13 de janeiro de 2017, 21:54

ECONOMIA Carga de energia ficou estável em dezembro, diz ONS

A carga de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN) não teve variação em dezembro do ano passado em relação ao mesmo mês de 2015, segundo dados divulgados hoje (13) pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) no Boletim de Carga Mensal.O resultado, de acordo com o ONS, se deve ao baixo crescimento da indústria, que atingiu o menor nível em 20 anos, e ao desaquecimento do mercado de trabalho, que inibe o consumo das famílias.O subsistema Sul foi o único que apresentou variação positiva na carga de energia em relação a dezembro de 2015, com alta de 5,7%; e também na comparação com novembro de 2016 (+3,6%), influenciadas pelas temperaturas elevadas e tempo seco que propiciaram aumento da carga de refrigeração e irrigação.As maiores quedas da carga de energia foram observadas no subsistema Norte, tanto em relação a novembro de 2016 (-6%), como a dezembro de 2015 (-2,1%), em função da redução do consumo das indústrias eletrointensivas conectadas à rede básica, que se mantém em baixa desde meados de 2014.O volume de carga é calculado pelo ONS a partir da soma de toda a energia movimentada no sistema elétrico, que é diferente do volume de energia consumida por causa das perdas existentes na rede.

Agência Brasil

13 de janeiro de 2017, 19:38

ECONOMIA Faixa mais alta do seguro-desemprego aumenta 6,58%

Foto: Divulgação

O valor máximo do seguro-desemprego pago ao trabalhador que ganhava mais de R$ 2.417,29, teve aumento de R$ 101,48 na parcela , passando de R$ 1.542,24, em 2016, para R$ 1.643,72 este ano. O novo valor entrou em vigor na última quarta-feira (11).Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, o cálculo anual do seguro-desemprego considera a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que em 2016 teve alta de 6,58%. O benefício pode ser pago de três a cinco parcelas.O trabalhador tem o valor do benefício definido com base em uma tabela com três faixas salariais. A primeira é de quem ganha até R$ 1.450,23. Nesse caso, o salário médio é multiplicado por 0,8 para obter o valor do benefício, que vai variar entre o salário mínimo deste ano, fixado em R$ 937, e R$ 1.160,18. A segunda faixa é composta por quem recebia entre R$ 1.450,24 e R$ 2.417,29 – o que exceder R$ 1.450,24 será multiplicado por 0,5 e o resultado será somado a R$1.160,18. A última faixa, para quem ganhava mais de R$ 2.417,29, terá o benefício mais alto, de R$1.643,72.O seguro-desemprego é pago a todos os trabalhadores demitidos sem justa causa, pescadores artesanais em período de defeso, trabalhadores resgatados em condições análogas às de escravidão e profissionais com contrato de trabalho suspenso.

Agência Brasil

13 de janeiro de 2017, 17:30

ECONOMIA Meirelles antecipará volta de Davos para negociar acordo com o estado do Rio

Foto: Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, antecipará a sua volta do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, para participar das negociações de ajuda financeira ao estado do Rio de Janeiro. O ministro ficará em Davos até quarta-feira (18) à noite e chegará ao Brasil na quinta-feira (19) para retomar as discussões com o governo fluminense. O Fórum Econômico Mundial começa domingo (15) e vai até sábado (21). De acordo com o Ministério da Fazenda, Meirelles partirá do Brasil no sábado à noite e terá reuniões bilaterias na Suíça com presidentes de bancos, de multinacionais e autoridades de três países: Argentina, Suíça e Arábia Saudita. O compromisso mais importante de Meirelles ocorrerá na quarta-feira, quando ele e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, se reunirão pela primeira vez com o novo ministro da Fazenda da Argentina, Nicolás Dujovne, e o presidente do BC do país vizinho, Federico Sturzenegger. Esse será o primeiro encontro das equipes econômicas dos dois países desde que o presidente argentino, Mauricio Macri, trocou os titulares dos dois órgãos, no fim de dezembro. Na terça-feira (17), Meirelles se reunirá com o ministro das Finanças da Suíça, Ueli Maurer. Também está previsto um encontro com o ministro das Finanças da Arábia Saudita, em horário ainda não definido. Segundo o Ministério da Fazenda, o ministro deverá explicar aos empresários e representantes de governos estrangeiros a atual situação econômica do Brasil e as medidas postas em prática pelo governo brasileiro, como a criação de um teto de gastos públicos e a proposta de reforma da Previdência. O principal destaque, no entanto, serão as reformas microeconômicas, que visam reduzir a burocracia e facilitar os investimentos no país. Além de Meirelles e Goldfajn, irão a Davos representando o governo brasileiro os ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Marcos Pereira, e de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho.

