4 de março de 2013, 17:44

ECONOMIA Tributos representam 36,27% do PIB em 2012, diz IBPT

Foto: Reprodução

Em 2012 a arrecadação do país somou R$ 1,59 trilhão

A carga tributária brasileira correspondeu a 36,27% do Produto Interno Bruto em 2012, de acordo com cálculo feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) e divulgado nesta segunda-feira. No ano anterior, o estudo apontou uma participação de 36,02% do PIB, enquanto em 2000 era de 30,03%. Pelas contas do instituto, cada brasileiro pagou 8.230,31 reais em tributos ano passado, 460,37 reais a mais do que em 2011. Foram arrecadados no Brasil 4,36 bilhões de reais diários em tributos, ou mais de 50 mil reais por segundo. Para a instituição, o baixo resultado da economia no ano passado, de 0,9% de expansão do PIB na comparação com 2011, e a alta arrecadação explicam o aumento da carga tributária. Em 2011, a arrecadação do país tinha chegado a 1,49 trilhão de reais e, no ano passado, avançou para 1,59 trilhão de reais. Em termos nominais, segundo o IBPT, a arrecadação tributária aumentou 7,03% e o PIB 6,26%. “O IBPT havia previsto uma pequena queda da carga tributária de 2012, mas a surpreendente arrecadação de novembro e dezembro e o fraco desempenho do PIB resultaram em novo recorde histórico”, disse nesta segunda-feira, em nota distribuída à imprensa, o presidente do Conselho Superior e coordenador de estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral. Para ele, as desonerações no ano passado “não afetaram” a arrecadação. Leia mais em Veja.

4 de março de 2013, 17:37

ECONOMIA Após 15 anos de aumento, lucro real do BB, Itaú e Bradesco cai 6% em 2012

O lucro consolidado dos três maiores bancos brasileiros de capital aberto (Banco do Brasil, Itaú Unibanco e Bradesco) caiu 6,26% em 2012 em relação a 2011, para R$ 37,18 bilhões. A diminuição em R$ 2,49 bilhões representa uma quebra na sequência de 15 anos consecutivos de crescimento constante da lucratividade consolidada das três instituições, segundo a Economatica. Dos três bancos, o que registrou a maior queda foi o Banco do Brasil (-9,07%), seguido pelo Itaú (-7,18%). O Bradesco foi o que apresentou a menor retração no período de referência: -1,87%. A Economatica analisa o lucro consolidado das três instituições desde 1986. Para o estudo, a consultoria ajustou todos os lucros históricos pela inflação medida pelo IPCA até dezembro de 2012. Em 1986, os três bancos juntos lucraram R$ 4,08 bilhões. Dez anos depois, tiveram prejuízo de R$ 16,15 bilhões – valor ocasionado pelo reconhecimento de perdas efetuado pelo Banco do Brasil no valor de R$ 19,8 bilhões. A partir daquele ano, de acordo com a pesquisa, os três bancos iniciaram uma tendência de crescimento da lucratividade, que foi sustentado até 2011.

Gabriela Forlin, Agência Estado

4 de março de 2013, 16:36

ECONOMIA Brasil não pega ‘pneumonia’ com ‘espirro’ da crise externa, diz Dilma

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (4), durante evento de entrega de moradias populares do programa Minha Casa Minha Vida em João Pessoa, que o Brasil “está mudando” e que o país não “pega pneumonia” quando há um “espirro” da crise econômica mundial. “O Brasil vem mudando. Nós aumentamos a oportunidade de trabalho, reduzimos o desemprego, demos uma correção para o salário mínimo. Quando há crise lá fora, um espirro, o Brasil não pega pneumonia, temos R$ 378 bilhões de reserva”, afirmou a presidente. Dilma disse também, a exemplo do que já fez em outros discursos recentes, que prentede que o Brasíl se torne um “país de classe média”. “Nós queremos um país de classe média, de renda média, um país em que as pessoas sejam consumidoras, tenham seus direitos de consumidores respeitados, a sua casa de qualidade, acesso a saúde e a educação”, afirmou. Leia mais no G1.

