Frase do dia

Taíse é uma disparadora de WhatsApp muito bem paga. Espalhar fake news gera emprego público no governo Bolsonaro

Deputado Ivan Valente (PSOL-SP) sobre o Planalto ter contratado funcionária de empresa que fez disparos para a campanha do presidente comentar

20 de janeiro de 2019, 13:05

BRASIL Sindicato reage à ameaça de saída da GM; montadora marca reunião para dia 22

O Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e região divulgou nota neste fim de semana para repudiar declarações feitas pelo presidente da General Motors Mercosul, Carlos Zarlenga. Em comunicado aos funcionários, o executivo disse que “investimentos e o futuro” do grupo na região dependem da volta da lucratividade das operações ainda em 2019. Trabalhadores e montadora se reunião na próxima terça-feira, 22, para debater o tema. Em nota, o sindicato informou que recebeu com “indignação” o comunicado interno. “A GM instaura um clima de apreensão entre os trabalhadores, afirmando que 2018 foi um ano de prejuízos para as plantas da América do Sul e que 2019 será decisivo para o futuro da fábrica. A empresa chega a mencionar a possibilidade de deixar a região”, cita a nota da entidade que representa os trabalhadores. “Ressalte-se que a GM detém 20% do mercado brasileiro e não está em crise financeira”, cita a nota. O comunicado assinado por Zarlenga reproduziu reportagem publicada nos Estados Unidos que menciona que a presidente mundial da montadora, Mary Barra, deu sinais de que está considerando sair da América do Sul, onde mantém fábricas no Brasil e na Argentina. Diante desse comunicado, os sindicatos de São José dos Campos e São Caetano do Sul (onde a GM mantém fábricas) irão se reunir com representantes da montadora para discutir o assunto na próxima terça-feira às 11h, em São José dos Campos.

Agência Brasil

20 de janeiro de 2019, 12:49

BRASIL Palocci diz que Lula pediu R$ 30 milhões para Delfim e Bumlai em obra de Belo Monte

Foto: Estadão

O ex-ministro da Fazenda Delfim Netto, citado em delação da Lava Jato

O ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antonio Palocci afirmou, em delação premiada que Delfim Netto recebeu R$ 4 milhões de um acerto de R$ 15 milhões de propinas ao PT supostamente repassados pela Andrade Gutierrez. Delfim foi o todo poderoso ministro da Fazenda do regime militar, nos anos 1970. Ele ficou famoso como o ministro do ‘milagre econômico’. Em nove de março de 2018, o Delfim foi alvo de buscas e apreensões no âmbito da Operação Buona Fortuna, 49ª fase da Lava Jato. Segundo os investigadores, já foram rastreados pagamentos em valores superiores a R$ 4 milhões de um total estimado em R$ 15 milhões. Primeiro delator do núcleo político de comando do esquema de corrupção sistêmica nos governos do PT revelado pela Lava Jato, Palocci detalhou sua atuação no acerto de R$ 135 milhões em propinas em Belo Monte – equivalente a 1% do contrato de R$ 13,5 bilhões. O valor dividido de forma igualitária, 50% cada, entre o PT e o MDB. E incriminou Lula e Dilma no esquema. Palocci afirma que Lula “se envolveu diretamente” na corrupção em Belo Monte. Segundo o delator, o ex-presidente exigiu que o amigo José Carlos Bumlai, pecuarista com livre acesso ao Planalto em seu governo, e Delfim Netto recebessem “milhões” no negócio, por terem formulado o consórcio vencedor do contrato. O ex-ministro disse que ‘Lula insistia que deveriam ser pagos em virtude da atuação de Delfim Neto e Bumlai na formação do consórcio vencedor e ‘que Lula informou que Bumlai e Delfim Neto deveriam receber R$ 30 milhões pela formação do consórcio alternativo e que ainda não tinham sido pagos’. Segundo Palocci, Lula estava ‘irritado’ porque Dilma Rousseff não havia autorizado o pagamento de propinas ao PT pela construção de Belo Monte, já que haveria um outro acerto com o PMDB. O ex-ministro afirma que recebeu um pedido de Lula para que ajudasse o então tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, a remunerar Delfim e Bumlai pela ajuda que teriam dado ao consórcio vencedor de Belo Monte. Para Palocci, a ‘presença de Bumlai significava que havia interesses também de Lula no recebimento dos valores’. O ex-ministro diz que ‘recebeu um visita de do executivo da Andrade Gutierrez Otávio Marques de Azevedo, ‘o qual se fazia acompanhado de Jose Carlos Bumlai, na sede’ de sua empresa Projeto. Na reunião, segundo Palocci, Otávio indagou se havia necessidade de se pagar cerca de R$ 30.000.000,00 (trinta milhões) a Antonio Delfim Netto e ainda disse que ‘iria abater os pagamentos dos valores que eram devidos pelas empresas do consórcio construtor ao PT e ao PMDB, ou seja, seriam abatidos quinze milhões dos valores de cada agremiação’. De acordo com Palocci, ‘pela presença de Bumlai na reunião, confirmava-se o que posteriormente Lula confidenciou, de que também Bumlai pretendia receber parte dos 30 milhões’ e que ‘os trabalhos de Bumlai eram feitos, muitas das vezes, para a sustentação da família de Lula’. Palocci relata que R$ 15 milhões, metade do total, foram quitados a Delfim e ao PT. Delfim teria ficado com R$ 4 milhões.

