20 de janeiro de 2019, 12:00

ECONOMIA Setor de serviços propõe ao governo recriação da CPMF

Embora o governo negue a intenção de recriar a CPMF, o setor de serviços defende que a nova desoneração da folha de pagamentos seja compensada por um tributo que incida sobre as movimentações financeiras, nos moldes do antigo “imposto do cheque”. Uma proposta da Confederação Nacional dos Serviços (CNS) foi entregue ao secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, que já disse que a redução dos encargos sobre a folha de salários será a prioridade do órgão. A entidade propõe que a contribuição patronal ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS) – cuja alíquota chega a até 20% sobre a remuneração dos empregados – seja zerada e substituída por uma Contribuição Previdenciária sobre Movimentação Financeira. No entanto, o presidente da CNS, Luigi Nese, avalia que a sigla CPMF (que também se encaixaria no tributo proposto) seja alterada por um “nome fantasia” diferente. “A batalha de comunicação é mostrar que a proposta traz um benefício para a sociedade. O nome da CPMF foi estigmatizado, mas desta vez seria um imposto diferente voltado exclusivamente para a Previdência”, defende Nese. “Com a discussão sobre a reforma da Previdência na ordem do dia, esse é o momento de descaracterizar pressão sobre a CPMF com um nome melhor”, acrescenta. Além de zerar a contribuição patronal de todas as empresas do País, a proposta prevê o corte em 2 pontos porcentuais das alíquotas pagas pelos trabalhadores com carteira assinada para o INSS. Ou seja, as alíquotas de 11%, 9% e 8% passariam a ser de 9%, 7% e 6%, respectivamente. “É importante destacar que a proposta não pretende onerar os salários ou punir o trabalhador que precisa sacar o seu dinheiro. Com a redução das alíquotas do INSS, 50 milhões de trabalhadores não seriam onerados. Uma coisa compensaria a outra”, explica Nese. O estudo elaborado pela entidade mostra que a perda de arrecadação com o fim do imposto patronal e a redução das alíquotas do INSS seria da ordem de R$ 183,772 bilhões por ano. Para repor esses valores, a alíquota estimada para a nova CPMF seria de no mínimo 0,78% sobre cada movimentação financeira. Em 2007, quando a CPMF deixou de existir, a alíquota era de 0,38%. “A alíquota é bem pequena porque estamos falando de uma base maior em que todos pagariam. A própria Constituição prevê que a seguridade social deve ser financiada por toda a sociedade”, completa o presidente da CNS.

Estadão

20 de janeiro de 2019, 11:45

BRASIL Grupos convocam atos contra volta de Renan Calheiros à presidência do Senado

Foto: Estadão

Renan Calheiros (MDB)

Os Movimentos Avança Brasil, Brasil, Curitiba Contra Corrupção, Nas Ruas, Patriotas, Rua Brasil, Vem Pra Rua, entre outros, realizam, neste domingo, 20, manifestações contra o retorno de Renan Calheiros (MDB) à Presidência do Senado. Entre os locais de encontro divulgados pelos manifestantes estão a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, e a avenida Paulista, em São Paulo. Investigado na Operação Lava Jato, o emedebista tenta voltar ao comando da Casa. O voto sigiloso no pleito foi alvo de questionamentos no Supremo Tribunal Federal. O presidente da Corte, Dias Toffoli, rejeitou recurso para divulgar a escolha dos senadores ao cargo na última quinta-feira, 10. O emedebista presidiu o Senado entre fevereiro de 2005 e outubro de 2007, quando renunciou em meio a suspeitas de corrupção. Entre elas, a denúncia de receber propina da construtora Mendes Júnior, que pagaria as despesas pessoais da jornalista Mônica Veloso, com quem mantinha relacionamento extraconjugal. O caso só foi julgado pelo Supremo Tribunal Federal em setembro do ano passado, quando, por 4 a 0, a Segunda Turma da Corte o absolveu da denúncia de peculato. O parlamentar voltou à Presidência da Casa em 2013, e a ocupou até 2017, quando foi eleito Eunício Oliveira (MDB). Os manifestantes afirmam que “o Brasil mudou e o Senado precisa mudar”. “Uma pessoa com o passado de Renan não pode comandar a casa que representa a federação dos Estados brasileiros”, afirmam, em nota de divulgação dos atos, que se espalham na internet com a hashtag #RenanNão.

