14 de maio de 2018, 20:10

MUNDO Juiz indicia Cristina Kirchner e seus filhos por lavagem de dinheiro

Foto: Estadão

A ex-presidente da Argentina, Cristina Kirchner

Um juiz indiciou nesta segunda-feira, 14, a ex-presidente da Argentina, Cristina Kirchner (2007-2015), e seus filhos, Máximo e Florencia Kirchner, por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, em uma causa por supostas irregularidades com empresários da obra pública por meio da empresa familiar Hotesur. O magistrado Julián Ercolini também processou, entre outros, Romina Mercado – sobrinha de Cristina – e o empresário construtor Lázaro Báez, já em prisão preventiva desde 2016 por outro caso, e ordenou contra todos eles embargos sobre quantias de até 800 milhões de pesos (US$ 32,02 milhões) para cada um. Este é o quinto indiciamento judicial para a atual senadora, com o qual se busca saber se a família da ex-presidente recebeu pagamentos de empresários de obra pública por meio da contratação de quartos de um hotel administrado pela Hotesur, empresa com participação de Cristina e seus dois filhos. O magistrado já interveio na companhia hoteleira no último mês de março, quando afirmou que tinha sido “uma das pessoas jurídicas através das quais a família Kirchner teria recebido periodicamente dinheiro obtido mediante a fraude contra o Estado nacional”. Em novembro de 2017, a ex-governante prestou depoimento por essa causa, negou todas as acusações e afirmou que a atividade da empresa familiar tinha sido plenamente legal; além de ter denunciado que sua situação judicial se devia a “interesses do oficialismo”. O conhecido como “caso Hotesur” começou em novembro de 2014 por uma denúncia da então deputada nacional Margarita Stolbizer. Cristina Kirchner também foi indiciada – e com uma ordem de detenção que não foi efetivada por ter privilégios parlamentares – pelo suposto acobertamento dos iranianos suspeitos de cometer um atentado contra uma associação judaica de Buenos Aires que deixou 85 mortos em 1994.

Estadão Conteúdo

14 de maio de 2018, 15:08

MUNDO Temer lamenta violência entre Israel e Palestina e faz ‘um chamado à paz’

O presidente Michel Temer lamentou por meio de seu perfil no Twitter, nesta segunda-feira, 14, os confrontos com soldados israelenses que deixaram dezenas de palestinos mortos e feridos na Faixa de Gaza. A região é palco de protestos contra a transferência da embaixada americana de Tel-Aviv para Jerusalém, que foi inaugurada nesta segunda-feira, 14. “Lamento profundamente os terríveis episódios de violência na fronteira entre Israel e a Palestina. Nossa solidariedade com os feridos e as famílias dos mortos. O Brasil faz um apelo à moderação, um chamado à paz”, escreveu o presidente. Segundo autoridades palestinas, 52 palestinos morreram e cerca de 1.700 ficaram feridos. Um dos mortos era um adolescente de 14 anos, informaram as mesmas fontes. Isso porque os soldados israelenses abriram fogo quando os manifestantes se aproximaram da cerca que divide o território. A emissora Al-Jazeera afirmou que um de seus repórteres ficou ferido enquanto cobria as manifestações. O jornalista Wael Dhadouh foi “ferido por munição real das forças israelenses”, disse a emissora em sua conta no Twitter, sem detalhar a gravidade dos ferimentos.

Estadão Conteúdo

13 de maio de 2018, 13:00

MUNDO Responsável por ataque em Paris estava no radar da polícia por radicalismo

O homem responsável pelo ataque a faca no centro de Paris ontem estava no radar da polícia por suspeita de radicalismo e não tinha histórico de prisões ou atividades criminais, de acordo com autoridades francesas. Nascido em 1997, na Chechênia, o agressor matou um homem de 29 anos e feriu outras quatro pessoas numa área turística da capital francesa antes de ser morto por policiais. Os pais do agressor foram detidos para questionamentos e a polícia quer determinar se ele teve alguma ajuda no ataque. A embaixada da Rússia na França disse que já solicitou mais informações sobre o autor do ataque às autoridades francesas. Testemunhas relataram terem ouvido o homem gritar “Allahu akbar” (“Deus é grande”, em árabe) durante o ataque. O Estado Islâmico reivindicou a autoria do ataque e disse que ele foi conduzido por um de seus “soldados”, mas não deu provas ou detalhes sobre a identidade do agressor.

