18 de janeiro de 2017, 19:40

MUNDO Ministro iraniano diz que ainda é muito cedo para julgar governo Trump

O ministro de Relações Exteriores do Irã, Javad Zarif, disse nesta quarta-feira que ainda é muito cedo para julgar o governo do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que começará na sexta-feira, após a cerimônia e posse.”Teremos que esperar e ver o que Trump irá seguir em sua política”, disse o ministro. “Reservei o meu julgamento sobre o lado positivo e o lado negativo”, afirmou em um Painel no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça.

Estadão Conteúdo

18 de janeiro de 2017, 12:10

MUNDO Italiano Antonio Tajani é eleito presidente do Parlamento Europeu

O novo presidente do Parlamento Europeu, o italiano Antonio Tajani, foi eleito na noite de ontem (17), após a quarta rodada de votações, em uma disputa que durou quase doze horas. Tajani venceu outros cinco candidatos com 351 votos, contra 282 do segundo candidato, o também italiano Gianni Pittella. Tajani é o 30º presidente do parlamento. “A partir de hoje serei presidente de todos. Representarei todos os eurodeputados e todos os grupos políticos”, disse Antonio Tajani ao vencer a eleição. O italiano vai substituir o alemão Martin Schulz na presidência do Parlamento. Em novembro do ano passado, Schulz, que preside o órgão desde 2012, anunciou que deixaria o cargo para se candidatar às eleições do Bundestag, o parlamento alemão. Tajani nasceu em Roma, na Itália, e tem 63 anos. É vice-presidente do Partido Popular Europeu (PPE), que o escolheu como candidato ao cargo. Foi eurodeputado, vice-presidente do Parlamento Europeu e o Comissário Europeu da Indústria e do Empreendedorismo, além de um dos vice-presidentes da Comissão Europeia. É membro do comitê de presidência do Forza Italia, partido de centro-direita italiano, fundado e liderado por Silvio Berlusconi. Os candidatos à presidência podem ser propostos por um grupo político ou por um mínimo de 38 deputados, com o consentimento do candidato. Para ser eleito, o candidato deve obter a maioria absoluta dos votos válidos emitidos, ou seja, 50% mais um. A eleição acontece por voto secreto e pode ter até quatro rodadas. Se nenhum candidato for eleito na primeira votação, os mesmos ou outros candidatos poderão ser nomeados para uma segunda volta nas mesmas condições. Isso pode ser repetido em uma terceira rodada, se necessário, novamente sob as mesmas regras. Se ninguém é eleito na terceira votação, os dois candidatos com maior pontuação naquela rodada passam para uma quarta votação, onde ganha o que recebe o maior número de votos. Se houver empate nesta fase, o candidato mais velho é declarado vencedor.

Marieta Cazarré, Agência Brasil

18 de janeiro de 2017, 09:40

MUNDO Paris identifica um dos terroristas do EI do Stade de France

A França identificou um dos terroristas envolvidos no atentado contra o Stade de France, em Paris, na noite de 13 de novembro de 2015. De acordo com informações reveladas nesta quarta-feira (18), trata-se de um iraquiano que portava um passaporte falso da Síria. O homem, Ammar Ramadan Mansour Mohamad al Sabaawi, de 20 anos de idade, morava em Mosul, a terceira maior cidade do Iraque e dominada desde junho de 2014 pelo Estado Islâmico (EI). Al Sabaawi tinha declarado lealdade ao EI e se explodiu junto com outro homem-bomba perto do Stade de France, em Saint-Denis, Paris. As autoridades francesas descobriram também que o EI indenizou a família do terrorista em US$ 5 mil e um rebanho de ovelhas. Os familiares foram avisados da morte do terrorista pela própria cúpula do Estado Islâmico que, no entanto, não contou que o homem se explodira em Paris. Na versão do grupo, o jovem cometera uma “missão suicida em Bagdá”. Al Sabaawi era o quinto filho da família. O mais velho foi militar no governo de Saddam Hussein até a intervenção norte-americana em 2003. O segundo trabalha como taxista em Mosul e os outros dois já ingressaram na jihad, sendo que um deles preocupa as autoridades francesas por manter planos de atentados na Europa. O ataque ao Stade de France foi apenas um da série de atentados feitos pelo EI naquela noite. Outro alvo foi a casa de shows Bataclan. Ao todo, 130 pessoas morreram nos ataques, e mais sete terroristas.

