16 de janeiro de 2018, 08:23

ECONOMIA IGP-10 registra inflação de 0,79% em janeiro

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou inflação de 0,79% em janeiro, na primeira apuração feita em 2018. A taxa é inferior às apuradas em dezembro de 2017 (0,90%) e em janeiro daquele ano (0,88%).Apesar da inflação em janeiro, o IGP-10, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), acumula deflação (queda de preços) de 0,51% em 12 meses. O IGP-10 é calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.A queda da taxa entre dezembro e janeiro foi provocada pelos preços no atacado e pelo custo da construção. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que analisa o atacado, caiu de 1,22% em dezembro para 1,06% em janeiro, enquanto o Índice Nacional de Custo da Construção recuou de 0,30% para 0,08%.O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, subiu de 0,29% para 0,36%.

Agência Brasil

15 de janeiro de 2018, 19:22

ECONOMIA Ibovespa tem novo recorde e alcança 79.752 pontos

O Ibovespa, principal indicador de desempenho das ações negociadas na B3 (antiga BM&F Bovespa) bateu novo recorde hoje (15), encerrando o dia em 79.752 pontos. O valor representa alta de 0,51% em relação ao pregão anterior.A maior pontuação já registrada anteriormente tinha sido de 79.378 pontos, há uma semana, no dia 8 de janeiro.Desde o dia 2 de janeiro, o indicador vem batendo sua marca histórica. No fechamento do dia 5, a pontuação de 79.071 pontos superou em 0,54% o recorde registrado no dia 4, quando o Ibovespa ficou em 78.647.Antes dessas semanas de recordes, a maior marca do Ibovespa havia sido alcançada em 13 de outubro de 2017, quando chegou aos 76.989 pontos.

Agência Brasil

15 de janeiro de 2018, 18:00

ECONOMIA Balança tem superávit de US$ 1,4 bilhão nas duas primeiras semanas do ano

A balança comercial registrou, na segunda semana de janeiro, superávit de US$ 983 milhões, com crescimento nas exportações e importações na comparação com a primeira semana e com o mesmo período do ano passado. Nas duas primeiras semanas do ano, as exportações somaram US$ 7,076 bilhões e as importações, US$ 5,581 bilhões, gerando saldo positivo de US$ 1,494 bilhão. Na semana passada, o superávit foi gerado após um resultado de US$ 4,120 bilhões nas exportações e US$ 3,138 bilhões nas importações. De acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, os números se devem ao aumento na exportação de produtos básicos e semimanufaturados. É o caso do petróleo, milho em grão, farelo de soja e dos metais em bruto. Já as importações subiram devido ao comércio de produtos como eletroeletrônicos, combustíveis, adubos, fertilizantes, bebidas e cereais. “Nas exportações, se comparadas as médias até a segunda semana deste mês (US$ 786,2 milhões) com a média registrada em janeiro de 2017 (US$ 677,6 milhões), houve crescimento de 16%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (19,5%), básicos (17,2%) e semimanufaturados (6,3%)”, informou a pasta, com relação às médias diárias. Já a média do comércio de produtos que o Brasil importou também subiu em relação às mesmas semanas do ano passado, ocasionando uma alta de 11,8% nas importações.

Agência Brasil

15 de janeiro de 2018, 16:00

ECONOMIA Atividade econômica cresce 2,1% em novembro ante novembro de 2016, diz Serasa

