19 de abril de 2018, 19:01

EXCLUSIVA Com medo de derrota, deputados querem tirar Roma ou Prates da chapa proporcional

Foto: Divulgação/Arquivo

João Roma é candidato a deputado federal pelo DEM

Interessados em construir a unidade e ao mesmo tempo salvar a própria pele, sob grande risco desde que ACM Neto (DEM) desistiu da candidatura ao governo, deputados estaduais e federais oposicionistas pensam em ir ao prefeito de Salvador propor que ele indique o ex-secretário João Roma (DEM) ou o presidente da Câmara Municipal de Salvador, Leonardo Prates (DEM), para integrar, na condição de vice, a chapa a ser liderada por um dos candidatos a governador da oposição.

O argumento oficial é de que, para não fazer feio na eleição, as oposições precisam de uma chapa com densidade eleitoral. Para isso, no entanto, independentemente de quem venha a encabeçá-la – José Ronaldo (DEM) ou João Gualberto (PSDB) -, é fundamental ter um nome bastante identificado com o prefeito. “Seria um gesto importante do prefeito indicar alguém identificado com ele para compor a chapa como vice e tanto Roma quanto Prates servem a este propósito”, diz um deputado estadual.

Roma é candidato a deputado federal e Prates, a estadual, no DEM. A fonte afirma que a idéia vem sendo debatida há alguns dias entre eles e os parlamentares federais, tendo sido, inclusive, pauta de um encontro realizado esta semana para tratar da viabilidade eleitoral dos atuais membros da Assembleia e da Câmara dos Deputados. A proposta só não teria ganho um formato mais efetivo até agora, motivo porque ainda não foi marcado qualquer encontro com ACM Neto para discutí-la, declara um outro parlamentar ao Política Livre.

Para esta fonte, a sugestão pode, no entanto, assumir um caráter de exigência, principalmente se o candidato for João Gualberto. “Neste caso, a necessidade é ainda maior, já que Gualberto é do PSDB, diferentemente de Ronaldo, que é do DEM”, avalia, admitindo que, mesmo sendo o democrata o escolhido, dificilmente dará para abrir mão de um indicado direto do prefeito, que tenha mais a sua cara, inclusive a mesma faixa etária, como candidato a vice. “É uma forma de fortalecê-la”, completa.

Embora o argumento oficial seja o de dar uma feição mais netista à chapa, no fundo o que os deputados querem é remover da campanha proporcional um dos dois nomes considerados mais fortes junto ao prefeito para disputar as atuais eleições, o que pode tornar a vida daqueles que tentam se reeleger um pouco mais fácil. “Depois dessa hecatombe que foi a desistência de Neto, estamos vivendo um salve-se quem puder e candidatos muito fortes não são bem vindos”, confessa outro deputado.

19 de abril de 2018, 11:02

EXCLUSIVA Gualberto também leva dura de deputados em encontro na Assembleia baiana

Foto: Divulgação/Arquivo

João Gualberto é pré-candidato do PSDB ao governo da Bahia

Não foi só o pré-candidato do DEM ao governo, José Ronaldo, que levou uma dura dos deputados no encontro que teve com a bancada oposicionista na Assembleia Legislativa, na semana passada. João Gualberto, apresentado como pré-candidato pelo PSDB, também foi obrigado a refletir sobre sua decisão de não querer, sob hipótese nenhuma, uma aliança com o MDB do deputado federal Lúcio Vieira Lima. – Me desculpe, o senhor tá falando demais. Não se pode prescindir simplesmente do partido, disse um deputado, referindo-se ao fato de o partido não se limitar ao irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima, apoiado por um colega, obrigando Gualberto a mudar de tema. Na semana passada, um deputado ameaçou deixar o encontro com José Ronaldo, quando notou sua impaciência diante do relato que fazia no encontro sobre as dificuldades que os parlamentares passaram a vivenciar com a desistência de Neto de concorrer ao governo do Estado.