Estadão Conteúdo

20 de janeiro de 2019, 11:30

MUNDO Brasil expressa condolências às famílias das vítimas no México

Foto: Veronica Monroy/Reuters/Direitos Reservados

Até o momento, o número de mortos é de 74 pessoas e o de feridos, de 73

O Ministério das Relações Exteriores divulgou nota hoje (19) em que lamenta a explosão de um oleoduto da empresa estatal Petróleos Mexicanos (Pemex) na cidade de Tlahueplilpan, no estado de Hidalgo, que deixou mortos e feridos. “O governo brasileiro tomou conhecimento, com profundo pesar, da explosão em uma tubulação de combustível no município de Tlahuelilpan, no estado de Hidalgo, no México, que deixou dezenas de mortos e feridos”, diz a nota do Itamaraty. “O governo brasileiro expressa suas condolências às famílias das vítimas e sua solidariedade ao povo e ao governo mexicano”. Até o momento, o número de mortos é de 74 pessoas e o de feridos, de 73 a maioria com queimaduras. Entre os feridos, já transferidos para diversos hospitais de Hidalgo e de outros estados, há sete adolescentes e um garoto de 12 anos.

Agência Brasil

20 de janeiro de 2019, 11:13

BAHIA Rui autoriza obras de urbanização em comunidade do Costa Azul

Nesta segunda-feira (21), às 8h30, na Rua Desembargador Manoel Pereira, no Costa Azul, em Salvador, o governador Rui Costa assina ordem de serviço para início das obras complementares da segunda etapa da urbanização integrada da comunidade de Paraíso Azul, orçada em R$ 20,32 milhões, com término previsto em 24 meses. Após a solenidade, Rui visita as obras já realizadas que fazem parte do projeto de Urbanização Integrada em Assentamentos Precários, executado no bairro pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder). O projeto contempla um total de 718 habitações, 8 boxes comerciais, instalações de redes de saneamento, acessos e urbanização.

20 de janeiro de 2019, 10:58

MUNDO Chega a 73 o número de mortos em explosão no México; feridos somam 74

Pelo balanço mais recente das autoridades mexicanas, subiu para 73 o número de mortos na explosão de um oleoduto da empresa estatal Petróleos Mexicanos (Pemex) na cidade de Tlahueplilpan, no estado de Hidalgo. Segundo os dados, 74 pessoas ficaram feridas, a maioria por queimaduras graves. A explosão ocorreu no momento em que várias pessoas tentavam furtar combustível de dutos. A suspeita é que o acidente foi motivado pela perfuração dos dutos. Havia mulheres e crianças no local. O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, e o governador de Hidalgo, Omar Fayad, concederam entrevista à imprensa conjunta. Obrador disse que há 59 órgãos do governo acompanhando o caso e mais de 300 pessoas envolvidas. Segundo o presidente, as buscas vão continuar. Ele apelou para que a comunidade tenha “calma e tranquilidade”, pois ainda há desaparecidos no local. De acordo com o governador, dos feridos, 24 pessoas são tratadas nos hospitais de Hidalgo, enquanto 50 foram transferidas para hospitais na Cidade do México, Estado do México, Querétaro e Guanajuato. Omar Fayad considera ainda a possibilidade de transferência de crianças e adolescentes feridos para um hospital em Houston, Texas, nos Estados Unidos. O furto de combustíveis no México se tornou um problema nacional. Na semana passada, o presidente da República concedeu entrevista na qual detalhou um plano de governo para combater este tipo de crime.