Agência Brasil

13 de janeiro de 2017, 17:15

ECONOMIA Itaú Unibanco reduz previsão para PIB de crescimento de 1,5% para 1,0% em 2017

O Itaú Unibanco revisou sua projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano de crescimento de 1,5% para 1,0%. Em nota, a instituição explica que a atividade econômica tem mostrado maior fraqueza que a esperada no curto prazo, o que sugere uma deterioração no carrego estatístico para o dado de 2017. A expectativa do banco é que o PIB do último trimestre de 2016 apresente recuo de 0,6% e não mais estabilidade como prevista antes. “Tudo o mais constante, a herança estatística para 2017 passará de -0,4% para -0,8%, ou seja, um impacto (negativo) de 0,4 ponto porcentual no crescimento”, escreve o economista Rodrigo Miyamoto. No terceiro trimestre do ano passado, o PIB caiu 0,8%. O banco cita que os indicadores recentes de atividade registraram números piores que o esperado. Na produção industrial, que subiu apenas 0,2%, a instituição cita que o resultado foi consistente com a difusão das atividades, não sendo concentrado em algum setor específico. A despeito de ressaltar que indicadores preliminares como produção de veículos, fluxo de veículos pesados nas estradas e expedição de papelão ondulado apontem para uma alta da produção industrial em dezembro, o banco observa que o movimento deve ser insuficiente para compensar a “decepção” do mês anterior. Outro ponto é que os estoques na indústria apresentaram alguma piora na margem. Assim, a instituição afirma que o ajuste cíclico dos estoques deve se estender além do esperado, fazendo com que a alta da produção na indústria seja um pouco mais lenta. “No entanto, haja vista o comportamento já observado no setor automotivo, ainda enxergamos o término do processo de redução de estoques nos meses à frente, o que ajudará na recuperação da economia. Além disso, acrescenta que o setor de serviços também seguiu enfraquecido, ao registrar sutil alta de 0,1% na receita real do segmento em novembro.

Estadão Conteúdo

13 de janeiro de 2017, 11:15

ECONOMIA Faturamento da indústria cresce 4,5% em novembro; horas trabalhadas sobem 0,7%

A indústria brasileira registrou aumento de 4,5% no faturamento real e de 0,7% nas horas trabalhadas em novembro na comparação com outubro. As informações foram divulgadas hoje (13), em Brasília, na pesquisa Indicadores Industriais, da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os dados são dessazonalizados, ou seja, ajustados para o período em que foram coletados. Os indicadores relativos ao mercado de trabalho, no entanto, continuaram a observar queda. O indicador do emprego recuou 0,3% na comparação com outubro, enquanto a massa salarial real caiu 2,1% e o rendimento médio real, 1,5% para o mesmo período. A utilização da capacidade instalada ficou em 76,6%, apenas 0,1 ponto percentual acima do piso da série histórica. Para a CNI, os números de novembro não sinalizam recuperação da atividade industrial. A entidade destacou na pesquisa que “a comparação anual dos indicadores continua a mostrar quedas expressivas”. O faturamento real, por exemplo, recuou 9,9% e as horas trabalhadas caíram 5,5% em novembro de 2016 na comparação com o mesmo mês de 2015.

