1 de julho de 2018, 10:26

MUNDO Trump pede para Arábia Saudia aumentar produção de petróleo

Foto: Reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que pediu à Arábia Saudita para elevar significativamente a produção de petróleo. Atualmente, a demanda global está aumentando e os estoques de petróleo armazenados estão caindo. Recentemente, uma série de interrupções no fornecimento – no Canadá, Irã, Líbia e Venezuela – restringiram os mercados. Os preços do petróleo terminaram a sexta-feira com novos recordes. O petróleo bruto de referência dos EUA encerrou um pouco acima de US$ 74 o barril, o maior valor desde novembro de 2014. O índice de referência global, o Brent, está próximo dos US$ 80 o barril. Isso contribuiu para o aumento dos preços da gasolina. Nos últimos meses, Trump tem culpado a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) pelos preços mais elevados. A Arábia Saudita e a Rússia já disseram que trabalharão juntas para aumentar a produção. Os produtores obtêm mais receita quando os preços estão altos, mas também estão conscientes de que, quando ficam muito elevados, podem desacelerar o crescimento econômico – e a demanda por petróleo. A Opep relatou que tem ouvido reclamações de grandes nações consumidoras, caso dos EUA. Publicamente, Riade se comprometeu a apenas aumentos modestos na produção, mas, nos bastidores, o país está elevando rapidamente – passando de pouco mais de 10 milhões de barris por dia há alguns meses para uma meta de quase 11 milhões de barris por dia até julho, de acordo com pessoas próximas ao Ministério do Petróleo da Arábia Saudita. No sábado, Trump disse em um tweet que está pedindo ainda mais. “Estou pedindo que a Arábia Saudita aumente a produção de petróleo, talvez até 2.000.000 de barris”, disse Trump no tweet, citando uma conversa com o rei saudita.

Estadão

1 de julho de 2018, 09:50

MUNDO México vai às urnas hoje escolher novo presidente

O México enfrenta dois dias decisivos, na política e no futebol. Neste domingo (1º), cerca de 89 milhões de eleitores irão às urnas para escolher o novo presidente, que nos próximos seis anos governará a segunda maior economia latino-americana, depois da brasileira. Amanhã (2), a seleção mexicana jogará contra o Brasil pelas oitavas de final da Copa do Mundo. A Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) pediu aos 32 governos estaduais, inclusive o da capital, Cidade do México, medidas especiais para proteger os jornalistas, que cobrirão a maior e mais violenta eleição da histórica recente. Durante a campanha, 130 políticos foram mortos – muitos deles candidatos aos 18 mil cargos em disputa. Os assassinatos são atribuídos às gangues e aos cartéis do narcotráfico, que brigam por território e poder, comprando alianças e matando os que se opõem. Além do presidente, os mexicanos renovarão o Congresso Nacional e escolherão governadores, prefeitos, deputados estaduais e vereadores. Todas as pesquisas de opinião apontam para uma virada, num país tradicionalmente governado por dois partidos: o Partido Revolucionário Institucional (PRI), do atual presidente Enrique Peña Nieto, e o Partido de Ação Nacional (PAN). Dos quatro candidatos à presidência, o favorito é o esquerdista Andrés Manuel López Obrador, conhecido como AMLO, do Movimento Regeneração Nacional (Morena).

Agência Brasil

30 de junho de 2018, 12:13

MUNDO Merkel chega a acordo de imigração com 14 países europeus, diz mídia local

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, teria assegurado um acordo com 14 nações europeias para facilitar o rápido retorno de imigrantes cujos pedidos de asilo foram rejeitados, informou a agência DPA. De acordo com a publicação, Merkel teria informado a aliados de sua coalizão, em uma carta, que pretende criar “centrais” para receber imigrantes nas fronteiras alemãs. O acordo chega em meio a um impasse entre Merkel e seu ministro do Interior, Horst Seehofer, que lidera o partido União Social-Cristã (CSU). Seehofer advogava por impedir certos imigrantes de entrarem em território alemão, mas Merkel insistia em uma solução europeia para o problema. Fonte: Associated Press.