Agência Brasil

20 de janeiro de 2019, 10:43

MUNDO Oposição a Maduro negocia com EUA sanção à Venezuela

Um representante do Tesouro dos EUA esteve reunido nesta semana com líderes da oposição venezuelana em Brasília para negociar sanções contra a Venezuela. A informação foi revelada ao Estado pelo ex-prefeito de Caracas Antonio Ledezma, que esteve na reunião. A discussão deve continuar em Davos, onde seis presidentes latino-americanos debaterão a crise a partir de terça-feira. Segundo Ledezma, a ideia de asfixiar o regime ganhou forma no início de janeiro, quando o Grupo de Lima – aliança de países da região formada para pressionar a Venezuela – chegou a um entendimento de que algumas medidas poderiam ser aplicadas. “Agora, é uma questão de avaliar como cada governo pode realizar isso”, disse o opositor. Ledezma fugiu da Venezuela em novembro de 2017, passou pela Colômbia e se refugiou na Espanha. Seu trajeto é mantido em sigilo, mas ele garante que foi ajudado por “militares venezuelanos e por um terço” que até hoje leva consigo. Ele admitiu que chegou a planejar uma fuga por Roraima, mas optou pela fronteira com a Colômbia. Ledezma revelou que, em Brasília, o grupo de opositores venezuelanos esteve reunido com o presidente do Grupo de Ação Financeira Internacional (Gafi), o americano Marshall Billingslea. Além de chefiar a instituição, Billingslea comanda a Secretaria de Crimes Financeiros e Financiamento do Terrorismo, ligada ao Departamento do Tesouro dos EUA. “As sanções estão na agenda”, disse Ledezma, que indicou que espera que o governo brasileiro siga a mesma orientação. Ao Estado, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, indicou que, por enquanto, não há uma ordem do presidente Jair Bolsonaro para aplicar sanções, mas o Brasil não descarta medidas duras no futuro. “Dependendo de como será a evolução nos próximos meses, pode não apenas ter gestos de apoio, mas adotar outras medidas”, afirmou Lorenzoni. Ledezma acredita que os governos latino-americanos estão buscando uma “forma constitucional” de colocar em andamento essas sanções. Segundo ele, a oposição venezuelana aposta nos brasileiros para acelerar a transição. “O Brasil busca um papel destacado na solução da crise. Vemos o presidente Bolsonaro como um homem que está cumprindo o que prometeu durante a campanha eleitoral”, afirmou.

Estadão

20 de janeiro de 2019, 10:28

BRASIL Ministro da Infraestrutura anuncia concessão de 3 ferrovias até 2020

Foto: Divulgação

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, anunciou em um vídeo publicado nas redes sociais do ministério, que o governo planeja lançar três novas concessões de ferrovias até o início de 2020, num “programa ambicioso, mas possível”. O primeiro trecho a ser concedido, em março, deverá ligar Porto Nacional, no Tocantins, a Estrela D’Oeste, em São Paulo, integrando uma conexão entre os portos de Itaqui (MA) e Santos (SP). As outras duas concessões devem ser realizadas ainda em 2019 ou até o início de 2020, segundo Gomes de Freitas. Uma, na chamada Ferrovia de Integração Oeste-Leste, deverá ligar Caetité ao Porto de Ilhéus, na Bahia. A outra, compor uma linha chamada Ferrogrão, em Mato Grosso. No vídeo, publicado nesse sábado (19), o ministro disse ainda que pretende realizar a prorrogação antecipada de trechos já concedidos, sendo que as outorgas devidas em decorrência da medida poderão ser pagas pelas concessionárias por meio da construção de novos segmentos ferroviários, cuja propriedade deverá ser da União. A primeira ferrovia a ser construída dessa forma vai ser a de integração do Centro-Oeste, segundo o ministro. A previsão é que o trecho ligue Água Boa, em Mato Grosso, a Campinorte, em Goiás. “Com essas ações, a participação do modus ferroviário na matriz de transporte deve dobrar até 2025”, disse Gomes de Freitas no vídeo, que foi compartilhado pelo presidente Jair Bolsonaro em seu perfil oficial no Twitter.

Agência Brasil

20 de janeiro de 2019, 10:13

BRASIL Hoje na prisão, Lula brilhou no Fórum de Davos em 2003

Se Davos está tomada pela curiosidade e até certa apreensão sobre o que representa o governo de Jair Bolsonaro, que faz sua estreia internacional nesta semana, não é a primeira vez que o Fórum se transforma em um espécie de teste a um presidente brasileiro. Em 2003, depois de uma forte volatilidade nos mercados financeiros diante da eleição, o então recém empossado Luiz Inácio Lula da Silva foi recebido na estação de esqui num clima de desconfiança e curiosidade. Naquele momento, os mercados temiam um governo que pudesse se afastar do mundo financeiro. Mas, em seu primeiro discurso, Lula propôs diálogo, garantiu que não atacaria o capitalismo e moderou seu discurso. Funcionários de Davos que estiveram naquele evento há 16 anos lembram que os comentários foram de alívio. Em sua estreia, Lula disse o que a elite das finanças mundiais queriam ouvir: faria “reformas econômicas, sociais e políticas muito profundas, respeitando contratos e assegurando o equilíbrio econômico”. Ele não deixou de mandar um recado. “Aqui em Davos, convencionou-se dizer que hoje existe um único Deus: o mercado. Mas a liberdade de mercado pressupõe, antes de tudo, a liberdade e a segurança dos cidadãos”. Naquele momento, o discurso foi interpretado como um sinal claro de que não haveria expropriações nem um confronto com multinacionais e muito menos um questionamento do sistema financeiro. Lula ainda fez um gesto inédito: participou num espaço de poucos dias do Fórum Social de Porto Alegre e de seu contraponto, na Suíça. Aos ativistas do Sul prometeu que levaria sua agenda social aos “donos do capital”.

