24 de maio de 2017, 11:49

ECONOMIA Dívida pública sobe 0,32% em abril e fica em R$ 3,23 trilhões

A Dívida Pública Federal, que inclui o endividamento interno e externo do Brasil, aumentou em abril. O estoque da dívida apresentou aumento de 0,32%, passando de R$ 3,234 trilhões, em março, para R$ 3,244 trilhões, em abril, informou hoje (24) a Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda.A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), que é a parte da dívida pública que pode ser paga em reais, teve seu estoque ampliado em 0,30%, ao passar de R$ 3,113 trilhões para R$ 3,123 trilhões, devido aos gastos com juros, no valor de R$ 21,75 bilhões, descontado pelo resgate líquido, no valor de R$ 12,37 bilhões.Com relação ao estoque da Dívida Pública Federal Externa, captada do mercado internacional, houve aumento de 0,81% sobre o estoque apurado em março, encerrando o mês de abril em R$ 121,28 bilhões (US$ 37,92 bilhões). “A variação ocorreu principalmente devido à desvalorização do real frente às principais moedas que compõem o estoque da dívida externa”, diz relatório do Tesouro.A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta. A variação pode ocorrer também pela assinatura de contratos de empréstimo. Neste caso, o Tesouro toma empréstimo de uma instituição ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. Já a redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos.De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), a dívida pública poderá fechar este ano entre R$ 3,45 trilhões e R$ 3,65 trilhões.

Agência Brasil

24 de maio de 2017, 10:30

ECONOMIA Lucro da Caixa cresce 81,8% no primeiro trimestre deste ano

A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido de R$ 1,5 bilhão no primeiro trimestre deste ano, com crescimento de 81,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo o balanço divulgado hoje (24) pela instituição, o aumento do lucro líquido foi gerado pelo crescimento das receitas com operações de crédito, diminuição nas despesas com captação de recursos, avanço nas receitas com prestação de serviços e controle das despesas com pessoal, administrativas e operacionais. O índice de inadimplência encerrou o trimestre em 2,83% com redução de 0,7 p.p em 12 meses, permanecendo abaixo da média de mercado de 3,84%, segundo o banco. Ao final de março, a Caixa possuía R$ 2,2 trilhões em ativos administrados, com destaque para seus ativos próprios, que totalizaram R$ 1,3 trilhão, avanço de 3,2% em 12 meses. O índice de Basileia encerrou o período em 13,6%, acima do limite regulamentar de 10,5%. Esse percentual indica a capacidade do banco de emprestar, levando-se em consideração os recursos próprios e a ponderação de riscos. A carteira de crédito alcançou saldo de R$ 715,0 bilhões, crescimento de 4,5% em 12 meses e participação de 22,8% no mercado. “O crescimento das operações de habitação, saneamento e infraestrutura, e crédito consignado, foram os principais responsáveis pela evolução da carteira no período”, diz a Caixa, em nota. A carteira imobiliária, principal segmento de crédito da Caixa, alcançou saldo de R$ 412,9 bilhões, aumento de 6,0% em 12 meses. Esse salto representa 67,5% do mercado. As operações de saneamento e infraestrutura apresentaram saldo de R$ 78,9 bilhões, avanço de 8% em 12 meses. As operações comerciais com pessoas físicas e pessoas jurídicas totalizaram R$ 189,6 bilhões, redução de 4,1% em 12 meses, impactadas, principalmente, pelo segmento pessoa jurídica, que apresentou queda de 7,8%. As receitas com prestação de serviços cresceram 13,7% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, totalizando R$ 6,0 bilhões. Os principais destaques foram as receitas de crédito, administração de fundos de investimento e convênios e cobrança que cresceram, respectivamente, 21,6%, 19,1% e 17,3% em 12 meses. As outras despesas administrativas diminuíram 1,8% em comparação ao primeiro trimestre de 2016, segundo a Caixa, reflexo de ações focadas na melhoria da eficiência operacional. As despesas de pessoal foram impactadas pelo Plano de Demissão Voluntária Extraordinária e cresceram 17,2%. Sem esse efeito, segundo o banco, as despesas de pessoal aumentariam 6,1%.

