5 de abril de 2017, 21:11

MUNDO Venezuela: Congresso inicia processo contra juízes do Supremo

Foto: Divulgação

Sede do Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela

Parlamentares da oposição venezuelana se reuniram desde a madrugada desta quarta-feira, 5, alguns ainda com ferimentos de protestos, em frente à sede do Congresso para iniciar a sessão do dia e pedir a demissão de juízes do Tribunal Supremo de Justiça a quem acusam de apoiar um golpe de Estado. Novos líderes militantes de oposição também anunciaram mais manifestações contra o presidente Nicolás Maduro para a quinta-feira 6, apesar da violência em Caracas na terça-feira que deixou 18 pessoas presas e 20 feridos. Leia mais no Estadão

5 de abril de 2017, 20:53

MUNDO Rússia pede investigação completa sobre o ataque químico na Síria

O representante da Rússia no Conselho de Segurança da ONU, Vladimir Safronkov, pediu hoje (5) na reunião do órgão que qualquer decisão sobre o possível uso de armas químicas na Síria seja adotada apenas após uma completa investigação dos fatos mais recentes e apontou para a suposta responsabilidade de um grupo armado no caso. Safronkov justificou no Conselho sua oposição a um projeto de resolução que buscava condenar o ataque realizado na segunda-feira (3) na cidade síria de Khan Sheikhoun, no norte do país, quando cerca de 70 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas. Leia mais na Agência Brasil

5 de abril de 2017, 09:30

MUNDO Manifestação em favor do Parlamento deixa mais de 40 feridos na Venezuela

O presidente da Assembleia Nacional (AN, parlamento) da Venezuela, o opositor Julio Borges, disse nesta terça-feira (4) que a manifestação realizada em Caracas esta semana contra o Tribunal Superior de Justiça (TSJ) terminou com 42 feridos, sendo que um deles foi baleado. As informações são da agência de notícias EFE. “Um homem de 39 anos foi ferido por arma de fogo, uma jovem, atropelada pela Guarda Nacional, está com traumatismo em diferentes partes do corpo, oito pessoas com fraturas e mais de 32 feridos com contusões e pontos”, disse Borges em entrevista coletiva, após o fim da manifestação. A oposição disse que este balanço foi levantado com informações fornecidas por vários partidos que integram a aliança Mesa da Unidade Democrática (MUD) e com dados “recolhidos nos hospitais” da capital venezuelana. “Sobre os presos, são números que nos passaram os diferentes partidos e temos entre feridos e detidos mais de 50 pessoas, inclusive jornalistas e cinegrafistas que foram presos e estão no Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin)”, disse. Em um primeiro balanço, o prefeito do município de Chacao, o opositor Ramón Muchacho, tinha anunciado nove feridos, um deles baleado e o restante com múltiplas lesões.

Agência Brasil

5 de abril de 2017, 08:26

MUNDO Ataques do Estado Islâmico em Tikrit, no Iraque, matam 35 pessoas

Pelo menos 35 pessoas morreram e outras 28 ficaram feridas hoje (5) após uma série de ataques do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) na cidade de Tikrit, no Iraque, a 150 quilômetros de Bagdá, informou a agência de notícias EFE. Os ataques foram ocorreram no bairro de Al Zuhur, em Tikrit, capital da província de Saladino, e a maior parte das vítimas é de civis. Além disso, cinco supostos terroristas morreram nessas ações, três deles em troca de tiros com a polícia e outros dois detonaram cinturões explosivos diante do cerco das forças de segurança. O ataque começou quando os terroristas, vestidos com uniforme militar, dispararam contra um posto de controle da polícia, em Al Zuhur. Após os confrontos com os agentes, o grupo atacou a casa de um oficial da polícia, perto do posto de controle, e depois invadiu várias casas de civis. Durante a madrugada, as forças de segurança conseguiram impor um cerco ao bairro, matando três dos jihadistas, enquanto outros dois se suicidaram. A situação estava sob controle na parte da manhã. As autoridades decretaram toque de recolher. As aulas nas escolas foram suspensas.