Agência Brasil

18 de janeiro de 2017, 08:55

MUNDO Maduro chama civis para combater criminalidade no país

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou nessa terça-feira (17) a convocação de civis para combater a crescente criminalidade no país, entregando aos chamados “patriotas cooperantes” funções de segurança e inteligência. A informação é da Agência France Presse. Maduro também relançou as Operações de Libertação do Povo (OLP), manobras militares e policiais contra a criminalidade que, em 2015, foram alvo de denúncias de violações dos direitos humanos, agora rebatizadas de Operações para a Liberdade Humana do Povo (OLHP). “Apenas o povo salva o povo. Convoco todo o nosso povo, com toda a força do Estado venezuelano, com todas as capacidades do Estado venezuelano, para a ação”, disse Maduro em rede nacional de rádio e televisão. O presidente destacou que os civis agirão por intermédio de uma “Polícia Comunitária” e de um “Sistema de Inteligência Popular”, sem dar detalhes sobre a estrutura das duas organizações. Sobre as polêmicas OLP, Maduro anunciou que voltarão “com mais força”, mas com um “conceito novo”. “Agora se chamarão Operações para a Libertação Humana do Povo (OLHP), com enfoque na proteção do povo, na busca dos que violam a lei”.

Agência Brasil

18 de janeiro de 2017, 06:40

MUNDO Obama manda libertar analista condenada a 35 anos de prisão

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, determinou a libertação da analista do Exército Chesea Manning, que havia sido condenada a 35 anos de prisão por revelar documentos secretos diplomáticos e militares ao site WikiLeaks. Chelsea Manning é uma militar transexual, que está presa em Fort Leavenworth, no estado de Kansas. A sentença dela foi a maior punição já dada nos Estados Unidos a um condenado por vazamento de informações. Cheasea, que antes era conhecida pelo nome de Bradley Manning, solicitou ao presidente Obama que, antes do fim de seu governo, reduzisse a pena. Obama determinou que ela seja libertada em maio. A militar já tentou suicídio por duas vezes e já fez greve de fome na prisão. Cheasea é considerada uma heroína pelos setores norte-americanos que se opõem às guerras. Ela revelou práticas do governo nas guerras do Iraque e do Afeganistão. Por isso, a Justiça americana a condenou por traição. Na mesma decisão que beneficiou Chelsea Manning, o presidente também concedeu a comutação da pena a 208 pessoas e indultos a 64 presos, em um de seus últimos atos antes de deixar o governo na próxima sexta-feira (20).

Agência Brasil

18 de janeiro de 2017, 06:35

MUNDO Trump já escolheu 19 dos 21 titulares dos cargos mais importantes de seu governo

O presidente eleito Donald Trump, que toma posse sexta-feira (20) como presidente dos Estados Unidos, já escolheu quem vai preencher 19 dos 21 cargos de seu gabinete. A imprensa norte-americana vem acompanhando com interesse a escolha dos nomes que vão ocupar os postos-chave do gabinete porque, por meio do perfil da pessoa escolhida, é possível saber como serão as políticas a serem implementadas no futuro e antecipar medidas que podem ser adotada pelo novo governo. De acordo com a Constituição americana, o papel dos titulares do gabinete é dar aconselhamento ao presidente. O gabinete do presidente dos Estados Unidos é constituído pelo vice-presidente e pelos chefes das seguintes secretarias: Agricultura, Comércio, Defesa, Educação, Energia, Saúde e Serviços Humanos, Segurança Interna, Habitação e Desenvolvimento Urbano, Interior, Trabalho, Estado, Assuntos de Veteranos e Procurador-Geral. Como os chefes de secretaria precisam ter os nomes aprovados, o Senado está realizando nesta semana a segunda rodada de audiências para a confirmação dos titulares que comporão o gabinete do presidente. Senadores democratas, embora sendo minoria, estão tentando derrubar alguns dos nomes escolhidos por Trump.