Estadão

30 de junho de 2018, 10:30

MUNDO Estatal de petróleo líbia alerta para colapso da produção

A estatal de petróleo da Líbia, a NOC, alertou este sábado que o fechamento de outros dois portos de exportação de petróleo pode derrubar a produção do País para um quarto do nível recente após um grupo armado bloquear as atividades nos locais. Segundo o comunicado, publicado na noite de sexta-feira, a NOC disse que pode ser obrigada a esvaziar os portos de Zueitina e Hariga no domingo porque uma milícia local, autodenominada Exército Nacional Líbio, começou a impedir embarcações de aportarem na área. O fechamento dos portos pode significar uma redução de 350 mil barris de petróleo por dia na produção do país. Isto significaria uma queda total de 800 mil barris diários. Recentemente, a Líbia chegou a produzir cerca de 1 milhão de barris por dia. Em uma entrevista divulgada na última sexta-feira, Saddek Elkaber, presidente do Banco Central líbio, estimou a perda em receita com os portos que já fecharam em cerca de US$ 1,2 bilhão.

Estadão

28 de junho de 2018, 19:05

MUNDO Atirador ataca redação de jornal nos EUA e deixa 5 mortos

Foto: Reprodução/Estadão

Imagens de vídeo mostram pessoas deixando a redação do Capital Gazette

Um atirador matou cinco pessoas nesta quinta-feira e feriu outras em ataque a tiros à redação do jornal Capital Gazette jornal, em Annapolis, no Estado americano de Maryland, próximo de Washington. A polícia disse que um suspeito foi preso. Um repórter do jornal, Phil Davis, relatou que o atirador atingiu várias pessoas. Ele tuitou que o homem atirou através da porta de vidro. “Não há nada mais aterrorizante do que ouvir várias pessoas sendo atingidas por tiros enquanto você se esconde sob sua mesa e continua ouvindo o atirador recarregar a arma”. As mortes foram confirmadas pela chefe da polícia interina, Anne Arundel, em uma coletiva para a imprensa. O governador de Maryland, Larry Hogan, divulgou um comunicado dizendo que se sentia “absolutamente arrasado” com a tragédia.

Estadão Conteúdo

26 de junho de 2018, 20:57

MUNDO Hotel em cidade-sede da Copa é esvaziado por ameaça de bomba

Foto: Marko Djurica/Reuters

Agentes de segurança bloqueiam a entrada do hotel Topos Congress, na cidade de Rostov, uma das sedes da Copa da Rússia

A polícia russa esvaziou um hotel na cidade russa de Rostov, uma das sedes da Copa do Mundo, na noite desta terça-feira, 26. Segundo a agência de notícias Reuters, o Topos Congress foi evacuado por causa de uma ameaça de bomba. A agência informou ainda que 16 locais foram esvaziados em função de uma simulação. Segundo informaram funcionários do Topos Congress e testemunhas à agência de notícias Reuters, o local está na lista da Fifa de hotéis oficiais do Mundial da Rússia, mas nenhuma seleção estava hospedada lá no momento. Ao menos uma viatura dos bombeiros estava do lado de fora do hotel, disse uma testemunha, e a polícia foi vista interrogando funcionários e hóspedes na rua. A Rússia, cada vez mais isolada no cenário mundial, está determinada em usar a Copa do Mundo para projetar uma imagem de estabilidade e força no país. Autoridades se comprometeram a sediar um evento seguro e quaisquer incidentes de segurança envolvendo torcedores ameaçariam os esforços russos. A cidade de Rostov, no sul do país, recebeu até agora quatro partidas da Copa do Mundo, incluindo a vitória por 2 a 1 da Croácia sobre a Islândia mais cedo nesta terça. A próxima partida na cidade está mercada para 2 de julho.

Estadão Conteúdo

25 de junho de 2018, 10:14

MUNDO Argentina tem greve geral hoje contra governo Macri

Foto: Sandra Hernández-gv/GCBA

Mauricio Macri

A Confederação Geral do Trabalho (CGT), importante central sindical da Argentina, realiza nesta segunda-feira uma greve geral de 24 horas contra as políticas do governo de Mauricio Macri. O protesto provoca interrupções no tráfego de veículos, inclusive em Buenos Aires, e inclui um ato na Praça da República próxima do Obelisco na capital, além de um protesto em La Plata informa a agência estatal Télam. “Nesta segunda não haverá ônibus, trens, metrô, bancos, tampouco aulas nos distintos níveis da educação, nem coleta de lixo, e haverá apenas plantão nos hospitais públicos para atender emergências”, diz a agência em seu site. Um dos principais quadros entre os sindicalistas do país, Hugo Moyano, líder do sindicato de caminhoneiros, afirmou na noite de domingo que os protestos não são uma ameaça à democracia, mas apenas um meio de pressionar Macri para adotar medidas que “não causem dor” e para que ele “escute o povo”. “As pessoas não passavam antes as necessidades que passam agora”, lamentou Moyano. Segundo o Clarín, a paralisação é a terceira da CGT contra o governo Macri. O jornal diz que os trabalhadores pressionam por mudanças na política do governo, contra o acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), exigem o fim de demissões e a reabertura de negociações entre empresários e sindicatos. O Clarín informa ainda que é alta a adesão ao protesto, também pelo fato de não haver transporte público. O jornal diz que Macri trabalhou para tentar evitar a paralisação, sem sucesso, mas pretende agora retomar o diálogo. Os trabalhadores protestam contra o quadro econômico ruim no país, os cortes de subsídios e outras medidas do governo para tentar ajustar as contas públicas, após o acordo com o FMI. Além disso, reclamam do impacto da alta inflação sobre os salários e os custos sociais do quadro econômico nacional.