Agência Brasil

4 de abril de 2017, 12:51

MUNDO Opaq manifesta “grave preocupação” com suposto ataque químico a cidade síria

A Organização para a Proibição das Armas Químicas (Opaq) manifestou, nesta terça-feira (4), “grave preocupação” com o suposto ataque químico contra a cidade de Khan Sheikhoun, em Idlib, no Norte do país, e garantiu que está reunindo e analisando informações sobre o ocorrido. As informações são da Agência EFE. Em comunicado, a organização, cuja sede fica em Haia, na Holanda, declarou que “está gravemente preocupada” e destacou que uma missão de busca “está em processo de reunir e analisar informações de todas as fontes disponíveis”. Essa equipe remeterá um relatório ao Conselho Executivo da Opaq e aos Estados-parte da Convenção sobre Armas Químicas, acrescentou a organização. A Opaq condenou “firmemente” o uso de armas químicas “sob qualquer circunstância” e lembrou que essa convenção proíbe o uso, o desenvolvimento, a produção, o armazenamento e a transferência desse tipo de armamento. A convenção considera “arma química” qualquer produto químico utilizado em uma guerra. A missão de busca de ocorrências da Opaq foi criada em 2014, em resposta às alegações constantes de ataques com armas químicas na Síria. O trabalho da missão consiste em estudar toda informação disponível relacionada com o suposto uso dessas armas na Síria. Desde maio de 2014, a organização enviou essa missão ao país árabe e ao exterior em várias ocasiões e manteve os Estados-parte informados sobre seu trabalho. A equipe se encarrega de entrevistar testemunhas no terreno e recolher amostras e evidências físicas para analisá-las. A Opaq e o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovaram em 2015 a operação contínua da missão, que confirmou as alegações de uso de armas químicas tóxicas na Síria.

Agência Brasil

4 de abril de 2017, 11:00

MUNDO Rússia afirma que atentado em metrô foi causado por terrorista suicida

O Comitê de Instrução da Rússia (CIR) informou ontem (3) que um terrorista suicida foi o responsável por ativar a bomba que matou 14 pessoas ontem em um vagão do metrô de São Petersburgo. “A bomba foi ativada por um homem cujos restos mortais foram encontrados no terceiro vagão do trem. Sua identidade foi estabelecida”, disse Svetlana Petrenko, porta-voz do CIR, a veículos de imprensa locais. A informação é da Agência EFE. A funcionária afirmou que, para preservar as investigações, será mantida em sigilo a identidade do suposto terrorista suicida. “Neste momento, os investigadores continuam os interrogatórios e os trabalhos de inspeção, inclusive das gravações das câmeras de segurança”, acrescentou Svetlana. Anteriormente, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, havia afirmado que as investigações indicavam que o atentado teria sido cometido por um terrorista suicida, como aconteceu nas ações realizadas em 2010 pelas “viúvas negras” no metrô de Moscou, quando morreram 34 pessoas. O serviço secreto do Quirguistão informou hoje que tudo indica que um cidadão oriundo dessa república centro-asiática poderia ser o autor do atentado. O suspeito foi identificado por essa fonte como Akbarzhon Dzhalilov, que nasceu no Quirguistão em 1995, mas que posteriormente recebeu a cidadania russa. Este assunto foi abordado hoje em Moscou pelo ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, e seu colega quirguiz, Erlan Abdildaev, que condenou firmemente o atentado. Contudo, Abdildaev considerou prematuro afirmar que o citado terrorista era membro do Estado Islâmico, e Lavrov acrescentou que seria “cínico” qualificar o atentado de “vingança” pela intervenção russa na Síria. “O terrorismo é um crime contra toda a humanidade e contra todas as religiões”, disse o ministro russo, que também pediu a união das forças contra o terrorismo internacional e o fim da utilização de grupos que o praticam para obter ganhos políticos. O Ministério da Saúde da Rússia elevou hoje para 14 o número de mortos no atentado, no qual mais de 50 pessoas também resultaram feridas. Em prevenção a novos atentados, as autoridades reforçaram as medidas de segurança em toda a cidade, assim como na capital do país, tanto no transporte como em edifícios públicos, como em praças, escolas e creches.

Agência Brasil

4 de abril de 2017, 10:39

MUNDO Putin, Merkel e Hollande concordam em promover cooperação contra o terrorismo

