19 de outubro de 2017, 10:32

MUNDO Governo espanhol se prepara para suspender autonomia da Catalunha

Terminou na manhã de hoje (19) o prazo dado pelo governo espanhol para que Carles Puigdemont, líder catalão, restabelecesse a ordem constitucional da região. Em carta enviada ao presidente Mariano Rajoy, Puigdemont não cedeu e ameaçou que, sem abertura para o diálogo, pode votar no parlamento a independência da Catalunha. Em resposta a Puigdemont, Rajoy anunciou que se reunirá com o Conselho de Ministros no próximo sábado (21) para avançar com a aplicação do Artigo 155 da Constituição, que permite ao Estado suspender a autonomia da Catalunha e o processo de independência. Na carta escrita pelo líder catalão, ele afirma que um elevado percentual de eleitores decidiram, no referendo do dia 1º de outubro, pela independência. “Um percentual superior ao que permitiu o Reino Unido iniciar o processo do Brexit e com um número de catalães maior do que o que votou o Estatuto de Autonomia da Catalunha”, diz o texto.Puigdemont acusa ainda o governo espanhol de não querer dialogar e continuar com as repressões – se referindo a prisão preventiva de dois líderes independentistas esta semana.

Agência Brasil

18 de outubro de 2017, 10:16

MUNDO Incêndios em Portugal levam ministra da Administração a pedir demissão

Os incêndios que assolaram Portugal no último domingo (15) deixaram 41 mortos, mais de 60 feridos e muita revolta. Centenas de pessoas fizeram vigília esta noite diante do Palácio de Belém, residência do presidente da República, e milhares de portugueses devem se juntar às manifestações que estão marcadas para este fim de semana. Além de homenagear as vítimas dos incêndios, a população vai exigir respostas e medidas efetivas do governo. A primeira consequência política do descontentamento dos portugueses com a atual gestão se refletiu no pedido de demissão, aceito na manhã de hoje (18), da ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa. António Costa, primeiro-ministro do país, também vem recebendo fortes críticas da sociedade, dos políticos e dos meios de comunicação e seu mandato corre riscos. Entre as razões da revolta contra Costa está a maneira como o primeiro-ministro reagiu às tragédias e às mortes dos últimos dias. Muitos políticos, inclusive o presidente Marcelo Rebelo de Sousa, criticaram a posição distante e insensível de Costa perante os acontecimentos. Ele também está sendo muito criticado por não fazer pedido de desculpas formal à população pelas falhas de seu governo.

Agência Brasil

18 de outubro de 2017, 09:35

MUNDO Seca e conflito expulsam 1 milhão de somalis de seus lares em 2017

Mais de um milhão de pessoas fugiram dos seus lares neste ano devido à grave seca e ao conflito na Somália, onde mais de 6,2 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária, informou nesta quarta-feira (18) o Conselho de Refugiado Norueguês (NRC). Além disso, mais de 3,1 milhões estão em situação crítica e 388 mil menores de cinco anos sofrem desnutrição aguda, explicou a ONG em comunicado. “Estamos alarmados com as dimensões desta crise, na qual cerca de 3.500 pessoas fogem por dia dos seus lares em busca de comida e água para manter-se com vida”, disse a diretora regional do NRC, Gabriella Waaijman, que comparou este êxodo em massa com o ocorrido na última crise de fome de 2011, quando morreram 260 mil pessoas. Apenas em setembro deste ano, cerca de 49 mil pessoas fugiram dos seus lares, a maioria das quais se deslocaram a acampamentos amontoados em áreas urbanas. Muitas comunidades rurais da Somália se transformaram em cidades fantasmas após as colheitas falidas e a morte do gado, que deixou a população sem reserva de alimentos.

Agência Brasil

18 de outubro de 2017, 09:20

MUNDO Incêndios em Portugal levam ministra da Administração a pedir afastamento

Os incêndios que assolaram Portugal no último domingo (15) deixaram 41 mortos, mais de 60 feridos e muita revolta. Centenas de pessoas fizeram vigília esta noite diante do Palácio de Belém, residência do presidente da República, e milhares de portugueses devem se juntar às manifestações que estão marcadas para este fim de semana. Além de homenagear as vítimas dos incêndios, a população vai exigir respostas e medidas efetivas do governo.A primeira consequência política do descontentamento dos portugueses com a atual gestão se refletiu no pedido de demissão, aceito na manhã de hoje (18), da ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa.António Costa, primeiro-ministro do país, também vem recebendo fortes críticas da sociedade, dos políticos e dos meios de comunicação e seu mandato corre riscos. Entre as razões da revolta contra Costa está a maneira como o primeiro-ministro reagiu às tragédias e às mortes dos últimos dias. Muitos políticos, inclusive o presidente Marcelo Rebelo de Sousa, criticaram a posição distante e insensível de Costa perante os acontecimentos. Ele também está sendo muito criticado por não fazer pedido de desculpas formal à população pelas falhas de seu governo.

