abase), no bairro de Jardim Armação. “Votar em Leo Prates e em Sérgio Carneiro é votar pelo bem da Bahia. Precisamos de uma voz como a de Leo Prates na Assembleia Legislativa da Bahia, uma voz que nos represente, uma voz que defenda a saúde, a educação e que defenda uma gestão buscando sempre o bem comum”, disse o vereador Carballal, ao destacar também as virtudes do candidato Sérgio Carneiro. “Sérgio Carneiro é um homem íntegro, de carreira política ilibada, ficha limpa e reconhecido pelo DIAP como um dos 100 parlamentares mais influentes do Congresso Nacional. Além disso, ele tem experiência de sobra na vida pública como secretário do Meio Ambiente, chefe da Casa Civil do Governo do Estado, vereador e procurador da Câmara dos Deputados. Tenho certeza que a experiência de Sérgio Carneiro e a juventude de Leo Prates vão ajudar, e muito, nosso futuro governador, José Ronaldo, a colocar a Bahia no caminho certo”.

19 de setembro de 2018, 20:01

BRASIL ‘Alckmin não é confiável. Não tem chance’, diz Arthur Virgílio, do PSDB

Foto: Dida Sampaio/Estadão

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, é um dos fundadores do PSBD

Um dos fundadores do PSDB, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, disse ao Estado nesta quarta-feira, 19, que o ex-governador Geraldo Alckmin, presidenciável da sigla, “não é uma pessoa bem-vinda” no Amazonas. “Não vejo nenhuma chance de vitória dele. Não tenho como apoiá-lo. Alckmin não é uma pessoa confiável aos olhos do eleitor do Amazonas”, afirmou Virgílio. O prefeito de Manaus tornou-se desafeto do ex-governador quando desafiou Alckmin a disputar prévias para escolher o candidato do PSDB ao Palácio do Planalto nas eleições 2018, o que acabou não acontecendo. Após o início da campanha, emissários de Alckmin tentaram uma aproximação com Virgílio para abrir um palanque no Amazonas, mas não obtiveram sucesso. Segundo Virgílio, o PSDB ameaçou não repassar recursos do fundo partidário se ele não se engajasse na campanha de Alckmin. “Fizeram uma pressão enorme para eu adotar mais a campanha dele. Mandaram um comissário, o João Almeida (diretor de gestão corporativa do PSDB), com quem falei durante 4 horas. Me senti o colonizado diante do colonizador”, afirmou o prefeito. Virgílio também afirmou que não vê “ninguém” no PSDB satisfeito com a campanha de Alckmin e relatou que anunciou seu rompimento diante de 6 mil pessoas em um comício ontem em Manaus. Procurada, a campanha de Alckmin afirmou que não comentaria as declarações de Virgílio.

Estadão Conteúdo

19 de setembro de 2018, 19:45

BRASIL Ibope: Em São Paulo, Jair Bolsonaro se isola com 30% das intenções de voto

Foto: Dida Sampaio/Estadão

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro

Pesquisa Ibope/Estado/TV Globo feita apenas com eleitores paulistas e divulgada nesta quarta-feira, 19, mostra que o candidato do PSL à Presidência nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, se isolou na liderança da corrida presidencial em São Paulo, com 30% das intenções de voto, tendo crescido sete pontos porcentuais em relação ao levantamento anterior, divulgado no dia 10. O petista Fernando Haddad subiu seis pontos e, com 13%, ficou com a mesma taxa do tucano Geraldo Alckmin, que caiu cinco pontos. Ciro Gomes (PDT) oscilou para baixo, de 11% para 8%, assim como Marina Silva (Rede), de 8% para 6%. Os movimentos de ascensão de Bolsonaro e Haddad, e de enfraquecimento dos adversários, já haviam sido captados pela pesquisa nacional do Ibope, divulgada na terça-feira, 18. No levantamento anterior em São Paulo, Bolsonaro e Alckmin estavam empatados tecnicamente, quase no limite da margem de erro (23% a 18%), que é de três pontos porcentuais. Agora, o candidato do PSL abriu 17 pontos de vantagem sobre o tucano. Haddad e Ciro também estão empatados no limite da margem – o petista pode ter 10%, no mínimo, e o pedetista, 11%, no máximo. Mas a linha de tendência favorece Haddad, que quase dobrou sua taxa de intenção de votos em pouco mais de uma semana. A pesquisa foi realizada entre os dias 16 a 18 de setembro. Foram entrevistados 1512 votantes. A margem de erro máxima de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro. O registro no Tribunal Superior Eleitoral foi feito sob o protocolo BR‐01526/2018.