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, chegou a um acordo nesta terça-feira (4) para impulsionar a cooperação antiterrorista. Foi durante conversa telefônica com a chanceler alemã, Angela Merkel, e com o presidente francês, François Hollande, após o atentado contra o metrô de São Petersburgo, na Rússia. A informação é da Agência EFE. “Os interlocutores destacaram a importância de ampliar a cooperação a fim de combater a ameaça terrorista que é comum a todos os países”, informou o Kremlin em nota. Além disso, os líderes “concordaram em ativar a troca de informação entre os serviços secretos” dos três países, acrescentou o governo russo na nota. Merkel e Hollande aproveitaram a conversa para expressar ao chefe do Kremlin condolências e lhe pedir que transmitisse o pesar aos familiares dos mortos no atentado. O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, afirmou que o atentado contra o metrô de São Petersburgo, no qual morreram 14 pessoas, é um desafio para o povo russo e para o presidente. Peskov ressaltou que, seja como for, as autoridades russas seguirão reforçando o trabalho contra o terrorismo em todas as suas manifestações e lembrou “a postura muito firme” do chefe do Kremlin na luta contra essa praga. O porta-voz lembrou que “a Rússia, assim como outros países, se encontra na linha de frente dessa luta e que “nenhum país no mundo pôde até agora derrotar sozinho o terrorismo”. Sobre essa questão, o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, assegurou que o atentado contra a segunda maior cidade do país demonstra a necessidade de aglutinar os esforços contra o terrorismo, algo que Putin pediu em seu retorno à ONU em setembro de 2015, antes de enviar tropas à Síria. O porta-voz do Kremlin destacou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, telefonou ontem à noite para Putin para manifestar condolências e solidariedade ao povo russo.

Agência Brasil

4 de abril de 2017, 10:09

MUNDO Ex-presidente da Coreia do Sul é interrogada pela primeira vez na prisão

Os promotores começaram hoje (4) a interrogar a ex-presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, pela primeira vez desde que ela foi presa preventivamente na última sexta (31), por sua participação no esquema de corrupção que ficou conhecido como “Rasputina”. A informação é da Agência EFE.Os investigadores seguiram para o Centro de Detenção, a cerca de 15 quilômetros de Seul, e começaram a interrogar Park – que perdeu a imunidade presidencial ao ser destituída pelo Tribunal Constitucional no último dia 10 de março.A promotoria decidiu fazer o interrogatório na prisão com o objetivo de evitar o esquema de segurança necessário para que a ex-presidente, a primeira mulher a comandar o país, se deslocasse até o centro da capital.Antes de começar o interrogatório, os representantes do Ministério Público explicaram, em declarações citadas pela imprensa sul-coreana, que por causa dos horários da prisão, a sessão de perguntas de hoje não poderá durar mais do que oito horas.A promotoria informou que planeja interrogá-la mais três ou quatro vezes, antes de oficializar as acusações contra ela, por volta do dia 15, para evitar que o processo coincida com o início, no dia 17, da campanha para as eleições presidenciais.No dia 21 de março, Park, que sempre negou participação no caso, foi interrogada pela primeira vez pelos promotores durante mais de 20 horas.Dez dias depois, um tribunal de Seul a interrogou durante mais nove horas, antes de conceder o mandado de prisão preventiva, solicitado pela promotoria.Os promotores devem apresentar 13 acusações contra a ex-presidente, entre elas a de abuso de poder, coação e suborno, crime em que, na Coreia do Sul, a pena é de, no mínimo, dez anos de prisão, chegando à prisão perpétua.Os investigadores consideram que Park confabulou com sua amiga Choi Soon-sil, conhecida como a “Rasputina” por sua influência sobre a ex-presidente, para criar uma rede que extorquiu US$ 70 milhões de empresas.

Agência Brasil

4 de abril de 2017, 08:32

MUNDO Maduro rejeita resolução da OEA e a acusa de ser “tribunal de inquisição”

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, rejeitou nessa segunda-feira (3) a resolução da Organização dos Estados Americanos (OEA), que afirma que há no país “grave alteração inconstitucional”. Ele a acusou de pretender se transformar em um “tribunal de inquisição” para perseguir a Venezuela. A informação é da Agência EFE.”Não tem nada a ver com a Venezuela, um comunicado insosso, não operacional. O que tem efeito no país é uma grande indignação e uma grande rejeição, eu chamo o povo da Venezuela para rejeitar essa política intervencionista”, disse Maduro, em rede obrigatória de rádio e televisão.Além disso, ele rejeitou o que descreveu como “golpe de Estado” dado na Bolívia, depois que Honduras tomou ontem seu lugar na presidência do Conselho Permanente.”Vade retro, Satanás. Vai de retro, OEA. Fora daqui, OEA. Saia com suas mãos cheias de sangue da Venezuela e da pátria bolivariana, repudiamos e rejeitamos o golpe de Estado na OEA”, afirmou Maduro, com a Constituição nas mãos.Para o presidente venezuelano, o que aconteceu na sede da OEA foi algo incomum e constrangedor “todas as regras mínimas do jogo” foram quebradas.Ele disse que há uma “concepção extremista” nos governos da “direita latino-americana” e que há países que estão sendo pressionados.Segundo Nicolás Maduro, a Venezuela é o pilar fundamental de 18 países na região. Ele disse que deu ordens para fortalecer “todos os aspectos energéticos” em Petrocaribe.O presidente venezuelano fez essas declarações depois de constatar que o país teve um primeiro trimestre “muito bom” em todas as áreas da vida nacional e que apesar do desespero da direita, o povo “está avançando”. Ontem, 17 países, dos 21 presentes à sessão da OEA, aprovaram declaração, onde afirmam que na Venezuela existe “grave alteração inconstitucional da ordem democrática” e exigem que o governo de Nicolás Maduro restaure “a plena autoridade” da Assembleia Nacional, de maioria oposicionista.No entanto, o embaixador da Venezuela, Samuel Moncada, que se retirou da sessão, advertiu que qualquer coisa que fosse aprovada, não seria levada em conta por seu país, por considerar que a reunião era “ilegal”. O presidente Maduro felicitou Moncada por sua posição.

