5 de março de 2017, 10:48

MUNDO Papa Francisco pede que fiéis consultem a Bíblia como verificam celulares

O Papa Francisco convocou os fiéis a consultarem a Bíblia com a mesma frequência que verificam mensagens em seus celulares. O Papa falou para uma lotada praça de São Pedro durante sua bênção semanal. “O que aconteceria se nos voltássemos quando nos esquecemos. Se abrirmos (a Bíblia) mais vezes ao dia, se lermos a mensagem de Deus na Bíblia da mesma maneira que lemos as mensagens em nossos celulares”. Fonte: Associated Press.

Estadão Conteúdo

4 de março de 2017, 12:15

MUNDO Vaticano tem queda em seu déficit orçamentário em 2015

Cidade do Vaticano, 04 (AE) – O Vaticano divulgou novos números, segundo os quais seu déficit orçamentário diminuiu pela metade em 2015, para 12,4 milhões de euros (US$ 13 milhões). Em 2014, o déficit orçamentário registrado pelo Vaticano foi de 25,6 milhões de euros. O Vaticano não incluiu mais detalhes sobre os anos anterior, com o argumento de que houve uma transição em seu sistema de contabilidade financeira. Foi registrado em 2015 o montante de 24 milhões de euros em contribuições de dioceses da Igreja Católica, um aumento na comparação com os 21 milhões de euros do ano anterior. O Vaticano ainda recebeu 50 milhões de euros do Banco do Vaticano, mesmo valor de 2014. A cidade-Estado do Vaticano, que inclui o correio, museus e outras atividades, registrou superávit de 59,9 milhões de euros, uma queda de 6% na comparação anual.

Estadão Conteúdo

3 de março de 2017, 21:46

MUNDO Vice-presidente dos EUA utilizou e-mail pessoal para tratar assuntos de estado

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, utilizou seu e-mail pessoal para tratar de temas de trabalho enquanto era governador de Indiana, segundo reportagem do jornal The Indianapolis Star, do estado natal do vice. De acordo com o jornal, Pence teria tratado de temas de segurança nacional pelo e-mail, entre eles os muros na residência oficial do governador e a resposta do estado para ataques terroristas em outros países.O jornal publicou ainda que a conta do vice teria sido hackeada no fim do ano passado. Conforme o relato, um hacker teria conseguido acesso ao e-mail do vice e enviado mensagens a seus contatos informando que ele e a mulher estavam sem dinheiro nas Filipinas e precisando de ajuda.O caso lembra o de Hillary Clinton, candidata à presidência dos Estados Unidos, que utilizou o e-mail pessoal, assim como um servidor instalado em sua casa, enquanto era secretária de Estado. Hillary passou por investigações do FBI e a revelação foi apontada como uma das causas para que ela perdesse as eleições para Donald Trump.Durante uma entrevista em setembro do ano passado, Mike Pence afirmou que Hillary Clinton “operava de maneira a manter seus e-mails e, sobretudo, suas interações como secretária de Estado com a Fundação Clinton longe do alcance do público, de modo que não precisasse prestar contas à sociedade”.

3 de março de 2017, 21:30

MUNDO Morre ex-presidente do Haiti René Préval

O ex-presidente do Haiti René Préval faleceu nesta sexta-feira (3) aos 74 anos. Presidente do país caribenho duas vezes, Préval comandou o Haiti entre 1996 e 2001 e de 2006 a 2011. Foi durante a gestão dele que ocorreu uma das maiores catástrofes climáticas do país: o forte terremoto que deixou pelo menos 230 mil mortos há sete anos.Por meio do Twitter, o presidente Michel Temer ofereceu condolências ao povo e ao governo haitiano pela morte do ex-presidente. “Estendo à família do ex-presidente nossos sentimentos neste momento de pesar”, escreveu Temer.Também pela rede social, o atual presidente haitiano, Jovenel Moise, se disse emocionado com a notícia. “Eu me curvo aos restos deste digno filho do Haiti”, afirmou.Foi após o primeiro governo de René Preval que, nos mais de 200 anos da história da República do Haiti, um haitiano conseguiu concluir o mandato e passar o cargo de presidente para outro político eleito pelo povo.

