19 de julho de 2013, 12:59

ECONOMIA Bancos esperam oferta mais restritiva de crédito para consumo no terceiro trimestre

A oferta de crédito para o consumo deve ser tornar mais restritiva no terceiro trimestre deste ano. É o que mostra o Indicador de Crédito para Consumo – Oferta Esperada, calculado pelo Banco Central (BC). De acordo com o BC, o indicador trimestral é resultado de pesquisa nas instituições financeiras mais representativas do segmento, de forma a totalizar pelo menos 80% do volume total desse tipo de crédito. As operações de crédito para consumo são cheque especial, crédito pessoal, financiamento de veículos e cartão de crédito. O indicador é expresso em uma escala de pontos que varia entre -2 e 2 pontos. A pontuação em -2 indica mais restrição e em 2, mais flexibilidade. De acordo com Banco Central, o indicador de oferta para consumo ficou negativo em 0,07 ponto. O instituição também divulgou a perspectiva para a demanda por crédito, que ficou em 0,06 ponto, indicando perspectiva de aumento da procura por crédito. (Agência Brasil)

19 de julho de 2013, 12:15

ECONOMIA CNI aponta queda na produção industrial de junho

A produção industrial em junho caiu em relação a maio, para 46 pontos, segundo a sondagem industrial divulgada há pouco pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em maio, o índice havia registrado 51,1 pontos. A última vez que o índice ficou abaixo da linha dos 50 pontos, o que significa redução da produção em relação ao mês anterior, foi em fevereiro, com 46,1 pontos. A utilização da capacidade instalada ficou em 42,9 pontos em junho, o que representa o menor valor do ano, segundo a CNI. No mês anterior, o índice fechou em 45,6 pontos. Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem. Aqueles acima de 50 indicam crescimento na produção, estoque acima do planejado e utilização da capacidade instalada acima do usual na relação com o período anterior. O nível de estoques aumentou em junho, na relação com o mês anterior, pelo terceiro mês consecutivo, para 50,6 pontos. O aumento de estoques, entretanto, foi inferior ao dos meses anteriores. Em maio, o índice foi de 50,9 pontos.

Laís Alegretti, Agência Estado

19 de julho de 2013, 10:58

ECONOMIA IPCA-15 de julho desacelera para 0,07%

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) ficou em 0,07% em julho, ante 0,38% em junho, divulgou nesta sexta-feira, 19, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pela Agência Estado, que esperavam uma taxa entre 0,02% e 0,24%, com mediana de 0,09%. No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,52% e, em 12 meses, a variação é de 6,40%.

Antônio Pita, Agência Estado

19 de julho de 2013, 10:46

ECONOMIA Inflação oficial recua na prévia de julho e fica em 0,07%

A prévia de julho deste ano da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), ficou em 0,07%. A taxa é inferior à de junho, 0,38%. O dado foi divulgado hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As principais contribuições para o recuo da inflação vieram dos grupos de despesas transportes (que passou de uma inflação de 0,1% na prévia de junho para uma queda de preços de 0,55% em julho) e alimentação (que passou de uma inflação de 0,27% para uma queda de preços de 0,18%). Entre os itens que individualmente mais contribuíram para uma taxa menor em julho estão o tomate, que ficou 16,78% mais barato em julho, o etanol (-3,71%), a gasolina (-0,69%) e ônibus urbano (-1,02%). No setor de transportes, também tiveram influência importante para a redução do IPCA-15 os itens seguro voluntário (-1,82%), ônibus intermunicipal (-0,91%), metrô (-2,02%) e trem (-1,15%). O IPCA-15 acumula taxas de 3,52% no ano e de 6,4% nos últimos 12 meses. Leia mais na Agência Brasil.

Vitor Abdala, Agência Brasil

18 de julho de 2013, 13:26

ECONOMIA BC faz leilão de venda de dólares no mercado futuro

O Banco Central (BC) fez hoje mais um leilão para conter a alta do dólar. A operação de swap cambial tradicional, equivalente à venda de dólares no mercado futuro, foi anunciada ontem e realizada hoje. Os 20 mil contratos ofertados, com vencimento em 2 de dezembro deste ano, foram negociados. No total, foram negociados R$ 994,9 milhões. Depois de realizar esse leilão, o BC anunciou outro para amanhã, também com 20 mil contratos e vencimento em 2 de dezembro de 2013. Os leilões de swap cambial são uma das ferramentas usadas pelo BC. O governo também adotou outras medidas. Uma delas foi eliminar restrições de prazos para que os exportadores financiem pagamentos antecipados. Antes, os exportadores que quisessem antecipar o recebimento das receitas com as vendas para o exterior poderiam pegar empréstimos de até cinco anos. O BC derrubou esse limite, permitindo que financiamentos de prazos mais longos sejam concedidos. A medida tem como objetivo aumentar a oferta de dólares no mercado, empurrando a cotação para baixo. (Agência Brasil)

