20 de janeiro de 2017, 21:21

MUNDO Primeiro dia de Trump mantém incertezas sobre novo governo, dizem analistas

Foto: Reprodução

O primeiro dia de Donald Trump como 45º presidente dos Estados Unidos dividiu especialistas em relações internacionais sobre como será a condução do novo governo. Seu discurso de posse repetiu o tom nacionalista e agressivo da campanha eleitoral, o que – combinado às indicações polêmicas à sua equipe e declarações pós-eleições – dirimiu esperanças de que o presidente Trump será diferente do candidato que travou uma disputa belicosa contra a democrata Hillary Clinton na corrida pela Casa Branca.Trump, porém, fez um discurso genérico e de teor populista, no qual falou em linhas gerais sobre como pretende governar, sem antecipar as primeiras medidas. Assim, segue difícil distinguir o personagem de campanha do presidente, o estilo confrontador do empresário que radicaliza porque sabe que terá que fazer concessões.Na dúvida, a tendência é que os mercados enfrentem grande volatilidade nos próximos dias, como comentou o analista Silvio Campos Neto, da Tendências.A primeira fala de Trump como presidente prometeu colocar os interesses dos Estados Unidos em primeiro lugar, tocou em promessas de investimentos em infraestrutura, ressaltou que toda decisão, inclusive medidas tarifárias, será para beneficiar famílias e trabalhadores americanos e deixou claro quais serão as regras de seu governo: compre dos Estados Unidos e empregue americanos.A linha foi dura, no estilo da campanha, e reforçou a tendência, vista com maior consenso pelo mercado, de guinada ao protecionismo. Um analista de uma consultoria internacional, que fez comentários sob confidencialidade, classificou o discurso de Trump como um retorno à Europa nacionalista dos anos 30, combinado à narrativa de um líder de alguma republiqueta de bananas. “Uma coisa é fazer campanha no Meio-Oeste dos Estados Unidos, outra é fazer campanha como presidente do país”.Professor e cientista político do Insper, Fernando Schüler ponderou. Considerou que Trump, como grande comunicador, não perdeu a oportunidade de fazer do discurso uma peça publicitária para os eleitores que o colocaram no poder.

Estadão Conteúdo

20 de janeiro de 2017, 21:01

MUNDO Ex-presidente dos EUA George H.W.Bush continua hospitalizado em condição estável

O ex-presidente dos Estados Unidos George H.W. Bush teve um tubo respiratório removido nesta sexta-feira em um hospital de Houston, onde permanece em condição estável em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), segundo o porta-voz da família Bush, Jim McGrath. Aos 92 anos, o ex-presidente americano foi internado no Houston Methodist Hospital no sábado com falta de ar. Ele foi transferido para a sessão de cuidados intensivos na quarta-feira para resolver um problema respiratório decorrente de uma pneumonia, segundo o porta-voz. McGrath afirmou nesta sexta-feira que Bush está “respirando sozinho, com um mínimo de oxigênio suplementar”. Segundo ele, o ex-presidente permanecerá em terapia intensiva para observação.

Estadão Conteúdo

20 de janeiro de 2017, 19:06

MUNDO Combate ao crime é uma das seis prioridades da presidência de Trump

O site da Casa Branca, agora controlado pelo presidente Donald Trump e por sua equipe, destacou que a nova administração tem no apoio à comunidade de segurança um dos seis temas mais importantes para a nova presidência dos Estados Unidos.Em um post publicado após a posse de Trump nesta sexta-feira, o governo se compromete a acabar com o que descreve como “uma atmosfera antipolícia perigosa” e apoiar a polícia “na missão dela de proteger o povo”.Em seu discurso de posse, Trump também prometeu acabar com “o crime e as gangues e as drogas que roubaram tantas vidas”. “Esta carnificina americana acaba aqui e acaba agora”, afirmou ele.Nesta tarde em Washington, pelo menos 95 pessoas foram detidas como suspeitos em meio a protestos violentos contra a posse do empresário republicano. Houve janelas quebradas, lixeiras viradas e outros atos de vandalismo, em meio às cerimônias do dia da posse de Trump.