Agência Brasil

2 de março de 2017, 09:19

MUNDO Terremoto de intensidade moderada atinge sudeste da Turquia

O governo da Turquia afirmou nesta quinta-feira que um terremoto de magnitude preliminar 5,5 graus atingiu o sudeste do país. De acordo com o centro de gerenciamento de crises, o centro do terremoto ficou na região do município de Samat, na província de Adiyaman. O serviço geológico dos Estados Unidos afirmou que o terremoto teve magnitude de 5,6 graus e que a profundidade foi rasa, de cerca de 00 quilômetros. Ainda não se sabe se houve ou qual foi a extensão dos danos causados pelo tremor.

Estadão

2 de março de 2017, 09:04

MUNDO Parlamento Europeu retira imunidade de Le Pen por publicar imagens do EI

O Parlamento Europeu decidiu nesta quinta-feira retirar a imunidade da candidata da extrema-direita na França, Marine Le Pen, que pode agora ser processada por divulgar imagens fortes de execuções feitas pelo grupo extremista Estado Islâmico. Le Pen, que lidera as pesquisas de intenção de voto na França e também é deputada em Bruxelas, publicou em dezembro de 2015 imagens violentas em resposta a um jornalista que traçou uma analogia entre o pensamento de seu partido, a Frente Nacional, e os extremistas que controlam partes do Iraque e da Síria. Le Pen tentou mostrar a diferença entre os dois grupos, mas os esforços causaram forte reação contrária. Na época, o Ministério do Interior a acusou de fomentar a propaganda extremista.

Estadão

2 de março de 2017, 08:33

MUNDO Norte-coreano preso por morte de Kim Jong Nam será deportado, diz Malásia

O governo da Malásia irá deportar o homem norte-coreano que foi preso por suspeita de ter participado da morte do meio-irmão do líder Kim Jong Un, afirmou hoje o procurador-geral do país, Mohamed Apandi Ali. Segundo Ali, Ri Jong Chol será solto na sexta-feira porque não havia “evidência suficiente” para indiciá-lo, mas “porque não tem visto de viagem válido”. A polícia havia dito que oito pessoas de nacionalidade norte-coreana eram suspeitos na morte de Kim Jong Nam, mas apenas Ri foi detido. Quatro dos suspeitos fugiram do país após a morte do meio-irmão do ditador norte-coreano. Ri morava no país há anos e trabalhava para uma companhia malaia de acordo com seus documentos de trabalho. No entanto, segundo um gerente da companhia, Ri nunca trabalhou com ele.

Estadão

2 de março de 2017, 08:12

MUNDO Com nova política comercial de Trump, EUA poderão ignorar decisões da OMC

A política comercial do governo Donald Trump vai ampliar o espaço para medidas unilaterais dos EUA contra outros países e abrirá caminho para Washington ignorar decisões da Organização Mundial do Comércio (OMC) contrárias a seus interesses, em um frontal desafio à arquitetura econômica multilateral construída ao longo das últimas seis décadas para evitar uma guerra comercial em escala global. Os princípios são uma tradução do slogan “América em primeiro lugar”, que orientou a campanha vitoriosa de Trump, e foram apresentados nesta quarta-feira, 1, no relatório anual sobre a agenda comercial do governo enviada ao Congresso dos EUA. O documento dá preferência a arranjos bilaterais em detrimento dos multilaterais e afirma que as regras da OMC são ineficazes quando integrantes do sistema não atuam de acordo com as regras de mercado.Apesar de a China não ser mencionada de maneira explícita no documento, ela é o alvo das críticas do governo Trump. “Grandes parcelas da economia global não refletem forças de mercado. Importantes setores da economia global e mercados significativos ao redor do mundo são distorcidos por subsídios governamentais, roubo de propriedade intelectual, manipulação da moeda, empresas estatais e inúmeras práticas desleais”, diz o texto. “A incapacidade do sistema de responsabilizar esses países leva a uma falta de confiança no sistema.” O documento também enfatiza a soberania americana: “Desde que os Estados Unidos ganharam sua independência, tem sido um claro princípio de nosso país de que cidadãos americanos estão sujeitos apenas a leis e regulações feitas pelo governo dos EUA – não a decisões adotadas por governos estrangeiros ou organizações internacionais”.