Estadão

20 de janeiro de 2019, 12:31

BRASIL Defensores do porte de arma aguardam aprovação do novo texto

Foto: Reuters/Pilar Olivares/Direitos Reservados

Clube de tiro no Rio de Janeiro

Especialistas e integrantes de movimentos que defendem o acesso a armas de fogo querem a aprovação o mais rápido o possível pelo Congresso Nacional do substitutivo do Projeto de Lei (PL) 3.722/2012, do deputado Laudivio Carvalho (PMDB-MG), o chamado Estatuto de Controle de Armas de Fogo. Uma vez aprovado, substituirá o Estatuto do Desarmamento. Em tramitação ordinária, não urgente, o novo estatuto está pronto para ser votado pelos deputados desde novembro de 2015. O projeto prevê licença para porte arma de fogo (direito de circular armado) para defesa pessoal e patrimonial; faculta a compra de armas e munições a maiores de 21 anos e estabelece o registro permanente de até seis armas, sem necessidade de renovação periódica, concedido pelas polícias Civil ou Militar dos estados e não mais pela Polícia Federal. O interessado em comprar arma de fogo deverá demonstrar capacidade técnica e psicológica para manejo e uso; ter ocupação lícita e residência certa e não pode ser condenado por crime doloso – conforme descrito no portal da Câmara dos Deputados, na prática, “pessoas que respondam a inquérito policial, a processo criminal ou que sejam condenadas por crime culposo (não intencional) vão poder comprar e portar arma de fogo”. O projeto de lei define quatro tipos de licença individual para o acesso às armas: pessoal (para o qualquer cidadão); funcional (autoridades como parlamentares, peritos de investigação, agentes penitenciários e até fiscais de meio ambiente); de porte rural (para proprietários e empregados); e de colecionador, atirador e caçador.

Agência Brasil

20 de janeiro de 2019, 12:15

MUNDO Forte terremoto atinge região litorânea do Chile e deixa dois mortos

Um terremoto de magnitude 6,7 atingiu o litoral do Chile e deixou dois mortos na noite de sábado. O Escritório Nacional de Emergência (ONEMI, em espanhol) confirmou que as duas pessoas morreram de paradas cardiorrespiratórias. O terreomoto atingiu principalmente a região de Coquimbo, mas também foi sentido entre Atacama e O’Higgins, incluindo a capital Santiago. De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, da sigla em inglês), o tremor ocorreu por volta das 22h30 (23h30 em Brasília) e teve epicentro a 13 quilômetros ao leste da cidade de Tongoy, na região central de Coquimbo, que fica a 400 quilômetros ao norte de Santiago. O tremor teve profundidade de 53 quilômetros e gerou réplicas. O Centro Nacional de Sismologia da Universidade do Chile informou que houve mais de 60 tremores secundários na região de Coquimbo, até 4,7 de magnitude. Quanto aos suprimentos básicos, uma falha em uma subestação de energia deixou 232 mil pessoas sem eletricidade em La Serena, Coquimbo, Vicuña, Andacollo, Ovalle, Punitaqui, Combarbalá e Monte Patria, de acordo com o jornal La Nación.

