20 de abril de 2017, 12:34

ECONOMIA Produto Interno Bruto cresce 0,78% de janeiro para fevereiro, diz FGV

O Monitor do Produto Interno Bruto (PIB)-Fundação Getúlio Vargas (FGV) indica que o PIB (a soma de todas as riquezas produzidas pelo país) cresceu 0,78% de janeiro para fevereiro na série com ajuste sazonal, registrando a segunda variação mensal positiva consecutiva da série. Os dados foram divulgados hoje (20), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV). O indicador estima mensalmente o PIB em volume e tem por objetivo, segundo a fundação, “prover a sociedade de um indicador mensal do PIB, tendo como base a mesma metodologia das Contas Nacionais do IBGE”. Para o coordenador do monitor Claudio Considera, os dados confirmam os sinais de que a economia brasileira vem se recuperando. “É uma recuperação consistente e que já vem se verificando desde o ano passado”. Ele disse que os números da média móvel trimestral, ao fechar fevereiro com expansão de 0,15%, confirmam a recuperação. Na comparação com o trimestre terminado em novembro de 2016, o PIB, ao expandir 0,15%, acusou a primeira taxa positiva após oito trimestres negativos consecutivos. “É de se esperar que este ano o PIB volte a fechar positivo, embora ainda não se possa mensurar a magnitude do crescimento”, afirmou Considera.

Agência Brasil

20 de abril de 2017, 11:44

ECONOMIA Porcentual de cheques devolvidos cai para 2,29% em março, diz Boa Vista

O número de cheques devolvidos como proporção do total de cheques movimentados atingiu 2,29% em março, registrando diminuição em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando alcançou 2,59%, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira, 21, pela Boa Vista SCPC. Já na comparação mensal, o porcentual de cheques devolvidos sobre os movimentados obteve elevação. Em fevereiro, o nível foi de 2,06%, segundo o comunicado.Pela metodologia, a Boa Vista SCPC considera a proporção de cheques devolvidos (segunda devolução por insuficiência de fundos) sobre o total de cheques movimentados que, por sua vez, é o total de cheques compensados somados aos devolvidos.

Estadão Conteúdo

20 de abril de 2017, 10:09

ECONOMIA Prévia da inflação de 0,21% é a menor para abril desde 2006

Foto: Divulgação

A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo–15 (IPCA-15), registrou 0,21% em abril. A taxa – apurada entre 12 de março e 12 de abril – é maior que o 0,15% da prévia de março, mas inferior ao 0,51% de abril do ano passado. Esse é o menor percentual para os meses de abril desde 2006 (0,17%), segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 12 meses, o IPCA-15 acumula 4,41%, a mais baixa desde janeiro de 2010 (4,31%). O índice também está abaixo do centro da meta de inflação do governo federal, que é 4,5% (em um intervalo entre 2,5% e 6,5%). Entre os principais responsáveis pela taxa de 0,21% de abril estão a saúde e cuidados pessoais, com inflação de 0,91%, e os alimentos, que tiveram aumento de preço de 0,31%, de acordo com a prévia do mês. Ao mesmo tempo, os transportes, com uma deflação de 0,44%, e os artigos de residência, com queda de preços de 0,43%, ajudaram a frear a inflação de abril, colaborando para que ela fosse a mais baixa dos últimos 11 anos. As demais classes de despesas tiveram as seguintes taxas na prévia de abril: habitação (0,39%), vestuário (0,44%), despesas pessoais (0,23%), educação (0,14%) e comunicação (0,18%).