Agência Brasil

17 de janeiro de 2017, 17:39

MUNDO Popularidade de Trump é uma das mais baixas para um presidente em décadas

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, vai assumir a Casa Branca com pouca aprovação e a menor porcentagem em termos de popularidade para um presidente em décadas, revela pesquisa divulgada nesta terça-feira (17), evidenciando a profunda divisão existentes entre os americanos. A pesquisa CNN/ORC mostra que Trump está a mais de 20 pontos das classificações de seus antecessores mais recentes e 44 pontos abaixo da pontuação obtida pelo presidente Barack Obama quando se preparava para retornar à Casa Branca em 2009, segundo a CNN.Trump criticou de imediato os resultados da pesquisa, que tem uma margem de erro de 3 pontos para mais ou para menos. “As mesmas pessoas que fizeram as falsas pesquisas eleitorais, e que estavam tão equivocadas na época, agora estão fazendo pesquisas de classificação de aprovação, que estão erradas como as de antes”, afirmou no Twitter. Na pesquisa, 40% dos entrevistados disseram que aprovavam a forma com que Trump está conduzindo o período de transição rumo a sua posse.

Estadão Conteúdo

17 de janeiro de 2017, 09:47

MUNDO Brexit: Theresa May anuncia que Reino Unido deixará mercado único da UE

A primeira-ministra britânica, Theresa May, anunciou hoje (17), em discurso em Londres, que o Reino Unido seguirá os passos necessários para deixar a União Europeia (UE), o que inclui abandonar o mercado único. No discurso, May foi otimista, afirmando que a saída da UE é uma oportunidade para o país se tornar ainda mais internacional. Muito criticada nos últimos meses por não ser clara nas propostas para a transição, ela adotou tom conciliador e disse que o Reino Unido quer negociar com os outros países da União Europeia. “Vamos sair da União Europeia, mas não vamos abandonar a Europa. Queremos um Reino Unido mais justo, tolerante, mais unido do que nunca”, destacou. May afirmou ainda que a saída da UE tem como consequência o controle da entrada de migrantes. “Vamos continuar atraindo os melhores para estudar e trabalhar no Reino Unido, mas teremos que controlar o número de pessoas que entram”, acrescentou, deixando claro que a imigração tem que servir aos interesses britânicos.

Agência Brasil

17 de janeiro de 2017, 08:44

MUNDO Presidente da Colômbia declara guerra à corrupção

O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, declarou nessa segunda-feira uma “guerra frontal contra a corrupção”, em meio às denúncias de pagamento de propinas da Odebrecht a funcionários públicos colombianos. “Façamos deste 2017 um ano de guerra frontal contra a corrupção”, disse o chefe de Estado, ao indicar Fernando Carrillo como novo procurador-geral da Nação. A informação é da Agência France Press (AFP).Um ex-vice-ministro de Alvaro Uribe, presidente entre 2002 e 2010, e um ex-senador foram detidos nos últimos dias acusados de receber propinas da Odebrecht, apontada pelos Estados Unidos e pela Procuradoria da Colômbia por pagar subornos milionários em troca de obras públicas no país entre 2009 e 2014.Santos, presidente desde agosto de 2010 e reeleito em 2014 para um segundo mandato de quatro anos, pediu aos organismos de controle que resolvam “esses casos o mais rápido possível”.”Até agora, nenhum funcionário do meu governo foi apontado por ter recebido suborno da Odebrecht, mas se chegasse a fazer isso, que caíssem todos, todo o peso da lei”, enfatizou, aproveitando para anunciar que proporá uma lei em que os corruptos não tenham o benefício de prisão domiciliar.”O câncer da corrupção está em metástase – como estamos sentindo nesses dias – e nos exige ainda mais vontade, mais contundência e melhor trabalho em equipe”, destacou Santos, afirmando que nenhum de seus familiares fez “um só negócio com o governo” ou “esteve envolvido em algum tipo de tráfico de influência”.