18 de julho de 2013, 13:10

ECONOMIA Copom diz em ata que decisão ajuda pôr inflação em queda

A decisão de aumentar a taxa básica de juros de 8,00% ao ano para 8,50% na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) vai contribuir para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano. A avaliação consta da ata divulgada nesta quinta-feira, 18, pelo Banco Central. “O Copom entende ser apropriada a continuidade do ritmo de ajuste das condições monetárias ora em curso”, salientou o documento. A ata lembra que a decisão foi unânime, tendo sido votada pelo presidente Alexandre Tombini, e pelos diretores Aldo Luiz Mendes, Altamir Lopes, Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, Luiz Awazu Pereira da Silva, Luiz Edson Feltrim e Sidnei Corrêa Marques.

O Copom ponderou na ata que o nível elevado de inflação e a dispersão de aumentos de preços contribuem para que a inflação mostre resistência. “Nesse contexto, inserem-se também os mecanismos formais e informais de indexação e a piora na percepção dos agentes econômicos sobre a própria dinâmica da inflação”, trouxe o documento. A persistência desse processo, de acordo com a ata, causaria danos à tomada de decisões sobre consumo e investimentos. “Na visão do Comitê, faz-se necessário que, com a devida tempestividade, o mesmo seja revertido”.

Célia Froufe e Eduardo Cucolo, Agência Estado

18 de julho de 2013, 12:59

ECONOMIA Receita altera formulário para isenção de IPI a taxistas e portadores de deficiência

A Receita Federal corrigiu o formulário que trata do pedido de isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para taxistas e portadores de deficiência. A alteração visa a esclarecer que a solicitação de isenção só pode ser feita por quem está em situação regular com o órgão. As mudanças estão na Instrução Normativa (IN) nº 1.376 publicada hoje no Diário Oficial da União. O texto, que altera as INs nº 1.368 e nº 1.369 – ambas publicadas no mês passado, define que o direito de adquirir veículo com isenção do imposto só será concedido uma vez a cada dois anos e aplica-se aos casos em que o solicitante faça parte do Microempreendedor Individual (MEI). Segundo a Receita Federal, os formulários antigos serão aceitos até o dia 30 de setembro, quando todo o sistema estará atualizado. O microempreendedor individual é aquele que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. A pessoa não pode ter participação em outra empresa como sócio ou titular, mas pode ter empregado com ganho de um salário mínimo ou o piso da categoria. O faturamento máximo anual do microempreendedor deve ser de R$ 60 mil. (Agência Brasil)

18 de julho de 2013, 10:52

ECONOMIA Mantega admite que desonerações chegaram ao fim

Em busca do cumprimento do esforço fiscal, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi categórico: não há mais espaço orçamentário para nenhum novo corte de impostos. Em entrevista exclusiva ao jornal “O Estado de S.Paulo”, ele avisou que as desonerações, após dois anos e meio figurando como principal mote da política econômica do governo Dilma Rousseff, “pararam”. “Não serão feitas novas desonerações. É isso que não dá para fazer mais. Primeiro, porque as que foram feitas são suficientes. E, segundo, porque não temos espaço fiscal”, reconheceu o ministro. A decisão de congelar as desonerações ocorre no momento em que o Congresso tem ampliado renúncias fiscais, enquanto o governo trabalha para fechar mais um corte de despesas do Orçamento para conseguir cumprir a meta fiscal de economizar 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013. Segundo Mantega, o governo conseguiu manter sob controle as três principais despesas orçamentárias: previdência, folha de pagamentos dos servidores e pagamento de juros da dívida pública. “Estamos numa trajetória fiscal sólida. E sempre tentando fazer ajuste e cortes que não sejam em investimentos e programas sociais”, afirmou.

Adriana Fernandes, Agência Estado

18 de julho de 2013, 09:30

ECONOMIA Venda de material de construção cai 3,4% no País

As vendas da indústria de materiais de construção no País caíram 3,4% em junho ante maio, mas cresceram 2,3% ante junho de 2012, segundo pesquisa divulgada há pouco pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). No primeiro semestre, as vendas de materiais tiveram alta de 3,7% frente o mesmo período do ano passado. Já no acumulado dos últimos 12 meses encerrados em junho (maio de 2012 a junho de 2013), as vendas subiram 2,1% em relação ao período anterior (maio de 2011 a junho de 2012). A Abramat informou em comunicado que a previsão de alta de 4,5% nas vendas em 2013 está mantida, ainda que o resultado do primeiro semestre tenha ficado abaixo do esperado. De acordo com a associação, a alta de 4,5% prevista depende de novos estímulos do governo para o setor da construção civil, da manutenção dos níveis de emprego e renda das famílias, e do aumento do ritmo das obras de infraestrutura no segundo semestre. O setor ainda aguarda a desoneração de impostos federais e estaduais (IPI e ICMS) e a redução no custo do gás, importante fonte de energia para segmentos da indústria, como cerâmica e vidro.