Estadão

13 de maio de 2018, 12:30

MUNDO EUA terão de fornecer “garantias de segurança” a Kim Jong-un, diz secretário

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse que seu país terá de “fornecer garantias de segurança” ao líder norte-coreano Kim Jong-un se as duas nações chegarem a um acordo nuclear. Pompeo se encontrou com Kim Jong-un na semana passada, na Coreia do Norte, e ajudou a preparar o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, marcado para o dia 12 de junho, em Cingapura. O objetivo de Trump é fazer a Coreia do Norte se livrar das armas nucleares permanentemente. Em troca, os EUA se colocariam dispostos a ajudar o país a fortalecer sua economia. Questionado pelo “Fox News Sunday” sobre se os EUA estariam dizendo a Kim que ele poderia continuar no poder se ele atendesse às demandas americanas, Pompeo disse que “teremos de fornecer garantias de segurança”.

Estadão

13 de maio de 2018, 12:15

MUNDO Israel se prepara para abertura de embaixada dos EUA em Jerusalém

Israel está preparando uma série de festividades para celebrar a abertura da nova embaixada dos Estados Unidos em Jerusalém na segunda-feira, uma decisão que gerou protestos dos palestinos e aumentou temores de uma nova disparada da violência. Ao mesmo tempo em que comemorará o 51º aniversário da “unificação” de Jerusalém após a guerra de 1967, o governo israelense promoverá uma recepção de gala para a cerimônia da nova embaixada. Estarão presentes no evento a filha do presidente americano, Donald Trump, Ivanka, seu conselheiro sênior e genro, Jared Kushner, e o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin. Também são esperados diplomatas de outros países, ainda que muitos embaixadores de nações europeias que se opõem à mudança da embaixada tenham decidido não comparecer à inauguração. Israel capturou o leste de Jerusalém na Guerra dos Seis Dias e anexou a região ao seu território, num movimento não reconhecido internacionalmente. Os palestinos desejam que a área seja a capital de seu futuro Estado, e veem a realocação da embaixada americana de Tel-Aviv para Jerusalém como um movimento descaradamente unilateral que invalida o papel dos EUA como enviado de paz ao Oriente Médio. A decisão de Trump de reconhecer Jerusalém como capital de Israel incitou meses de protestos nos territórios palestinos. Os comandantes do Hamas lideraram as manifestações, que devem atingir o pico nesta semana com o 70º aniversário do que os palestinos chamam de “nakba”, ou “catástrofe”, referindo-se à sua extirpação em massa durante a guerra que se seguiu após a declaração de independência de Israel, em 1948.

Estadão

12 de maio de 2018, 13:00

MUNDO Chanceler alemã critica decisão dos EUA sobre Acordo com Irã

A chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou neste sábado que a decisão do presidente norte-americano Donald Trump de retirar os Estados Unidos do acordo nuclear do Irã torna a situação no Oriente Médio “mais difícil”. Discursando na Basílica de São Francisco, em Assis, Itália, Merkel citou a recente escalada da hostilidade israelense-iraniana como motivo de preocupação. Nesta sexta-feira, Merkel já havia criticado a decisão de Trump afirmando que “não está certo que se decida abandonar unilateralmente um contrato que foi discutido e que o Conselho de Segurança da ONU aprovou unanimemente”. Para ela, “Isso danifica a confiança na ordem internacional”. Frades franciscanos concederam neste sábado à líder alemã a Lâmpada da Paz de São Francisco. Durante a cerimônia, ela disse: “A paz não é possível sem justiça”. Merkel afirmou que “a busca pela paz e reconciliação, independente da fé e visão de mundo, é uma tarefa essencial e fundamental da política”. Referindo-se às divisões sobre a questão dos imigrantes na Europa, ela disse que “a tolerância deve estar sempre presente na União Europeia”. A chanceler recomendou rebater declarações populistas com fatos, num momento em que o populismo aumenta na Itália e em outros países.

Estadão

11 de maio de 2018, 10:17

MUNDO Placas de veículos terão até dezembro padrão dos países do Mercosul

O Diário Oficial da União publicou hoje (11) resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que regulamenta a produção das placas de identificação dos veículos brasileiros no padrão dos países do Mercosul. As novas placas deverão ser implementadas no Brasil até 1º de dezembro deste ano em veículos a serem registrados, que estejam em processo de transferência de município ou propriedade ou quando houver a necessidade de substituição das placas. A resolução traz as regras e requisitos de credenciamento das empresas responsáveis pela produção, estampa e o acabamento final das placas veiculares. As empresas só poderão produzir e comercializar as placas se forem credenciadas no Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). De acordo com a resolução, a venda das placas deverá ser feita de forma direta das empresas credenciadas aos proprietários de veículos. A definição dos preços também será feita pelos fabricantes.

