18 de maio de 2012, 08:16

ECONOMIA Facebook começa a negociar suas ações em bolsa de Nova York

Facebook estreia na bolsa de valores

Mais de oito anos após sua fundação, o Facebook estreia nesta sexta-feira na Nasdaq, bolsa de valores de empresas de tecnologia em Nova York, com a sigla FB, vendendo suas ações a US$ 38. Com este valor por ação a companhia foi avaliada em US$ 104 bilhões e pode levantar pouco mais de US$ 16 bilhões no processo de oferta pública inicial (IPO, em inglês) – o maior já arrecadado por uma empresa de internet nos Estados Unidos. O Facebook apresentou seus documentos para realizar o IPO ao órgão regulador dos mercados norte-americano no início de fevereiro. (G1)

17 de maio de 2012, 17:35

ECONOMIA Autorregulação do mercado não garante crescimento, diz Dilma

A presidente Dilma Rousseff, em discurso nesta quinta-feira na cerimônia de entrega do Prêmio Almirante Álvaro Alberto para Ciência e Tecnologia de 2011, voltou a criticar a ideia de autorregulação do mercado. “Nós hoje não admitimos mais a possibilidade de construir um país forte e rico dissociado das melhorias das condições de vida da nossa população nem tampouco acreditamos mais na delegação da condução de nosso crescimento exclusivamente às forcas de autorregulação do mercado”, disse a presidente. O prêmio Almirante Álvaro Alberto, maior honraria na área de ciência e tecnologia do país, foi entregue pela presidente à economista e escritora Maria da Conceição de Almeida Tavares, que foi professora de mestrado da presidente na década de 80, na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). (G1)

17 de maio de 2012, 11:18

ECONOMIA Conta telefônica pode ficar mais barata

Novas desonerações estão sendo preparadas pelo governo para impulsionar a atividade econômica. Além da redução dos custos da energia elétrica para o setor produtivo, a presidente Dilma Rousseff pediu que a equipe econômica estude que encargos podem ser retirados das contas de telefone. Embora tenham menor impacto sobre a indústria, os serviços de telecomunicações também pesam nos custos das empresas, pois existem encargos e tributos que tornam complexo o processo de recolhimento. — A ordem é desonerar e simplificar. Acaba sendo uma maneira de fazer reforma tributária — afirmou um interlocutor da presidente. Ele disse que uma das maiores preocupações de Dilma hoje é com o crescimento da economia, especialmente considerando que a projeção oficial de 4,5% para 2012 não será atingida. A expectativa é de que o Produto Interno Bruto (PIB) tenha uma alta entre 3% e 3,5%. Além dos tributos, incidem sobre os serviços de telecomunicações encargos setoriais como o Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel), o Fundo de Universalização das Telecomunicações (Fust) e o Fundo e Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel). No caso dos tributos, entram na conta PIS/Cofins e ICMS. O imposto estadual pode ter uma alíquota de até 25%. Leia mais em O Globo.

Martha Beck, O Globo

17 de maio de 2012, 10:42

ECONOMIA Inflação pelo IGP-10 sobe e fica em 1,01% em maio

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou taxa de 1,01% em maio. O resultado ficou acima do apurado um mês antes, 0,7%, e também superou a taxa do mesmo período de 2011, quando a variação foi 0,55%. De acordo com dados divulgados hoje pela Fundação Getulio Vargas (FGV), no ano o índice acumula alta de 2,11% e de 3,9% nos últimos doze meses. O IGP-10 é uma das versões do Índice Geral de Preços (IGP), da FGV, e mede a evolução de preços das matérias-primas agrícolas, de produtos industriais e de bens e serviços finais, no período compreendido entre o dia 11 do mês anterior e o dia 10 do mês atual. Ele é formado por três subíndices: o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que corresponde a 60% da taxa global; o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que contribui com 30%; e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), responsável por 10% do IGP-10. Em maio, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) ficou em 1,21%, depois de registrar 0,76% em abril.

17 de maio de 2012, 09:30

ECONOMIA Maiores economias do mundo precisam gerar 21 milhões de empregos, destacam OIT e OCDE

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) advertiram hoje que os líderes dos países que compõem o G20 (as maiores economias do mundo) devem estimular a geração de 21 milhões de empregos para fortalecer a economia. A orientação foi exposta durante a reunião que antecede as discussões dos presidentes e primeiros-ministros da Cúpula do G20, em Guadalajara, no México. Pelos dados da OIT, a Alemanha, o Brasil, a Indonésia, a Rússia, a Turquia e, recentemente, os Estados Unidos registraram queda nas taxas referentes ao desemprego. O estudo também destaca o elevado aumento do emprego informal nos países emergentes, atingindo uma média de 45% em oito dos países do G20. Em todos os países do G20 há mudanças na chamada composição do setor do emprego, de acordo com o relatório da OIT, ressaltando que os serviços públicos têm sido uma importante fonte de criação de emprego a partir de 2010.