Estadão Conteúdo

20 de janeiro de 2019, 09:53

BRASIL Grupos bolsonaristas têm diferentes projetos para o País

O “cabo de guerra” entre os grupos ideológicos que compõem o governo Bolsonaro deverá afetar muito mais que o dia a dia da administração. O apoio do presidente a uma ou outra ala nos grandes temas poderá moldar o destino do País nos próximos anos e talvez até décadas. Se a ala liberal, liderada pelo ministro Paulo Guedes, conseguir emplacar seu receituário na economia, defendido por Bolsonaro na campanha eleitoral, o Brasil provavelmente terá condições de crescer de forma mais acelerada e sustentável, favorecendo a prosperidade geral. Centrada nas reformas estruturais, como a da Previdência e a tributária, no equilíbrio fiscal, na redução do tamanho do Estado, na abertura comercial e na descentralização dos recursos hoje concentrados em Brasília, a plataforma da ala liberal poderá descortinar novos horizontes ao País. “O Brasil foi a economia de maior ritmo de crescimento durante três quartos do século passado, depois perdeu potência. E perdeu potência pela insistência no modelo de economia de comando central, ao invés de uma economia de mercado”, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes, ao assumir o cargo. Se, ao contrário, Bolsonaro travar a liberalização e encampar a visão desenvolvimentista que marcou sua trajetória política até a propalada conversão liberal, poderá comprometer o crescimento econômico, por mais que isso possa parecer um resultado incompatível com o ufanismo embutido no termo que dá nome ao modelo. Implementado pelo general Ernesto Geisel no regime militar e reproduzido com perdas pelas gestões do PT, a partir do segundo mandato de Lula, deixou um saldo dramático nos dois períodos, com desequilíbrio nas contas públicas, inflação em alta, estagnação econômica e aumento significativo do desemprego. Baseado na intervenção do Estado na economia, na substituição de importações, com apoio de medidas protecionistas, na concentração dos recursos no governo federal e no assistencialismo, o modelo desenvolvimentista ainda tem muitos adeptos nas alas militar, política, evangélica e olavista (seguidora das ideias do pensador e escritor Olavo de Carvalho), que dão suporte a Bolsonaro.

Estadão

20 de janeiro de 2019, 09:37

BRASIL Bolsonaro embarca hoje para Davos, em sua 1ª viagem internacional

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Presidente defenderá reformas e compromisso com a democracia

Com uma agenda voltada para a defesa da abertura econômica, do combate à corrupção e do compromisso com a democracia, o presidente Jair Bolsonaro embarca hoje (20) às 22h para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Ele viajará acompanhado dos ministros da Economia, Paulo Guedes; das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. Em sua 39ª edição, o Fórum Econômico Mundial reúne a elite política e econômica global para discutir a conjuntura mundial e estimular a cooperação entre governos e o setor privado. Na estreia de Bolsonaro no exterior, o governo pretende vender a empresários e a políticos a imagem de que a economia brasileira está modernizando-se, com abertura comercial, segurança jurídica para os investidores externos e reformas estruturais. O presidente pode discursar na terça-feira (22), num painel sobre a crise na Venezuela, e tem até 45 minutos reservados para falar na sessão plenária do fórum às 11h30 de quarta-feira (23), no horário local, 8h30 em Brasília. Bolsonaro também pode discursar no painel O Futuro do Brasil, marcado para logo após a sessão plenária. Na noite de terça, o presidente terá um jantar privado com os presidentes da Colômbia, Iván Duque; do Equador, Lenín Moreno; do Peru, Martín Vizcarra; e da Costa Rica, Carlos Alvarado Quesada. Os cinco presidentes latino-americanos assistirão a uma apresentação do presidente executivo da Microsoft, Satya Nadella. Para quarta-feira (24), está prevista a participação do presidente num almoço de trabalho sobre a globalização 4.0, que trata da quarta revolução industrial proporcionada pela tecnologia e é o tema do Fórum Econômico Mundial neste ano. Em seguida, a comitiva retorna para Zurique, de onde embarca de volta para Brasília, chegando à capital federal na manhã de quinta-feira (25).