Agência Brasil

8 de maio de 2018, 17:24

MUNDO Donald Trump retira Estados Unidos do acordo nuclear com Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou hoje (8) sua decisão de retirar o país do acordo nuclear com o Irã. O alívio das sanções não será retirado de maneira imediata, mas em até 90 dias, podendo demorar mais que esse período – no total de 180 dias, prazo em que o país poderá negociar um novo acordo. Com a medida, ele cumpre uma promessa de campanha e isola os Estados Unidos no posicionamento contrário à manutenção do compromisso.O pacto em 2015 foi celebrado após um compromisso do Irã em limitar suas atividades nucleares em troca do alívio nas sanções internacionais. Ao anunciar a decisão, Trump chamou o acordo de desastroso e disse que o “pacto celebrado jamais deveria ter sido firmado”, porque não provê garantias que o Irã tenha abandonado mísseis balísticos.Trump afirmou ter conversado com França, Alemanha e Reino Unido sobre a decisão. Para ele, os recursos liberados ao Irã em virtude do acordo – cerca de U$ 100 bilhões, em ativos internacionais, teriam sido usados para produção de armas e opressão no Oriente Médio, na Síria e no Iêmen. Chamado de Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA, sigla em inglês), o acordo foi firmado pelo então presidente Barack Obama e o chamado P5+1 – grupo formado pelos cinco países-membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas (China, Estados Unidos, França, Reino Unido, além da Alemanha com o Irã).O texto final foi alcançado depois de muita negociação entre as partes, e determinava um patamar máximo de urânio enriquecido do Irã – matéria usada para energia ou armas nucleares. Trump já havia dito que o pacto era “o pior negócio do mundo”.Durante a manhã, antes do anúncio, altos funcionários do governo Trump avisaram os principais líderes do Congresso dos Estados Unidos para explicar a decisão. O Irã havia se comprometido a alterar sua matriz de produção nuclear para inviabilizar a produção de plutônio, produto que pode ser usado na fabricação de bombas nucleares, assim como o urânio.Dentre os vários termos acordados à época, o pacto previa o limite de centrífugas para enriquecer o plutônio. Após a celebração do acordo, a Agência Internacional de Energia Atômica (Iaea) afirmou em janeiro de 2016 que o Irã estava cumprindo sua parte no acordo.Donald Trump disse que o acordo tinha falhas “desastrosas” que precisam ser corrigidas. Ele afirmou que o texto em vigor restringe as atividades nucleares do Irã somente de maneira limitada – por um período limitado e afirma que a documento firmado não deteve o desenvolvimento de mísseis balísticos pelo Irã.A proposta que Trump tinha como princípio reativar as sanções, a menos que o Congresso aprovasse uma complementação para que o acordo em vigor seja ampliado. O presidente americano pedia ainda inspeções imediatas pela Agência Internacional de Energia Atômica, e que o Irã não se aproxime da marca estipulada como “máxima capacidade” de material para produção de uma arma nuclear.Na prática, segundo fontes ouvidas pela imprensa nos Estados Unidos, isso imporia ao Irã o break-out time, que representa uma pausa para impedir que uma bomba seja produzida, um valor estimado em um ano de produção.

Agência Brasil

7 de maio de 2018, 19:36

MUNDO Trump anuncia nesta terça-feira decisão sobre acordo nuclear com o Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prepara para esta terça-feira (8) o anúncio sobre o acordo nuclear com o Irã. Ele divulgou a iniciativa na sua conta no Twitter: “Eu anunciarei minha decisão sobre o acordo do Irã amanhã da Casa Branca às 14h”, informou.Desde a campanha eleitoral, Trump faz severas críticas ao pacto e o classificou como o “pior acordo da história”. O compromisso foi assinado em 2015 pelo antecessor Barack Obama e os líderes do Reino Unido, da França, da Alemanha, da China e da Rússia.No acordo, foram reduzidas as sanções econômicas impostas ao Irã em troca de limitações ao programa nuclear do país do Oriente Médio. Os líderes mundiais temiam que o Irã usasse o programa para construir armas atômicas.Em janeiro, Trump estendeu a suspensão das sanções, concedendo mais 120 dias aos países signatários do acordo ( Reino Unido, da França, da Alemanha, da China e da Rússia) para corrigirem o que chamou de “falhas terríveis”. O prazo termina no próximo dia 12.