Vitor Abdala, Agência Brasil

19 de abril de 2017, 21:51

ECONOMIA FMI destaca papel de reformas na recuperação econômica do Brasil

O relatório Monitor Fiscal, lançado hoje (19) pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), destaca o papel da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Gastos Públicos e o esforço do governo brasileiro para fazer a reforma da Previdência como fatores importantes para a retomada do crescimento econômico no país. O fundo avalia que o Brasil deve sair de uma recessão quecompleta dois anos em 2017 e deve avançar em suas reformas, cujos objetivos, segundo o documento, são reconstruir a credibilidade e a sustentabilidade fiscal do país.O FMI diz que o congelamento dos gastos, em termos reais, vai ajudar a reduzir o déficit de maneira relativamente rápida, ainda que a proporção da dívida bruta do governo em relação ao Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas em um país) deva continuar a crescer ao menos até 2022, quando representará 87,8%. Em 2008, o número era de 61,9%, segundo a instituição, e em 2016, atingiu 78,3%.Segundo o relatório, o Brasil voltará a ter superávit primário a partir de 2020. Nesse ano, o valor será de 0,7%, e deve crescer no ano seguinte, 2021, para 1,1% e em 2022 para 1,6%. O superávit primário é o resultado positivo de todas as receitas e despesas do governo, excetuando gastos com pagamento de juros.O FMI destaca que os déficits fiscais (diferença negativa entre os rendimentos e as despesas públicas em um determinado prazo) nas economias médias e emergentes aumentaram pelo quarto ano seguido, de uma média de 0,9% do PIB em 2012 para 4,8% em 2016, o maior número das últimas duas décadas.O aumento foi devido ao crescimento lento e à baixa nos preços das commodities (mercadorias em estado bruto ou produtos primários comercializados internacionalmente, como café, algodão, soja, boi gordo, minério de ferro e cobre), aliados a fatores políticos. Brasil, China e países exportadores de petróleo foram os responsáveis pela maior parte do crescimento do déficit entre 2012 e 2016.

19 de abril de 2017, 19:16

ECONOMIA Banco estima que economia do País volta a crescer a partir de julho

Após dois anos difíceis e desafiadores em termos de crescimento econômico, a economia brasileira deve retomar a trajetória de alta no segundo semestre deste ano. Essa foi a mensagem passada pelo economista do Santander, Rodolfo Margato, a pequenos e médios empresários que participaram de um evento promovido pelo banco nesta quarta-feira (19/4), no Fiesta Convention Center, em Salvador.A palestra sobre empreendedorismo e macroeconomia faz parte do Programa Avançar, uma iniciativa não-financeira do Grupo Santander que tem como objetivo apoiar os pequenos e médios empresários no desenvolvimento e no crescimento dos seus negócios.“Há sinais cada vez mais claros que estamos nesse momento de transição de ciclo, de uma recessão bastante acentuada em 2015 e 2016 para uma melhora a partir deste ano. A inflação está em queda e deve fechar abaixo da meta oficial de 4,5%, algo que não observamos nos últimos anos”, reforçou Margato. A taxa de juros, que já chegou a 14,25% e na projeção do banco deve cair para 8,5% até dezembro, também representa uma melhora das condições financeiras tanto para empresas quanto para pessoas físicas.Leia mais no Correio*.

19 de abril de 2017, 12:35

ECONOMIA Intenção de consumo das famílias cai 0,5% entre março e abril

A Intenção de Consumo das Famílias, medida pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), recuou 0,5% na passagem de março para abril. Mesmo assim, o indicador avançou 6,2% na comparação com abril de 2016, de acordo com a CNC.A queda de 0,5% na comparação mensal foi provocada por avaliações de consumidores sobre suas perspectivas profissionais (que caíram 2,4%) e sobre o momento ser considerado adequado para a compra de bens duráveis (queda de 3,8%).Outros cinco componentes da Intenção de Consumo das Famílias tiveram alta entre março e abril: compra a prazo (1%), perspectiva de consumo (0,6%), emprego atual (0,4%), nível de consumo atual (0,4%) e renda atual (0,3%).Já na comparação anual, seis dos sete componentes registraram alta: perspectiva de consumo (22,5%), momento para duráveis (14,1%), emprego atual (5,7%), nível de consumo atual (4,6%), perspectiva profissional (3,7%) e renda atual (1,4%). Apenas a avaliação sobre compra a prazo teve queda (-0,5%).