Estadão Conteúdo

20 de janeiro de 2019, 12:00

ECONOMIA Setor de serviços propõe ao governo recriação da CPMF

Embora o governo negue a intenção de recriar a CPMF, o setor de serviços defende que a nova desoneração da folha de pagamentos seja compensada por um tributo que incida sobre as movimentações financeiras, nos moldes do antigo “imposto do cheque”. Uma proposta da Confederação Nacional dos Serviços (CNS) foi entregue ao secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, que já disse que a redução dos encargos sobre a folha de salários será a prioridade do órgão. A entidade propõe que a contribuição patronal ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS) – cuja alíquota chega a até 20% sobre a remuneração dos empregados – seja zerada e substituída por uma Contribuição Previdenciária sobre Movimentação Financeira. No entanto, o presidente da CNS, Luigi Nese, avalia que a sigla CPMF (que também se encaixaria no tributo proposto) seja alterada por um “nome fantasia” diferente. “A batalha de comunicação é mostrar que a proposta traz um benefício para a sociedade. O nome da CPMF foi estigmatizado, mas desta vez seria um imposto diferente voltado exclusivamente para a Previdência”, defende Nese. “Com a discussão sobre a reforma da Previdência na ordem do dia, esse é o momento de descaracterizar pressão sobre a CPMF com um nome melhor”, acrescenta. Além de zerar a contribuição patronal de todas as empresas do País, a proposta prevê o corte em 2 pontos porcentuais das alíquotas pagas pelos trabalhadores com carteira assinada para o INSS. Ou seja, as alíquotas de 11%, 9% e 8% passariam a ser de 9%, 7% e 6%, respectivamente. “É importante destacar que a proposta não pretende onerar os salários ou punir o trabalhador que precisa sacar o seu dinheiro. Com a redução das alíquotas do INSS, 50 milhões de trabalhadores não seriam onerados. Uma coisa compensaria a outra”, explica Nese. O estudo elaborado pela entidade mostra que a perda de arrecadação com o fim do imposto patronal e a redução das alíquotas do INSS seria da ordem de R$ 183,772 bilhões por ano. Para repor esses valores, a alíquota estimada para a nova CPMF seria de no mínimo 0,78% sobre cada movimentação financeira. Em 2007, quando a CPMF deixou de existir, a alíquota era de 0,38%. “A alíquota é bem pequena porque estamos falando de uma base maior em que todos pagariam. A própria Constituição prevê que a seguridade social deve ser financiada por toda a sociedade”, completa o presidente da CNS.

Estadão

20 de janeiro de 2019, 11:45

BRASIL Grupos convocam atos contra volta de Renan Calheiros à presidência do Senado

Foto: Estadão

Renan Calheiros (MDB)

Os Movimentos Avança Brasil, Brasil, Curitiba Contra Corrupção, Nas Ruas, Patriotas, Rua Brasil, Vem Pra Rua, entre outros, realizam, neste domingo, 20, manifestações contra o retorno de Renan Calheiros (MDB) à Presidência do Senado. Entre os locais de encontro divulgados pelos manifestantes estão a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, e a avenida Paulista, em São Paulo. Investigado na Operação Lava Jato, o emedebista tenta voltar ao comando da Casa. O voto sigiloso no pleito foi alvo de questionamentos no Supremo Tribunal Federal. O presidente da Corte, Dias Toffoli, rejeitou recurso para divulgar a escolha dos senadores ao cargo na última quinta-feira, 10. O emedebista presidiu o Senado entre fevereiro de 2005 e outubro de 2007, quando renunciou em meio a suspeitas de corrupção. Entre elas, a denúncia de receber propina da construtora Mendes Júnior, que pagaria as despesas pessoais da jornalista Mônica Veloso, com quem mantinha relacionamento extraconjugal. O caso só foi julgado pelo Supremo Tribunal Federal em setembro do ano passado, quando, por 4 a 0, a Segunda Turma da Corte o absolveu da denúncia de peculato. O parlamentar voltou à Presidência da Casa em 2013, e a ocupou até 2017, quando foi eleito Eunício Oliveira (MDB). Os manifestantes afirmam que “o Brasil mudou e o Senado precisa mudar”. “Uma pessoa com o passado de Renan não pode comandar a casa que representa a federação dos Estados brasileiros”, afirmam, em nota de divulgação dos atos, que se espalham na internet com a hashtag #RenanNão.