Agência Brasil

12 de janeiro de 2017, 20:01

ECONOMIA Temer quer que inflação fique abaixo de 4,5% este ano

Foto: Divulgação

Michel Temer

O presidente da República, Michel Temer, disse hoje que o objetivo do governo é a inflação ficar abaixo dos 4,5%, teto da meta fixada pelo Banco Central para 2017. Ele ressaltou que em seu mandato já foram feitas duas reduções nas taxas de juros Selic e estimou que se as reduções continuarem a taxa deve sair dos dois dígitos.As declarações foram feitas durante a inauguração da Escola Municipal de Ensino Fundamental Prof. Fued Temer, na Praia Grande, município da Baixada Santista. Temer lembrou ainda que a inflação caiu de 10,70% no ano passado para 6,29%, abaixo do teto estimado para a meta.Na quarta-feira (11), o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, cortou a taxa Selic em 0,75 ponto percentual, de 13,75% para 13% ao ano.“Nós já reduzimos a taxa de juros e há uma projeção, nada certo evidentemente, de que os juros venham caindo paulatinamente, porém responsavelmente. Isso já teve repercussão no mercado financeiro. Os bancos já começaram a reduzir também suas taxas de juros. Nosso trabalho já tem começado a dar resultados. Somado à questão da queda da inflação, que no ano passado era de 10,70% e agora está em 6,29%”, disse.O presidente disse que o governo não reduziu o orçamento das áreas da educação e saúde. Segundo ele, basta saber ler para verificar que os recursos para as duas áreas são maiores este ano do que foram em 2016.

Agência Brasil

12 de janeiro de 2017, 19:31

ECONOMIA Um dia após reunião do Copom, dólar cai para menor valor em dois meses

Foto: Divulgação

A aceleração da queda dos juros básicos da economia pelo Banco Central não impediu a moeda norte-americana de voltar a cair e a fechar no menor valor em dois meses. Um dia depois da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que reduziu a taxa Selic para 13% ao ano, o dólar comercial encerrou a sessão vendido a R$ 3,176, com queda de R$ 0,016 (-0,5%). A cotação está no menor nível desde 8 de novembro (R$ 3,167).O dólar operou em queda durante toda a sessão. No início da tarde, chegou a operar em estabilidade, mas voltou a cair nas horas finais de negociação. A divisa acumula queda de 2,3% nos primeiros dias de 2017. Como nos últimos dias, o mercado de câmbio operou sem intervenções do Banco Central. Desde 13 de dezembro, a autoridade monetária não compra nem vende dólares no mercado futuro.Na reunião de ontem (11), o Copom surpreendeu o mercado e cortou a taxa Selic em 0,75 ponto percentual. A redução foi maior que a esperada pelas instituições financeiras, que projetavam queda de 0,5 ponto.Em tese, a queda dos juros básicos estimula a fuga de capitais do país. No entanto, a inflação caiu mais que o previsto em 2016, fechando o ano em 6,29% , no menor nível desde 2013. Dessa forma, o fato de o Brasil continuar com juros reais (taxas nominais menos a inflação) altos continua a estimular a aplicação de capitais estrangeiros no país.No mercado de ações, o dia também foi de ganhos. Em alta pelo terceiro dia seguido, o índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, subiu 2,41%, para 63,954 pontos. O indicador está no nível mais alto desde 8 de novembro. As ações da Petrobras, as mais negociadas, subiram 1,66% (papéis ordinários, com direito a voto em assembleia de acionista). Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) fecharam com valorização de 1,53%.

Agência Brasil

12 de janeiro de 2017, 14:00

ECONOMIA Governo prevê arrecadar R$ 4,5 bi com leilões de exploração de petróleo em 2017

O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, disse hoje (12) que o governo prevê arrecadar entre R$ 3,5 bilhões e R$ 4,5 bilhões com a realização da 14ª rodada de licitações de blocos para exploração de petróleo e gás natural e da segunda rodada de leilões de blocos no pré-sal, sob o regime de partilha de produção. Os leilões estão previstos para ocorrer neste ano. “Foram anunciadas para este ano três rodadas: a rodada do onshore [em terra], a segunda rodada do pré-sal e a rodada do pós-sal. Precisamos nos unir para que todas sejam um grande sucesso”, afirmou o ministro, após participar da posse do novo diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone, no Rio de Janeiro. Segundo o ministro, a expectativa de arrecadação está entre R$ 3,5 bilhões e R$ 4,5 bilhões para as três rodadas. “Essa expectativa é para outorga mínima, já que alguém pode ofertar mais”. Fernando Coelho prevê que até o final deste mês as áreas de exploração do onshore, do pré-sal e do pós-sal sejam publicadas no Diário Oficial da União. O ministro afirmou que o governo trabalha para que a licitação das áreas de onshore seja feita em maio e que a segunda rodada do pré-sal seja realizada ainda no primeiro semestre. As áreas de pós-sal devem ser leiloadas em setembro.

