19 de fevereiro de 2017, 11:16

MUNDO Equatorianos vão às urnas neste domingo para eleger presidente

Os equatorianos terão de optar neste domingo entre um candidato que promete continuar a plataforma populista do presidente Rafael Correa ou um dos vários candidatos mais conservadores que se comprometem a atacar a corrupção e a cortar impostos para estimular a economia. As pesquisas sugerem que será uma eleição apertada, sem nenhum candidato com votos suficientes para vencer já no primeiro turno. Um terço dos eleitores até recentemente estavam indecisos.O resultado será acompanhado de perto na América Latina, onde líderes da Argentina, Brasil e Peru assumiram o poder nos últimos 18 meses após o fim de um boom das commodities que impulsionou líderes da esquerda, como Correa.Fora da América Latina, grande parte do interesse pelas eleições está concentrada em Julian Assange, fundador do WikiLeaks, e em sua capacidade de permanecer na embaixada equatoriana em Londres.O candidato do partido no poder, Lenin Moreno, que é o sucessor escolhido por Correa, indicou que apoiaria a permanência de Assange. Mas seu principal adversário, O ex-banqueiro Guillermo Lasso, indicou em entrevistas que ele iria desalojar o ativista australiano dentro de 30 dias após tomar posse.

Estadão Conteúdo

19 de fevereiro de 2017, 09:55

MUNDO Trump causa reações em rede social após sugerir incidente grave na Suécia

Comentário do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, feito durante comício neste sábado causou reações nas mídias sociais neste domingo, principalmente por parte dos suecos. Estes chegaram a ridicularizar Trump, que sugeriu que um incidente grave havia acontecido na Suécia. “Observem o que aconteceu na noite de ontem na Suécia”, disse Trump, ao falar de ataques terroristas na Europa.O ex-ministro sueco das Relações Exteriores, Carl Bildt, escreveu em seu perfil no Twitter: “Suécia? Ataque terrorista? O que ele tem fumado?”Alguns eventos ocorridos na sexta-feira, na Suécia, incluem um homem tratado por queimaduras graves, um aviso de avalanche e a uma perseguição pela polícia de um motorista bêbado.

Estadão Conteúdo

19 de fevereiro de 2017, 08:33

MUNDO Filhos de Trump inauguram campo de golfe da família em Dubai

Dois dos filhos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participaram, neste sábado, da cerimônia de inauguração de um clube de golfe em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. O lançamento do clube, que faz parte dos negócios da família, contou com a presença de Eric e Donald Trump Jr, que agora lidera as Organizações Trump. A cerimônia contou com diversos membros da elite econômica de Dubai, que questionaram os filhos de Trump sobre seu afastamento do controle dos negócios durante a presidência.

AE

18 de fevereiro de 2017, 07:31

MUNDO Odebrecht: Peru exige pagamento por danos causados ao país

Foto: Divulgação

O Peru exigiu hoje US$ 61 milhões como reparação civil a vários acusados em um caso de suborno da construtora brasileira Odebrecht, incluindo ao ex-presidente Alejandro Toledo e a um ex-representante da empresa no país.O pedido foi realizado por uma advogada do Estado ante o juiz Richard Concepción, que na semana passada aceitou a acusação e o pedido de prisão preventiva de Toledo por supostamente ter recebido US$ 20 milhões para ajudar a Odebrecht a obter a licitação de uma estrada.A advogada Katherine Ampuero pediu para que Toledo, seu amigo e testa de ferro, Josef Maiman, o ex-representante da Odebrecht, Jorge Barata, e outras cinco pessoas envolvidas no escândalo pagassem pelos danos. No ano passado, a Odebrecht admitiu ao Departamento de Estado dos Estados Unidos que pagou cerca de US$ 800 milhões em subornos a políticos de vários países latino-americanos.

AE

17 de fevereiro de 2017, 20:00

MUNDO Trump diz que mídia é “inimiga do povo americano”, em mensagem no Twitter

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar vários meios de comunicação nesta sexta-feira. Segundo ele, a mídia que produz “notícias falsas” não é uma inimiga dele, mas “do povo americano”. Trump cita em sua mensagem textualmente vários meios de comunicação: o jornal The News York Times e as emissoras NBC, ABC, CBS e CNN.

17 de fevereiro de 2017, 09:08

MUNDO Escolhido por Trump recusa cargo de conselheiro de segurança

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, passou por outra saia-justa. O vice-almirante Robert Harward se recusou a assumir o posto de conselheiro de Segurança Nacional, ocupado por Michael Flynn, que renunciou em meio a um escândalo envolvendo a Rússia. As informações são da Agência Ansa.