Circe Bonatelli, Agência Estado

17 de julho de 2013, 13:58

ECONOMIA Inadimplência sobe 5,6% no 1º semestre, aponta Serasa

O Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor fechou o primeiro semestre de 2013 com crescimento de 5,6% em relação a igual período do ano anterior. De acordo com o levantamento, divulgado nesta quarta-feira, 17, essa é a menor variação para o período desde 2011, quando a inadimplência do consumidor cresceu 21,6%. Na variação mensal – junho contra maio – o índice registrou retração de 4%. Já na comparação de junho deste ano ante igual mês de 2012 o indicador caiu 3%. Apesar da alta na inadimplência no semestre, na avaliação dos economistas da Serasa Experian o consumidor tem se mostrado mais cauteloso em relação à sua situação financeira e a inadimplência como um todo está perdendo fôlego em decorrência de um conjunto de fatores desfavoráveis ao consumidor, que enfrenta renda menor e juros maiores. “A inflação reduziu o poder aquisitivo e o ciclo de elevação dos juros tem penalizado aqueles que utilizam intensamente o cheque especial e o rotativo do cartão de crédito. Diante desse cenário, o consumidor evita novas compras a prazo e prioriza o pagamento e a renegociação das dívidas”, afirma a instituição, em nota.

Agência Estado

17 de julho de 2013, 13:30

ECONOMIA Indicador antecedente composto do Ibre cai 0,6% em junho

O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil, divulgado nesta quarta-feita, 17, pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pelo The Conference Board, recuou 0,6 % em junho, para a marca de 126,5 pontos. O resultado segue-se a uma redução de 1,2% em maio e à estabilidade observada em abril. Três dos oito componentes que medem a atividade econômica no Brasil contribuíram positivamente para o índice de junho, de acordo com nota distribuída pelo Ibre/FGV. Na nota, Paulo Picchetti, economista do Ibre/FGV, diz que “a queda do IACE reflete as dificuldades da economia brasileira de continuar apresentando um crescimento sustentado dentro de um contexto de incerteza em relação ao desempenho econômico interno e externo”. Ataman Ozyildirim, economista do The Conference Board, ressalta no texto que “o IACE para o Brasil vem se movendo lateralmente em relação ao ano passado, embora os mercados financeiros assim como as expectativas dos consumidores o pressionem para baixo”. “O IACE aponta para uma lenta atividade econômica no restante de 2013. O enfraquecimento do IACE está em linha com o enfraquecimento dos principais indicadores na China e na Índia. A última queda do IACE em 2,3 pontos percentuais ao longo de um período de seis meses foi em agosto de 2011, em meio a um cenário de desaceleração econômica”, completa Ozyildirim.

Agência Estado

17 de julho de 2013, 13:25

ECONOMIA Dilma: Dados desmentem análises negativas da economia

Foto: Agência Brasil

A presidente Dilma Rousseff

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira, 17, que há dados econômicos que desmentem análises negativas que estão sendo feitas sobre a economia brasileira. “Aproveito para repelir as posturas pessimistas quanto à economia brasileira hoje e no futuro próximo. Há dados que desmentem as análises mais negativas. Temos estruturalmente mais condições do que em anos passados. Isto é uma verdade que tem sido ignorada”, afirmou durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o Conselhão, que comemora 10 anos de criação. Dilma afirmou ainda que o País está enfrentando suas carências mesmo com os obstáculos impostos pela crise econômica internacional iniciada na década passada. “Carências que existiriam com crise ou sem crise internacional, mas que se tornam mais complexas por causa dela. A crise não é uma justificativa para que não as enfrentemos. Aliás, é um motivo para que o façamos com maior determinação e deliberadamente.” Segundo a presidente, o pacto do governo federal com a estabilidade fiscal é uma garantia de que nenhuma mudança a ser feita ameaçará degradar as contas do País.