Ana Cristina Campos, Agência Brasil

12 de janeiro de 2017, 10:00

ECONOMIA Mercado prevê déficit de R$ 148,3 bilhões do Governo Central em 2017

Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Fazenda esperam que o déficit primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) termine este ano em R$ 148,3 bilhões. Segundo a previsão, o desfalque nas contas públicas será maior que a meta de resultado fiscal perseguida pelo governo para este ano, que é déficit de R$ 139 bilhões. A estimativa consta na pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, com base em informações do mercado financeiro. O resultado foi divulgado hoje (12), em Brasília. Para 2018, a estimativa é déficit de R$ 125,9 bilhões. A projeção da arrecadação das receitas federais este ano caiu de R$ 1,356 trilhão para R$ 1,345 trilhão. Para 2018, a estimativa recuou de R$ 1,465 para R$ 1,458 trilhão.

Mariana Branco, Agência Brasil

12 de janeiro de 2017, 06:35

ECONOMIA Feriados prolongados deverão impulsionar a economia, diz Ministério do Turismo

Os dias de folga poderão impulsionar a economia brasileira, segundo estudo do Ministério do Turismo. A pasta espera que as viagens nos fins de semana prolongados por feriados que caem na segunda, terça, quinta ou sexta-feira injetem R$ 21 bilhões a mais na economia em 2017. A projeção divulgada hoje (12) considerou um acréscimo de 22 dias de folga, quando 10,5 milhões de viagens deverão ser feitas. Na contramão de outros setores que projetam prejuízos com os feriados, como o comércio e a indústria, o Ministério do Turismo acredita que as viagens e o consumo nos dias de folga gerarão renda e emprego. O turismo, de acordo com o Conselho Empresarial de Hospitalidade e Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), é grande impulsionador de mais 52 áreas, direta ou indiretamente. O feriado que deve gerar maior impacto é o Dia de Nossa Senhora Aparecida, em 12 de outubro, quando 1,94 milhão de viagens movimentarão R$ 3,9 bilhões na economia. O levantamento foi feito pelo Ministério do Turismo, em parceria com a Fundação Getulio Vargas, levando em consideração os feriados de 21 de abril (Tiradentes, sexta-feira), 1º de maio (Dia do Trabalho, segunda-feira), 15 de junho (Corpus Christi, quinta-feira), 7 de setembro (Independência do Brasil, quinta-feira), 12 de outubro (Dia de Nossa Senhora Aparecida, quinta-feira) e 2 de novembro (Finados, quinta-feira). O Carnaval, a Semana Santa, o Natal e Réveillon foram desconsiderados, porque via de regra geram fins de semana prolongados e a ideia da projeção foi levantar qual o valor a ser acrescentado na movimentação econômica nacional em 2017.

Mariana Tokarnia, Agência Brasil

11 de janeiro de 2017, 17:35

ECONOMIA BC reduz taxa básica de juros para 13,00% ao ano

O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, nesta quarta-feira, 11, por unanimidade, reduzir a taxa básica de juros, a Selic, em 0,75 ponto porcentual (pp), para 13,00% ao ano. A redução foi maior que a esperada pela maioria do mercado financeiro. Segundo pesquisa do Broadcast Projeções, de 71 instituições financeiras consultadas, apenas 5 esperavam corte de 0,75 pp; 65 esperavam corte de 0,50 pp e uma de 0,25 pp. A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 21 e 22 de fevereiro de 2017.

Estadão Conteúdo

11 de janeiro de 2017, 13:14

ECONOMIA Produção de petróleo no país sobe 0,75% em 2016 e bate recorde, diz Petrobras

A produção média de petróleo da Petrobras no Brasil, em 2016, teve um acréscimo de 0,75% na comparação com o ano anterior e chegou a 2.144.256 barris por dia. Segundo a estatal, o resultado está em linha com a meta definida em 2,145 milhões e representa um recorde histórico anual. “Estamos muito felizes, porque é o segundo ano seguido que a empresa cumpre a meta de produção depois de uma série de anos em que metas de produção eram apenas uma referência, que se chegasse lá, ok, mas, se não chegasse, não tinha o menor problema. Nesta gestão, meta é uma coisa séria”, disse o presidente da Petrobras, Pedro Parente a jornalistas, durante encontro que teve a presença de toda a diretoria da estatal, na sede da companhia, no centro do Rio. Na camada do pré-sal, a média anual no ano passado também registrou recorde, com a marca de 1,02 milhão de barris de óleo/dia, o que significou aumento de 33% em relação ao ano anterior. No caso do gás natural, a companhia também apresentou recorde de 77 milhões de metros cúbicos (m³) diários. Se esse desempenho for incluído no balanço do ano, a produção total no país chega a 2,63 milhões de barris de óleo equivalente por dia, 1% acima do registrado em 2015, o que representa ainda mais um recorde no ano para a empresa. Pedro Parente destacou ainda o desempenho da companhia em dezembro, quando também foram batidos alguns recordes. Entre eles, a produção média de petróleo no Brasil, que pela primeira vez superou a marca de 2,3 milhões bpd, sendo 3% a mais que o maior índice registrado em setembro do mesmo ano. Já a produção no dia 28 de dezembro chegou a 2,4 milhões de barris de óleo. No mesmo mês, a produção de gás teve alta de 2% na comparação com novembro, atingindo volume de 81,8 milhões m³/dia, que, se considerado, eleva a produção de petróleo e gás natural no Brasil para 2,82 milhões de barris de óleo equivalente por dia, representando 6% a mais do que o registrado em igual mês do ano anterior.