19 de abril de 2018, 08:02

EXCLUSIVA Mais perto da unidade que antes, por Raul Monteiro*

Foto: Montagem Política Livre

Depois do estresse inicial e do estranhamento que se seguiu à escolha do ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, como candidato do DEM ao governo, operação conduzida de forma pessoal por ACM Neto (DEM), a qual resultou no lançamento de concorrentes como João Gualberto, pelo PSDB, e de João Santana, pelo MDB, os partidos de oposição começam a dar sinais de que podem chegar de fato a um entendimento comum em torno da montagem da chapa das oposições à sucessão estadual, reconstruindo a unidade com que marcharam até agora sob a liderança exclusiva do prefeito de Salvador.

As primeiras sugestões neste sentido têm partido dos próprios deputados estaduais e federais, preocupados em que se perca tempo e energia com mais de uma candidatura para o governo do Estado que resulte antes em mais dificuldades do que em facilidades para o enfrentamento do governador Rui Costa (PT) agora que não contarão mais com a figura de ACM Neto para representá-los na disputa. Puderam ser, inclusive, percebidas claramente pelos pré-candidatos José Ronaldo e João Gualberto, que foram em dias distintos a reuniões com a bancada oposicionista na Assembleia Legislativa.

Embora Gualberto aparentemente tenha se saído melhor no primeiro contato formal com os deputados na condição de pré-candidato, reforçando a imagem de mais palatável de que já desfrutava entre os parlamentares, nada impede que, em meio às negociações para a formação da chapa oposicionista, o escolhido possa ser seu adversário de ocasião, se forem consideradas, principalmente, as vantagens comparativas de Ronaldo, que, além de contar com o apoio declarado do padrinho de sua candidatura ACM Neto, terá também o respaldo do prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins Filho (MDB).

Determinado a construir as condições para assumir a cabeça da chapa e mais habituado ao convívio com os prefeitos do interior, o ex-gestor de Feira tem se lançado em campo na conquista das lideranças interioranas com gás suficiente para mudar muitas cabeças até o momento, segundo relatos dos próprios deputados. Também fez um gesto na direção do MDB do deputado federal Lúcio Vieira Lima, o qual foi rejeitado tanto por Neto quanto por Gualberto, embora o movimento tenha sido insuficiente para tocar o coração do parlamentar, ainda muito indignado com as manobras executadas pelo DEM para tirá-lo de seu próprio partido.

Paralelamente ao trânsito dos pré-candidatos, que não permite ainda prever com certeza qual, entre os dois, prevalecerá como a cabeça eleitoral de todo o grupo, quem já se firmou como nome para a chapa é o deputado federal Jutahy Magalhães Júnior, do PSDB, que, a despeito da revolução decorrente da saída de cena de ACM Neto, não titubeou em nenhum momento, antecipando que concorreria ao Senado sob qualquer hipótese. O resultado é que ele é hoje o único nome de unidade, abraçado por todos os partidos oposicionistas, o que, no limite, deve funcionar ajudando na montagem de uma chapa única à sucessão estadual.

* Artigo do editor Raul Monteiro publicado originalmente na Tribuna.

Raul Monteiro*

18 de abril de 2018, 16:21

EXCLUSIVA Candidato ao Senado, Jutahy é o primeiro nome de unidade das oposições

Foto: Divulgação/Arquivo

Jutahy Magalhães Jr., do PSDB, é candidato a senador

Apesar de ainda não terem conseguido montar uma chapa única ao governo da Bahia, os partidos de oposição já têm um candidato de unidade: trata-se do deputado federal Jutahy Magalhães Jr., nome do PSDB ao Senado. O deputado estadual tucano Adolfo Viana diz que os partidos que integram a oposição abraçaram de tal forma a candidatura de Jutahy que tornou difícil qualquer recuo do parlamentar. “Jutahy é o candidato de todos nós ao Senado”, afirma o deputado, lembrando que a idéia de um candidato de unidade ao governo continua integrando o plano das oposições ao governador Rui Costa (PT).