Estadão

2 de março de 2017, 07:20

MUNDO Justiça argentina vai investigar Macri por suspeita em concessão de rotas aéreas

A Justiça vai investigar o presidente da Argentina, Mauricio Macri, e funcionários de seu governo por supostas irregularidades na concessão de rotas aéreas à empresa Avianca. A decisão foi comunicada nesta quarta-feira (1º) pelo promotor, horas antes de Macri comparecer perante o Congresso para fazer um balanço de seu primeiro ano no poder. Segundo o promotor Jorge di Lello, a empresa aérea colombiana teria sido favorecida porque tinha vínculos com o grupo chefiado pelo empresário Franco Macri, pai do presidente. No discurso, Macri prometeu medidas para combater a corrupção e garantir a transparência na concessão de obras publicas. Entre elas, um projeto de lei de “responsabilidade empresarial” e decretos, estabelecendo mecanismos claros para separar os interesses públicos dos privados. O presidente, que assumiu em dezembro de 2015 com a promessa de um governo “transparente”, já foi acusado pela Justiça de beneficiar a empresa Correo Argentino – que pertencia ao seu pai e tem uma divida com o Estado. Franco Macri obteve a concessão para administrar a empresa de correio em 1997, mas ela foi revogada em 2003, quando a empresa, endividada, voltou às mãos do Estado. A Justiça estima que a divida do Correo Argentino com o Estado some 300 milhões de pesos (US$ 19 bilhões). Nunca houve acordo entre as duas partes para renegociar o débito até que, em 2016, o governo aceitou a proposta feita pela Sociedade Macri (Socma), de Franco Macri. Acusado de ter negociado uma proposta demasiadamente generosa, que perdoaria boa parte da dívida, Mauricio Macri voltou atrás. O governo, no entanto, insiste que o acordo permitia ao Estado resolver um conflito e arrecadar dinheiro. “O erro do governo foi não ter percebido que essa questão é politica, não técnica. Especialmente em ano de campanha para as eleições legislativas de outubro”, disse o analista político Rosendo Fraga em entrevista a Agência Brasil. Macri admitiu publicamente ter cometido um erro que levantou suspeitas sobre a política de transparência de seu governo. No discurso ao Congresso, ele prometeu estabelecer regras claras para impedir “conflitos de interesse” no futuro. Ele mencionou ainda a necessidade de combater a corrupção na concessão de obras públicas.

Monica Yanakiew, Agência Brasil

1 de março de 2017, 17:39

MUNDO Conselho de Segurança não aprova sanções à Síria pelo uso de armas químicas

O Conselho de Segurança da ONU não aprovou ontem (28), por nove votos a favor, três contra e três abstenções um projeto de resolução que visava impor sanções ao uso e produção de armas químicas na Síria. Apesar da maioria dos votos a favor, a matéria não foi aprovada porque a Rússia e a China votaram contra e, como membros permanentes do Conselho, têm poder de vetar o documento. Além deles, a Bolívia também votou contra a resolução.Dos 15 países-membros do Conselho de Segurança, nove foram a favor do projeto, Estados Unidos, França, Reino Unido, Itália, Suécia, Uruguai, Japão, Senegal e Ucrânia. E três – Cazaquistão, Egito e Etiópia – abstiveram-se de votar. A votação ocorreu enquanto uma nova rodada de negociações de paz sobre a Síria está em andamento em Genebra.Se aprovado no Conselho de Segurança, o projeto de resolução teria imposto o congelamento de ativos e proibições de viagens a indivíduos e entidades associadas ao governo sírio, com base em alegações de ataques de armas químicas feitas por uma investigação conjunta da ONU e da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPCW).A investigação conjunta concluiu em seus relatórios que o governo sírio esteve envolvido no uso de produtos químicos tóxicos como armas em três casos e que o grupo terrorista Estado Islâmico usou gás mostarda em uma ocasião.