Agência Brasil

17 de fevereiro de 2017, 08:00

MUNDO Paz na Colômbia depende de acesso à terra, diz Nobel de Economia

O Prêmio Nobel de Economia de 2001, o norte-americano Joseph Stiglitz, disse nessa quinta-feira que para manter a paz na Colômbia é preciso garantir a distribuição da terra. A afirmação foi feita durante uma conversa em Bogotá com o presidente Juan Manuel Santos. A informação é da Ag encia France-Presse (AFP). “A manutenção da paz exigirá que se garanta a terra e o emprego para os afetados” pelo conflito armado de mais de meio século, disse Stiglitz no fórum “O futuro da Colômbia: Justiça Social e Economia”, do qual participou ao lado de Santos, ganhador do Nobel da Paz em 2016 por selar um acordo de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Stiglitz destacou que é preciso trabalhar para reduzir a desigualdade social, uma das causas do aparecimento de grupos rebeldes como as Farc e o Exército de Libertação Nacional (ELN), que instalou há uma semana uma mesa de diálogo com o governo de Santos em Quito. O norte-americano acrescentou que é “essencial ter boas instituições que tratem o tema da terra e sua distribuição, além de dar terras aos camponeses”. O problema da posse da terra é chave nas origens do conflito armado colombiano. No âmbito do acordo selado com as Farc em novembro passado há um ponto que propõe reformas no campo. “É necessário forte investimento no setor rural, que promova o desenvolvimento do campo”, disse Stiglitz, para quem o acordo de paz traz “oportunidades e desafios impressionantes” que só serão bem aproveitados se servirem para ajudar a superar a iniquidade e a pobreza no país. Neste sentido, segundo o Prêmio Nobel de Economia, é preciso, para a paz, garantir trabalho àqueles que estiveram envolvidos em um conflito que incluiu guerrilhas, paramilitares e agentes estatais e que deixou pelo menos 260 mil mortos, 60 mil desaparecidos e 6,9 milhões de deslocados. Santos anunciou que os membros das Farc estariam terminando de entrar, em “três ou quatro dias”, nas áreas de concentração, onde deixarão, progressivamente, as armas sob vigilância da ONU. Eles vão se preparar para a reintegração à vida civil.

Agência Brasil

17 de fevereiro de 2017, 07:47

MUNDO Cidadãos passarão a ser controlados nas fronteiras externas da União Europeia

Todos os cidadãos serão alvo de controles sistemáticos nas fronteiras externas da União Europeia (UE), inclusive os originários dos países-membros do grupo. A medida, adotada nessa quinta-feira (16), visa a evitar que europeus entrem no bloco após terem se radicalizado com extremistas no Iraque ou na Síria. A informação é da Radio France International. Segundo relatório divulgado em dezembro de 2016 pelo coordenador da UE contra o terrorismo, entre 2.000 e 2.500 europeus foram para a Síria ou o Iraque lutar ao lado de grupos extremistas e podem, potencialmente, voltar para seus países de origem. A fim de controlar o retorno desses cidadãos ao bloco, o Parlamento Europeu adotou nova legislação visando o que as autoridades locais chamam de “combatentes estrangeiros”. Atualmente, apenas os cidadãos procedentes de países que não fazem parte da UE são controlados. Os membros do grupo eram submetidos somente a uma simples verificação do documento de identidade ao entrar na União Europeia. Aprovada por 469 votos a favor, 120 contra e 42 abstenções, a nova legislação estende esses controles aos cidadãos europeus. Além disso, todas as pessoas, independentemente de sua nacionalidade, passarão por controles ao sair da região, o que nem sempre se praticava até agora. As novas regras devem entrar em vigor 20 dias depois de sua publicação no Diário Oficial da UE. Todos os países nos quais é aplicado o Código de Fronteiras de Schengen serão sujeitos ao texto. O Reino Unido e a Irlanda ficam fora do acordo. Em caso de formação de longas filas nas fronteiras marítimas e terrestres, os Estados podem decidir aplicar apenas controles ditos “direcionados”, de apenas alguns passageiros. Já no caso das fronteiras aéreas, os países poderão adotar um sistema intermediário, controlando apenas alguns cidadãos, durante os primeiros seis meses de entrada em vigor do dispositivo.