Andreia Verdélio, Agência Brasil

23 de maio de 2017, 12:29

ECONOMIA Petrobras quita dívida de US$ 500 milhões com Citibank

A Petrobras informou hoje (23) que efetuou uma operação de pré-pagamento de dívida com o Citibank, no valor de US$ 500 milhões vencimentos previstos para 2017 e 2018. Simultaneamente, contratou novo financiamento com a instituição, no mesmo valor, com prazo de vencimento em 2022 e sem garantias reais (unsecured). Em comunicado, apetroleira disse que “continuará avaliando novas oportunidades de financiamento, de acordo com a sua estratégia de gerenciamento de passivos, que visa a melhora do perfil de amortização e a redução do custo da dívida, levando em consideração as metas de desalavancagem previstas em seu Plano de Negócios e Gestão 2017-2021”.

Nielmar de Oliveira, Agência Brasil

23 de maio de 2017, 12:11

ECONOMIA Gastos de brasileiros no exterior sobem 23,14% em abril

Os gastos de brasileiros no exterior ficaram em US$ 1,325 bilhão em abril deste ano, informou hoje (23) o Banco Central (BC). O resultado é 23,14% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando os brasileiros gastaram US$ 1,076 bilhão. Já as receitas de estrangeiros em viagem no Brasil não variaram tanto do ano passado pra cá. Em abril deste ano, as receitas ficaram em US$ 417 milhões, contra US$ 475 milhões registrados em igual mês de 2016. Com esses resultados das despesas de brasileiros no exterior e as receitas de estrangeiros no Brasil, a conta de viagens internacionais ficou negativa em US$ 908 milhões, no mês passado. De janeiro a abril, o saldo negativo é de US$ 3,536 bilhões.

Kelly Oliveira, Agência Brasil

23 de maio de 2017, 10:19

ECONOMIA Expectativa do consumidor em relação a inflação é a menor desde agosto de 2013

A expectativa mediana dos consumidores brasileiros para a inflação nos 12 meses seguintes recuou em maio deste ano 0,4 ponto, para 7,1%, o menor nível desde agosto de 2013. Na comparação com o mesmo período no ano anterior, o indicador registrou recuo de 3,2 pontos percentuais.A constatação é da pesquisa Expectativa de Inflação dos Consumidores, divulgada hoje (23), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV). Em agosto de 2013, a expectativa de inflação estava em 7%.O economista da FGV Pedro Costa Ferreira avaliou que a queda na expectativa de inflação por parte dos consumidores corresponde à “queda generalizada dos preços, refletida no Indice de Preços ao Consumidor, medido pelo IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]”. Segundo ele “as pessoas estão, cada vez mais, acreditando no compromisso do Banco Central em manter a inflação na meta”. Além disso, avalia Ferreira, “a profunda recessão econômica e o alto desemprego ajudam a direcionar as expectativas de inflação para níveis inferiores”.

Agência Brasil

23 de maio de 2017, 09:35

ECONOMIA Conta de luz pressiona inflação, diz FGV

Foto: Divulgação

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) apresentou elevação de 0,35%, na terceira apuração do mês, taxa que é 0,05 ponto percentual maior em relação ao último levantamento (0,30%). Dos oito grupos pesquisados, cinco tiveram acréscimos com destaque para habitação que subiu de 0,44% para 0,93% sob influência da tarifa de eletricidade residencial, que passou de 1,52% para 5,78%. O levantamento é feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), nas seguintes capitais: Recife, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre. A atual pesquisa ocorreu entre os dias 23 de abril e 22 de maio, comparados aos 30 dias imediatamente anteriores. Em vestuário, o índice aumentou de 0,55% para 0,72% e o principal item de alta neste grupo foi a blusa de malha infantil (de 1,85% para 2,26%). Também ocorreu leve aceleração em despesas diversas (de 0,21% para 0,26%) com a correção da tarifa postal (de 1,99% para 3,97%). Em educação, leitura e recreação diminuiu a intensidade de queda (de -0,53% para -0,25%). O mesmo ocorreu em transportes (de -0,17% para -0,15%). Em alimentação, foi constatada queda de 0,11% ante uma alta de 0,16%, com uma mudança expressiva no comportamento dos preços das hortaliças e legumes que tinham aumentado 4,40%, na pesquisa passada e, nesta apresentou redução de 0,53%. No grupo saúde e cuidados pessoais, a taxa desacelerou ao passar de 1,08% para 0,90% sob o efeito dos medicamentos em geral (de 2,77% para 1,96%) e, em comunicação, houve decréscimo com o índice atingindo 0,75% ante 1,22%. Neste último caso, o ritmo de alta foi reduzido em consequência da tarifa dos pacotes de telefonia fixa e internet (de 2,53% para 0,64%). Os itens que mais pressionaram a inflação no período foram: tarifa de eletricidade residencial (5,78%); plano e seguro de saúde (0,98%); condomínio residencial (1,39%); batata-inglesa (13,73%) e refeições em bares e restaurantes (0,25%). Em sentido contrário, os que ajudaram a equilibrar a inflação foram: o tomate (-10,52%); passagem aérea (-12,50%); laranja-pera (-11,02%); etanol (-2,06%) e gasolina (-0,67%).