O indicador de atividade econômica da Serasa Experian, calculado mensalmente, registrou crescimento de 2,1% em novembro ante igual mês do ano anterior, mostra relatório divulgado nesta segunda-feira pela instituição. Em relação a outubro, a expansão foi mais tímida, de 0,2%. Na avaliação dos economistas da Serasa Experian, que fizeram os cálculos retirando os efeitos sazonais, os resultados reforçam a percepção de recuperação gradual da economia brasileira. Segundo eles, os números sugerem que 2017 deve ter terminado com alta de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em relação a 2016. De janeiro a novembro, a variação acumulada é de 0,9% em comparação com igual período do ano anterior. O desempenho do PIB em 2017 será divulgado em março pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pelo lado da oferta, todos os setores tiveram crescimento em novembro ante novembro de 2016. A agropecuária avançou 3,7%, a indústria subiu 1,7% e o setor de serviços teve alta de 2,5%. Pelo lado da demanda, houve aumento de 2,7% no consumo das famílias, de 0,8% dos investimentos produtivos, de 10,7% nas importações e de 2,5% nas exportações. A única queda foi registrada no consumo do governo, que caiu 1,2%. No acumulado do ano até novembro, a agropecuária teve o avanço mais expressivo, de 12,6% em relação a igual período do ano passado. O setor de serviços teve baixa de 0,3%. A indústria, por sua vez, acumula queda de 0,3%. O consumo das famílias cresceu 0,7%, as exportações avançaram 5,1% e as importações subiram 4,9%. Já o consumo do governo recuou 0,7% e os investimentos caíram 2,8%.

Estadão Conteúdo

15 de janeiro de 2018, 15:45

ECONOMIA Abono salarial de 2015: 94% dos trabalhadores sacaram o benefício

O Ministério do Trabalho informou hoje (15) que 22,9 milhões de pessoas sacaram o abono salarial ano-base 2015. O número equivale a 94,36% do total de trabalhadores com direito ao benefício no país. O prazo para retirar o dinheiro foi encerrado no dia 28 de dezembro, após prorrogação do período. Ainda de acordo com a pasta, cada trabalhador recebeu entre R$ 79 a R$ 937, dependendo do tempo trabalhado formalmente em 2015. No total, foram pagos mais de R$ 16 bilhões para beneficiários de todo o Brasil. O Nordeste foi a região com a maior taxa de cobertura. O percentual de trabalhadores com direito ao abono salarial que sacaram o beneficio chegou a 97,13%. No Piauí, a cobertura chegou a 99,42%, a melhor do país. Já a região com menor desempenho foi o Centro-Oeste, onde 92,2% do total de beneficiários sacaram o dinheiro. O Distrito Federal teve o menor percentual: 86,62%. Os recursos que não foram sacados até 28 de dezembro voltaram para o Fundo de Amparo ao Trabalhador, mantido com contribuição das empresas, e seus recursos são destinados para pagamentos de abono salarial e seguro-desemprego.

Agência Brasil

15 de janeiro de 2018, 13:30

ECONOMIA Número de famílias endividadas aumentou em média 0,6% no ano passado

A média anual do percentual de famílias endividadas aumentou 0,6%, alcançando a média de 60,8%, após três anos consecutivos de queda. Os dados foram divulgados hoje (14) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e fazem parte da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic Nacional), que traça o perfil de endividamento das famílias brasileiras. Segundo a pesquisa, os indicadores de inadimplência também apresentaram alta no período. A parcela de famílias com contas ou dívidas em atraso aumentou 1,2 ponto percentual em comparação a 2016, alcançando 25,4% na média anual. Já o percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas em atraso e que permaneceram inadimplentes aumentou 1,1 ponto percentual ante 2016, chegando a 10,2% na média de 2017. O patamar mais elevado desse indicador foi registrado no mês de setembro, quando atingiu 10,9% das famílias. Na avaliação da economista de CNC, Marianne Hanson, “a recuperação, ainda que lenta, da atividade econômica, aliada à redução das taxas de juros, queda da inflação e reversão, ainda que modesta, das taxas de desemprego, ajudam a explicar a maior disponibilidade de crédito para as famílias e consequente mente do endividamento”. Leia mais na Agência Brasil.