Estadão Conteúdo

20 de janeiro de 2017, 17:19

MUNDO Novo site da Casa Branca elimina seções sobre clima, direitos civis e LGBT

Mal o novo presidente americano, Donald Trump, tomou posse, e a Casa Branca já atualizou o seu site com algumas novidades polêmicas. A seção dedicada às mudanças climáticas, bandeira defendida pelo ex-presidente Barack Obama, por exemplo, foi apagada da página oficial, assim como qualquer menção ao aquecimento global. Também não há mais seções no site sobre direitos civis e público LGBT. As informações são da Agência Ansa.A nova política deve-se ao fato que o novo ocupante da Casa Branca e boa parte do Partido Republicano minimizam os efeitos causados pelas alterações no clima e a necessidade de se investir na chamada “economia verde”. Por outro lado, a página oficial traz algumas das medidas que o magnata promete adotar como novo presidente dos Estados Unidos.Entre as iniciativas anunciadas, está a construção de um “escudo espacial” para proteger o país de possíveis “mísseis” lançados por nações como Irã e Coreia do Norte. O Irã inclusive assinou um acordo nuclear com as principais potências do planeta, incluindo os EUA, no qual limita suas atividades atômicas. Acordo esse que Trump prometeu rever.Além disso, a Casa Branca listou mudanças importantes na política econômica, como a saída dos EUA do Acordo de Associação Transpacífico (TPP, na sigla em inglês), formado por 12 nações que reúnem 40% do Produto Interno Bruto (PIB) global.

Agência Ansa

20 de janeiro de 2017, 15:16

MUNDO Trump toma posse como novo presidente dos Estados Unidos

Foto: Scott Olson/Getty Images North America/AFP

Os organizadores estimam que cerca de um milhão de pessoas compareceram à posse de Trump

O novo mandatário dos EUA, Donald Trump, está sendo empossado, neste momento, como o 45º presidente dos Estados Unidos, junto com o vice-presidente eleito Mike Pence. Eles estão prestando juramento ao juiz John Roberts, que preside a solenidade. A cerimônia, que está sendo transmitida ao vivo para todo o mundo, ocorre no Capitólio, o prédio do Congresso norte-americano. Segundo os organizadores, entre 900 mil e 1 milhão de pessoas, vindas de todo o país e do exterior, estão em Washington para assistir à posse. Poucos minutos antes da posse, ativistas mascarados destruíram carros e quebraram vidraças de lojas em ruas da capital norte-americana, longe do Capitólio. Eles levaram bandeiras anarquistas pretas e cartazes com os dizeres: “Junte-se à resistência. Lute agora”. A polícia usou spray de pimenta para evitar que os ativistas continuassem com as depredações nas ruas.

Agência Brasil

20 de janeiro de 2017, 09:27

MUNDO Itália: equipes encontram sobreviventes em hotel destruído por avalanche

Socorristas que trabalham nos escombros do Hotel Rigopiano, em Farindola, na província de Pescara, na Itália, localizaram seis pessoas vivas no local, disseram hoje (20) os bombeiros. A informação é da Agência Ansa. Para ajudar no resgate, as equipes pediram que cinco helicópteros fossem enviados ao local. Segundo as primeiras informações, a localização dos sobreviventes ocorreu pouco após as 11h (hora local) e os socorristas conseguiram conversar com eles por diversas vezes. O grupo ainda está sob os restos da estrutura e o resgate pode demorar horas por conta das dificuldades e da quantidade de neve que invadiu o hotel. As equipes de resgate estão trabalhando sem descanso por mais de 48 horas, com o auxílio apenas de pás e de cães farejadores. As condições de trabalho são extremas, com temperaturas abaixo de zero e nevascas temporárias. O número de pessoas que estava no Rigopiano na hora do acidente ainda é incerto. O subsecretário regional de Pescara, Mario Mazzoca, informou que devem ser 35 pessoas – entre hóspedes e funcionários. As equipes de buscas trabalham com a informação de que há entre 25 e 30 feridos, já que três pessoas foram retiradas com vida logo após a chegada dos socorristas e mais quatro corpos foram encontrados. A Procuradoria de Pescara abriu uma investigação por homicídio culposo, quando não há a intenção de matar, sobre a avalanche que destruiu o hotel. De acordo com os sobreviventes, todos os hóspedes e funcionários estavam no hall de entrada e esperavam por um caminhão limpador de neve para abandonar o local. Eles estavam assustados com a série de terremotos que atingiu o país na quarta-feira (18) e foram orientados a deixar o hotel.