Estadão Conteúdo

20 de janeiro de 2019, 11:30

MUNDO Brasil expressa condolências às famílias das vítimas no México

Foto: Veronica Monroy/Reuters/Direitos Reservados

Até o momento, o número de mortos é de 74 pessoas e o de feridos, de 73

O Ministério das Relações Exteriores divulgou nota hoje (19) em que lamenta a explosão de um oleoduto da empresa estatal Petróleos Mexicanos (Pemex) na cidade de Tlahueplilpan, no estado de Hidalgo, que deixou mortos e feridos. “O governo brasileiro tomou conhecimento, com profundo pesar, da explosão em uma tubulação de combustível no município de Tlahuelilpan, no estado de Hidalgo, no México, que deixou dezenas de mortos e feridos”, diz a nota do Itamaraty. “O governo brasileiro expressa suas condolências às famílias das vítimas e sua solidariedade ao povo e ao governo mexicano”. Até o momento, o número de mortos é de 74 pessoas e o de feridos, de 73 a maioria com queimaduras. Entre os feridos, já transferidos para diversos hospitais de Hidalgo e de outros estados, há sete adolescentes e um garoto de 12 anos.

Agência Brasil

20 de janeiro de 2019, 11:13

BAHIA Rui autoriza obras de urbanização em comunidade do Costa Azul

Nesta segunda-feira (21), às 8h30, na Rua Desembargador Manoel Pereira, no Costa Azul, em Salvador, o governador Rui Costa assina ordem de serviço para início das obras complementares da segunda etapa da urbanização integrada da comunidade de Paraíso Azul, orçada em R$ 20,32 milhões, com término previsto em 24 meses. Após a solenidade, Rui visita as obras já realizadas que fazem parte do projeto de Urbanização Integrada em Assentamentos Precários, executado no bairro pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder). O projeto contempla um total de 718 habitações, 8 boxes comerciais, instalações de redes de saneamento, acessos e urbanização.

20 de janeiro de 2019, 10:58

MUNDO Chega a 73 o número de mortos em explosão no México; feridos somam 74

Pelo balanço mais recente das autoridades mexicanas, subiu para 73 o número de mortos na explosão de um oleoduto da empresa estatal Petróleos Mexicanos (Pemex) na cidade de Tlahueplilpan, no estado de Hidalgo. Segundo os dados, 74 pessoas ficaram feridas, a maioria por queimaduras graves. A explosão ocorreu no momento em que várias pessoas tentavam furtar combustível de dutos. A suspeita é que o acidente foi motivado pela perfuração dos dutos. Havia mulheres e crianças no local. O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, e o governador de Hidalgo, Omar Fayad, concederam entrevista à imprensa conjunta. Obrador disse que há 59 órgãos do governo acompanhando o caso e mais de 300 pessoas envolvidas. Segundo o presidente, as buscas vão continuar. Ele apelou para que a comunidade tenha “calma e tranquilidade”, pois ainda há desaparecidos no local. De acordo com o governador, dos feridos, 24 pessoas são tratadas nos hospitais de Hidalgo, enquanto 50 foram transferidas para hospitais na Cidade do México, Estado do México, Querétaro e Guanajuato. Omar Fayad considera ainda a possibilidade de transferência de crianças e adolescentes feridos para um hospital em Houston, Texas, nos Estados Unidos. O furto de combustíveis no México se tornou um problema nacional. Na semana passada, o presidente da República concedeu entrevista na qual detalhou um plano de governo para combater este tipo de crime.