Estadão

22 de junho de 2018, 18:35

MUNDO Venezuela matou centenas de jovens de maneira arbitrária, diz ONU

Foto: Reprodução/Estadão

ONU reconhece que um total de 124 pessoas foram mortas em manifestações na Venezuela

Integrantes das Forças de Segurança da Venezuela suspeitos de matar centenas de manifestantes têm imunidade penal no país, o que mostra que o Estado de Direito está “praticamente ausente”, disse a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta sexta-feira, 22. O Escritório do Alto Comissariado para os Direitos Humanos da ONU divulgou um relatório indicando que membros das Forças de Segurança mataram centenas de jovens, principalmente em regiões pobres, entre 2015 e 2017 de maneira arbitrária e não sofreram punição. A organização pede, no documento, que o governo do presidente Nicolás Maduro julgue os infratores e cita casos chocantes de assassinatos extrajudiciais de jovens durante operações de combate ao crime realizadas sem mandados judiciais em bairros pobres. Segundo críticos ao regime de Maduro, o governo recorre a táticas cada vez mais autoritárias, à medida que a recessão e a hiperinflação se aprofundam no país e ampliam a insatisfação da população. Milhares de pessoas deixaram a Venezuela só no último ano. O relatório da ONU sugere também uma intervenção do Tribunal Penal Internacional (TPI), em consequência de abusos graves e sistemáticos e impunidade generalizada no país. O governo da Venezuela rejeitou o relatório. O Ministério das Relações Exteriores do país publicou uma declaração desqualificando o documento e argumentando que se trata do “resultado de uma metodologia altamente questionável que enterra a credibilidade e rigor técnico exigidos de um Escritório dessa natureza e viola os princípios de objetividade, imparcialidade e não-objetividade”. A declaração também questiona a falta de endosso do Conselho de Direitos Humanos da ONU ou de sua Assembleia-Geral. “O documento constitui um ato arbitrário que viola as próprias regras de funcionamento do Escritório e usurpa as atribuições que correspondem a outros órgãos da ONU”.

Estadão Conteúdo

22 de junho de 2018, 13:54

MUNDO Pelo menos 22 candidatos são assassinados antes das eleições no México

A pouco mais de uma semana das eleições gerais no México, marcadas para o próximo dia 1º, pelo menos 22 candidatos e pré-candidatos foram assassinados no país. Em todos os casos, as investigações apontam para o crime organizado. No caso do México, o crime organizado é associado diretamente à ação dos cartéis. Há, ainda, informações que mais de uma centena de candidatos e pré-candidatos sofreram algum tipo de agressão. Em meio a dados não confirmados oficialmente, há indicações que os números de mortes pode chegar a 47. De acordo com a agência antidrogas dos Estados Unidos (DEA), os cartéis mexicanos são os principais provedores de drogas para o mercado norte-americano. Em relatório divulgado ano passado, a DEA informou que as organizações criminosas multinacionais mexicanas são um desafio. A presidente do Tribunal Eleitoral do Poder Judicial da Federação, Janine Otálora, disse que o crime organizado “atua com premeditação” para decidir o assassinato de quem vai concorrer às eleições. Segundo ela, a violência marca a campanha eleitoral deste ano no México. Em 1º de julho, os mexicanos irão às urnas para escolher o presidente da República, deputados federais e senadores, além de representantes em 19 departamentos. No México, o Senado tem 128 assentos e a Câmara Federal reúne 500 parlamentares. Com informações da Prensa Latina, agência pública de notícias de Cuba.