Agência Brasil

20 de janeiro de 2019, 09:21

BRASIL Mega-Sena acumula de novo e pode pagar R$ 38 milhões na quarta-feira

O prêmio da Mega-Sena acumulou e deve pagar R$ 38 milhões no próximo concurso, na quarta-feira (23). Nenhum apostador acertou os seis números sorteados na noite desse sábado (19) no Caminhão da Sorte, em Piratuba (Santa Catarina), no concurso 2.117. As dezenas sorteadas são: 04 – 28 – 29 – 30 – 43 – 52. O prêmio previsto era de R$ 33 milhões para quem acertasse as seis dezenas. Quarenta e quatro apostas acertaram a quina e cada uma levará um prêmio de R$ 60.858,91. Mais de 5,2 mil bilhetes acertaram quatro dezenas e levam um prêmio de R$ 947,82 cada. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio nas lojas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet, no site Loterias Online da Caixa Econômica Federal.

Agência Brasil

20 de janeiro de 2019, 09:07

SALVADOR Travessia Salvador-Mar Grande faz parada de duas hora e atende hoje até às 18h30

A travessia marítima do sistema Salvador-Mar Grande está cumprindo uma parada de duas horas neste domingo (20) por causa da maré baixa. A suspensão do serviço ocorreu às 7h30 e vai até as 9h30. Com maré baixa, o terminal de Vera Cruz, na Ilha de Itaparica, fica sem condições de operar devido à pouca profundidade do canal de navegação. Quando retomar as operações normais, às 9h30, a travessia terá oito embarcações em tráfego e horários a cada 30 minutos ou de 15 em 15 minutos, conforme a demanda de usuários. Os passageiros da travessia devem ficar atentos pois neste domingo, o último horário saindo de Mar Grande será às 18h30, e de Salvador, também às 18h30 e não às 20h. O cancelamento dos horários noturnos das 19h, 19h30 e 20h é também consequência da maré baixa. A linha Salvador-Morro de São Paulo registra movimento muito bom de embarque e de procura de passagens no Terminal Náutico da Bahia, no Comércio. Os catamarãs e rápidas operam sem restrições. As próximas saídas para o Morro são às 8h30, 9h, 10h30, 13h e 14h30. No sentido inverso as saídas são às 9h, 11h30, 12h30 e 15h. O movimento de retorno será intenso, já que o embarque para o Morro de São Paulo foi grande no terminal desde a última sexta-feira. As passagens para o o Morro podem ser adquiridas nos guichês do Terminal Náutico. Também registra intenso movimento de embarque neste domingo o passeio de escunas de turismo pelas ilhas da Baía de Todos os Santos. As escunas começam a sair às 9h e só retornam às 17h30. O passeio inclui paradas em Ilha dos Frades e em Itaparica.

20 de janeiro de 2019, 08:53

BRASIL Palocci diz que propina de Belo Monte abasteceu campanha de Haddad de 2012