18 de abril de 2018, 10:03

EXCLUSIVA Para DEM e MDB, condenação de Aécio vai abalar candidatura de Gualberto

Foto: Dida Sampaio/Arquivo/Estadão

Senador Aécio Neves

Com pré-candidatos próprios ao governo do Estado disputando a liderança das oposições, DEM e MDB passaram a queimar a pré-candidatura tucana de João Gualberto depois da transformação, ontem, do senador Aécio Neves (MG) em réu por turma do Supremo Tribunal Federal (STF). No MDB, partido de Michel Temer, que empurra para baixo quem dele se aproxima, se diz que Gualberto não aguentará o peso do cadáver de Aécio. No DEM – que tenta esconder suas relações com o presidente da República – que a condenação do senador colocou a todos no mesmo barco. No barco do desgaste comum.

18 de abril de 2018, 08:20

EXCLUSIVA Até onde Lídice da Mata pretende ir com a idéia de concorrer ao Senado

Foto: Divulgação/Arquivo

Senadora Lídice da Mata

Aliados dizem que a senadora Lídice da Mata (PSB) pretende esticar a corda com a idéia de sua candidatura à reeleição – avulsa ou na chapa de Rui Costa (PT)  – até ele a chamar para uma conversa a sós, tête a tête. Interlocutores já estão tratando de providenciar o encontro.

 

18 de abril de 2018, 07:14

EXCLUSIVA Discurso de unidade começa a fazer a cabeça de deputados da oposição

Foto: Divulgação/Arquivo

Deputados querem que Gualberto e Ronaldo se entendam e formem uma chapa única

Se não serviu para diminuir a ansiedade dos deputados que se sentem desamparados desde que o prefeito ACM Neto (DEM) desistiu de encabeçar a chapa dos seus sonhos ao governo, a visita que o deputado federal João Gualberto, pré-candidato do PSDB a governador, fez ontem à Assembleia com o objetivo de conversar com a bancada governista levou os parlamentares a concluírem que o melhor que têm hoje a fazer é trabalhar a unidade em torno de uma chapa única das oposições ao governo do Estado. Na verdade, eles acreditam que, se chegarem a um entendimento, Gualberto e José Ronaldo, pré-candidato do DEM, podem fazer muito pela disputa, ajudando-os a se reelegerem e a confrontarem com mais força o projeto de Rui Costa (PT).

Raio Laser, Tribuna da Bahia

17 de abril de 2018, 17:44

EXCLUSIVA Netistas acreditam que Rui vai apresentar Pinheiro para enfrentá-lo em 2020

Foto: Divulgação/Arquivo

Walter Pinheiro é hoje secretário de Educação de Rui Costa

O secretário estadual de Educação, Walter Pinheiro (sem partido), é hoje o nome mais repetido por vereadores da base do prefeito ACM Neto (DEM) na Câmara Municipal quando o assunto é a sucessão municipal do próximo ano. Eles acreditam que, apesar de não estar no PT, partido do governador Rui Costa e do qual saiu praticamente brigado, Pinheiro seria uma espécie de candidato natural do grupo governista para 2020, quando ACM Neto (DEM) vai tentar fazer o sucessor. O outro nome a que se referem com frequência é o do secretário estadual de Saúde, Fábio Villas Boas, que, por enquanto, não quer nem ouvir falar no assunto.

17 de abril de 2018, 10:05

EXCLUSIVA PT já prepara munição contra Gualberto e Ronaldo; nome do MDB fica para depois

Foto: Montagem Política Livre

João Gualberto, candidato do PSDB, e José Ronaldo, postulante do DEM

José Ronaldo e João Gualberto, pré-candidatos ao governo, respectivamente, do DEM e do PSDB, entraram no radar do PT, que prepara munição política contra ambos. No dossiê contra o primeiro, constam supostos entendimentos que teve para ingressar no PSD e se aproximar do governador Rui Costa (PT), gravações de apoio ao deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB) e a vinculação do seu partido com o presidente Michel Temer (MDB), que tem dois ministros democratas. Os de Gualberto estão sendo ainda levantados, mas, segundo um petista, deve se concentrar na vida empresarial do candidato. O ex-ministro João Santana, nome do MDB à sucessão estadual, ainda não é prioridade, diz a mesma fonte.