Agência Brasil

17 de fevereiro de 2017, 07:35

MUNDO Justiça venezuelana confirma condenação do líder de oposição Leopoldo López

A Sala de Cassação do Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela ratificou, nessa quinta-feira (16), a condenação a quase 14 anos de prisão do líder da oposição venezuelana, Leopoldo López, um dia depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter pedido sua libertação. A informação é da Agência France-Presse. “Declarou-se inadmissível o recurso de cassação. É uma realidade e um ato de absoluta injustiça”, disse à AFP o advogado de defesa de López, Juan Carlos Gutiérrez, acrescentando que o caso fica encerrado na Venezuela e que, agora, resta recorrer a instâncias internacionais. “Não só está sendo ratificada a condenação de um homem inocente, o que por si é grave, mas se destrói o pouco que resta de Estado de Direito na Venezuela. Não é um ato jurídico, mas político”, afirmou Gutiérrez. O governo venezuelano qualificou a audiência concedida por Trump a Lilian Tintori, mulher de Leopoldo López, como uma “intromissão e uma agressão” e a atribuiu, segundo a chanceler Delcy Rodríguez, a “lobbies” da oposição venezuelana “com a máfia de Miami”. “Enquanto o presidente Maduro propõe iniciar uma nova era de relações de respeito, Donald Trump se solidariza com o chefe de ações violentas”, reagiu Rodríguez. “Já esgotamos todos os recursos que a legislação venezuelana contempla. Vamos recorrer às [instâncias de direitos humanos das] Nações Unidas. Em duas semanas, estaremos apresentando o documento”, disse Juan Carlos Gutiérrez.

Agência Brasil

16 de fevereiro de 2017, 21:08

MUNDO Vice-presidente de Angola é acusado de corrupção em Portugal

Promotores de Portugal apresentaram acusações de corrupção, lavagem de dinheiro e fraude contra o vice-presidente de Angola, Manuel Vicente, como parte de uma investigação em Lisboa. Vicente é alvo de suspeita de ter subornado um magistrado português a favor dele em duas investigações na época em que comandava a petroleira estatal angolana Sonangol, disse o comunicado oficial.O magistrado, um advogado de Vicente e seu representante em Portugal também são acusados no caso. O escritório da procuradoria disse que Vicente será informado das acusações por meio de autoridades angolanas. Advogado de Vicente em Luanda, Rui Patricio disse que nem ele nem o cliente tinham conhecimento das acusações. O fato de que Vicente não foi questionado “invalida o processo”, disse o advogado, segundo a agência de notícias Lusa.

15 de fevereiro de 2017, 17:15

MUNDO Trump diz que Michael Flynn foi tratado de forma injusta pela mídia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Michael Flynn, seu então assessor de Segurança Nacional, é “maravilhoso” e foi tratado de forma “muito injusta” pela mídia, e também pelo que chamou de “mídia falsa”, durante coletiva de imprensa com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. Trump disse que era “uma coisa muito triste” o vazamento de informações secretas, que acabaram comprometendo Flynn, e que a ação constitui um ato criminoso. Ele ainda voltou a afirmar que os vazamentos são direcionados a encobrir a derrota do Partido Democrata na eleição presidencial. Michael Flynn renunciou ao cargo na segunda-feira, permanecendo menos de um mês na Segurança Nacional, após ter supostamente discutido as sanções dos EUA contra a Rússia com o embaixador de Moscou, Sergey Kislyak, em um telefonema que teria ocorrido no final do ano passado, antes de Trump assumir a presidência.

Estadão Conteúdo

15 de fevereiro de 2017, 08:28

MUNDO Terremotos na Itália causaram prejuízos de 23 bilhões de euros

A série de terremotos que atinge o centro da Itália desde o dia 24 de agosto de 2016 já provocou prejuízos de 23,5 bilhões de euros (R$ 77 bilhões). A estimativa está em relatório enviado pela Proteção Civil italiana a Bruxelas para ativar o Fundo Europeu de Solidariedade, criado pela União Europeia para responder a desastres naturais nos Estados-membros do bloco. A cifra inclui tanto prejuízos estruturais, como danos a residências, redes de gás, água e energia, empresas, ruas, igrejas e outros edifícios históricos, quanto os custos emergenciais relativos aos tremores de terra. A Itália havia recorrido ao fundo em 16 de novembro do ano passado, quando a estimativa de danos era de 7 bilhões de euros (R$ 23 bilhões) e contemplava apenas o terremoto de 24 de agosto, que matou 299 pessoas e devastou as cidades de Amatrice e Accumoli e um distrito de Arquata del Tronto. No entanto, os sismos ocorridos no fim de outubro do ano passado e em 18 de janeiro de 2017 levaram Roma a refazer os cálculos. Até o momento, a Comissão Europeia, poder Executivo da UE, concedeu apenas uma antecipação de 30 milhões de euros (R$ 98 milhões). Desde a criação do fundo, em 2002, a Itália é sua principal beneficiária, tendo recebido no período 1,3 bilhão de euros (R$ 4,2 bilhões), boa parte desse total após o terremoto de abril de 2009, que destruiu a cidade de L’Aquila. A série de terremotos começou em 24 de agosto, com tremores de 6.0 na escala Richter em Amatrice, o pior da sequência. Em 26 de outubro, dois tremores, um de 5.4 e outro de 5.9, causaram graves danos nas cidades de Castelsantangelo sul Nera, Visso, Ussita e em um distrito de Norcia, município que seria atingido novamente quatro dias depois, por um terremoto de 6.5. Contudo, esses três fenômenos causaram apenas uma morte indireta, de um homem que sofreu um infarto por conta do susto.