Agência Brasil

15 de janeiro de 2018, 13:15

ECONOMIA ANP: etanol sobe em 18 Estados e no Distrito Federal na última semana

Os preços do etanol hidratado nos postos brasileiros subiram em 18 Estados e no Distrito Federal na semana entre 7 e 13 de janeiro. Na semana anterior, havia sido registrada alta em 23 Estados brasileiros e no Distrito Federal, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, a cotação média do hidratado apresentou alta de 0,25%, de R$ 2,826 o litro para R$ 2,833. No período de um mês, os preços do combustível avançaram 4,42% nos postos paulistas. A maior alta no valor do biocombustível na semana passada, de 3 37%, foi no Amazonas. A maior baixa semanal, de 12,19%, ocorreu no Amapá. Na média dos postos brasileiros pesquisados pela ANP houve alta de 0,58% no preço do etanol na semana passada. No período de um mês os preços do etanol subiram 21 Estados e no Distrito Federal, com destaque para Minas Gerais, com aumento de 10,30%. O maior recuo mensal foi em Pernambuco, de 0,70%. Na média brasileira, o preço do etanol nos postos brasileiros pesquisados pela ANP acumulou aumento de 4,81% na comparação mensal. No Brasil, o preço mínimo registrado na semana inicial de 2018 para o etanol em um posto foi de R$ 2,249 o litro, em Mato Grosso, e o máximo individual ficou de R$ 4,399 o litro, no Rio Grande do Sul. O menor preço médio estadual foi de R$ 2,548 o litro, também nos postos mato-grossenses, e o maior preço médio ocorreu no Rio Grande do Sul, de R$ 3,888 o litro.

Agência Brasil

15 de janeiro de 2018, 11:23

ECONOMIA Recuperação de crédito recua 0,4% em 2017, diz Boa Vista SCPC

O indicador de recuperação de crédito recuou 0,4% em 2017, informou a Boa Vista SCPC nesta segunda-feira, 15. Já em dezembro, houve avanço de 7,1% na comparação com novembro nos dados com ajuste sazonal e de 11% frente ao mesmo mês de 2016. Os dados são obtidos a partir da quantidade de exclusões dos registros de inadimplentes da base da Boa Vista SCPC. Segundo a própria instituição, a inadimplência caiu 3,5% em 2017, mas o economista Yan Cattani explica que a diferença nos números se deve ao fato das duas séries – a da inadimplência e a da recuperação do crédito – serem distintas. “Um é o fluxo de entrada na base de inadimplentes e o outro é o fluxo de saída. Isso ocorre porque cada dívida tem um tempo de pagamento diferente. Assim, podemos observar cenários como o que ocorreu em 2017”, afirmou ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado.A Boa Vista SCPC ainda avalia em nota que, apesar da leve queda no quadro consolidado de 2017, algumas regiões conseguiram reverter suas tendências ao longo do ano passado, um efeito ligado ao gradual aumento da atividade econômica e melhoria do mercado de trabalho, avalia. “Caso essa tendência continue, espera-se convergência para as demais regiões em níveis positivos já nas próximas aferições”, completa a Boa Vista SCPC.Em 2017, houve recuperação do crédito no Sul, com aumento de 6 6%, e no Sudeste, que teve avanço de 1,2%. Nas outras regiões, o indicador teve queda: Norte (-8,4%), Nordeste (-5,7%) e Centro-Oeste (-4,7%). Na margem em dezembro, a recuperação do crédito avançou no Sul (19%), Sudeste (12,8%) e Centro-Oeste (6%). Por outro lado, o indicador recuou no Norte do País (-6,7%) e no Nordeste (-12 4%).

Estadão

15 de janeiro de 2018, 11:02

ECONOMIA Petrobras anuncia queda de 0,80% no preço da gasolina e alta de 0,10% no diesel

A Petrobras anunciou um novo reajuste para os combustíveis, com queda de 0,80% no preço da gasolina nas refinarias e aumento de 0,10% no do diesel. Os novos valores valem a partir desta terça-feira, 16. A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores. Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras agora avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente. Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.