4 de março de 2013, 16:13

ECONOMIA Eike Batista despenca de 7º para 100º em lista da Forbes

Foto: Divulgação

Eike Batista

Eike Batista despencou da 7ª para a 100ª posição na nova edição da lista de bilionários da revista Forbes, que continua tendo o mexicano Carlos Slim como o homem mais rico do mundo. O brasileiro perdeu US$ 19,4 bilhões — maior prejuízo do ano —, por causa da desvalorização das ações das suas empresas de mineração, energia, e construção naval. A fortuna de Eike foi estimada pela Forbes em US$ 10,6 bilhões. O melhor colocado na lista entre os brasileiros é o financista Jorge Paulo Lemann, em 33º lugar, com uma fortuna de US$ 17,8 bilhões. Entre os investimentos de Lemann, estão a empresa alimentícia Heinz, a rede de fast-food Burger King e a Anheuser-Busch InBev, maior cervejaria do mundo. Em seguida, no ranking de brasileiros, aparecem Joseph Safra, na 46ª posição, com US$ 15,9 bilhões; Antônio Ermírio de Moraes e família em 74º na lista, com US$ 12,7 bilhões; e Dirce Navarro de Camargo e família, em 87º lugar e com fortuna estimada em US$ 11,5 bilhões. Quando a lista foi montada, em 14 de fevereiro, o mexicano Slim tinha uma fortuna estimada em US$ 73 bilhões. Mas, depois disso, as ações da sua empresa América Móvil caíram fortemente. leia mais em O Globo.

4 de março de 2013, 13:50

ECONOMIA Mercado espera que juro suba a partir de janeiro de 2014

O mercado financeiro aumentou a previsão de alta para o início do ciclo de aperto monetário no próximo ano. De acordo com a série histórica das projeções fornecidas pelo Banco Central, foi mantida a expectativa de que a primeira elevação da taxa básica de juros será em janeiro de 2014. Mas no lugar de uma taxa de 7,50% ao ano, que implica em uma elevação de 0,25 ponto porcentual, conforme as estimativas até a semana passada, o mercado já prevê que o aperto será de 0,50 pp, para 7,75% ao ano. A segunda alta esperada para a Selic permaneceu em 0,25 ponto porcentual, mas, com a mudança anterior, a taxa já ficará em fevereiro do ano que vem em 8,00% ao ano, e não mais em 7,75% ao ano, como constava anteriormente. Uma terceira elevação, também de 0,25 pp, é esperada para março, com a taxa atingindo 8,25% ao ano, patamar em que deve prosseguir até maio. Para junho, nota-se que o mercado está dividido entre a manutenção da Selic em 8,25% ao ano e uma nova elevação, agora para 8,50% ao ano. Isso porque a mediana que consta na série histórica está em 8,38% ao ano. Para julho e agosto, até onde vai a série, a taxa prevista é de 8,50% ao ano. Vale lembrar que, na pesquisa Focus divulgada mais cedo, o mercado financeiro projeta que a Selic encerrará o próximo ano, em 8,25% ao ano.

Célia Froufe, Agência Estado

4 de março de 2013, 13:36

ECONOMIA Planos de saúde lideram reclamações no Idec pelo 11º ano seguido

O setor de planos de saúde foi o responsável por gerar mais queixas em 2012, segundo o ranking anual do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). O órgão também destaca o setor financeiro, produtos e telecomunicações entre os que mais geram problemas aos consumidores. Segundo o Idec, há mais de uma década os planos de assistência médica lideram o relatório de atendimentos do Idec. O principal motivo seria o crescimento dos planos coletivos ou falsos coletivos (oferecidos a pequenos grupos de consumidores), já que há ausência de regulação da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) para esses tipos de contratos. As principais queixas dos consumidores ao Idec são: negativa de cobertura; reajuste por faixa etária e anual; e descredenciamento de prestadores de serviço. Leia mais no Estadão.

4 de março de 2013, 12:38

ECONOMIA Para Ipea, mercado de trabalho brasileiro teve ótimo desempenho em 2012

O mercado de trabalho registrou um “ótimo desempenho” em 2012, segundo o boletim Mercado de Trabalho, Conjuntura e Análise divulgado hoje pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea). De acordo com o órgão, a elevação do rendimento dos trabalhadores, combinada “aos níveis historicamente baixos” das taxas de desemprego e de informalidade “são fatores de destaque”. O resultado foi positivo apesar da “alta” taxa de atividade (que representa pessoas procurando emprego, de 57,3%). Em 2011, a taxa de atividade ficou em 57,1%. Segundo Carlos Henrique Corseuil, um dos responsáveis pelo levantamento, chama atenção a desaceleração na queda do desemprego e da informalidade em dezembro do ano passado, contribuindo para um resultado positivo no fim de 2012. Os dados do boletim apontam que a taxa de desocupação fechou dezembro em 4,6%, influenciando a média de 5,5% em 2012 – a menor média anual desde 2002.