Agência Brasil

1 de março de 2017, 16:58

MUNDO Países mais pobres são os que mais dão refúgio a imigrantes, diz ONU

Um estudo feito pela Agência das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), afirmou que o maior número de pessoas que fogem de conflitos e guerras acabam conseguindo abrigo não nas nações desenvolvidas, mas em países mais pobres. O documento, divulgado ontem (28), mostra que a maioria das 3,2 milhões de pessoas forçadas a fugir de suas casas em 2016 encontraram refúgio em nações de baixa e média rendas. As informações são da ONU News.”Os países que mais recebem pessoas deslocadas são os mais pobres”, frisou o alto comissário da ONU para Refugiados, Filippo Grandi. Segundo ele, atualmente o mundo “enfrenta não só uma crise de números, mas de cooperação e solidariedade”.O alto comissário explicou que mais da metade dos novos refugiados no mundo no primeiro semestre de 2016 vieram do conflito na Síria. A maioria ficou pela região do Oriente Médio mesmo, dividida entre Turquia, Jordânia, Líbano e Egito. Segundo o relatório do Acnur, outros refugiados fugiram dos conflitos no Iraque, Burundi, Sudão do Sul, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Eritreia e Somália.O Líbano e Jordânia são os países que abrigam a maior quantidade de refugiados, em comparação ao tamanho de suas populações, explicou a agência da ONU. Já em termos econômicos, os países que sofrem o maior peso dos imigrantes são o Chade e o Sudão do Sul.

Agência Brasil

1 de março de 2017, 15:02

MUNDO Lava Jato argentina tem na mira 98 empresas

Enquanto as consequências da Operação Lava Jato na América Latina ameaçam ex-presidentes e respingam nos atuais, na Argentina a Justiça não pode multar, sancionar ou chegar a um acordo com a Odebrecht, apesar de a construtora ter confessado ter pago US$ 35 milhões em propinas no país entre 2007 e 2014, no mandato da ex-presidente Cristina Kirchner. O mesmo vale para outras 97 empresas, que começam a ser investigadas na Lava Jato local. Sem uma lei que estabeleça um regime contra empresas que subornam funcionários públicos, a ação judicial é limitada. O código penal argentino só prevê sanções por corrupção para pessoas físicas. Para as empresas, nem mesmo há sanções administrativas. “Não tenho um regime penal para enquadrar a Odebrecht. Não posso nem mesmo fazer um acordo econômico com a empresa”, disse Sergio Rodríguez, responsável pela Procuradoria de Investigações Administrativas (PIA) que investiga cinco empreiteiras implicadas pela Lava Jato no Brasil e as suas 93 parceiras locais que tiveram obras contratadas pelo Estado argentino.A investigação preliminar de Rodríguez concentra-se nas brasileiras Odebrecht, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez. Também as argentinas Contrera Hermanos e Techint porque as suas filiais no Brasil aparecem envolvidas, respectivamente, no esquema de propina da Petrobras e de formação de cartel para controlar licitações no caso Eletronuclear. “Essas cinco empresas tiveram muitas obras em quantidades quase iguais. Vinculadas a essas, temos as outras 93. O número pode aumentar quando o Brasil e os ministérios do governo argentino me responderem”, prevê Rodríguez, que pediu informação a todos os ministérios, ao Tesouro e ao departamento de orçamento do Ministério da Fazenda sobre as obras e todos os pagamentos entre 2006 e 2015.Os US$ 35 milhões que a Odebrecht admite ter pago na Argentina relacionam-se com três projetos que ainda não foram revelados. O cruzamento de informações, no entanto, permite aos investigadores apontarem a dois já com causas abertas na Argentina: uma planta de tratamento da água do Rio Paraná de Las Palmas e o soterramento da linha ferroviária Sarmiento, que a Odebrecht ganhou em parceria com a empreiteira argentina Iecsa.