17 de maio de 2012, 07:17

ECONOMIA Ipea divulga estudo sobre assimetria nos efeitos da política monetária

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulga hoje, às 10h, em Brasília, o Comunicado nº 148 – Efeitos Assimétricos da Política Monetária sobre Inflação e Crescimento no Brasil: Diferenças conforme a Fase do Ciclo Econômico e a Direção e Magnitude de Choques nos Juros. O estudo será apresentado pelo coordenador de Economia Monetária e Câmbio do Ipea, Thiago Martinez, pelo técnico de Planejamento e Pesquisa Vinícius Cerqueira e mediado pelo assessor técnico da presidência do instituto Murilo Pires. O comunicado mostra se as respostas do crescimento do produto e da inflação a choques na taxa de juros são diferentes conforme o ritmo de crescimento da economia e a direção e o tamanho do choque na Selic.

17 de maio de 2012, 06:49

ECONOMIA Calote do consumidor tem a maior alta em dez anos

A inadimplência do consumidor aumentou 4,8% em abril, na comparação com março, puxada por dívidas não pagas de cartões de crédito, dívidas com financeiras e outros compromissos não bancários, informou nesta quarta, 16, a Serasa Experian. Foi a maior variação mensal para abril do Indicador de Inadimplência do Consumidor desde 2002. Em relação a abril de 2011, a alta foi de 23,7%. A expansão no encerramento do primeiro quadrimestre chegou a 19,6% ante a mesma base de comparação de 2011. A inadimplência não bancária (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) subiu 8,8% ante março e foi a maior responsável pelo avanço do índice em abril. Esse item contribuiu com 3,5 pontos percentuais do aumento de 4,8% observado no mês. Também puxaram o indicador para cima as dívidas com bancos, que apresentaram alta de 4,3%. Já títulos protestados e emissão de cheques sem fundos recuaram, respectivamente, 13,7% e 7,4% em abril ante março. A Serasa Experian explicou, em nota distribuída à imprensa, que o endividamento crescente e as dificuldades do consumidor em honrar as despesas de início de ano se estenderam para além de março, considerado o mês mais crítico. Leia mais em A Tarde.

16 de maio de 2012, 13:41

ECONOMIA Gregos sacam euros temendo fim da moeda no país

O temor de que a Grécia deixe a zona do euro está levando a uma corrida aos bancos no país nesta semana. Ante o risco de que o governo abandone o euro por uma moeda muito desvalorizada, a população prefere ter a moeda europeia em mãos. Os gregos estão sacando seu dinheiro desde o início dos problemas financeiros há dois anos. Porém, os saques nesta segunda e terça-feira somaram valores excepcionais, de 700 milhões de euros, segundo o presidente do banco central local, George Provopoulos. O presidente da Grécia, Karolos Papoulias, alertou para o risco de “pânico” no sistema financeiro, de acordo com atas de reuniões dele com líderes políticos. Segundo cifras do BC, empresas e famílias gregas tinham 165 bilhões de euros depositados no final de março, cifra que é 72 bilhões inferior à de janeiro de 2010. Especialistas dizem que isso se deve a uma fuga de capitais e ao fato de alguns gregos precisarem recorrer às suas poupanças por causa da crise. (Reuters)

16 de maio de 2012, 12:45

ECONOMIA Petrobras perde posto de maior empresa da Amércia Latina

Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

Perda de valor de mercado desafia presidente da Petrobras, Graça Foster

A Petrobras perdeu a liderança de maior empresa por valor de mercado da América Latina para a colombiana Ecopetrol, conforme levantamento da consultoria Economatica. De acordo com o estudo, no pregão desta terça-feira, o valor de mercado da estatal brasileira fechou em 123,8 bilhões de dólares, o que representa uma queda de 31,57 bilhões de dólares somente em 2012. Na mesma data, a Ecopetrol fechou com valor de mercado de 126,7 bilhões de dólares, passando a ser a maior empresa da América Latina nesse quesito. A consultoria informa ainda que o valor de mercado da Petrobras recuou para o nível de 31 de março de 2009, quando a empresa valia 123,16 bilhões de dolares. Segundo a Economática, a valorização do dólar nos últimos dias foi uma das causas da queda da estatal nacional. (Agência Estado)

16 de maio de 2012, 11:51

ECONOMIA Depois de fechar acima dos R$ 2, dólar opera em queda nesta quarta

Depois de três altas seguidas – e de fechar acima dos R$ 2 pela primeira vez desde julho de 2009 – o dólar comercial opera em queda nesta quarta-feira. A trajetória da moeda norte-americana aqui no Brasil segue em sentido contrário ao movimento observado no exterior. Às 9h48, a cotação do dólar recuava 0,71%, a R$ 1,9873 na venda. Na terça-feira, o dólar fechou em alta de 0,6% e alcançou R$ 2,0015. Foi o maior patamar da moeda americana desde 10 de julho de 2009, quando encerrou a R$ 2,002. Desde então, o dólar não atingia os R$ 2 no fechamento. (G1)

16 de maio de 2012, 11:39

ECONOMIA Temor de saída do euro leva gregos a sacarem reservas bancárias

Foto: Aris Messinis/Reuters

Presidente da Grécia, Karolos Papoulias, nomeou um renomado juiz de Estado para premiê interino