Agência Brasil

17 de janeiro de 2017, 08:29

MUNDO Maduro diz que dificilmente Trump será pior para o mundo que Obama

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, dificilmente será pior para o mundo do que seu antecessor, Barack Obama, dizendo que Trump é vítima de uma campanha brutal de ódio, por isso seria prudente esperar antes de avaliar o seu comportamento.”Esperamos grandes mudanças no cenário geopolítico internacional”, disse Maduro na segunda-feira à noite, após uma reunião no Palácio do Governo com o secretário geral da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Mohammad Sanusi Barkindo, acrescentando que uma dessas mudanças é a “era Trump”.Por isso, ele disse que quer ser cauteloso e não chegar à frente dos eventos. “Pior do que Obama não será. É tudo que eu ouso dizer”, disse Maduro antes de enumerar uma série de conflitos em diferentes regiões do mundo, incluindo o Oriente Médio. O líder venezuelano também acusou o atual governo dos Estados Unidos de tentar influenciar a política venezuelana e procurar a desestabilização política, econômica e social do país.Apesar de acusar repetidamente o governo dos EUA de financiamento de “setores violentos” e de conspiração para derrubá-lo, Maduro ratificou sua disposição de manter relações de respeito, comunicação e cooperação com os Estados Unidos.

Estadão Conteúdo

17 de janeiro de 2017, 06:45

MUNDO Último homem a pisar na Lua, Gene Cernan morre aos 82 anos

O astronauta norte-americano Eugene Cernan, 82 anos, morreu nessa segunda-feira (16), informou a Nasa, a agência espcial norte americana, em sua conta no Twitter. Cernan foi o último homem a pisar na Lua, em 1972, quando era comandante da missão Apollo 17. A informação é da Agência Ansa. Segundo a Nasa, o astronauta foi um dos selecionados em 1963 para participar de missões e, em 1969, estava na Apollo 10. Foi para o espaço mais duas vezes, com a Apollo 14 e a 17, sendo esta a última missão tripulada enviada pelos norte-americanos. A Nasa informou ainda que ele passou 566 horas e 15 minutos de seus 82 anos no espaço, sendo que 73 horas foram gastas apenas na Lua. Cernan nasceu em Chicago, no dia 14 de março de 1934, e era casado com Jan Nanna Cernan, com quem teve três filhos.

Agência Brasil

17 de janeiro de 2017, 06:42

MUNDO Trump toma posse sexta-feira em meio a festas e protestos

Foto: Divulgação

Donald Trump

Na próxima sexta-feira (20), Donald Trump se tornará o 45º presidente dos Estados Unidos. A previsão é de que cerca de 1 milhão de pessoas estarão nas ruas de Washington, capital norte-americana, para assistir e participar das celebrações da posse, que começarão no dia anterior, quinta-feira (19), e terminarão no sábado (21). Por causa desse movimento, as autoridades americanas montaram um esquema especial para facilitar o tráfego de veículos, evitar engarramentos e prevenir ataques terroristas. Um dia depois da posse, no sábado, será realizada a Marcha das Mulheres, que deverá reunir cerca de 200 mil pessoas. A multidão vai desfilar pelo centro de Washington para protestar contra as políticas de imigração e as medidas na área de saúde anunciadas por Trump. Centenas de ônibus provenientes de todos os estados norte-americanos deverão chegar a Washington nas próximas horas, levando pessoas para participar dos protestos contra Trump. Os três dias de celebrações planejados para a posse de Trump estão marcando a diferença do presidente eleito em relação a outros que o antecederam. As festas para o atual presidente Barack Obama duraram cinco dias. Outros também celebraram com festas que duraram mais de três dias. Enquanto outros presidentes organizaram desfiles que duraram mais de quatro horas, o de Trump pela Avenida Pensilvânia, o ponto alto da festa, a ser feito logo depois da posse, deverá durar apenas 90 minutos. Ele desfilará do Capitólio (prédio do Congresso americano) até a Casa Branca. Segundo o diretor de Comunicações do Comitê de Posse Presidencial, Boris Epshteyn, a ideia de fazer uma festa com duração menor e mais simples se destina a passar uma mensagem de que o novo presidente é voltado para o trabalho. Epshteyn comanda uma equipe de 350 pessoas, que estão cuidando dos detalhes do cerimonial e da organização da cerimônia.