Estadão

15 de janeiro de 2018, 10:24

ECONOMIA Caixa emprestou R$ 3,4 bi a Estados e municípios

A Caixa emprestou no ano passado R$ 3,4 bilhões aos Estados e municípios. Piauí, Pernambuco, Pará e Goiás receberam R$ 2,12 bilhões e 15 municípios, R$ 1,3 bilhão. A maior parte desses financiamentos foi feita sem garantia do Tesouro Nacional, o que é mais arriscado para o banco estatal, que só conta com as garantias dos próprios governadores e prefeitos em caso de calote nos empréstimos. Segundo a Caixa, os empréstimos para os governos do Pará e Goiás e para os municípios foram concedidos sem garantia da União. Essas operações ocorrem neste momento em que a Caixa busca um socorro de R$ 15 bilhões do FGTS para reforçar seu capital e não ter de reduzir o volume de empréstimos.O banco do governo é hoje o principal financiador dos governos regionais, depois que o BNDES deixou de emprestar para Estados e municípios. O levantamento dos empréstimos já concedidos foi feito pela Caixa a pedido do Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado.A contratação de empréstimos pelos governos regionais está no centro de uma disputa política e econômica envolvendo o caixa do banco. Do lado político, o Palácio do Planalto quer usar influência na liberação dos financiamentos aos governadores e aliados para conseguir apoio à aprovação da reforma da Previdência.

Estadão

15 de janeiro de 2018, 09:11

ECONOMIA Alta do PIB de 2018 sobe de 2,69% para 2,70%, projeta Focus

O mercado financeiro alterou levemente sua projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) para este ano. A expectativa de alta para o PIB 2018 passou de 2,69% para 2,70% no Relatório de Mercado Focus divulgado nesta segunda-feira, 15. Há um mês, a perspectiva estava em 2,64%. Para 2019, o mercado manteve a previsão de alta do PIB em 2,80%. Quatro semanas atrás, a expectativa era de 2,75%.O Banco Central atualizou suas projeções para o PIB no Relatório Trimestral de Inflação (RTI), divulgado em dezembro. O crescimento projetado para 2017 é de 1,0% e para 2018 de 2,6%. No Focus agora divulgado, a projeção para a produção industrial de 2018 passou de avanço de 3,14% para alta de 3,20%. Há um mês, estava em 3,00%. No caso de 2019, a estimativa de crescimento da produção industrial continuou em 3,00%, ante 2,80% de quatro semanas antes.Já a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB para 2018 foi de 55,60% para 55 40%. Há um mês, estava em 55,65%. Para 2019, a expectativa no boletim Focus foi de 57,70% para 58,00%, ante 57,65% de um mês atrás,

Estadão

15 de janeiro de 2018, 08:55

ECONOMIA Câmbio para o fim de 2018 calculado pelo Focus sobe de R$ 3,34 para R$ 3,35

O Relatório de Mercado Focus divulgado na manhã desta segunda-feira, dia 15, pelo Banco Central (BC), mostrou que a projeção para a cotação da moeda americana no fim de 2018 passou de R$ 3,34 para R$ 3,35. Há um mês, ela estava em R$ 3,30. Já o câmbio médio de 2018 foi de R$ 3,32 para R$ 3,31, ante R$ 3,30 de um mês antes.No caso de 2019, a projeção ds economistas do mercado financeiro para o câmbio no fim do ano continuou em R$ 3,40 – como também já estava um mês antes. Já a expectativa para o câmbio médio foi de R$ 3,33 para R$ 3,34, ante o valor de R$ 3,32 previsto quatro semanas atrás.