Marli Moreira, Agência Brasil

23 de maio de 2017, 08:18

ECONOMIA Economistas já veem corte menor nos juros

As denúncias envolvendo o presidente Michel Temer que vieram à tona na semana passada deixaram os economistas num voo cego, sem instrumentos para prever se o a atividade, que esboçava sinais de retomada, sairá do buraco ou mergulhará de novo na recessão. “É uma situação carregada de incertezas: não sabemos se vamos sair e como vamos sair desse quadro e não temos como projetar os indicadores com essa parada”, diz o economista sênior da Tendências Consultoria Integrada, Silvio Campos Neto. Thaís Zara, economista-chefe da Rosenberg Associados, faz coro com Campos Neto. Ela condiciona as novas previsões a dois fatores: quanto tempo levará para solucionar o impasse político e quando as reformas em andamento serão retomadas. O único indicador que Thaís alterou, por enquanto, foi a previsão de corte nos juros na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), marcada para o dia 30. A previsão era de um corte de 1,25 ponto porcentual e agora ela acredita que a redução ficará em um ponto. “Mudamos a previsão neste caso, porque o BC vinha condicionando as reduções de juros ao andamento das reformas, que agora ficaram prejudicadas com o quadro político.” O departamento econômico Banco Safra também reduziu a previsão de corte de juros de 1,25 para um ponto porcentual. Em nota, o banco informa que procurará refletir sobre as implicações dos recentes acontecimentos na política monetária. Para o fim do ciclo de recuo da Selic, está mantida, por ora, a previsão de 7% em meados de 2018. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo

22 de maio de 2017, 13:00

ECONOMIA Medida provisória cria Refis para débitos de empresas com autarquias

O Governo publicou na edição de hoje (22) do Diário Oficial da União uma medida provisória (MP) que institui um novo Programa de Recuperação Fiscal (Refis), o Programa de Regularização de Débitos não Tributários (PRD) de empresas junto às autarquias e fundações públicas federais e à Procuradoria-Geral Federal. A adesão ao PRD ocorrerá por meio de requerimento a ser efetuado no prazo de 120 dias, contados da data de publicação da regulamentação pelas autarquias, fundações públicas e a procuradoria. O programa abrangerá os débitos em discussão administrativa ou judicial, segundo o texto da MP 780/2017.

Agência Brasil

22 de maio de 2017, 10:38

ECONOMIA Bolsa de Valores de São Paulo opera em baixa e dólar tem alta nesta manhã

A Bolsa de Valores de São Paulo (BM&F Bovespa) opera em baixa e o dólar em alta, na manhã de hoje (22). Por volta das 10h, o dólar comercial era vendido a R$ 3,28 e a bolsa caía 0,94%, a 62.049,34 pontos.Na última sexta-feira (19), a moeda norte-americana encerrou o pregão cotada a R$ 3,26 na venda, com queda de 3,9% em relação à quinta-feira (18), primeiro dia de funcionamento do mercado após a divulgação, pelo jornal O Globo, de parte da delação do empresário Joesley Batista, dono da JBS.O Ibovespa encerrou a semana passada com recuperação de parte das perdas de quinta-feira (queda de 8,8%). No último pregão da semana, houve alta de 1,69%, com 62.639 pontos.

Agência Brasil

22 de maio de 2017, 09:36

ECONOMIA Câmbio para fim de 2017 cai de R$ 3,25 para R$ 3,23, projeta Focus

O Relatório de Mercado Focus divulgado na manhã desta segunda-feira, 22, pelo Banco Central (BC) revela que a cotação da moeda americana estará em R$ 3,23 no encerramento deste ano. Este valor é inferior ao projetado uma semana atrás, de R$ 3,25. Há um mês, estava em 3,23%. O câmbio médio de 2017 passou de R$ 3,18 para R$ 3,17, ante os mesmos R$ 3,17 um mês antes.No caso de 2018, a projeção dos economistas para o câmbio no fim do ano seguiu em R$ 3,36. Quatro semanas antes, estava em R$ 3 38. Já a projeção para o câmbio médio no próximo ano foi de R$ 3 33 para R$ 3,31, ante R$ 3,31 de quatro semanas atrás.