Cristina Indio do Brasil, Agência Brasil

11 de janeiro de 2017, 11:24

ECONOMIA Temer diz que inflação ficará no centro da meta em 2017

Foto: José Cruz/Agência Brasil

Temer

O presidente Michel Temer disse hoje (11) que, com os resultados positivos obtidos em 2016, a inflação ficará no centro da meta em 2017. A declaração foi feita durante a abertura da reunião do Núcleo de Infraestrutura, no Palácio do Planalto. “A inflação hoje está em 6,29%. Portanto dentro da meta, cujo teto era 6,5%. A significar, portanto, que o que o governo está fazendo está em um caminho certo e adequado, dando resultados positivos; é evidente, ninguém esperava que, ao final do ano, chegaríamos abaixo da meta estabelecida”, acrescentou. Segundo Temer, essa tendência de queda dos índices inflacionários se repetirá em 2017. “Toda a projeção para este ano é de redução ainda maior da inflação para ficar, na verdade, no centro da meta. Essa é uma boa notícia que eu quero compartilhar”, afirmou. O presidente ressaltou que o governo vem cumprindo tudo aquilo que projetou, em especial no que se refere às obras de infraestrutura que ainda não foram concluídas. “No tocante às obras, especialmente as inacabadas, vamos aqui ouvir relatos sobre as que determinamos que fossem levadas adiante, nas quais remanescem pagamentos de R$ 500 mil a R$ 10 milhões. Vamos tratar também de outras obras que ainda possam seguir adiante, além daquelas que já têm sequência natural”.

Agência Brasil

11 de janeiro de 2017, 10:29

ECONOMIA IPC tem ligeira aceleração e fica em 0,75% na primeira quadrissemana de 2017

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) na cidade de São Paulo teve alta de 0,75% na primeira quadrissemana de janeiro, contra 0,72% registrado na última medição de dezembro de 2016, medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). A inflação dos gastos com habitação ficou em 1,01% na primeira prévia do ano, acima do 0,86% verificado na divulgação anterior. Educação subiu de 0,03% na última quadrissemana de dezembro para 0,99% na primeira medição de janeiro. As despesas com alimentação tiveram alta de 0,46% no período atual, sobre o 0,27% da divulgação anterior. O grupo transportes passou de 0,53% para 0,65%. Tiveram queda nos índices os grupos saúde (de 0,36% para 0,29%), vestuário (de 1,83% para 1,32%), despesas pessoais (de 1,18% para 0,70%).

Daniel Mello, Agência Brasil

11 de janeiro de 2017, 09:05

ECONOMIA Construção civil fecha 2016 com inflação de 6,64%, diz IBGE

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), fechou 2016 com uma inflação de 6,64%, segundo dados divulgados hoje (11), no Rio de Janeiro. A taxa ficou acima dos 5,50% de 2015. O principal responsável pela alta do custo da construção foi a mão de obra, que ficou 10,89% mais cara no ano passado. Em 2015, esse componente da construção havia tido um aumento de custo de 7,55%. Já os materiais de construção fecharam 2016 com uma inflação de 2,92%, abaixo dos 3,78% do ano anterior. Apenas no mês de dezembro, o aumento do custo da construção civil foi de 0,49%. O custo por metro quadrado fechou o ano em R$ 1.027,30, sendo R$ 531,21 relativos aos materiais e R$ 496,09 à mão de obra.

Vitor Abdala, Agência Brasil