Estadão

14 de janeiro de 2018, 11:35

ECONOMIA Inmetro e FGV dão dicas para compra de material escolar

A temporada de compra de material escolar já chegou para muitas famílias e, com o período, começam também as dúvidas e preocupações com formas de pagamentos, marcas de produtos e opções de compra para adquirir os produtos escolares.O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) alerta os pais a só adquirirem produtos com o selo de identificação da conformidade do órgão, vinculado ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). O selo do Inmetro comprova que os artigos atendem aos requisitos de segurança previstos no regulamento.A pesquisadora do Inmetro, Millene Cleto da Fonseca, destacou, em entrevista à Agência Brasil, que a certificação compulsória dos artigos escolares tem por objetivo evitar acidentes que possam colocar em risco a segurança de crianças que utilizam esses produtos, como a presença de substâncias tóxicas em itens que possam ser levados à boca; além de pontas cortantes, ou de partes pequenas, que podem ser ingeridas ou inaladas.Um total de 25 produtos escolares é contemplado pelo regulamento e passa por avaliação sistemática. Entre eles estão apontador; borracha e ponteira de borracha; caneta esferográfica e hidrográfica; giz de cera; lápis preto, grafite e lápis de cor; lapiseira; marcador de texto; cola líquida ou sólida; corretor adesivo; corretor em tinta; compasso; curva francesa; esquadro; régua; transferidor; estojo; massa de modelar e massa plástica; lancheira; tesoura de ponta redonda; pasta com aba elástica; tinta.

Agência Brasil

14 de janeiro de 2018, 09:47

ECONOMIA Três apostas ganham prêmio da Mega-Sena, cada uma deve receber R$ 4 milhões

O concurso número 2004 da Mega-Sena pagará aproximadamente R$ 12 milhões para as três apostas que acertaram as seis dezenas, cada uma receberá R$ 4.095.573,45. O sorteio ocorreu na noite de sábado, 13, na cidade de Pomerode, em Santa Catarina.As apostas vencedoras foram feitas nas cidades de Curitiba, no Paraná, de Júlio de Castilhos, no Rio Grande do Sul, e em Santa Rita do Passa Quatro, no interior de São Paulo. Os números sorteados foram: 01 – 05 – 14 – 23 – 35 – 45. Quarenta e nove apostas acertaram a quina e devem receber R$ 28.198,54 cada uma, além disso, 6.444 apostas fizeram a quadra e receberão R$ 493,85 cada uma.

Estadão

13 de janeiro de 2018, 12:49

ECONOMIA Com novas linhas de crédito, Banco do Nordeste quer atrair projetos de energia

Com as mudanças nas taxas do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), o Banco do Nordeste quer atrair a atenção de empresas de energia, sobretudo as que foram contempladas nos últimos leilões, realizados em dezembro e que contrataram empreendimentos para gerar energia em 4 anos (leilão A-4) e 6 anos (leilão A-6).Na última quinta-feira (11), o novo presidente do banco, Romildo Rolim, reuniu 120 empresários do ramo em São Paulo para apresentar os novos benefícios ao setor. A limitação para financiamento de empreendimentos do tipo passou de 60% para 80% do valor total do projeto.“Já existem no banco várias propostas de geração e transmissão de energia. Com as novas taxas e benefícios em vigor a partir desse ano, chamamos esses novos clientes e os vencedores dos leilões de energia para mostrar que empreendimentos instalados no Nordeste podem contar com o banco”, disse o superintendente de Negócios de Atacado e Governo, Helton Chagas.As taxas de financiamento a partir de recursos do FNE deixaram de ser fixas para ter um componente variável: o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Antes da mudança, os juros cobrados de grandes empresas, por exemplo, era de 10,14% ao ano, com um bônus de 15% para empresas adimplentes. Com a inclusão da variação da inflação medida pelo IPCA no novo cálculo, esses juros podem ficar em 5,86% ao ano, considerando um contrato firmado agora em janeiro.Segundo Chagas, o volume de projetos de geração e transmissão de energia em análise no Banco do Nordeste soma mais de R$ 9 bilhões. Desse total, R$ 2 bilhões já estão aprovados, mas serão contratados a partir deste ano, já de acordo com as novas taxas.Para 2018, os recursos do FNE deverão superar os R$ 27 bilhões. Desse total, conforme disse o superintendente, metade será destinada a investimentos em infraestrutura. A perspectiva do Banco do Nordeste é utilizar 100% do valor disponível, especialmente em benefício das micro e pequenas empresas. Em 2017, a aplicação do fundo ficou em torno de 60%.

Estadão