17 de abril de 2018, 08:28

EXCLUSIVA Para veredores, ACM Neto tem dois caminhos a partir de agora na política municipal

Foto: Divulgação/Arquivo

Fachada do Palácio Thomé de Souza, gabinete do prefeito ACM Neto

Vereadores aguardam os próximos passos políticos do prefeito ACM Neto (DEM) no âmbito do município para avaliar que rumo ele vai tomar a partir de agora, depois que decidiu ficar na Prefeitura e concluir seu mandato. Acreditam que ele tem dois caminhos a seguir: empoderar o vice, Bruno Reis (DEM), dando-lhe mais atribuições políticas e administrativas, ou ele mesmo assumir a coordenação política do governo, chamando, inclusive, a Câmara Municipal mais para perto. No primeiro caso, estaria selada a estratégia de fazer Bruno o candidato à sua própria sucessão, em 2020, processo que passa, antes, pela eleição à presidência do Legislativo.

16 de abril de 2018, 20:42

EXCLUSIVA Ronaldo interrompe deputado e quase provoca debandada em reunião da oposição

Foto: Divulgação/Arquivo

Pré-candidato a governador José Ronaldo, do DEM

Apesar de ter terminado “de boa”, não começou bem a reunião que o pré-candidato do DEM ao governo, José Ronaldo, teve com a bancada de oposição na Assembleia na última quarta-feira. Quatro deputados já haviam falado, quando um quinto iniciou seu desabafo sobre o quadro difícil que viviam depois que ACM Neto (DEM) decidiu permanecer na Prefeitura de Salvador. Já impaciente com o conteúdo repetitivo dos relatos, José Ronaldo tentou atalhar: – Conte uma novidade, disse. O parlamentar irritou-se e retrucou que, se sua fala não tinha importância, era melhor que deixasse a sala, já preparando-se para levantar. Foi quando a turma dos panos quentes entrou em campo e conseguiu manter todos no recinto. Depois do incidente, os ânimos serenaram e o encontro acabou na direção da concórdia.

16 de abril de 2018, 20:20

EXCLUSIVA Alckmin dá força a candidatura de nome do PSDB ao governo da Bahia

Foto: Divulgação/Arquivo

João Gualberto

O presidenciável do PSDB Geraldo Alckmin está em contato direto com o pré-candidato do partido ao governo da Bahia, o deputado federal João Gualberto, dando força para que mantenha até o fim sua candidatura à sucessão estadual. O ex-governador de São Paulo tem dito que, apesar de poder contar com um palanque do DEM no Estado, não quer depender do humor dos democratas, preferindo que o partido fortaleça um nome próprio na Bahia até, pelo menos, segunda ordem.

16 de abril de 2018, 19:15

EXCLUSIVA Permanência de Neto na Prefeitura vai impactar eleição à presidência da Câmara

Foto: Divulgação/Arquivo

Candidatura de Kiki Bispo à presidência da Câmara pode ter ido para o "beleléu"

Os ecos da decisão de ACM Neto (DEM) de cumprir até o fim seu mandato de prefeito já se fazem ouvir na Câmara Municipal, onde as expectativas em relação à sucessão na presidência da Casa mudaram do dia para a noite. Considerado escolha certa para a presidência caso o vice Bruno Reis (MDB) tivesse se tornado prefeito, o vereador Kiki Bispo caiu na bolsa de apostas para suceder o atual presidente, vereador Leonardo Prates (DEM), cuja eleição a uma vaga na Assembleia Legislativa em outubro é dada como certa.