Agência Brasil

17 de outubro de 2017, 21:20

MUNDO Maduro diz que não houve fraude nas eleições estaduais da Venezuela

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, rejeitou as reivindicações da oposição de que ocorreram fraudes nas eleições estaduais do último domingo. De acordo com ele, o sistema de votação venezuelano é um dos mais seguros do mundo.Em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira, Maduro forneceu uma demonstração no local de como funcionam as urnas eleitorais do país e observou que são as mesmas usadas em Chicago. “Obama vota nesta mesma máquina”, afirmou, referindo-se ao ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama.Maduro estendeu sua oferta para diálogo com a oposição enquanto também chamava um dos cinco candidatos de oposição vencedores como “fascista” e se divertiu com o nome de outro opositor.Os líderes da oposição contestaram o resultado das eleições estaduais da Venezuela após o partido de Maduro ter vencido na maioria dos 23 Estados, enquanto pesquisas de intenção de voto indicavam ampla vantagem de candidatos opositores.

Estadão

17 de outubro de 2017, 13:15

MUNDO Irã diz que ação de Trump contra acordo não irá prejudicar setor de petróleo

O vice-ministro de Petróleo do Irã, Amir Zamaninia, afirmou nesta terça-feira que a ameaça do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de novas sanções contra Teerã não prejudicará significativamente o plano de atrair investimentos estrangeiros para o setor de petróleo. Na sexta-feira, Trump desacreditou o acordo nuclear de 2015. Falando em uma conferência em Londres, Amir Zamaninia afirmou que a decisão de Trump “tem pouco ou nenhum efeito sobre os nossos planos futuros para a indústria de petróleo”. O país está em negociações com “todas as companhias petrolíferas europeias” e pretende aumentar sua produção para 4,7 milhões de barris por dia, de cerca de 4 milhões de barris por dia hoje, afirmou. O vice-ministro iraquiano também disse que estava pronto para conversar com as companhias de petróleo americanas, embora nenhum deles tenha conversado com o Irã, porque eles são impedidos de investir no setor de hidrocarbonetos do país.

Estadão Conteúdo

17 de outubro de 2017, 11:31

MUNDO Aprovação do governo Trump é de 37%; reprovação chega a 57%

Foto: Divulgação

Donald Trump

Cerca de 37% dos norte-americanos aprovam o governo de Donald Trump de acordo com pesquisa divulgada hoje (17) pela CNN-SSRS. O índice de aprovação é o mesmo do mês passado. A reprovação foi de 57%, também a mesma registrada em setembro. O número de norte-americanos otimistas, no entanto, caiu. Em agosto 53% dos entrevistados disseram que “as coisas estavam indo bem”, percentual que caiu para 46% . Sobre as políticas polêmicas que Trump quer implementar – reforma tributária, extinção do Obamacare e plano imigratório –, os dados revelam que quatro em cada dez entrevistados acreditam que essas políticas serão positivas para o país. Por outro lado, 56% dizem que as mudanças vão conduzir o país na direção “errada”. A relação política do presidente dos Estados Unidos com o Congresso é vista de forma negativa no universo global – que inclui entrevistados republicanos, democratas e de outras tendências políticas. Em geral, 32% aprovam a maneira com a qual Trump se relaciona com os parlamentares, sobretudo com a base republicana, enquanto 54% desaprovam. Entre os eleitores que se declaram republicanos, 68% disseram aprovar a forma com que Trump lida com os congressistas do partido. Além disso, 63% dos entrevistados dentro deste grupo dizem acreditar mais no presidente que nos parlamentares republicanos e 29% dizem confiar mais nos deputados e senadores que no presidente.