Agência Brasil

4 de abril de 2017, 07:34

MUNDO Sobe para 14 número de mortos no atentado no metrô de São Petersburgo

O Ministério da Saúde da Rússia informou hoje (4) que subiu para 14 o número de mortos no atentado terrorista ocorrido nessa segunda-feira (3) no metrô de São Petersburgo, onde mais de 50 pessoas ficaram feridas. A informação é da Agência EFE.”Hoje, podemos confirmar a morte de 14 pessoas: foram 11 no local no acidente e três em consequência dos ferimentos”, disse a ministra da Saúde, Veronika Skvortsova. Ela explicou que durante a noite os serviços de emergência localizaram mais quatro vítimas da explosão, elevando para 14 o número de mortos no atentado.Além disso, 49 pessoas ainda estão internadas em hospitais da região, com ferimentos e queimaduras, enquanto 13 já tiveram alta.Para a prevenção de novos atentados, as autoridades reforçaram as medidas de segurança em toda a cidade e na capital russa, Moscou, tanto nos transportes quanto em edifícios públicos, praças, escolas e creches.Segundo os serviços secretos do Quirguistão, tudo indica que um cidadão do país centro-asiático seja o autor do atentado, que ocorreu quando o presidente russo, Vladimir Putin, se encontrava em São Petersburgo. O suspeito foi identificado como Akbarzhon Djaliliv, nascido em 1995, mas que posteriormente obteve a cidadania russa.O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, disse que a tragédia de São Petersburgo demonstra a necessidade de lutar juntos contra o terrorismo.O atentado ocorreu pouco antes das 15h (horário local, 9h em Brasília) de ontem, dia em que era reiniciado o ano letivo após as férias de primavera na Rússia.A explosão ocorreu entre duas estações da Linha Azul – Sennaya Ploschad e Tekhnologitchesky Institut -, mas o maquinista do trem atingido não parou no túnel e seguiu até a primeira estação, o que facilitou o trabalho de salvamento.Outra bomba caseira foi desativada pelo esquadrão antibomba na Estação de Metrô Ploschad Vosstania, em frente à principal estação ferroviária da cidade (Moskovskiy).

Agência Brasil

3 de abril de 2017, 19:59

MUNDO Oposição da Venezuela busca retirar juízes da Suprema Corte

Legisladores da oposição da Venezuela pedem a retirada da Suprema Corte dos magistrados que emitiram uma decisão que tornava sem poder o Congresso do país. A decisão judicial gerou uma crise política na semana passada, mas foi revertida no sábado depois de fortes críticas internacionais.Líderes da oposição disseram no domingo que os juízes tinham de ser retirados para se restaurar a ordem constitucional no país, que enfrenta uma séria crise econômica. Eles pretendem levar o assunto ao Congresso nesta terça-feira.A autoridade do Congresso foi devolvida, mas o Congresso não tem o poder de retirar juízes. A oposição também convocou protestos nas ruas para esta terça-feira.No domingo, o presidente Nicolás Maduro se referiu ao assunto. Na avaliação de Maduro, a oposição busca desesperadamente gerar violência por meio de protestos nas ruas

Estadão Conteúdo

3 de abril de 2017, 12:03

MUNDO Putin fala em terrorismo como causa das explosões em São Petersburgo

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse nesta segunda-feira que o terrorismo é a principal hipótese sobre a causa das explosões ocorridas no metrô de São Petersburgo. A informação é da Agência EFE.”Naturalmente, sempre analisamos todas as possibilidades, acidental, criminal e, claro, de caráter terrorista”, afirmou Putin.O líder do Kremlin fez essas declarações em São Petersburgo, ao iniciar uma reunião com o presidente da Bielorússia, Alexander Lukashenko. “Veremos, a investigação dará em breve uma resposta sobre o que ocorreu nessa tragédia”, acrescentou Putin. Segundo os últimos dados, pelo menos dez pessoas morreram e 50 ficaram feridas em duas explosões em estações do metrô da segunda maior cidade russa. O presidente manifestou condolências às famílias das vítimas e desejou recuperação aos feridos.