Agência Brasil

18 de abril de 2017, 21:11

ECONOMIA Cobrança de bagagens pode ser considerada venda casada, diz Senacom

A cobrança para despachar bagagens em voos domésticos e internacionais pode ser considerada venda casada. A avaliação é do secretário da Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça, Arthur Luis Mendonça Rollo. Segundo ele, o transporte de bagagens é inerente ao transporte de pessoas.“Não tem como dissociar, porque não dá para transportar o passageiro em uma companhia aérea e a bagagem em outra”, disse o secretário nesta terça-feira (18), durante audiência pública da Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados.A possibilidade de as companhias aéreas passarem a cobrar pelas bagagens despachadas entraria em vigor no dia 14 de março, após uma resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), mas foi suspensa por uma decisão da Justiça Federal em São Paulo. Com isso, continua valendo a franquia de 23 quilos para voos domésticos e duas malas de 32 quilos para voos internacionais.O secretário também defendeu que a franquia de bagagens é um direito costumeiro do passageiro, pois é uma prática reiterada nesse mercado. “Anos de costume não se muda em uma penada, tem que ter um período de adaptação, campanhas educativas”, defendeu. Rollo disse que não acredita que o preço das passagens terá redução com a mudança. Segundo ele, nos modelos europeu e norte-americano existe uma concorrência maior, por isso é possível a prática de preços mais baixos.Leia mais na Agência Brasil.

18 de abril de 2017, 18:55

ECONOMIA Mais de 15 milhões ainda não entregaram declaração do IR

A dez dias do fim do prazo, mais de 15 milhões de contribuintes ainda não acertaram as contas com o Leão. Segundo balanço divulgado pela Receita Federal, 13.071.435 declarações foram recebidas até as 17h de hoje (18). O número equivale a 46,2% do total de 28,3 milhões de documentos esperados. O prazo de entrega começou em 2 de março e vai até as 23h59 do próximo dia 28. O programa gerador da declaração está disponível no site da Receita Federal. A declaração do Imposto de Renda é obrigatória para quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado. Leia mais na Agência Brasil.

18 de abril de 2017, 17:00

ECONOMIA Energia ficará mais cara em três estados a partir de sábado

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou hoje (18) os reajustes anuais para distribuidoras do Rio Grande do Norte, da Bahia, de Sergipe e do Ceará. As novas tarifas começam a valer no próximo sábado (22). Para os consumidores atendidos pela Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern), a conta de luz vai aumentar 3,11% no caso dos consumidores residenciais, e 4,07% para as indústrias. A distribuidora atende a 1,3 milhões de unidades consumidoras localizadas no estado do Rio Grande do Norte. O reajuste da Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba) será de 2,82% para os consumidores residenciais e de 3,5% para as indústrias. A Coelba atende a 5,8 milhões de unidades consumidoras em 415 municípios da Bahia. Também haverá aumento para os clientes da Energisa Sergipe Distribuidora de Energia (ESE). A alta será de 8,16% para os consumidores residenciais e de 11,36% para os consumidores industriais. A empresa atende a 748 mil unidades consumidoras localizadas em 63 municípios sergipanos. A Aneel também definiu hoje que haverá redução de 0,33% nas tarifas para os consumidores residenciais atendidos pela Companhia Energética do Ceará (Coelce). Já para as indústrias atendidas pela distribuidora haverá aumento de 1,44%. A empresa atende a 3,4 milhões de unidades consumidoras localizadas em 184 municípios do Ceará. Ao calcular o reajuste, conforme estabelecido no contrato de concessão, a Aneel considera a variação de custos associados à prestação do serviço. O cálculo leva em conta a aquisição e a transmissão de energia elétrica, bem como os encargos setoriais.