José Romildo, Agência Brasil

17 de janeiro de 2017, 06:35

MUNDO Turquia prende terrorista que fez ataque em boate

A polícia da Turquia prendeu nessa segunda-feira (16) o suposto terrorista que atacou a boate Reina, em Istambul, durante uma festa na virada do Ano Novo, informou a CNN Turk. O ataque deixou 39 mortos e mais de 70 feridos e foi reivindicado pelo grupo terrorista Estado Islâmico. A informação é da Agência Ansa. Abdulkadir Masharipov teria sido preso ao lado do filho, de 4 anos, em Esenyurt, um bairro de Istambul. O site Hurriyet divulgou foto de Masharipov com várias marcas de agressão no rosto e informou que ele teria sido preso após uma operação policial. Há 17 dias, as autoridades turcas estavam em busca do homem que teria atirado contra as pessoas que estavam celebrando a chegada do novo ano. Um vídeo em que Masharipov aparece caminhando no centro de Istambul chegou a ser divulgado pelo governo na expectativa de localizar o atirador Ainda de acordo com a mídia turca, Masharipov recebeu ajuda de uma célula do Estado Islâmico para se esconder no país após o ato. Mais de 20 pessoas já foram detidas por suposta participação no ataque.

Agência Brasil

16 de janeiro de 2017, 16:45

MUNDO Trump aponta executivos do setor imobiliário para liderar plano de obras

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, planeja nomear dois executivos do setor imobiliário, Richard LeFrak e Steven Roth, para comandar um novo conselho que ele criará para monitorar os gastos em seu plano proposto de cerca de US$ 1 trilhão para melhorar estradas e pontes e realizar outras obras públicas no país. Em entrevista na sexta-feira ao Wall Street Journal, Trump disse que convidou os dois executivos, que ele conhece há décadas, para monitorar o conselho de 15 ou 20 construtores e engenheiros. “Eles são profissionais”, comentou o presidente eleito. “Isso é o que eles fazem. Toda a vida deles, eles constroem. Eles constroem mais barato que o orçado, antes do prazo.” Trump disse que havia acabado de se reunir com Roth e LeFrak. “Eles já concordaram” em fazer parte da iniciativa, segundo o empresário republicano. LeFrak é um amigo próximo de Trump e é conhecido por projetos muito planejados, como o LeFrak City, no Queens, em Nova York, na comunidade de Newport, em Nova Jersey. Roth é presidente e executivo-chefe da Vornado Realty Trust, uma grande trust de investimentos no setor imobiliário. Porta-vozes de ambos não quiseram comentar o assunto. Trump prometeu na campanha um programa de quase US$ 1 trilhão em infraestrutura, ao argumentar que o país precisa reconstruir rodovias e pontes com problemas, expandir redes de telecomunicação e reparar sistemas antigos de abastecimento de água. A equipe de Trump disse que o investimento em infraestrutura iria ajudar a estimular o emprego e o crescimento econômico nos EUA. A abordagem voltada para uma proximidade com o setor privado no plano, porém, é vista com ceticismo pelos democratas e por alguns republicanos que mostraram preocupações sobre a possibilidade de custos altos nessa empreitada. Fonte: Dow Jones Newswires.

Estadão Conteúdo

16 de janeiro de 2017, 11:40

MUNDO Procuradoria da Coreia do Sul pede prisão de herdeiro da Samsung

O Ministério Público da Coreia do Sul anunciou nesta segunda-feira, dia 16, um pedido de prisão para o vice-presidente e herdeiro da Samsung, Lee Jae-Yong, por seu envolvimento com o escândalo de corrupção do país que já afastou a presidente sul-coreana, Park Geun-hye, do seu cargo e que gerou muita polêmica na nação asiática. As informações são da Agência ANSA. Lee, que foi investigado por 22 horas seguidas na semana passada pelo caso, é acusado de perjúrio, fraude e suborno, por ter pago cerca de US$ 36 milhões para organizações ligadas a Choi Soon-sil, amiga da presidente Park, que é o centro do escândalo no país. Aponta-se que o suborno de Lee – que na verdade atualmente comanda a companhia sul-coreana, após seu pai, Lee Kun-hee, presidente da empresa, ter sofrido um ataque cardíaco em 2014 – foi feito visando garantir a sua liderança na Samsung e a controversa fusão de US$ 8 milhões entre a empresa e a Cheil Industries Inc, em 2015. A fusão foi apoiada pelo National Pension Service (NPS), terceiro maior fundo de pensão do mundo. Na época, o NPS era comandado por Moon Hyung-pyo, ministro da Saúde, que foi acusado no mês passado de falso testemunho e de abuso de poder, por ter dado o aval ao fundo de pensão apoiando a fusão.

Agência Brasil