16 de abril de 2018, 07:21

EXCLUSIVA Desafios esperam Colbert em Feira, por Raul Monteiro*

Foto: Divulgação/Arquivo

Prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins Filho

A decisão de José Ronaldo de renunciar a dois anos de mandato como prefeito de Feira de Santana para concorrer ao governo do Estado pelo DEM não apenas mostrou seu desejo de efetivamente se engajar na disputa, oferecendo a certeza aos aliados de que a candidatura é para valer, como abriu espaço na administração da cidade para a ascensão de Colbert Martins Filho (MDB), seu vice que se transformou em sucessor, um quadro político da melhor qualidade, de história de vida exemplar e discreta, sobre o qual começam a se voltar agora muitas expectativas com relação aos rumos que imprimirá à administração da segunda mais importante cidade da Bahia.

Sem dúvida, Colbert, assim como o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), será fundamental para esta etapa inicial da campanha de José Ronaldo, em que seu objetivo é mostrar que tem maior viabilidade eleitoral do que seu concorrente no campo oposicionista, o deputado federal e empresário João Gualberto, do PSDB, partido que dá mostras de querer construir um projeto próprio desde que perdeu a aposta de que poderia ser conduzido na disputa pelo governo do Estado pelo gestor da capital baiana. Contar com as máquinas municipais de Salvador e de Feira é um trunfo que diferencia Ronaldo de Gualberto.

Tanto quanto o prefeito de Salvador, que marchou para Feira e ungiu Ronaldo como o seu escolhido no dia seguinte à decisão de não disputar o governo do Estado, Colbert assumiu de público o compromisso com a campanha do antecessor no dia em que recebeu o cargo de suas mãos, na semana passada, na sede da Prefeitura, destacando de forma elogiosa não apenas a trajetória política do correligionário, como enfatizando a força da cidade de ambos como decisiva no desafio que o ex-prefeito assumiu de tentar unir as oposições e confrontar o projeto político do governador Rui Costa (PT), candidato à reeleição.

A aposta no nome de Ronaldo, com o qual construiu uma relação de respeito e amizade política desde que ele retornou à Prefeitura pela segunda vez, em 2012, depois de terem superado antigas divergências, é, no entanto, apenas uma parte do imenso desafio que o próprio Colberto assumiu, ao ser guindado à condição de prefeito da cidade para um mandato que acaba em dois anos, mas lhe dá o direito à reeleição, uma condição capaz de produzir cobiça imensurável em muitas cabeças políticas. Não é o caso, porém, de Colbert, que além de não ter buscado influir na decisão de Ronaldo de se desincompatibilizar, não parece nem um pouco envaidecido com a nova posição.

Aliás, uma postura que se podia desde já esperar do feirense, cuja imersão na vida pública remonta à sua juventude, época em que Feira foi governada por seu pai, Colbert Martins, figura icônica não só de toda a região como da própria história política do Estado cujo mandato deixou grandes marcas na cidade. Apesar de ter se tornado mais conhecido por sua atuação parlamentar, em especial na Câmara dos Deputados, de onde ampliou sua inserção não só para o interior como para Salvador, Colbert exerceu vários cargos públicos executivos, experiência que lhe será importantíssima neste seu novo e desafiador momento político.

* Artigo do editor Raul Monteiro publicado originalmente na Tribuna.

Raul Monteiro*

15 de abril de 2018, 14:52

EXCLUSIVA Rui Costa mantém ritmo intenso mesmo depois de saída de cena de ACM Neto

Foto: Divulgação/Arquivo

Rui Costa em Jacobina, ontem

Quem esperava uma diminuição do ritmo de atividade política e administrativa do governador Rui Costa (PT), sobretudo em Salvador, depois da saída do prefeito ACM Neto (DEM) da corrida sucessória, está surpreso. “Correria”, nome que o marketing colocou em Rui Costa, não tem dado descanso aos aliados, com uma agenda tão movimentada quanto a que mantinha antes de 7 de abril. O governador tem despachado num turno e no outro ido às ruas, em Salvador ou no interior. Hoje de manhã, por exemplo, foi ao Pau Miúdo, bairro popular da capital baiana. Ontem, estava em Jacobina, em contato com populares.