Agência Brasil

17 de outubro de 2017, 09:35

MUNDO Número de mortos em incêndios na Califórnia sobe para 41

Pelo menos 41 pessoas morreram e mais de 86 mil hectares foram arrasados pelos incêndios que atingem há mais de uma semana a Califórnia, nos Estados Unidos, de acordo com o último boletim divulgado na segunda-feira (16) pelo Departamento Estadual Florestal e de Proteção contra Incêndios. A informação é da Agência EFE. Os condados de Sonoma e Napa, região do norte do estado conhecida mundialmente pela qualidade de seus vinhos, são duas das regiões mais afetadas pelos incêndios, que já estão entre os mais graves já registrados na história da Califórnia. As autoridades destacaram em comunicado que os 11 mil bombeiros enviados à região continuam avançando para controlar as chamas que destruíram pelo menos 5.700 imóveis. Mais de 40 mil pessoas seguem fora de suas casas como medida de precaução, apesar de as autoridades da Califórnia terem afirmado que as ordens de evacuação serão reavaliadas como consequência do trabalho dos bombeiros. O tempo seco e quente ainda pode ser uma ameaça para os bombeiros, mas a previsão indica que a intensidade dos ventos irá diminuir nos próximos dias. A maior parte das vítimas dos incêndios era de idade avançada, muitos com dificuldade de mobilidade e em um estado de vulnerabilidade para reagir diante de uma emergência.

Agência Brasil

17 de outubro de 2017, 07:50

MUNDO Franceses usarão Carne Fraca contra Mercosul

Os problemas de controle sanitário encontrados na Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, são o principal argumento a ser usado pela França para tentar modificar o mandato dado à Comissão Europeia para negociar o acordo comercial com o Mercosul. “O mundo mudou nos últimos anos e a segurança alimentar é um tema de grande importância”, disse o embaixador francês no Brasil, Michel Miraillet.Os franceses pretendem levantar essa questão no Conselho Europeu que reunirá os líderes do continente nesta semana em Bruxelas. Deverão propor que as negociações ocorram num cronograma diferente. E que a questão de segurança alimentar seja incluída nas discussões.A ideia de adiar o fim das negociações foi levantada pelo presidente da França, Emmanuel Macron, na quarta-feira. Num evento com produtores agrícolas, ele afirmou que não é a favor de correr para fechar o acordo em dezembro – uma meta que havia sido aceita pelos dois lados da negociação. Agora, já se admite reservadamente que dificilmente será cumprida.”Nós queremos o acordo”, afirmou o embaixador. “Mas não a qualquer preço.” Depois de ressalvar, como ponto positivo, que os problemas da Carne Fraca foram levantados pelo próprio governo brasileiro, Miraillet disse que “nada” foi feito a respeito. E que essa é uma questão que preocupa o consumidor europeu.Fontes do lado brasileiro classificaram o movimento da França como uma manobra protelatória, reflexo das tradicionais pressões dos produtores agrícolas locais sobre o governo. Elas avaliam que a proposta francesa tem pouca chance de prosperar, porque ela é apoiada por um grupo pequeno de países. Para modificar o mandato negociador, é preciso que haja consenso dos 28 países-membros do bloco europeu.Se a União Europeia abrir discussões sobre o mandato negociador, o Mercosul fará o mesmo, dizem fontes. Isso, na prática, jogará o fim das negociações, que se arrastam desde 1999, para uma data indefinida.A carne brasileira, explicam, só ingressa na União Europeia se estiver de acordo com as regras sanitárias que ela aplica a seus fornecedores do mundo inteiro. Do contrário, a carga é rejeitada. E não é possível ao bloco europeu estabelecer regras diferentes só para o Mercosul.

Agência Brasil

16 de outubro de 2017, 18:33

MUNDO EUA questionam eleições estaduais na Venezuela

O governo dos Estados Unidos denunciou as eleições estaduais na Venezuela do último domingo, afirmando que o evento mostrou “a falta de eleições livres e justas”.Os resultados oficiais dão ao partido socialista, do presidente Nicolás Maduro, a vitória em pelo menos 17 dos 23 Estados. No entanto, a votação está sendo contestada pelo contraste entre os resultados e as pesquisas, que mostravam a oposição com forte liderança.A embaixadora dos EUA na Organização das Nações Unidas (ONU), Nikki Haley, acusou Maduro de tentar silenciar as vozes das pessoas por meio da “intimidação, manipulação e obstrução dos eleitores”. Haley também pediu uma auditoria do processo eleitoral e descreveu maduro como ditador.Em Washington, a porta-voz do Departamento de Estado americano, Heather Nauert, disse que “enquanto o regime de Maduro se conduzir como uma ditadura autoritária”, os EUA irão usar de seu poder econômico e diplomático para ajudar os venezuelanos na restauração da democracia.