Agência Brasil

14 de fevereiro de 2017, 18:40

MUNDO Maduro enviará protesto aos EUA após sanções contra vice-presidente da Venezuela

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou nesta terça-feira que seu governo entregará uma nota de protesto ao encarregado de negócios da embaixada dos Estados Unidos em Caracas em rechaço às sanções aprovadas pelo Departamento do Tesouro contra o vice-presidente Tareck El Aissami, acusado de narcotráfico.Maduro falou durante um ato no palácio de governo difundida pela emissora estatal, na qual ele informou que deu à ministra das Relações Exteriores venezuelana a missão de entregar a nota e pedir que o governo dos EUA se “retrate” das acusações contra El Aissami, consideradas por Maduro uma “agressão” à Venezuela

Estadão Conteúdo

14 de fevereiro de 2017, 12:45

MUNDO Irmão do líder da Coreia do Norte é assassinado na Malásia

Kim Jong-nam, meio-irmão do líder norte-coreano, Kim Jong-un, foi morto na Malásia, informaram a Yonhap (principal agência de notícias da Coreia do Sul). e outros meios de comunicação sul-coreanos nesta terça-feira (14) De acordo com a Yonhap, que cita uma fonte do governo sul-coreano não identificada, Kim Jong-nam foi assassinado na segunda-feira (13). As informações são da agência italiana Ansa. Segundo a TV Chosun, uma rede de televisão a cabo, ele teria sido envenenado por duas mulheres, que seriam operárias norte-coreanas, no aeroporto de Kuala Lumpur. A polícia da Malásia confirmou apenas que um homem foi encontrado morto no aeroporto. No entanto, foi dito que a identidade da vítima não foi verificada. O filho mais velho do ditador Kim Jong-il era frequentemente apontado como o sucessor de Kim Jong-un. Ele estava escondido na Malásia desde a execução do seu tio Jang Song-thaek, em 2014.

Agência Brasil

14 de fevereiro de 2017, 07:35

MUNDO Assessor de Trump renuncia depois de admitir que mentiu para vice-presidente

Com menos de um mês à frente do governo dos Estados Unidos, o presidente Donald Trump já enfrenta a primeira crise de gabinete. Michael Flynn, a principal autoridade na área de segurança norte-americana, renunciou, após escândalo sobre uma conversa que teve com um embaixador russo nos Estados Unidos, Sergei Kisliak. Trump nomeou o general Joseph Keith Kellogg Jr. interinamente em seu lugar, enquanto inicia os contatos para encontrar um nome definitivo para o posto. A renúncia de Flynn ocorreu depois de notícias de que ele enganou o vice-presidente norte-americano, Mike Pence, e outros funcionários do governo e mentiu sobre o teor de suas conversas com o embaixador da Rússia antes mesmo de Trump tomar posse. Em carta de demissão, cujo texto foi enviado pela Casa Branca, por e-mail, aos repórteres, Flynn disse que fez vários telefonemas para o embaixador russo durante o período de transição do ex-presidente Barack Obama para Donald Trump. Na carta, ele admitiu que deu “informações incompletas” a Pence sobre essas conversas. Flynn disse a Pence que não discutiu com autoridades russas as sanções dos Estados Unidos contra a Rússia, aprovadas pelo então presidente Obama nos dias que antecederam a posse de Trump. Essa garantia dada pelo ex-conselheiro de Segurança Nacional levou Pence a defender Flynn em várias entrevistas à televisão. Mas, nessa segunda-feira (14), a imprensa norte-americana noticiou que o Departamento de Justiça advertiu a Casa Branca que Flynn não tinha sido totalmente franco sobre suas conversas com o embaixador russo. Para o Departamento de Justiça, Flynn ficou vulnerável a possíveis chantagens de autoridades russas por não ter contato toda a verdade para Pence.

José Romildo, Agência Brasil