Agência Brasil

6 de maio de 2018, 11:21

MUNDO Primeiro-ministro do Iraque anuncia ataque aéreo contra Estado Islâmico na Síria

O primeiro-ministro do Iraque, Haider al-Abadi, anunciou neste domingo que o país lançou um ataque aéreo na vizinha Síria contra o grupo Estado Islâmico. Segundo al-Abadi, a ação é a mais recente de uma série de incursões na fronteira lançada contra o grupo extremista nas últimas semanas. Forças do Iraque e da Síria tem expulsado o Estado Islâmico de todo o território que haviam ocupado, mas o grupo ainda opera em áreas remotas ao longo da fronteira. O anúncio ocorre dias antes das eleições nacionais no Iraque, na qual al-Abadi espera garantir um segundo mandato como primeiro-ministro. Em sua campanha ele frequentemente tem reforçado sua participação em movimentos que tem como objetivo derrotar o grupo extremista.

Estadao

4 de maio de 2018, 19:00

MUNDO Coreia do Norte adota fuso horário da Coreia do Sul

Foto: Reprodução/Estadão

O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, e presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in

A Coreia do Norte ajustou neste sábado (horário local, sexta-feira em Brasília) seu fuso horário ao da Coreia do Sul, anunciou sua agência oficial de notícias, após a cúpula entre os presidentes dos dois países na semana passada. “A adoção do fuso horário é a primeira medida prática após a histórica terceira cúpula Norte-Sul para acelerar o processo em que o Norte e o Sul vão se tonar um (só país)”, informou a agência KCNA. A KCNA indicou na segunda-feira que o líder norte-coreano Kim Jong-un decidiu adotar essa medida durante a reunião do dia 27 com o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, em Panmunjom, na Zona Desmilitarizada que divide a península. As duas Coreias não estavam no mesmo fuso horário desde 2015, quando o Norte decidiu que todos os relógios no país seriam adiantados em 30 minutos. Pyongyang explicou na ocasião que queria acabar com o horário imposto mais de um século antes pelo colonizador japonês e, assim, marcar o 70º aniversário da libertação da Coreia do jugo de Tóquio. Mas Kim assegurou que foi “doloroso” ver, durante a última cúpula, dois relógios de parede marcando horários diferentes, do Sul e do Norte, de acordo com a KCNA. Dessa forma, o Parlamento norte-coreano aprovou na segunda-feira um decreto ajustando o fuso horário a partir de sábado, 5 de maio. Após o anúncio dessa medida, o porta-voz da presidência sul-coreana, Yoon Young-chan, saudou “uma medida simbólica” que reflete o desejo de melhorar as relações bilaterais. Em um outro gesto de aproximação, a Coreia do Norte apresentou um pedido para abrir novas rotas aéreas para a Coreia do Sul. A solicitação foi feita em fevereiro à Organização da Aviação Civil Internacional (Icao, na sigla em inglês), agência ligada à ONU e com sede em Montreal, no Canadá. Segundo a entidade, o regime de Kim quer instituir “serviços de tráfego aéreo” entre Pyongyang e a cidade sul-coreana de Incheon, nos arredores de Seul. A Icao enviou a proposta para a Coreia do Sul, que está “analisando” o pedido. Além disso, uma delegação da agência irá ao Norte na semana que vem para discutir o assunto. Atualmente, a companhia aérea estatal de Pyongyang, Air Koryo, voa para aeroportos na Rússia e na China. Embora a Icao não possa determinar regras a países, costuma ser ouvida em termos de segurança e proteção no espaço aéreo.