Agência Brasil

20 de janeiro de 2017, 06:50

MUNDO “Vocês não estão mais esquecidos”, diz Trump à multidão em Washington

Ao dar início nessa quinta-feira (19), em Washington, a uma programação de eventos relacionados à sua como o 45º presidente dos Estados Unidos, o presidente eleito Donald Trump referiu-se à sua ascensão ao governo como um “movimento nunca visto em nenhum lugar do mundo”. Ao falar para uma multidão, do lado de fora do prédio do Lincoln Memorial, onde houve um concerto de música country e rock, em sua homenagem, Trump disse: “Todos nós nos cansamos de ver o que estava acontecendo e queríamos mudar, mas queríamos uma mudança real”. A chegada de Trump a Washington, onde ficará residindo definitivamente como presidente, mudou o ritmo da cidade. Ruas, bares e restaurantes estavam mais movimentados do que o habitual. Trump participou de três eventos. Primeiro, colocou uma coroa de flores no Cemitério de Arlington, no estado da Virgínia (próximo a Washington ), em homenagem a soldados americanos mortos em guerra. Depois assistiu ao concerto em sua homenagem na área externa do Lincoln Memorial, mesmo local onde o pastor Martin Luther King fez o famoso discurso “Eu tenho um sonho”, nos anos 60, época dos protestos em favor dos direitos civis. Trump se dirigiu à multidão e explicou o que significa a frase “Faça a América Grande Novamente”, usada durante a campanha eleitoral. “Vocês não estão mais esquecidos”, disse ele, ao se dirigir à multidão. Nesse momento, fogos de artifício foram disparados e no céu surgiu a inscrição “USA” (Estados Unidos da América, na sigla em inglês). No terceiro evento, Donald Trump, o vice-presidente eleito Mike Pence e suas famílias foram a um jantar à luz de velas na Estação Union de Washington, para agradecer às pessoas que fizeram doações para custear sua posse. Algumas doações chegaram a US$ 1 milhão. As pessoas que fizeram essas doações jantaram próximo ao presidente eleito.

José Romildo, Agência Brasil

20 de janeiro de 2017, 06:45

MUNDO Trump toma posse como o 45º presidente dos EUA

Foto: Don Emmert/AFP/Direitos Reservados

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump,durante entrevista à imprensa

Donald Trump, o candidato do Partido Republicano que ganhou uma das eleições mais surpreendentes da história norte-americana, será a partir de hoje (20) o 45º presidente dos Estados Unidos. Quase 1 milhão de pessoas são esperadas para assistir à cerimônia no Capitólio, sede do Congresso americano. O juramento de posse ocorrerá às 12h em Washington, 15h em Brasília. Em seguida, Trump fará seu primeiro pronunciamento como presidente. O custo total das solenidades de posse está estimado em US$ 200 milhões, dos quais US$ 110 milhões serão cobertos pelo contribuinte americano e US$ 90 milhões por doadores privados. O centro de Washington está protegido com grades para prevenir protestos. A segurança está reforçada pela presença de 30 mil agentes. Mesmo assim, protestos são esperados nesta sexta-feira. Amanhã, sábado (21), uma marcha das mulheres está prevista para ocorrer no centro da capital norte-americana em protesto contra Donald Trump. Agora de manhã, Donald Trump e Melania serão recepcionados com um chá na Casa Branca, oferecido pelo casal Barack Obama e Michelle. Este será o último compromisso de Obama como presidente. Cinquenta e quatro parlamentares do Partido Democrata anunciaram que não vão à posse em protesto contra Trump. Leia mais na Agência Brasil.