Estadão Conteúdo

19 de setembro de 2018, 19:31

BRASIL Ibope: Skaf e Doria seguem empatados na disputa ao governo de SP

Foto: Nilton Fukuda/Estadão

Os candidatos ao governo do Estado de São Paulo João Doria (PSDB) e Paulo Skaf (MDB)

Os candidatos ao governo do Estado de São Paulo João Doria (PSDB) e Paulo Skaf (MDB) continuam tecnicamente empatados em primeiro lugar, diz a mais recente pesquisa eleitoral Ibope/Estado/TV Globo, divulgada nesta quarta-feira, 19. Skaf aparece com 24% e Doria, com 23%. A margem de erro é de três pontos porcentuais. Em relação à última pesquisa Ibope, divulgada em 10 de setembro, Skaf e Doria oscilaram positivamente, cada um, em dois pontos porcentuais. Em terceiro lugar aparece Márcio França, com 9% — um ponto porcentual a mais do que na última pesquisa. Em seguida, o levantamento mostra Luiz Marinho (PT), que oscilou positivamente de 5% para 8%, Major Costa e Silva (DC) e Professora Lisete (PSOL) com 2% – a professora oscilou positivamente em um ponto em relação à última pesquisa -, e em seguida Marcelo Candido (PDT), Professor Claudio Fernando (PMN), Rodrigo Tavares (PRTB), Toninho Ferreira (PSTU) e Rogerio Chequer (Novo), cada um com 1%. O PCO trocou recentemente seu candidato, de Edson Dorta para Lilian Miranda, antes de a pesquisa ter sido feita. Se considerada a intenção de voto espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Doria aparece com 10% — aumento de um ponto em relação à última pesquisa. Skaf segue empatado tecnicamente, com 9%. O terceiro lugar é de Márcio França, com 4% das intenções, oscilação positiva de um ponto em comparação ao dia 10 de setembro. Luiz Marinho tem 2%, mesmo porcentual da última pesquisa. Os outros candidatos não pontuaram. Brancos e nulos somaram 23%; entrevistados que não souberam ou não quiseram responder foram 47%. O Ibope também pesquisou como seria um segundo turno entre Doria e Skaf. Nesse cenário, o candidato do MDB ficaria com 38%, contra 34% do tucano. Os valores configuram empate técnico, dentro da margem de erro de três pontos para mais ou para menos. Em relação ao levantamento do dia 10, Skaf oscilou três pontos para baixo e Doria, dois para cima. Brancos e nulos, que antes apareciam com 21%, agora seriam 22%. Os que não sabem ou não responderam oscilaram de 7% para 6%. O candidato com o maior índice de rejeição continua sendo o ex-prefeito João Doria, com 32%. O número oscilou um ponto para cima em relação à pesquisa eleitoral do dia 10 de setembro. Paulo Skaf assumiu o segundo lugar dentre os mais rejeitados, com 20% — subindo quatro pontos em comparação ao último levantamento. Atrás dele, aparecem o petista Luiz Marinho, que permanece com 19%, e Major Costa e Silva, com 14%. A lista de rejeição segue com Toninho Ferreira, com 13%, e o governador Márcio França, que estagnou em 11% — mesmo índice da Professora Lisete (11%). Depois vêm Rodrigo Tavares (10%), Rogerio Chequer (10%). Marcelo Candido (9%), Prof. Claudio Fernando (8%). Dos entrevistados, 6% disseram que poderiam votar em qualquer candidato e 22% não sabiam dizer ou não responderam. Eduardo Suplicy (PT) continua a liderar a corrida ao Senado, com 29% das intenções de votos. Ele oscilou negativamente em relação à última pesquisa, quando tinha 31%. Empatados tecnicamente dentro da margem de erro, vêm Mario Covas Neto (Podemos), com 14%, três pontos porcentuais a menos que na última sondagem; Major Olímpio (PSL), com 12%, oscilando positivamente em um ponto; Mara Gabrilli (PSDB), 10%; e Maurren Maggi (PSB), 9% — as duas têm três pontos a mais do que na pesquisa do dia 10. Mais atrás, estão Tripoli (PSDB), com 7%, e Cidinha (MDB), 6%. Demais candidatos atingiram no máximo 3%. Brancos e nulos chegam a 28%; 43% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 16 e 18 de setembro de 2018. Foram entrevistados 1512 votantes em 78 municípios. A margem de erro máxima estimada é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro. A pesquisa foi contratada pelo Estado e pela TV Globo e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o protocolo Nº SP‐01925/2018 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR‐01526/2018.