Agência Brasil

20 de janeiro de 2019, 10:43

MUNDO Oposição a Maduro negocia com EUA sanção à Venezuela

Um representante do Tesouro dos EUA esteve reunido nesta semana com líderes da oposição venezuelana em Brasília para negociar sanções contra a Venezuela. A informação foi revelada ao Estado pelo ex-prefeito de Caracas Antonio Ledezma, que esteve na reunião. A discussão deve continuar em Davos, onde seis presidentes latino-americanos debaterão a crise a partir de terça-feira. Segundo Ledezma, a ideia de asfixiar o regime ganhou forma no início de janeiro, quando o Grupo de Lima – aliança de países da região formada para pressionar a Venezuela – chegou a um entendimento de que algumas medidas poderiam ser aplicadas. “Agora, é uma questão de avaliar como cada governo pode realizar isso”, disse o opositor. Ledezma fugiu da Venezuela em novembro de 2017, passou pela Colômbia e se refugiou na Espanha. Seu trajeto é mantido em sigilo, mas ele garante que foi ajudado por “militares venezuelanos e por um terço” que até hoje leva consigo. Ele admitiu que chegou a planejar uma fuga por Roraima, mas optou pela fronteira com a Colômbia. Ledezma revelou que, em Brasília, o grupo de opositores venezuelanos esteve reunido com o presidente do Grupo de Ação Financeira Internacional (Gafi), o americano Marshall Billingslea. Além de chefiar a instituição, Billingslea comanda a Secretaria de Crimes Financeiros e Financiamento do Terrorismo, ligada ao Departamento do Tesouro dos EUA. “As sanções estão na agenda”, disse Ledezma, que indicou que espera que o governo brasileiro siga a mesma orientação. Ao Estado, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, indicou que, por enquanto, não há uma ordem do presidente Jair Bolsonaro para aplicar sanções, mas o Brasil não descarta medidas duras no futuro. “Dependendo de como será a evolução nos próximos meses, pode não apenas ter gestos de apoio, mas adotar outras medidas”, afirmou Lorenzoni. Ledezma acredita que os governos latino-americanos estão buscando uma “forma constitucional” de colocar em andamento essas sanções. Segundo ele, a oposição venezuelana aposta nos brasileiros para acelerar a transição. “O Brasil busca um papel destacado na solução da crise. Vemos o presidente Bolsonaro como um homem que está cumprindo o que prometeu durante a campanha eleitoral”, afirmou.

Estadão

20 de janeiro de 2019, 10:28

BRASIL Ministro da Infraestrutura anuncia concessão de 3 ferrovias até 2020

Foto: Divulgação

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, anunciou em um vídeo publicado nas redes sociais do ministério, que o governo planeja lançar três novas concessões de ferrovias até o início de 2020, num “programa ambicioso, mas possível”. O primeiro trecho a ser concedido, em março, deverá ligar Porto Nacional, no Tocantins, a Estrela D’Oeste, em São Paulo, integrando uma conexão entre os portos de Itaqui (MA) e Santos (SP). As outras duas concessões devem ser realizadas ainda em 2019 ou até o início de 2020, segundo Gomes de Freitas. Uma, na chamada Ferrovia de Integração Oeste-Leste, deverá ligar Caetité ao Porto de Ilhéus, na Bahia. A outra, compor uma linha chamada Ferrogrão, em Mato Grosso. No vídeo, publicado nesse sábado (19), o ministro disse ainda que pretende realizar a prorrogação antecipada de trechos já concedidos, sendo que as outorgas devidas em decorrência da medida poderão ser pagas pelas concessionárias por meio da construção de novos segmentos ferroviários, cuja propriedade deverá ser da União. A primeira ferrovia a ser construída dessa forma vai ser a de integração do Centro-Oeste, segundo o ministro. A previsão é que o trecho ligue Água Boa, em Mato Grosso, a Campinorte, em Goiás. “Com essas ações, a participação do modus ferroviário na matriz de transporte deve dobrar até 2025”, disse Gomes de Freitas no vídeo, que foi compartilhado pelo presidente Jair Bolsonaro em seu perfil oficial no Twitter.