José Romildo, Agência Brasil

20 de janeiro de 2017, 06:40

MUNDO Americanos em Lisboa fazem vigília pela democracia

Americanos se reúnem hoje (20), a partir das 17h (hora local) em Lisboa, em vigília pela democracia. O evento ocorre no dia da posse de Donald Trump na presidência dos Estados Unidos e tem, segundo a organização, dois motivos: expressar gratidão a Obama e preocupação quanto ao futuro da política americana. A vigília está prevista para ocorrer entre as 17h e as 19h no Largo do Carmo, na capital portuguesa. Cidadãos americanos e apoiadores estrangeiros acenderão velas com o objetivo de “chamar a atenção para a necessidade de vigilância do futuro político dos Estados Unidos e a sua adesão aos princípios democráticos durante a administração do presidente eleito Donald Trump”, diz comunicado feito pela organização Democrats Abroad Portugal (Democratas Estrangeiros em Portugal, em tradução livre). De acordo com o presidente da organização, Patrick Siegler-Lathrop, o encontro, denominado “Vigília Americana Pela Democracia”, pretende agradecer ao ex-presidente Barack Obama pela melhoria da situação interna dos Estados Unidos, conquistada nos últimos oito anos de sua administração. Patrick afirma que Obama reergueu a economia americana após a crise financeira de 2008, com 75 meses de crescimento contínuo do emprego, permitindo acesso a cuidados de saúde para milhões de pessoas e assumindo um papel de liderança em acordos internacionais no combate ao aquecimento global. Manifestações similares à vigília estão marcadas em diversas cidades do mundo, não apenas nos Estados Unidos. De acordo com nota da organização, eventos simultâneos, “alguns dos quais também se opõem à ascensão da política de extrema-direita na Europa, estão planejados em Paris, Londres, Amsterdã, Berlim, Praga e outros lugares do mundo”. “Para os americanos no exterior, é particularmente importante continuar envolvidos no processo político do país e mostrar ao mundo que vamos examinar e responder às ações de um governo cujos primeiros sinais têm sido muito preocupantes”, diz um dos organizadores, Misha Pinkhasov, consultor e escritor, que vive em Portugal desde 2014. A estimativa da organização é de que aproximadamente 100 pessoas, de diversas nacionalidades, compareçam à vigília.

Marieta Cazarré, Agência Brasil

19 de janeiro de 2017, 17:45

MUNDO Obama divulga carta de despedida ao povo americano

Foto: Silvina Frydlewsky/EFE/Agência Lusa

Michelle e Barack Obama participam amanhã da posse de Donald Trump

O mandatário estadunidense Barack Obama divulgou uma carta de agradecimento, nesta quinta-feira (19), seu último dia de trabalho como o 44º presidente dos Estados Unidos, pedindo ao povo americano que permaneça na democracia e prometendo “estar bem ali com você a cada passo do caminho”. Antes de passar o posto para Donald Trump, o 45º presidente, em cerimônia a ser realizada amanhã (20), Obama agradeceu “pela honra” de servir ao país. “Tudo o que aprendi no meu tempo no cargo, aprendi com vocês”, disse ele na carta, referindo-se ao povo norte-americano. “Vocês me fizeram um melhor presidente e vocês me fizeram um homem melhor.” Obama passou as últimas duas semanas em preparativos para a sua saída da presidência. Fez um discurso de despedida em Chicago, na semana passada, e conversou com os jornalistas em sua última entrevista à imprensa na Casa Branca, em Washington, na quarta-feira (19). “Eu vi você, povo americano, em toda sua decência, determinação, bom humor e bondade. E em seus atos cotidianos de cidadania, eu vi nosso futuro se desdobrar “, disse ele. “Todos nós, independentemente de partido, devemos nos lançar nessa obra, que é o trabalho alegre da cidadania. Não apenas quando há uma eleição, não apenas quando nosso próprio interesse estreito está em jogo, mas durante todo o período de uma vida”. “E quando o arco de progresso parece lento, lembre-se: a América não é o projeto de uma única pessoa. A palavra mais poderosa em nossa democracia é a palavra ‘nós”, escreveu Obama na carta, que repetiu a frase que caracterizou a sua primeira campanha eleitoral: “Yes, we can” (“Sim, nós podemos”).