Agência Brasil

19 de junho de 2018, 19:16

MUNDO EUA anunciam saída do Conselho de Direitos Humanos da ONU

Foto: Reprodução/Estadão

A embaixadora dos Estados Unidos para a ONU, Nikki Haley

A embaixadora dos Estados Unidos para a ONU, Nikki Haley, disse nesta terça-feira (19) que o país vai se retirar do Conselho de Direitos Humanos da entidade, chamando o órgão de “uma organização que não faz jus ao seu nome”. Haley afirma ter deixado claro há um ano que os EUA só permaneceriam no conselho se “reformas essenciais fossem alcançadas”, e alega estar claro que essas exigências não foram atendidas. Ela criticou as presenças no conselho de países como China, Cuba e Venezuela, que eles mesmos acusados de violações de direitos humanos. A americana aponta ainda um “viés crônico contra Israel”. No entanto, Haley garantiu que, se o órgão da ONU for reformado, os EUA “terão prazer em retornar”.

Estadão Conteúdo

18 de junho de 2018, 07:20

MUNDO Iván Duque vence 2º turno da eleição à Presidência da Colômbia

O candidato do partido Centro Democrático, o conservador Iván Duque, venceu neste domingo o segundo turno da eleição à Presidência da Colômbia. Na pré-contagem do Registrador Nacional órgão que organiza o pleito no país, a apuração de 99,67% das urnas atribuía 53,96% dos votos válidos ao advogado de 41 anos, enquanto o seu adversário, o ex-guerrilheiro Gustavo Petro, do movimento Colômbia Humana, era a escolha em 41,83% das cédulas válidas.Duque, que recebeu o apoio do ex-presidente Álvaro Uribe, assume o mandato presidencial com quatro anos de duração em 7 de agosto com a promessa de endurecer a guerra às drogas. Ele é detrator assumido dos termos do acordo de paz que o atual chefe do Executivo colombiano, Juan Manuel Santos, firmou com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc)Discordâncias à parte, Santos afirmou há pouco ter telefonado para o candidato vitorioso e oferecido “toda a colaboração” do atual governo para uma transição “ordenada e tranquila”.

Estadão

16 de junho de 2018, 09:40

MUNDO Lugares vazios em jogos da Copa levam Fifa a abrir investigação

Foto: Divulgação

Centenas de lugares vazios nos estádios dos primeiros jogos da Copa do Mundo evidenciam o que, em termos financeiros, a Fifa já sabia: nem todos os ingressos para os jogos do Mundial conseguiram ser vendidos. Neste sábado, torcedores ainda podem solicitar no site da Fifa entradas para 29 dos 64 jogos do torneio, sem sequer a necessidade de passar por um cambista. Não há garantias de que todos sejam atendidos. Mas dirigentes que acompanham Mundiais há anos admitem que essa realidade incomodou a cúpula da organização, que esperava anunciar estádios sempre repletos. Apenas na partida entre Uruguai e Egito, na sexta-feira, a estimativa é de que 6 mil lugares de um estádio de 33 mil não tinham sido preenchidos. Na Fifa, a ordem foi a de investigar a situação, que causou certo mal-estar entre os organizadores diante das imagens de fileiras inteiras vazias, até em setores mais nobres das arquibancadas. De acordo com a entidade, 32,2 mil ingressos foram alocados. “O fato de que o público não reflita o montante de ingressos alocados pode se dar por vários motivos e a Fifa está investigando”, declarou a entidade, por meio de um comunicado. Um dos problemas é que parte dos ingressos vai para os patrocinadores, que nem sempre conseguem garantir que seus convidados estejam no jogo. Outro problema tem sido a capacidade de cambistas profissionais de obter centenas de entradas. Se eles não os vendem, aqueles locais permanecem vazios. Na Rússia, a lei estipula que um cambista pode ser multado em 25 vezes o preço do produto que está oferecendo. Mas a Fifa admite que a prática continua e que chegou a ser obrigada a abrir um processo nos tribunais contra empresas que se apresentavam como intermediários. Nas portas dos estádios, os cambistas também agiam em Moscou sem qualquer incômodo. A reportagem do Estado recebeu, em apenas 20 minutos, duas ofertas de entradas para a abertura da Copa, jogo que apenas teve seus últimos ingressos vendidos dois dias antes da partida. Apesar de sua proximidade com as capitais da Europa Ocidental, os números mostram que a Rússia não conseguiu gerar a mesma renda em termos de ingresso que a Copa de 2014, no Brasil. Dados obtidos com exclusividade pelo Estado revelam que o Mundial da Rússia vai gerar uma renda de US$ 495 milhões (cerca de R$ 1,8 bilhão) em ingressos. Pelo menos 40% desse valor virá dos torcedores russos. Apesar de a Copa atingir uma receita recorde, o volume da bilheteria ficou abaixo dos US$ 518 milhões (R$ 1,9 bilhão) obtidos pela Fifa no Brasil, há quatro anos. Naquele momento, eram os torcedores brasileiros que garantiram a maior fatia dos lucros e representaram 60% de todos os ingressos vendidos. De acordo com a Fifa, 2,4 milhões de ingressos já foram vendidos para o evento deste ano. Outros 120 mil ainda estão no mercado. Mas a presença da Europa Ocidental é relativamente fraca, sendo que 871 mil foram para mãos de torcedores russos, contra 88,8 mil para residentes dos Estados Unidos, que não disputa a Copa. O Brasil vem na terceira posição, com 75 mil. O primeiro europeu apenas aparece na quinta posição, com a Alemanha somando 62 mil ingressos. Uma posição ainda mais distante está a Inglaterra, com 32 mil ingressos vendidos e abaixo até da Austrália.