Agência Brasil

20 de janeiro de 2019, 10:13

BRASIL Hoje na prisão, Lula brilhou no Fórum de Davos em 2003

Se Davos está tomada pela curiosidade e até certa apreensão sobre o que representa o governo de Jair Bolsonaro, que faz sua estreia internacional nesta semana, não é a primeira vez que o Fórum se transforma em um espécie de teste a um presidente brasileiro. Em 2003, depois de uma forte volatilidade nos mercados financeiros diante da eleição, o então recém empossado Luiz Inácio Lula da Silva foi recebido na estação de esqui num clima de desconfiança e curiosidade. Naquele momento, os mercados temiam um governo que pudesse se afastar do mundo financeiro. Mas, em seu primeiro discurso, Lula propôs diálogo, garantiu que não atacaria o capitalismo e moderou seu discurso. Funcionários de Davos que estiveram naquele evento há 16 anos lembram que os comentários foram de alívio. Em sua estreia, Lula disse o que a elite das finanças mundiais queriam ouvir: faria “reformas econômicas, sociais e políticas muito profundas, respeitando contratos e assegurando o equilíbrio econômico”. Ele não deixou de mandar um recado. “Aqui em Davos, convencionou-se dizer que hoje existe um único Deus: o mercado. Mas a liberdade de mercado pressupõe, antes de tudo, a liberdade e a segurança dos cidadãos”. Naquele momento, o discurso foi interpretado como um sinal claro de que não haveria expropriações nem um confronto com multinacionais e muito menos um questionamento do sistema financeiro. Lula ainda fez um gesto inédito: participou num espaço de poucos dias do Fórum Social de Porto Alegre e de seu contraponto, na Suíça. Aos ativistas do Sul prometeu que levaria sua agenda social aos “donos do capital”.

Estadão Conteúdo

20 de janeiro de 2019, 09:53

BRASIL Grupos bolsonaristas têm diferentes projetos para o País

O “cabo de guerra” entre os grupos ideológicos que compõem o governo Bolsonaro deverá afetar muito mais que o dia a dia da administração. O apoio do presidente a uma ou outra ala nos grandes temas poderá moldar o destino do País nos próximos anos e talvez até décadas. Se a ala liberal, liderada pelo ministro Paulo Guedes, conseguir emplacar seu receituário na economia, defendido por Bolsonaro na campanha eleitoral, o Brasil provavelmente terá condições de crescer de forma mais acelerada e sustentável, favorecendo a prosperidade geral. Centrada nas reformas estruturais, como a da Previdência e a tributária, no equilíbrio fiscal, na redução do tamanho do Estado, na abertura comercial e na descentralização dos recursos hoje concentrados em Brasília, a plataforma da ala liberal poderá descortinar novos horizontes ao País. “O Brasil foi a economia de maior ritmo de crescimento durante três quartos do século passado, depois perdeu potência. E perdeu potência pela insistência no modelo de economia de comando central, ao invés de uma economia de mercado”, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes, ao assumir o cargo. Se, ao contrário, Bolsonaro travar a liberalização e encampar a visão desenvolvimentista que marcou sua trajetória política até a propalada conversão liberal, poderá comprometer o crescimento econômico, por mais que isso possa parecer um resultado incompatível com o ufanismo embutido no termo que dá nome ao modelo. Implementado pelo general Ernesto Geisel no regime militar e reproduzido com perdas pelas gestões do PT, a partir do segundo mandato de Lula, deixou um saldo dramático nos dois períodos, com desequilíbrio nas contas públicas, inflação em alta, estagnação econômica e aumento significativo do desemprego. Baseado na intervenção do Estado na economia, na substituição de importações, com apoio de medidas protecionistas, na concentração dos recursos no governo federal e no assistencialismo, o modelo desenvolvimentista ainda tem muitos adeptos nas alas militar, política, evangélica e olavista (seguidora das ideias do pensador e escritor Olavo de Carvalho), que dão suporte a Bolsonaro.

Estadão

20 de janeiro de 2019, 09:37

BRASIL Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca hoje (20) às 22h para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais. O presidente pode discursar na terça-feira (22), num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira (23), no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária. Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella. Para quarta-feira (24), está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira (25).

Agência Brasil

20 de janeiro de 2019, 09:21

BRASIL Mega-Sena acumula de novo e pode pagar R$ 38 milhões na quarta-feira

O prêmio da Mega-Sena acumulou e deve pagar R$ 38 milhões no próximo concurso, na quarta-feira (23). Nenhum apostador acertou os seis números sorteados na noite desse sábado (19) no Caminhão da Sorte, em Piratuba (Santa Catarina), no concurso 2.117. As dezenas sorteadas são: 04 – 28 – 29 – 30 – 43 – 52. O prêmio previsto era de R$ 33 milhões para quem acertasse as seis dezenas. Quarenta e quatro apostas acertaram a quina e cada uma levará um prêmio de R$ 60.858,91. Mais de 5,2 mil bilhetes acertaram quatro dezenas e levam um prêmio de R$ 947,82 cada. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio nas lojas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet, no site Loterias Online da Caixa Econômica Federal.

Agência Brasil