O temor de que a Grécia deixe a zona do euro está levando a uma corrida aos bancos nesta semana. Os gregos estão sacando seu dinheiro desde o início dos problemas financeiros há dois anos. Porém, os saques na segunda e terça-feiras somaram valores excepcionais, de 700 milhões de euros, segundo o preisdente do banco central grego, George Provopoulos. O presidente do país, Karolos Papoulias, alertou para o risco de “pânico” no sistema financeiro, de cordo com atas de reuniões dele com líderes políticos. Segundo cifras do BC, empresas e famílias gregas tinham 165 bilhões de euros depositados no final de março, cifra que é 72 bilhões inferior à de janeiro de 2010. Especialistas dizem que isso se deve a uma fuga de capitais e ao fato de alguns gregos precisarem recorrer às suas poupanças por causa da crise. Nove dias depois de uma inconclusiva eleição, os partidos gregos, divididos entre o apoio e a rejeição ao impopular pacote da União Europeia e Fundo Monetário Internacional para o país, desistiram de montar uma coalizão, abrindo caminho para novas eleições no dia 17 de junho. Na reunião desta quarta-feira com Papoulias, os líderes partidários concordaram com a nomeação de um experiente juiz como primeiro-ministro interino até a eleição, disse a jornalistas Panos Kammenos, líder do partido conservador Gregos Independentes, após o encontro. (Reuters)

16 de maio de 2012, 11:09

ECONOMIA Índice de Clima Econômico fica estável no Brasil e aumenta na América Latina

O Índice de Clima Econômico (ICE) brasileiro, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), ficou estável, entre janeiro e abril deste ano, em 6,2 pontos. O indicador, divulgado hoje, serve para monitorar e antecipar tendências econômicas, com base em dados fornecidos trimestralmente por especialistas na economia do país. Um dos componentes do ICE é o Índice da Situação Atual (ISA) que diminuiu de 6,3 para 5,6 pontos. Já o Índice de Expectativas, que traz a percepção para os próximos seis meses, aumentou de 6 para 6,7 pontos. Como em ambos os índices o Brasil teve mais de 5 pontos, considera-se que o país está em fase de expansão econômica. As outras fases do ICE são recessão (quando ambos subíndices estão abaixo de 5) e recuperação (quando o IE é superior e o ISA inferior a 5). Na avaliação dos especialistas, o principal problema apontado do Brasil é a falta de competitividade e de mão de obra qualificada.

16 de maio de 2012, 10:34

ECONOMIA Inadimplência tem maior variação para abril em 10 anos, diz Serasa

A inadimplência do consumidor cresceu 4,8% em abril, em relação ao mês anterior, segundo informou, nesta quarta-feira (16), a Serasa Experian. Na  comparação com o mesmo período do ano passado, o indicador registrou alta de 23,7%. Nos quatro meses do ano, o indicador tem aumento de 19,6%. “O aumento da inadimplência do consumidor mostra que as dificuldades de honrar as despesas de início de ano, aliadas ao endividamento crescente, se estenderam para além do mês de março, considerado o mais crítico do ano. Dessa forma, abril de 2012 registrou a maior variação mensal para este mês desde 2002″, disse a Serasa, por meio de nota. (G1)

16 de maio de 2012, 09:04

ECONOMIA Calote do consumidor cresce 24% em um ano e preocupa comércio

A inadimplência do consumidor registrou alta de 23,7% em abril deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado. A informação faz parte de relatório divulgado nesta quarta-feira pela Serasa Experian. No fechamento dos quatro primeiros meses do ano, o índice aponta elevação de 19,6%. O dado preocupa os analistas da entidade, afinal, mostra que as dificuldades em honrar as despesas de início do ano se estenderam para além de março, mês considerado tradicionalmente como o mais crítico para a inadimplência. (Estadão)

16 de maio de 2012, 07:59

ECONOMIA Bolsa de Tóquio cai mais 1,1% com preocupação global

A Bolsa de Tóquio, no Japão, estendeu as perdas nesta quarta-feira. O índice Nikkei teve o seu pior fechamento em três meses e meio, à medida que cresceram as incertezas políticas sobre a Grécia e as contínuas preocupações sobre a desaceleração da economia global atingiram as ações das principais exportadores, como Nikon e Toyota Motor. O Nikkei deslizou 99,57 pontos, ou 1,1%, e terminou aos 8.801,17 pontos, após queda de 0,8% na sessão de terça-feira – foi o pior fechamento desde 30 de janeiro. O volume de negociações totalizou 1,98 bilhão de ações. O índice abriu em baixa devido à continua incerteza política na zona do euro. O futuro da Grécia como parte do regime de moeda comum europeia ficou em dúvida, após falhar o último esforço para formar um novo governo, o que provocou um aumento dramático dos saques nos bancos locais. O Nikkei estendeu as perdas durante o dia, no embalo das amplas quedas nos demais mercados asiáticos, também por causa das persistentes preocupações de uma desaceleração na economia chinesa. (Agência Estado)