Estadão Conteúdo

16 de junho de 2018, 08:36

MUNDO Casos de corrupção expõem autoridades da Espanha e de Portugal

A condenação de Iñaki Urdangarin, cunhado do rei Felipe VI da Espanha, a cinco anos e dez meses de cadeia expôs um quadro de suspeitas de corrupção por políticos e pessoas ligadas ao poder na Europa. No dia 13, ele foi condenado por desvio de fundos, prevaricação, fraude contra o Erário, delitos fiscais e tráfico de influências. Ex-atleta de handebol, Urdangarin é casado com a infanta Cristina de Bourbon, irmã do rei. Espanha e Portugal estão no foco de uma série de investigações sobre corrupção e enfrentam escândalos envolvendo nome de autoridades e políticos. Em Portugal, a Operação Marquês, iniciada em 2014, revelou que José Sócrates, primeiro-ministro do país entre 2005 e 2011, esteve envolvido em 31 crimes, entre eles, o de corrupção, fraude fiscal e lavagem de dinheiro. Sócrates foi detido preventivamente em 2014, ficando 9 meses na cadeia. Em 2015, passou a cumprir prisão domiciliar e, atualmente, aguarda julgamento em liberdade. O Partido Socialista (PS), após anos de silêncio em relação ao caso, busca distanciar-se da imagem de Sócrates. António Costa, atual primeiro-ministro de Portugal, foi ministro na administração de Sócrates. Ao tomar conhecimento das denúncias, Costa se manteve neutro e defendeu a presunção de inocência de Sócrates. Uma frase sua tornou-se célebre em terras portuguesas: “à política o que é da política, à Justiça o que é da Justiça”. Mais recentemente, no último congresso do Partido Socialista, em maio, Costa procurou afastar-se da figura de Sócrates.

Agência Brasil

13 de junho de 2018, 08:38

MUNDO Copa do Mundo de 2026 será no México, Canadá e Estados Unidos

A candidatura conjunta da América do Norte, com Estados Unidos, Canadá e México, ganhou a disputa contra o Marrocos, em votação realizada nesta quarta-feira (13) durante Congresso da Fifa, em Moscou. Assim, e os três países sediarão a Copa do Mundo de 2026, a primeira com 48 seleções. A Copa de 2022 será disputada no Catar.

Agência Brasil

13 de junho de 2018, 08:20

MUNDO Após se reunir com Kim, Trump diz que “todos podem se sentir mais seguros”

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse hoje que “todos podem se sentir muito mais seguros” do que no dia em ele tomou posse, depois de retornar a seu país de uma viagem a Cingapura, onde se reuniu com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un. Durante o histórico encontro em Cingapura, Trump e Kim assinaram ontem um acordo que prevê a completa desnuclearização da Península Coreana. Detalhes do documento, no entanto, não foram revelados. “Não há mais uma ameaça da Coreia do Norte”, afirmou Trump em sua conta oficial no Twitter. “A reunião com Kim Jong-un foi uma experiência interessante e muito positiva…a Coreia do Norte tem grande potencial para o futuro!”, acrescentou o presidente americano. Num segundo tuíte, Trump comentou que, antes do início de seu governo, pensava-se que os EUA iriam para a guerra com a Coreia do Norte. “O (ex-presidente Barack) Obama disse que a Coreia do Norte era nosso maior e mais perigoso problema. Não é mais – durmam bem esta noite!”, disse Trump.

Estadão Conteúdo