Estadão

16 de outubro de 2017, 15:15

MUNDO Furacão Ofélia provoca morte na Irlanda e deixa 120 mil sem luz

Uma mulher morreu após parte de uma árvore cair sobre o seu carro em Waterford, no sudeste da Irlanda, como consequência da tempestade Ofélia, informou hoje (16) a emissora pública irlandesa RTE. Pelo menos 120 mil casas e comércios do país estão sem eletricidade por conta da tempestade, que vem perdendo força em seu trajeto desde o arquipélago português dos Açores. Ainda assim, o Ofélia atingiu a Irlanda com ventos de até 130 quilômetros por hora (Km/h). A informação é da agência EFE. Além dos cortes no fornecimento de energia, houve queda de árvores nos condados de Kerry e Cork. O governo determinou, em todo o país, o fechamento de escolas e creches e restringiu outros serviços públicos, como tribunais e centros de saúde. O aeroporto de Dublin indicou que calcula que 130 voos serão suspensos, e companhias aéreas como Ryanair, Aer Lingus, British Airways e Air France já anunciaram o cancelamento de algumas rotas. Na Irlanda do Norte, região do Reino Unido, escolas também foram fechadas e os tribunais encerraram suas atividades ao meio-dia. Também está previsto que a tempestade afete o norte da Inglaterra, Gales e partes da Escócia. Segundo a emissora britânica BBC, o ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton cancelou, devido ao mau tempo, uma visita que faria a Belfast, na Irlanda do Norte, para impulsionar as negociações entre os partidos da região, com o objetivo de restaurar o governo de poder compartilhado. Alerta vermelho O primeiro-ministro da Irlanda, Leo Varadkar, lembrou no Twitter que o país “está em alerta vermelho”, o máximo em uma escala de quatro cores, e recomendou aos cidadãos que “não saiam até que passe a tempestade”. “Seja no seu trabalho, em casa, na casa de outras pessoas, permaneçam no interior. Verifiquem se vizinhos e parentes estão bem”, disse o primeiro-ministro. Varadkar informou que o Grupo de Coordenação de Emergências Nacionais se reunirá ao longo do dia para ver quais medidas devem ser tomadas, ou se é necessário o auxílio do Exército nos trabalhos de emergência.O Escritório Meteorológico Britânico também declarou alerta em diferentes partes do território e pediu à população que tome precauções tanto em relação ao vento quanto pelo risco de inundações.

Agência Brasil

16 de outubro de 2017, 14:15

MUNDO Trump defende reforma imigratória e critica preços altos de medicamentos nos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, usou a reunião de gabinete na Casa Branca para fazer críticas a companhias de saúde e para defender uma reforma no sistema de imigração americano. “Os preços dos medicamentos prescritos estão fora de controle”, afirmou o presidente após ter assinado um decreto, na semana passada, que corta o pagamento para as seguradoras de saúde. De acordo com o presidente, os subsídios do Obamacare foram um “presente” para as seguradoras, cujas ações registraram forte avanço quando o sistema de saúde de Barack Obama foi implementado. Com isso, Trump disse acreditar que um projeto de reforma no sistema de saúde no curto prazo possa ser feito entre republicanos e democratas, já que “o Obamacare está acabado”. Em relação a uma reforma na imigração, Trump criticou o sistema de vistos, que “está ultrapassando os limites” e voltou a defender a construção de um muro na fronteira com o México, dizendo que a barreira se faz necessária. Para ele, sua agenda está travada no Congresso devido às “políticas terríveis” dos democratas, que são “muito bons em obstruir o que queremos”. A economia dos EUA também foi comentada por Trump, que lembrou que o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu acima de 3% à taxa anualizada no segundo trimestre. Para ele, o crescimento pode ser impulsionado pela reforma tributária que seu governo deseja implementar. Além disso, Trump disse que seu governo está “muito forte” na reforma do sistema de bem-estar. “As pessoas estão aproveitando o sistema”, disse o republicano. Sobre o acordo nuclear do Irã, Trump afirmou que o pacto foi péssimo para os EUA e que poderia ter tido uma “boa resolução”. Além disso, o presidente comentou que a rescisão total do acordo nuclear “é uma possibilidade real”.