3 de abril de 2017, 10:05

MUNDO Explosão no metrô de São Petersburgo deixa mortos e feridos

Foto: Reprodução

Uma explosão no metrô de São Petersburgo, na Rússia, nesta segunda-feira, 3, deixou ao menos 10 mortos e uma quantidade ainda indeterminada de feridos segundo informações preliminares da agência estatal de notícias TASS. A Ria, uma outra agência do governo, afirmou que aparentemente uma segunda estação na cidade também foi atacada.
O presidente russo, Vladimir Putin, que está em São Petersburgo nesta segunda, onde deveria se encontrar com o presidente da Bielo-Rússia no fim do dia, comentou o incidente no metrô da cidade. Ele afirmou que há mortos e feridos e expressou suas condolências às famílias das vítimas.Putin disse ainda que já conversou com os responsáveis pelos serviços de segurança no país, que estão tentando determinar a causa do incidente. “O motivo ainda não está claro. Vamos considerar todas as possibilidades, desde terrorismo até uma crime comum”, afirmou.
Nas redes sociais, imagens e relatos também confirmaram a explosão. As fotos publicadas no Twitter mostram a porta de um dos vagões retorcida e várias pessoas caídas na estação. Ainda não há dados oficiais sobe o caso e não é possível dizer se trata-se de um atentado.As autoridades da Rússia ainda não determinaram a causa da explosão. As emissoras locais mostram imagens de caminhões de bombeiros e ambulâncias nos arredores da estação Sennaya Ploschad. A administração do metrô de São Petersburgo informou que três estações foram fechadas.

Estadão Conteúdo

3 de abril de 2017, 09:27

MUNDO Sobe para 254 o número de mortos em consequência das enchentes na Colômbia

O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, disse ontem que o número de mortos após a tragédia que destruiu vários bairros da cidade de Mocoa, no distrito de Putumayo, subiu para 254, segundo os mais recentes relatórios. A informação é da Agência EFE. Santos, que voltou à região da tragédia acompanhado pela esposa, María Clemência de Santos, e vários ministros, detalhou ontem que 170 corpos já foram identificados “em tempo recorde” e 112 “estão à disposição da promotoria para serem entregues aos entes queridos”. O governante afirmou que o número de feridos se mantém em 203, dos quais 68 foram levados a hospitais das cidades de Neiva e Popayán, as capitais dos departamentos de Huila e Cauca, respectivamente. De acordo com Santos, não há “nenhuma pessoa oficialmente declarada como desaparecida”. A tragédia de Mocoa ocorreu na madrugada do sábado, quando os rios Mocoa, Sangoyaco e Mulatos transbordaram por conta das intensas chuvas e criaram uma avalanche de água, pedras, árvores e diferentes materiais que passou por 17 bairros da capital do departamento de Putumayo, na fronteira com o Equador, e destruiu alguns deles. Em seu relatório perante a imprensa, o chefe de Estado anunciou que as famílias receberão um seguro de 18,5 milhões de pesos (R$ 20 mil) como seguro pelos parentes mortos. Também serão pagos 250 mil pesos (R$ 275) mensais às famílias que queiram alugar imóveis enquanto o caso é solucionado.

Agência Brasil

3 de abril de 2017, 09:10

MUNDO Barcos procuram no Atlântico balsa com 62 imigrantes

O Serviço Marítimo da Espanha procura hoje (3) uma embarcação com 62 imigrantes subsaarianos que partiu do Saara Ocidental rumo às Ilhas Canárias, no Atlântico. A informação é da Agência EFE. Na embarcação viajavam 21 mulheres, 39 homens e duas crianças, que se comunicaram pela última vez por telefone no domingo com um parente, ao qual disseram que continuavam navegando. Um avião e uma embarcação de Salvamento Marítimo iniciaram a busca pelos imigrantes no domingo à tarde, após serem alertados pelas forças de segurança espanholas e por uma Organização Não Governamental.

Agência Brasil