4 de março de 2013, 10:28

ECONOMIA Analistas financeiros preveem crescimento menor da economia este ano

Analistas do mercado financeiro ajustaram para baixo a projeção de expansão da economia este ano e elevaram a estimativa para 2014. A projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi ajustada de 3,1% para 3,09%, em 2013, e de 3,6% para 3,65%, no próximo ano. As projeções são resultado de pesquisa do Banco Central (BC) a instituições financeiras. A estimativa para a expansão da produção industrial caiu de 3,1% para 2,86%, este ano, e subiu de 3,5% para 3,75%, em 2014. Na última sexta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 0,9% em 2012. A projeção das instituições financeiras para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi mantida em 34,5%, neste ano, e ajustada de 33,2% para 33,23%, no próximo ano.

4 de março de 2013, 09:30

ECONOMIA Para mercado financeiro, Selic deve ser mantida em 7,25% ao ano na reunião do Copom desta semana

A taxa básica de juros, a Selic, deve ser mantida no atual patamar, 7,25% ao ano, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, marcada para amanhã (5) e quarta-feira (6). Essa é a expectativa de analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) sobre os principais indicadores econômicos. A mediana das expectativas das instituições financeiras é que a Selic seja mantida no atual patamar ao longo de 2012. Por essas projeções, a taxa só deve subir em 2013, encerrando o período em 8,25% ao ano. O BC usa a Selic como instrumento para influenciar a atividade econômica e, por consequência, calibrar a inflação. Cabe ao BC perseguir a meta de inflação, que é 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. De acordo com a projeção dos analistas, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve chegar ao final deste ano em 5,7%, ante 5,69% previstos anteriormente. Para 2014, permanece a projeção de 5,5% há 16 semanas. As estimativas estão, portanto, acima do centro da meta de inflação. Leia mais na Agência Brasil.

Kelly Oliveira, Agência Brasil

4 de março de 2013, 07:42

ECONOMIA Depois do ‘Pibinho’, mais apostas em ações ligadas ao consumo

Mesmo com o baixo crescimento da economia brasileira em 2012, de somente 0,9%, mas com as famílias consumindo mais, os analistas das principais corretoras do país ampliaram para este mês suas apostas em ações de empresas voltadas ao mercado doméstico do país. Em dez carteiras sugeridas por corretoras aos clientes, as ações das companhias ligadas a varejo, serviços, crédito e educação são destaques, com 72 das 94 indicações do mês, ou 75% do total. E liderando o quadro, com cinco recomendações, estão as ações ordinárias (ON, com voto) da Cosan, a holding que controla a rede de postos de combustíveis Raízen e a distribuidora Comgás. Logo atrás estão as ações preferenciais (PN, sem voto) do Pão de Açúcar, presentes em quatro carteiras consultadas.

Leia mais em Depois do ‘Pibinho’, mais apostas em ações ligadas ao consumo

Bruno Villas Bôas, O Globo

4 de março de 2013, 07:33

ECONOMIA Sites de vendas burlam a Receita e podem prejudicar consumidores

Em qualquer tipo de varejo, aderir a “ofertas imperdíveis” nem sempre é garantia de bom negócio. E, quando se trata de compras on-line, a atenção deve ser redobrada – pois, devido ao costumeiro anonimato que impera no mundo virtual, não se sabe quem é o vendedor, qual a procedência do produto e se os proprietários do negócio, de fato, entregarão as mercadorias. Em muitos casos, sem perceber, os consumidores acabam acreditando que fizeram um bom negócio, quando, na verdade, entraram no sistema de dropshipping. Muito comum no comércio eletrônico global e legalmente permitido no Brasil e no mundo, a prática do dropshipping consiste em vender produtos por meio de sites, sem que se tenha nada em estoque. O mecanismo funciona de maneira simples. O cliente entra na página da internet achando se tratar de um e-commerce normal. Escolhe seus produtos, o tipo de frete, paga com cartões de crédito e espera a chegada da encomenda. Na outra ponta, não há um varejista que dispõe de um centro de distribuição para ordenar a entrega.