Foto: Estadão

Petista Lula e Fernando Haddad

O ex-ministro Antonio Palocci afirma no Termo 05 de sua delação premiada que propinas do contrato da Usina Hidrelétrica de Belo Monte abasteceram a campanha de prefeito de Fernando Haddad (PT), em 2012. O pedido feito pelo ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto teve aval do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo revela. Os valores foram pagos pela Andrade Gutierrez, que encabeçou o consórcio construtor da usina e havia confesso em 2016 os pagamentos como colaboradora da Operação Lava Jato. “(Em 2012) recebeu visita de João Vaccari Neto no período de eleições municipais, uma vez que ele desejava saber se havia autorização para se cobrar das empresas do consórcio construtor da Usina de Belo Monte valores a serem empregados na campanha de Fernando Haddad”, registra Palocci na delação anexada na quinta-feira, 17, ao inquérito sobre corrupção em Belo Monte, da Lava Jato em Curitiba. Segundo o delator, a campanha de Haddad era o “principal projeto municipal do PT” e o “pedido de apoio que originava do próprio Lula”. Palocci fechou acordo com a Polícia Federal em março de 2018. A delação foi homologada pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) em junho. O delator destaca não saber “dizer se Fernando Haddad teve conhecimento do emprego de propinas da Usina Hidrelétrica de Belo Monte em sua campanha eleitoral municipal de 2012”. Haddad foi eleito prefeito da capital paulista em 2012 com 3,3 milhões de votos (55% do total) no segundo turno – derrotou José Serra (PSDB). Governou São Paulo até 2016, quando perdeu a disputa de reeleição para João Dória (PSDB), atual governador do Estado. No ano passado, o ex-prefeito petista foi escolhido por Lula para ser seu substituto na disputa presidencial, após ser impedido de concorrer a um terceiro mandato, devido à sua prisão e condenação na Lava Jato. Foi derrotado no segundo turno por Jair Bolsonaro (PSL). O ex-presidente está detido em Curitiba desde 7 de abril de 2018. Em novembro do ano passado, Haddad virou réu em ação penal por corrupção passiva e lavagem de dinheiro aberta pelo juiz Leonardo Valente Barreiros, da 5.ª Vara Criminal da Capital. Segundo o Ministério Público Estadual, o petista teria solicitado, entre abril e maio de 2013, por meio de João Vaccari, R$ 3 milhões da empreiteira UTC Engenharia – outra empresa do cartel que atuava na Petrobrás – para supostamente quitar dívidas de campanha com a gráfica de Francisco Carlos de Souza, o ‘Chicão Gordo’, ex-deputado estadual do PT. A Promotoria sustenta que, entre maio e junho daquele ano, a empreiteira efetivamente repassou a soma de R$ 2,6 milhões a Haddad.

Estadão

20 de janeiro de 2019, 08:40

BRASIL Ex-assessor de Flávio Bolsonaro movimentou R$ 7 milhões em três anos, diz jornal

Foto: Reprodução/Arquivo

Fabrício Queiroz informou que estava doente para não depor à Justiça

Relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) mostra que as movimentações financeiras nas contas de Fabrício Queiroz, ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), atingiram R$ 7 milhões entre os anos de 2014 e 2017, segundo informa o colunista Lauro Jardim na edição deste domingo, 20, do jornal O Globo. Até aqui, já se sabia que o ex-assessor do parlamentar havia movimentado R$ 1,2 milhão em transações suspeitas entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, como revelou o jornal O Estado de S. Paulo em dezembro. As novas informações apontam que os valores foram maiores no acumulado dos últimos anos. Segundo o relatório do Coaf citado na reportagem do jornal O Globo, passaram pela conta de Queiroz R$ 5,8 milhões nos dois anos anteriores, totalizando R$ 7 milhões em três anos. A investigação sobre a movimentação financeira de Queiroz foi iniciada há seis meses e tem como foco de apuração a suspeita de prática de lavagem de dinheiro e ocultação de bens, direitos e valores na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O documento foi produzido por técnicos do Coaf há um ano, em janeiro de 2018, e anexado aos autos da Operação Furna da Onça – que em novembro do ano passado prendeu dez deputados estaduais do Rio suspeitos de receberem propina. Na última quinta-feira, 17, o vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, atendeu a um pedido de Flávio Bolsonaro e determinou a suspensão temporária da investigação. O relator do caso, Marco Aurélio Mello, vai analisar a reclamação do senador eleito e já indicou que deve negar o pedido após o fim do recesso do Judiciário.

Estadão Conteúdo

20 de janeiro de 2019, 08:23

BAHIA Tropa regressa do Ceará e é recepcionada pelo Comandante Geral da PMBA

Foto: Divulgação

Os policiais militares foram recepcionados pelo comandante geral, coronel Anselmo Brandão

Com o sentimento de missão cumprida, a tropa da Polícia Militar da Bahia, que reforçou o policiamento no estado do Ceará nos últimos 13 dias, chegou à Bahia na manhã deste sábado (19). Os policiais militares foram recepcionados pelo comandante geral, coronel Anselmo Brandão, no Batalhão de Choque, em Lauro de Freitas. Nossos policiais seguiram por determinação do governador Rui Costa, em apoio à PM co-irmã, no combate a onda de violência que atingiu o estado no último mês. “Fico feliz porque a tropa compreendeu o espírito da missão e com boa vontade alcançou o sucesso”, salientou o tenente coronel Ricardo Mattos comandante da Operação Ceará. O comandante geral da PMBA agradeceu o empenho e falou do seu orgulho pela realização histórica. “Primeira vez na história que a polícia militar de um estado se une à PM de outro estado para o combate da criminalidade. Muito obrigado a todos, aos guerreiros pelo esmero, disciplina e profissionalismo, e aos familiares que suportaram esse período de ausência”, finalizou