Estadão Conteúdo

4 de maio de 2018, 16:30

MUNDO Estamos nos saindo bem na negociação com a Coreia do Norte, diz Trump

Foto: Divulgação

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que seu país está “se saindo bem” na negociação com a Coreia do Norte. Ele criticou acordos anteriores com Pyongyang, que segundo o presidente apenas davam vantagens aos norte-coreanos, sem contrapartida. Mais cedo, Trump havia informado a repórteres que já foi definido o local e a data da reunião entre ele e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, e que os detalhes serão anunciados em breve. Trump também disse que a população americana em geral se beneficia com os “grandes cortes de impostos” realizados por seu governo. “Estamos finalmente colocando os EUA em primeiro lugar” ressaltou, durante evento em Dallas, Texas, da Associação Nacional do Rifle (NRA, na sigla em inglês), um grupo defensor do direito de portar armas no país. Em sua fala, Trump reafirmou seu apoio ao porte de armas e disse que protegerá a Segunda Emenda da Constituição, que trata do tema. Também pediu um esforço do eleitorado do Partido Republicano para que sua sigla não perca a eleição legislativa de meio de mandato, neste ano. Trump lembrou do ataque ocorrido em Paris em novembro de 2015, quando terroristas mataram mais de 130 pessoas em uma ação coordenada. Para ele, caso algum funcionário próximo tivesse uma arma poderia ter reagido “e tudo teria sido uma história diferente”. Trump também criticou a situação em Chicago, dizendo que a cidade tem as regras mais duras sobre a posse de armas no país, o que pioraria a segurança. O presidente americano também comemorou os números do mercado de trabalho, horas após a divulgação do relatório mensal de empregos (payroll) de abril. Os EUA geraram 164 mil vagas no mês passado, um pouco abaixo da previsão de 175 mil dos analistas ouvidos pelo Wall Street Journal. A taxa de desemprego, por outro lado, recuou de 4,1% em março para 3,9% em abril, na mínima desde dezembro de 2000. “A taxa de desemprego caiu abaixo de 4% pela primeira vez desde o início deste século”, comemorou Trump. Ele também disse que o desemprego entre afro-americanos e hispânicos está nas mínimas históricas no país. Trump também reafirmou plataformas como a melhora da segurança, com a promessa de construir um muro na fronteira com o México, e defendeu que a imigração seja baseada em méritos dos candidatos, não em sorteios. Além disso, reafirmou seu compromisso de “reconstruir” as Forças Armadas.

Estadão Conteudo

4 de maio de 2018, 08:40

MUNDO Trump volta a pedir agilidade na mudança de leis de imigração dos EUA

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a pedir que o Congresso americano agilize a mudança das leis imigratórias, dizendo que a fronteira com o México está “sob cerco”.”Nossa fronteira sul está sob cerco. O Congresso precisa agira agora para mudar nossas fracas e ineficazes leis de imigração. Precisamos construir um muro. O México, que tem um grande problema com crime, está fazendo pouco para ajudar!”, escreveu o presidente no Twitter.Os comentários foram feitos dias após uma caravana de imigrantes da América Central chegar à fronteira entre os dois países para tentar conseguir asilo nos EUA. O procurador-geral Jeff Sessions chamou a caravana de “uma tentativa deliberada de minar nossas leis e sobrecarregar nosso sistema”.

Estadão

2 de maio de 2018, 07:43

MUNDO Desemprego na zona do euro se mantém em 8,5% em março, como previsto

A taxa de desemprego da zona do euro ficou em 8,5% em março, inalterada em relação à de fevereiro e no menor nível desde dezembro de 2008, segundo dados publicados hoje pela agência oficial de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. O resultado veio em linha com a projeção de analistas consultados pelo The Wall Street Journal. Apesar da estabilidade na taxa, o número de desempregados na região teve queda de 83 mil em março ante o mês anterior. Fonte: Dow Jones Newswires.

Estadão Conteúdo

2 de maio de 2018, 06:50

MUNDO Noruega investiga propina em contratos com Petrobrás

Foto: Estadão

Plataforma de perfuração cilíndrica operada pela Sevan Drilling em Santos

Três anos depois de abrir investigações, a Procuradoria-Geral da Noruega fecha o cerco contra uma empresa e um executivo do país em razão de um suposto esquema de corrupção envolvendo a Petrobrás. Os implicados são a Sevan Drilling e seu executivo Jan Erik Tveteraas, num processo que caminha para sua conclusão. Documentos do Tribunal Federal da Suíça obtidos pelo Estado mostram que a suspeita é de que empresas norueguesas teriam pago, de 2007 a 2011, US$ 14 milhões em “honorários” a operadores que transferiram o dinheiro para contas na Suíça. A Suíça, pela decisão dos juízes federais, aceitou repassar os extratos bancários aos investigadores noruegueses. A esperança da procuradoria é de que, com as informações da Suíça, o caso possa ser concluído e que ele vá para a Corte antes de meados do ano. As investigações na Noruega foram iniciadas em 2015. Naquele momento, as empresas Sevan Marine e o executivo Arne Smedal também estavam sob suspeita. Desde o ano passado, porém, esses casos foram encerrados e a acusação, agora, se refere diretamente ao executivo Jan Erik Tveteraas e a companhia Sevan Drilling. Leia mais no Estadão.

Estadão