Leia mais em Sites de vendas burlam a Receita e podem prejudicar consumidores

Naiara Infante Bertão, Veja

4 de março de 2013, 07:01

ECONOMIA Bahia atrai investimentos de R$ 20,5 bi

Até o final de 2013, a Bahia completará toda a cadeia industrial necessária para a fabricação de equipamentos eólicos. E neste mês de março, o estado só contabiliza ventos a favor em um segmento econômico, que crava investimentos de R$ 20,5 bilhões. São R$ 2,5 bilhões já realizados; R$ 2,5 bilhões contratados; R$ 15 bilhões previstos, todos em usinas eólicas. Some-se a esses, outros R$ 500 milhões em investimentos nos parques industriais. O governador Jaques Wagner participa nesta segunda-feira (4) do anúncio da parceria entre a francesa Alstom e a Renova Energia para construção de parques eólicos no estado, com capacidade de geração de 1.200 MW. A operação representa investimentos da ordem de R$ 2,7 bilhões (um bilhão de euros) e a duplicação da fábrica da Alstom na Bahia. Já no próximo dia 11 será inaugurada a unidade fabril da Acciona, em Simões Filho, que está investindo R$ 13 milhões para a produção de hubs (peça que concentra as hélices) eólicos. No mês de abril, será a vez da inauguração da Torrebrás. Leia mais na Tribuna.

3 de março de 2013, 12:30

ECONOMIA Só os serviços crescem mais que o PIB

O setor de serviços, que inclui atividades como comércio e tecnologia da informação, entre outras, puxou o crescimento da economia brasileira e foi o único que avançou acima do Produto Interno Bruto (PIB) desde o início da crise econômica, iniciada em setembro de 2008. Nesses quatro anos e um trimestre de turbulência internacional, o PIB do setor de serviços avançou 11,6%, enquanto o crescimento brasileiro, no geral, foi de 9,3%, revela um estudo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). No mesmo período, a indústria cresceu apenas 2%, e a agropecuária ficou praticamente estagnada – queda de 0,1%. A reação mais pujante do setor de serviços é evidente porque todas as atividades apresentaram crescimento. No caso da indústria, a atividade de transformação teve uma queda de 5,9% no período analisado. O que evitou um recuo do PIB total industrial foi o crescimento do setor de construção, que teve alta de 12,1% – vale lembrar que, nos últimos anos, o governo adotou medidas de estímulos para a construção, com o lançamento do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, e desonerou a compra de materiais de construção. Leia mais no Estadão.

Luiz Guilherme Gerbelli e Fernando Dantas, Estadão

3 de março de 2013, 10:20

ECONOMIA Lobão diz que Iphan atrasa obras de energia

Questões ambientais já não são o único entrave para o andamento das obras do setor elétrico brasileiro. Um dos principais obstáculos aos empreendimentos de geração e transmissão de energia atualmente é o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Em entrevista ao Estado, Lobão disse que o órgão, ligado ao Ministério da Cultura, é o maior responsável pelo atraso no cronograma das obras de linhas de transmissão no parque eólico da Bahia. O Iphan também impôs dificuldades na execução das linhas para atendimento do programa Luz para Todos, no Piauí. “É um instrumento novo, uma nova dificuldade que nós temos de vencer a cada minuto, até mesmo para a produção de energia para a baixa renda”, afirmou o ministro. A preocupação do Iphan é com a preservação de cavernas e de locais onde há patrimônio histórico tombado. Leia mais no Estadão.

3 de março de 2013, 09:36

ECONOMIA Brasil vai produzir remédio contra artrite e outras doenças crônicas

A artrite reumatoide e outras doenças crônicas afetam cerca de 16 mil pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu ao Instituto Vital Brazil, ligado à Secretaria de Saúde do Rio, o registro para a fabricação do Etanercepte. De acordo com o laboratório, o objetivo é reduzir, em cinco anos, 50% do valor do remédio importado e distribuí-lo na rede hospitalar pública. O presidente do Instituto Vital Brazil, Antônio Werneck, informou que o medicamento de procedência natural estará disponível na rede de saúde daqui a três anos, em 2016. “O país importa cerca de 3 mil medicamentos biológicos para o tratamento do câncer e de inflamação das articulações. As proteínas atuam com princípios ativos eficazes. Um exemplo é a insulina para o diabetes tipo 2, produzida com proteínas recombinantes. A partir das proteínas, temos visto um resultado mais eficiente, porque degeneram os tecidos das doenças identificadas, sendo melhor que os medicamentos anti-inflamatórios”, explicou Werneck. De acordo com ele, o medicamento é importado pelo SUS desde 2006 para o atendimento a 16.431 pacientes, e a produção no Brasil vai gerar uma economia de R$ 720 milhões aos cofres públicos. O Etanercepte será comercializado nas apresentações 25 miligramas (mg) e 50 mg. Com o registro da Anvisa, os laboratórios têm autorização para construir uma fábrica e começar os ensaios clínicos. Para a comercialização do produto, o órgão deve conceder um segundo registro em 2016. O remédio será produzido em parceria com o laboratório oficial Biomanguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz, e a Empresa Brasileira de Biotecnologia Farmacêutica, a Bionovis. (Tribuna)