Estadão Conteúdo

16 de outubro de 2017, 11:01

MUNDO Mais de 100 incêndios deixam quatro mortos na região espanhola da Galícia

Quatro pessoas morreram devido aos mais de 100 incêndios florestais registrados na região espanhola da Galícia, onde milhares de hectares foram destruídos desde a última sexta-feira (13) e o fogo foi agravado pelo forte vento e as altas temperaturas. A informação é da Agência EFE. O presidente regional, Alberto Núñez Feijóo, denunciou nesta segunda-feira (16) o “terrorismo incendiário” dos que causaram o fogo, a morte dessas pessoas e milhares de hectares de floresta queimadas. Entre as vítimas um homem de 78 anos morreu quando tentava salvar seus animais em um povoado da província de Ourense, informou hoje a delegação do governo espanhol na Galícia, e duas mulheres que morreram em uma caminhonete na província de Pontevedra. Além disso, outro homem de 70 anos perdeu a vida após sofrer uma queda quando tentava apagar um fogo nas cercanias de Vigo, capital da província de Pontevedra. Os serviços de emergência atenderam oito pessoas por queimaduras, das quais três continuam hospitalizadas, enquanto várias sofreram problemas respiratórios por inalar a fumaça. Cerca de 400 habitantes das zonas rurais de Vigo tiveram que ser desalojados de suas moradias, embora a maioria já tenha conseguido voltar para casa. Neste momento há 105 focos de incêndio ativos, dos quais 38 estão sob controle, enquanto em 15 zonas existe perigo para as pessoas e as casas, seis na província de Pontevedra, cinco na de Lugo e quatro na de Ourense. Nas Astúrias, comunidade autônoma limítrofe com a Galícia, foram registrados 35 incêndios nas últimas horas, e a nuvem de fumaça e cinzas causadas pelo fogo das duas regiões já chegou à Cantábria, no norte da Espanha.

Agência Brasil

16 de outubro de 2017, 08:59

MUNDO ONU condena atentado na Somália e pede que país se una contra terrorismo

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, condenou o atentado jihadista que deixou pelo menos 215 mortos no sábado (14) na capital da Somália e pediu ao país que se una contra o terrorismo. As informações são da EFE. Em um comunicado de seu porta-voz, neste domingo (15), Guterres pediu “a todos os somalis que se unam à luta contra o terrorismo e o extremismo violento e trabalhem lado a lado na construção de um Estado funcional e inclusivo”. O Departamento de Estado dos Estados Unidos também condenou o “covarde” atentado. A porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauer, expressou em nota a posição dos EUA quanto ao pior atentado da história da Somália, no qual supostos terroristas do Al Shabab explodiram caminhões-bomba em um hotel e em um mercado da capital, Mogadíscio. “Os EUA condenam nos termos mais enérgicos os ataques terroristas que mataram e feriram centenas de pessoas em Mogadíscio”, disse a porta-voz em sua nota. “Frente a este ato covarde e sem sentido, os EUA continuarão apoiando o governo somali, seu povo e nossos aliados internacionais para combater o terrorismo e apoiar seus esforços para alcançar a paz, a segurança e a prosperidade”, destacou Heather.

Agência Brasil

15 de outubro de 2017, 12:20

MUNDO Áustria realiza eleições parlamentares neste domingo

Mais de 6 milhões de pessoas estão habilitadas para votar nas eleições parlamentares deste domingo (15) na Áustria. Os últimos prognósticos indicam a possibilidade de ingresso da extrema direita no governo austríaco, hoje comandado pelo social-democrata Christian Kern.Após votar, Kern mostrou-se confiante em sua reeleição à frente do Executivo. Ele disse que sua campanha recobrou força nos últimos dias e que não se deve descartar “uma surpresa” no resultado do pleito, no qual serão eleitos 183 deputados.As eleições foram antecipadas após a ruptura da coalizão entre os social-democratas e os democrata-cristãos.De acordo com as últimas pesquisas, o Partido Popular, de centro-direita, é o favorito, com estimativa de votos em torno de 33%. Seu líder é o atual ministro das Relações Exteriores, Sebastian Kurz. Os prognósticos dão aos social-democratas e aos democrata-cristãos o mesmo percentual: 25%.

Agência Brasil