Estadão Conteúdo

19 de setembro de 2018, 19:15

BAHIA Ex-prefeito de Guanambi é declarado inelegível pelo TRE-BA

Foto: Divulgação

O ex-prefeito de Guanambi Charles Fernandes (PSD)

Por 5 votos a 1, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE) declarou inelegível o ex-prefeito de Guanambi e candidato a deputado federal Charles Fernandes (PSD). A decisão foi proferida após o ex-prefeito tentar reverter a condenação, em primeira instância, imposta pelo juiz João Batista Pereira Pinto, da Zona Eleitoral de Guanambi. A decisão inicial condenou Fernandes ao pagamento de multa de 50 mil UFIRs, tornando-o inelegível pelo período de oito anos pelos crimes de abuso de poder político e de autoridade que, segundo a acusação, teriam resultaram na eleição do prefeito Jairo Magalhães e do vice Hugo Costa. O pedido de cassação do prefeito e vice foi rejeitado por 4×3, que, segundo um dos advogados da Coligação Guanambi do Trabalho, autora da ação, Maurício Oliveira, a decisão é esdrúxula: “O Tribunal condenou quem cometeu o crime e livrou quem foi beneficiado. Rui Barbosa deve estar estrebuchando em seu túmulo”, disse o advogado. Charles Fernandes poderá continuar em campanha enquanto recorre da decisão. Caso seja eleito, só poderá tomar posse se a sentença for reformada.

19 de setembro de 2018, 19:01

BAHIA Justiça Eleitoral pune coligação de Rui e dá direito de resposta a Irmão Lázaro

Foto: Estadão

O candidato ao Senado, Irmão Lázaro (PSC)

A coligação do governador e candidato à reeleição Rui Costa (PT) foi punida pela Justiça Eleitoral com a diminuição de tempo na TV e com a proibição de veiculação da propaganda que atacava o candidato ao Senado, Irmão Lázaro (PSC). “Quanto à duração da prática do ato irregular, o exame da mídia coligida aos autos demonstra que se trata de episódio que transcorre durante 30 segundos, o que conduz à sanção de supressão de 60 segundos da propaganda eleitoral gratuita da representada”, diz trecho da decisão da juíza auxiliar, Carmem Lucia Santos Pinheiro. A magistrada ainda concedeu direito de resposta para Irmão Lázaro “pelo tempo de um minuto, no terceiro bloco de audiência das inserções veiculadas nas emissoras de rádio. Notifique-se as emissoras de rádio deste Estado acerca do teor desta decisão”.

19 de setembro de 2018, 18:45

BRASIL Câmara tem registro de visitas de Adélio Bispo no dia do atentado a Bolsonaro

Foto: Reprodução

Adelio Bispo de Oliveira, autor do atentado ao candidato à Presidência, Jair Bolsonaro (PSL)

A Câmara dos Deputados registrou duas entradas de Adélio Bispo, agressor do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), ao prédio do Congresso, em Brasília, no dia 6 de setembro de 2018, mesmo data do atentado em Juiz de Fora (MG). O horário das visitas não consta do relatório qual a Coluna teve acesso. O diretor da Polícia Legislativa da Câmara, Paul Pierre Deeter, suspeita que as informações tenham sido fraudadas e abriu investigação. “Considerando a impossibilidade de ter ocorrido o seu acesso às dependências da Câmara dos Deputados neste dia, e no intuito de se averiguar as circunstâncias nas quais se deram os supostos registros, foi realizado o registro da Ocorrência Policial n. 101/2018”, diz o diretor, em resposta ao deputado JHC (PSB-AL). A Câmara também registrou outra entrada do agressor ao prédio em momento anterior. Ele teria entrado em 6 de agosto de 2013, mas os gabinetes em que ele teria visitado ainda são desconhecidos.

Estadão Conteúdo

19 de setembro de 2018, 18:30

BAHIA Luís Eduardo Magalhães sedia a 18ª Caravana Respeita as Mina

Foto: Divulgação/SPM

Caravana Respeita as Mina no município de Luís Eduardo Magalhães

Com a promoção de oficinas de conscientização ao enfrentamento à violência contra as mulheres, a Caravana Respeita as Mina desembarcou nesta quarta-feira (19) no município de Luís Eduardo Magalhães, no oeste baiano. A ação, realizada no Centro Cultural da cidade, promoveu momentos de reflexão sobre a temática com estudantes da rede pública, sociedade civil e integrantes da Rede de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Promovida pela Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres (SPM), em parceria com o Instituto Avon, a Caravana é voltada para a sensibilização da população de municípios baianos com altos índices de violência contra as mulheres. Presente na ação, a titular da SPM, Julieta Palmeira, falou da importância da campanha de enfrentamento à violência contra as mulheres, Respeita as Mina. Além disso, a secretária alertou para o fato de que o machismo tem feito com que mulheres sejam vítimas de violência diariamente, quando não são mortas. Durante o ato, a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães assinou o Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres no município. A Caravana contou com as presenças do prefeito da cidade, Oziel Oliveira, do secretário municipal de Segurança, Ordem Pública e Trânsito, Daniel Alvares, entre outros.