Agência Brasil

19 de janeiro de 2017, 14:15

MUNDO Trump ainda nem tomou posse e já divulga slogan para buscar reeleição em 2020

O presidente eleito nos EUA, Donald Trump, nem iniciou seu mandato como presidente e já pediu para seu advogado para registrar o slogan de sua campanha eleitoral em 2020. Trump não perdeu tempo após a eleição presidencial em 2012 para escolher seu slogan para 2016 e agora também não esperou muito tempo para escolher seu slogan para sua reeleição em 2020: “Keep America Great” ou, na tradução livre, “Mantenha a América Grande”, disse ele em uma entrevista ao Washington Post. O slogan de sua campanha presidencial no ano passado foi: “Fazer a América grande de novo”. Apesar de todo político já pensar sobre uma possível reeleição, Trump foi mais além. Ele praticamente continuou sua campanha mesmo depois de ter terminado, realizando um “tour de agradecimento”. Antes mesmo de tomar posse, Trump já havia falado sobre sua intenção de manter um escritório de campanha aberto durante todo o seu primeiro mandato para trabalhar em sua reeleição. No entanto, Trump ainda nem tomou posse e já está apostando que a “América será grande” sem ao menos ter aprovado um projeto de lei ou ter um decreto assinado. “Estou muito confiante de que seremos grandes, e isso vai ser incrível…eu não falaria sobre isso se eu não tivesse a certeza sobre o que vai acontecer. O país será grande”, disse o presidente eleito. No entanto, existem coisas que fogem do controle de um presidente. Fatores externos, por exemplo, terão impacto sobe a grandeza dos EUA nos próximos quatro anos.

Estadão Conteúdo

19 de janeiro de 2017, 09:55

MUNDO Dezenas de bombeiros ficam sob escombros de edifício que desabou em Teerã

Um edifício de 15 andares, no qual dezenas de bombeiros tentavam apagar um incêndio, desabou nesta quinta-feira (19) em Teerã, segundo imagens transmitidas ao vivo pela televisão pública iraniana. O prédio, construído em 1962 e que abrigava um centro comercial e ateliês têxteis, foi evacuado momentos antes do desabamento, mas dezenas de bombeiros estavam em seu interior tentando apagar as chamas. Trinta pessoas ficaram feridas no incêndio, antes do desabamento do Plasco Building. A polícia evacuou o bairro em que está localizado o edifício por medo de explosões provocadas por vazamentos de gás, informou a Agência France Presse (AFP). “Havíamos advertido várias vezes os responsáveis pelo edifício” de que não era seguro, declarou um porta-voz dos bombeiros, Jalal Maleki, lamentando que não tenham levado em conta as advertências. Ele citou ainda a quantidade de roupas armazenadas nas escadas, “o que é contrário às normas de segurança”. O incêndio durou quatro horas. Começou no nono andar e se propagou até o décimo-quinto, segundo os bombeiros. Antes do desabamento, a televisão divulgou imagens nas quais enormes chamas saíam dos últimos andares. O edifício foi construído pelo empresário judeu Habibollah Elghanian que, depois da revolução islâmica de 1979, foi condenado à morte e executado por seus supostos vínculos com Israel.

Agência Brasil

19 de janeiro de 2017, 06:45

MUNDO Trump anunciará crescimento econômico e segurança como prioridades do governo