Agência Brasil

18 de abril de 2017, 15:00

ECONOMIA Nova política automotiva deve abrir mercado à concorrência de importados

Cinco meses após a Organização Mundial do Comércio (OMC) condenar a política de incentivos fiscais praticada no Brasil e afirmar que o regime automotivo nacional infringe as leis de livre comércio, o governo federal decidiu flexibilizar as medidas de proteção à produção nacional e, assim, estimular a concorrência com produtos importados. A intenção de rever os pontos do Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto) foi confirmada hoje (18) pelo secretário de Desenvolvimento e Competitividade Industrial do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Igor Calvet. “Não podemos mais discriminar entre produtores nacionais e estrangeiros e, creio, a nova política automotiva brasileira não fará essa discriminação”, disse Calvet ao participar, em Brasília, do início das discussões das regras que substituirão o atual regime automotivo. Batizado de Rota 2030, o novo programa vai substituir o Inovar-Auto a partir de janeiro de 2018 e deve vigorar por 13 anos. Segundo o secretário, embora tenha proporcionado avanços, o Inovar-Auto tem sido alvo de questionamentos pelo “protecionismo exacerbado”. Para os críticos, os incentivos tributários concedidos à indústria nacional vem impedindo a entrada de veículos importados no país, principalmente os produzidos por marcas chinesas. “Essa visão excessivamente protecionista de resguardar a todo o custo o mercado brasileiro está sendo alterada. Abriremos essa discussão com os importadores e com os produtores nacionais, mas a nosso ver, a competição dos veículos importados, a exposição dos produtores nacionais à competição, será saudável e importante para o fim do protecionismo exacerbado”, afirmou Calvet.

Agência Brasil

18 de abril de 2017, 10:45

ECONOMIA Copom sinaliza que juros podem cair para 8,5% ao ano

A evolução da conjuntura econômica brasileira já permite uma maior intensificação do ritmo de flexibilização monetária – ou seja, um maior no corte de juros. A afirmação consta da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada hoje (18), em Brasília, pelo Banco Central. Na semana passada, o juro foi cortado em 1 ponto percentual, caindo para 11,25% ao ano. Segundo a ata, o cenário com trajetórias para as taxas de juros e câmbio extraídas da pesquisa Focus supõe, entre outras hipóteses, taxas de câmbio de R$ 3,23 e R$ 3,37 ao final de 2017 e 2018, respectivamente, e taxas de juros de 8,5% ao ano ao final dos dois anos. Membros do comitê argumentaram, entretanto, que, dado o caráter prospectivo da condução da política monetária e a continuidade das incertezas e dos fatores de risco que ainda pairam sobre a economia, a decisão foi pela manutenção do ritmo observado na reunião – redução de 1 ponto percentual. “O Copom ressalta que o ritmo de flexibilização monetária dependerá da extensão do ciclo pretendido e do grau de sua antecipação, que, por sua vez, dependerá da evolução da atividade econômica, dos demais fatores de risco mencionados acima e das projeções e expectativas de inflação”, diz a ata.

Paula Laboissière, Agência Brasil

18 de abril de 2017, 09:39

ECONOMIA Inflação do IPC-S cai em cinco capitais na segunda semana de abril

A inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), recuou em cinco das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) entre a primeira e a segunda semanas de abril. A maior queda foi observada em Belo Horizonte: 0,26 ponto percentual, caiu de 0,28% para 0,02%. Também tiveram quedas na taxa de inflação Porto Alegre (0,09 ponto percentual, indo de 0,46% para 0,37%), Salvador (0,06 ponto percentual, ao passar de 0,22% para 0,16%), Recife (0,05 ponto percentual, indo de 0,65% para 0,60%) e Rio de Janeiro (0,03 ponto percentual: de 1% para 0,97%). Duas capitais tiveram leve avanço na inflação: São Paulo (0,02 ponto percentual: de 0,23% para 0,25%) e Brasília (0,01 ponto percentual: de 0,58% para 0,59%).