Estadão Conteúdo

1 de março de 2017, 10:30

MUNDO Novo decreto de imigração de Trump remove Iraque da lista de países proibidos

O novo decreto de imigração do presidente dos EUA, Donald Trump, removerá o Iraque da lista de países cujos cidadãos enfrentam uma proibição temporária de viagem, disseram autoridades dos EUA citando o último rascunho em circulação. Trump deverá assinar tal decreto nos próximos dias. Quatro autoridades disseram à Associated Press que a decisão seguiu uma pressão do Pentágono e do Departamento de Estado, que pediu à Casa Branca para reconsiderar a exclusão do Iraque da lista, dado o seu papel-chave na luta contra o grupo terrorista Estado Islâmico. Cidadãos de seis outros países predominantemente muçulmanos – Irã, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen – permanecerão na lista de proibições de viagem, de acordo com as autoridades, que falaram sob condição de anonimato porque não estavam autorizados a discutirem sobre o assunto. Essas proibições são para 90 dias. A nova ordem inclui outras alterações também. As autoridades disseram que as 12 páginas do documento já não colocam os refugiados sírios em uma proibição indefinida e os inclui como parte de uma suspensão geral de 120 dias nas novas admissões de refugiados. Além disso, o decreto não incluirá nenhuma isenção de minorias religiosas nos países visados pela proibição de viajar. Os críticos tinham acusado a administração de Trump de acrescentar essa linguagem para ajudar os cristãos nos Estados Unidos, excluindo os muçulmanos. A Casa Branca não respondeu a um pedido de comentário.

Estadão

28 de fevereiro de 2017, 20:30

MUNDO Trump planeja lançar novo decreto de imigração amanhã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, planeja assinar um novo decreto de imigração que impede temporariamente a entrada de pessoas de certos países nos EUA, nesta quarta-feira. O decreto, que será uma reformulação do anterior, deve se aplicar somente a futuros requerentes de visto e não à pessoas que já possuem o documento, de acordo com fontes. O decreto original, assinado no mês passado, barrava a entrada nos EUA de cidadãos de sete países de maioria muçulmana, com a Casa Branca afirmando que a justificativa da medida era a preocupação com o terrorismo. Ele se aplicava a pessoas que já possuíam vistos, assim como requerentes. O Departamento de Estado divulgou que, como resultado do decreto, mais de 60 mil vistos foram revogados. Segundo um rascunho do novo documento, o decreto de amanhã não inclui pessoas que já possuem visto, de acordo com as fontes, embora tenham alertados que mudanças na medida ainda podem ser feitas antes de sua divulgação. Questionado, um porta-voz da Casa Branca não quis comentar sobre o conteúdo do novo decreto. Fonte: Dow Jones Newswires.

Estadão Conteúdo

27 de fevereiro de 2017, 14:16

MUNDO Trump propõe aumento de US$ 54 bilhões em gastos militares em 2018

O presidente dos EUA, Donald Trump, irá propor em seu primeiro orçamento um aumento de quase 10% nos gastos com defesa, que deverão ser compensados por cortes em outro setores, informaram autoridades.O orçamento prevê um crescimento de US$ 54 bilhões nos gastos com defesa, enquanto os cortes em outros setores para custear esse aumento provavelmente atingirão os fundos de ajuda a outros países – refletindo o discurso de Trump para que os aliados dos EUA desempenhem um maior papel nos esforços globais de pacificação.A Casa Branca deve enviar ainda hoje às agências federais sua proposta de orçamento de 2018, de acordo com autoridades. A proposta inicial de orçamento deverá ser divulgada em meados de março e o documento fiscal completo é esperado para o fim do semestre. O texto a ser analisado no próximo mês deve incluir apenas os programas de despesas discricionárias, que representam cerca de um terço do total dos gastos federais. A proposta não inclui mudanças na tributação ou despesas mandatórias.