Foto: Divulgação

Donald Trump

Em seu primeiro pronunciamento à nação americana nesta sexta-feira (20), já como presidente empossado, Donald Trump deverá anunciar que o crescimento econômico e a segurança da população serão as prioridades de seu governo. Segundo a emissora de televisão CBS News, Trump vai explicar à população o que significará o lema “Faça a América Grande Novamente”, usado durante toda a campanha eleitoral pelo então pré-candidato e depois candidato do Partido Republicano. De acordo com a CBS News, Trump dirá que o crescimento econômico não será atingido apenas com mais empregos e sim com empregos com melhores salários, especialmente na indústria. No que se refere à segurança, o presidente eleito vai tomar medidas para que a população não tenha mais medo do terrorismo. Para isso, Donald Trump dirá à população que será preciso derrotar o Estado Islâmico. O presidente eleito dos Estados Unidos transmitirá sua mensagem em poucas palavras. O pronunciamento terá entre 20 e 25 minutos, sem o tom populista que caracterizou seus discursos durante a campanha eleitoral. O discurso foi escrito por Stephen Miller, diretor de política da campanha eleitoral. Também contribuíram Kellyane Conway (conselheira de Trump), Reince Priebus (chefe do staff) e Steve Bannon (estrategista-chefe), todos integrantes do gabinete montado por para governar o país. O presidente eleito poderá também mencionar como vai eliminar o Obamacare, o programa do presidente Barack Obama idealizado para levar saúde a toda a população, e substituí-lo por outro, que consiga os mesmos objetivos sem onerar o consumidor. Ele deverá anunciar o aumento da exploração de energia e poderá antecipar as linhas principais da nova política de imigração que pretende implementar.

José Romildo, Agência Brasil

19 de janeiro de 2017, 06:42

MUNDO Oposição convoca passeata por eleições antecipadas na Venezuela

A oposição venezuelana convocou uma passeata para a próxima segunda-feira (22) até a sede do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), em Caracas, para exigir a realização de eleições antecipadas e retirar o presidente Nicolás Maduro do poder. A informação é da Agência France Presse. “A decisão tomada pelos movimentos sociais e políticos é que haverá passeata no dia 23 de janeiro, até o CNE”, anunciou Julio Borges, presidente do Parlamento, controlado pela oposição. Borges fez a declaração ao liderar, na terça-feira (17) uma passeata até o escritório da Organização dos Estados Americanos (OEA) em Caracas. “Que saibam que precisamos já de eleições para governadores, prefeitos e nacional”, declarou Borges aos jornalistas. Maduro minimizou a importância da manifestação e reafirmou que o chavismo também se mobilizará para defender a revolução. A data é simbólica, já que o 23 de janeiro marca a queda da ditadura militar de Marcos Pérez Jiménez. “Não sei o que quer Julio Borges e se tem liderança para convocar qualquer coisa, mas o 23 de janeiro será um dia de júbilo e paz”, declarou Maduro. A opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD), que acusa o CNE de estar a serviço do chavismo, exige a antecipação das eleições presidenciais previstas para dezembro de 2018. O Poder Eleitoral suspendeu em outubro passado o processo de referendo revogatório do mandato de Maduro e adiou para o primeiro semestre de 2017 as eleições regionais previstas para dezembro de 2016. “Queremos uma Venezuela de paz, de progresso e de desenvolvimento, e não esta Venezuela arruinada, violenta e dividida”, declarou Borges, acrescentando que haverá passeatas em diversos pontos do país, sendo a principal em Caracas. No ano passado, Maduro mobilizou forte esquema policial e militar para impedir as passeatas da MUD na data, exigindo o referendo revogatório.

Agência Brasil

19 de janeiro de 2017, 06:35

MUNDO Após terremotos, avalanche atinge hotel na Itália

Um hotel na cidade de Farindola, na província italiana de Pescara, foi atingido por uma avalanche na noite de ontem (18) e deixou dezenas de pessoas soterradas. De acordo com fontes locais, havia 22 hóspedes no Hotel Rigopiano, além dos funcionários, o que totalizaria 30 desaparecidos. Em entrevista à Agência Ansam o líder das operações de busca e resgate, Antonio Crocetta, disse que “há muitos mortos”. Especialistas acreditam que a avalanche tenha sido provocada pelos quatro terremotos que atingiram a zona central da Itália na manhã de ontem (18), todos com magnitude de 5.0 a 5.4 graus na escala Richter. O hotel fica na região de Abruzzo, uma das mais afetadas.

Agência Brasil