Vitor Abdala, Agência Brasil

17 de abril de 2017, 12:42

ECONOMIA Meirelles: reforma da Previdência é necessidade financeira e fiscal

Foto: Divulgação

Henrique Meireles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse hoje (17) que a reforma da Previdência é necessidade financeira e fiscal e que o relatório da proposta deve ser apresentado amanhã (18) pelo deputado Arthur de Oliveira Maia (PPS-BA), relator do texto na comissão especial da Câmara. Ontem (16), parlamentares e ministros se reuniram com o presidente Michel Temer para discutir detalhes da reforma proposta pelo Executivo. Meirelles disse que as mudanças feitas pelo relator estão dentro da margem de negociação prevista pelo governo e que as lideranças da base aliada estão comprometidas com a aprovação da reforma. “Quero dizer que as lideranças todas estão comprometidas a aprovar o mais rápido possível”, disse, após participar de seminário sobre a Previdência, promovido pelo jornal Valor Econômico. Segundo ele, ainda falta fechar no texto questões de metodologia e detalhes como o do modelo do regime de transição para as aposentadorias e questões referentes a acúmulo de aposentadoria e pensão por morte. “Existe aí uma série de coisas que ainda não estão definidas. Até amanhã, o relatório estará pronto e em condições de ser divulgado”, afirmou. E completou “Estaremos durante todo o decorrer do dia de hoje fazendo os cálculos para ter a segurança de que os números estão dentro daqueles números que asseguram o sucesso da reforma.” Ao defender a necessidade da aprovação da reforma da Previdência, Meirelles disse que a medida irá contribuir para a retomada do crescimento do país. “A reforma não é uma questão de preferência ou de opinião, é uma questão de necessidade matemática, financeira, fiscal. Se o país não fizer uma reforma no devido tempo, em primeiro lugar as taxas de juros brasileiras, ao invés de cair, vão voltar a subir fortemente, vão faltar recursos para o financiamento do consumo, do investimento, o desemprego voltará a crescer e, ao mesmo tempo, teremos a inflação de volta”, disse

Agência Brasil

17 de abril de 2017, 11:30

ECONOMIA IPC-S diminui para 0,44% na segunda prévia de abril

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) atingiu alta de 0,44% na segunda prévia de abril – taxa 0,05 ponto percentual inferior à variação do último levantamento (0,49%). Esse resultado se deve, principalmente, ao grupo habitação que apresentou elevação de 0,36%, percentual bem abaixo do registrado na primeira prévia do mês (0,78%). Neste caso, o motivo foi a redução na intensidade de correção da tarifa de energia elétrica residencial (de 3,69% para 0,75%). A pesquisa é feita pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) em sete capitais: Recife, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre. A queda no ritmo inflacionário também reflete a correção mais lenta em despesas diversas (de 0,77% para 0,54%). Além disso, houve uma redução mais expressiva no grupo vestuário (de -0,2% para -0,64%). E, embora tenham apresentado um movimento de recuperação de preços, dois grupos mantiveram os resultados negativos: transportes (de -0,39% para -0,21%) e comunicação (-0,65% para -0,39%). Apenas três dos oito grupos pesquisados tiveram aumento na velocidade de reajustes, sendo que em alimentação essa alta foi pequena, passando de 1,03% para 1,06%. Em saúde e cuidados pessoais, o índice subiu de 0,79% para 0,94% e, em educação, leitura e recreação (de 0,1% para 0,37%). Os principais itens em alta foram: tomate (55,15%); plano e seguro saúde (0,99%); refeições em bares e restaurantes (0,54%); perfume (2,45%) e tarifa de eletricidade residencial (0,75%).

Agência Brasil

17 de abril de 2017, 11:06

ECONOMIA Economia cresce 1,31% em fevereiro, diz Banco Central

Foto: Divulgação

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) divulgado hoje (17) mostra crescimento de 1,31% da economia brasileira em fevereiro. Observados os ajustes sazonais, o aumento é 0,52%.Em relação a fevereiro de 2016, sem considerar os efeitos sazonais, foi registrada redução de 0,73%. Com ajustes sazonais, o IBC-Br apresenta crescimento de 0,48%, informa nota divulgada pelo Banco Central.No acumulado de 12 meses até fevereiro, a atividade econômica teve diminuição de 3,56% sem ajustes sazonais. Com os ajustes, a redução da atividade econômica é de 3,68%.

Agência Brasil