“Isso elimina qualquer tentação de populismo fiscal. Estabelece com clareza que só podemos gastar aquilo que temos para gastar, aquilo que não compromete o equilíbrio fiscal e o controle da inflação”, afirmou, ao se referir às medidas que estão sendo adotadas após as manifestações de ruas no Brasil no mês passado. Não por acaso a presidente disse que a relação entre os setores público e privado é crucial para o País. “Eu diria que superamos aquela oposição que durante muito tempo existiu no Brasil, de que o setor publico ou o setor privado deviam fazer certas obras”, disse. Dilma citou as licitações e concessões que o governo federal têm feito na área de infraestrutura como exemplo Segundo ela, as iniciativas estão atraindo investidores “apesar da situação internacional difícil”. Ela falou da última rodada para exploração do petróleo, que teve recorde de arrecadação e citou o Campo de Libra, como um dos maiores potenciais de petróleo no mundo. Sobre os leilões de energia elétrica, Dilma disse que eles foram positivos, apesar de previsões catastróficas. Em relação ao setor portuário, a presidente citou a aprovação do marco regulatório dos portos. “Esse marco recém-aprovado já permitiu anúncio público de 50 terminais de uso privado, o que indica que será um processo bem sucedido, uma vez que se abriu os portos à participação de investidores privados do nosso pais”, disse. Segundo Dilma, o Brasil precisa enfrentar seus custos. “Estamos promovendo a transformação da nossa infraestrutura. Queremos mais eficiência e competitividade.”

17 de julho de 2013, 11:55

ECONOMIA Intenção de consumo das famílias cai 7,7% em julho

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), medida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), recuou 7,7% em julho deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Com a queda (a sétima consecutiva), o indicador alcançou o menor patamar da série histórica, iniciada em janeiro de 2010 (124,9 pontos). Os sete itens que compõem o indicador apresentaram quedas na comparação anual. Os recuos foram observados nos itens “momento para duráveis”, que avalia a intenção para comprar bens de consumo duráveis – caiu 11,1% -, e “perspectiva para consumo”, que recuou 11%. Os demais componentes apresentaram as seguintes quedas: compra a prazo (-9,8%), nível de consumo atual (-9%), perspectiva profissional (-8,9%), renda atual (-3,3%) e emprego atual (-1,3%). Segundo nota divulgada pela CNC, “A persistência do maior comprometimento da renda advinda do alto endividamento, e os impactos das manifestações ocorridas nas últimas semanas, influenciaram negativamente o resultado do ICF”.

17 de julho de 2013, 11:40

ECONOMIA Inadimplência do consumidor encerra semestre com alta de 5,6%

A inadimplência do consumidor encerrou o primeiro semestre de 2013 com alta de 5,6%, na comparação com o mesmo período de 2012, segundo levantamento divulgado hoje, pela empresa de consultoria Serasa Experian. Apesar da alta, a variação é a menor desde 2011, quando o índice cresceu 21,6%. A inadimplência no mês de junho registrou recuo de 4% em relação a maio e de 3% na comparação com junho do ano passado. As dívidas com cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços foram as principais responsáveis pelo crescimento nos primeiros seis meses do ano, com variação de 12,6%. O valor médio das dívidas, nesses casos, ficou em R$ 318, o que representa redução de 10,9% na comparação com o mesmo período do ano passado (R$ 357). A inadimplência com bancos cresceu 1,3%. O valor médio a ser pago pelos devedores é R$ 1.365 – alta de 5,4% em relação ao valor registrado no primeiro semestre de 2012 (R$ 1.294). Por outro lado, as dívidas com cheques sem fundos e títulos protestados registraram queda de 9,4% e 1,4%, respectivamente.

17 de julho de 2013, 09:12

ECONOMIA IPC-S recua nas sete capitais pesquisadas pela FGV na segunda semana de julho

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) caiu nas sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), entre a primeira e a segunda semanas de julho. A maior queda foi observada em São Paulo: 0,26 ponto percentual, ao passar de uma inflação de 0,23% na primeira semana para uma deflação (queda de preços) de 0,03% na semana seguinte. Outra cidade que teve queda acima da média nacional, que registrou recuo de 0,16 ponto percentual, foi o Rio de Janeiro. A capital fluminense teve redução de 0,17 ponto percentual, já que sua taxa de inflação caiu de 0,29% para 0,12% no período. As demais cidades apresentaram as seguintes quedas: Salvador (0,13 ponto percentual, ao passar de 0,25% para 0,12%), Porto Alegre (0,1 ponto percentual, ao passar de 0,34% para 0,24%), Brasília (0,06 ponto percentual, ao passar de 0,37% para 0,29%), Recife (0,05 ponto percentual, ao passar de 0,1% para 0,05%) e Belo Horizonte (0,02 ponto percentual, ao passar de -0,26% para -0,28%). (Agência Brasil)