Estadão

21 de maio de 2017, 09:04

ECONOMIA Mega-Sena acumula de novo e pode pagar até R$ 34 mi

Foto: Divulgação

Ninguém acertou as seis dezenas sorteadas neste sábado (20), em Pontes e Lacerda (MT). Desta forma, a Mega-Sena acumulou e pode pagar até R$ 34 milhões na quarta-feira (24). A loteria está acumulada desde o dia 10 deste mês.Os números sorteados foram: 10 – 16 – 21 – 29 – 44 – 55. De acordo com a Caixa Econômica Federal, 72 apostas fizeram a Quina e cada uma levou R$ 38.379,16. Outros 5.449 acertaram quatro números e ganharam R$ 724,45 cada.

Correio*

21 de maio de 2017, 07:00

ECONOMIA Cade diz ser equivocada delação de Saud sobre favorecer empresa da JBS

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) divulgou nota hoje (20) em que diz ser equivocada a informação de Ricardo Saud, ex-diretor de Relações Instituições da J&F, prestada em delação feita no dia 5 de maio à Procuradoria-Geral da República, na qual afirma que o Cade, em sua decisão sobre o preço do gás boliviano, beneficiou a Empresa Produtora de Energia (EPE), pertencente ao Grupo JBS.“Tal informação é equivocada. O caso a que o delator se refere, que tramita no Cade, permanece em fase de inquérito, uma investigação preliminar, e não houve ainda qualquer parecer ou decisão do Cade a respeito da matéria. Destaca-se que não houve, portanto, nenhuma decisão do Cade favorável à EPE-JBS”, diz a nota.O documento diz ainda que o que foi informado ao Cade pela EPE-JBS nos autos do inquérito, “foi a assinatura de um contrato privado entre a EPE e a Petrobras, com o objetivo de sanar, total ou parcialmente, a disputa entre as duas empresas relativamente ao fornecimento de gás”, e que o referido contrato não foi determinado por qualquer decisão do Cade. Na nota, o Cade destaca também que, no caso, o delator chega a dizer, inclusive, que “não é que o negócio ficou muito bom pra nós e péssimo pra Petrobras. Acabou sendo um negócio justo. Você tem uma termelétrica parada, o Brasil e o mundo precisando de energia e você não podendo gerar porque o gás era mais caro que a energia. Então ficou tudo certo”.Sobre o fato de Saud ter falado na delação que o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) teria dito que esse “seria o contrato padrão”, e que o Cade teria que “aplicar isso para eles e para outras pessoas”. O órgão volta a informar que não houve parecer ou decisão a respeito da matéria, e que não fixou qualquer “contrato padrão”, nem determinou sua aplicação para quaisquer empresas. “Os servidores e dirigentes do Cade jamais tiveram conhecimento que veladamente um agente político estaria, supostamente, recebendo recursos de uma empresa privada para buscar soluções junto ao órgão. O caso em questão em trâmite no Cade possui mérito extremamente complexo, e tem sido conduzido dentro da normalidade, com as instruções de praxe ao longo de todo o seu curso”, diz ainda a nota.O órgão conclui ressaltando que todos os atos processuais foram conduzidos pela sua área técnica tendo por base o mérito do caso e os ditames legais, sem quaisquer favorecimentos. “A ausência de qualquer parecer ou decisão do Cade a favor da EPE-JBS deixa claro que eventuais planos de terceiros para influenciar decisões do órgão não tiveram resultado dentro da autarquia”.

Agência Brasil

20 de maio de 2017, 11:46

ECONOMIA Mega-Sena sorteia neste sábado R$ 30 milhões

A Mega-Sena pode pagar, neste sábado (20), R$ 30 milhões ao apostador que acertar sozinho os seis números da modalidade. O sorteio do concurso 1.932 será às 20h, na cidade de Pontes e Lacerda (MT), onde está estacionado o Caminhão da Sorte. Aplicado na poupança, o montante renderia R$ 150 mil mensais. A aposta mínima na Mega-Sena é de R$ 3,50 e pode ser feita em qualquer lotérica do país. Clientes com acesso ao Internet Banking CAIXA podem fazer suas apostas na Mega-Sena pelo computador pessoal, tablet ou smartphone. Basta ter conta corrente na CAIXA e ser maior de 18 anos. O serviço funciona das 8h às 22h (horário de Brasília), exceto em dias de sorteio, quando as apostas se encerram às 19h, retornando às 21h para o concurso seguinte.

Correio*

20 de maio de 2017, 11:31

BRASIL Cofecon cobra apuração célere de denúncias e defende eleições diretas

O Conselho Federal de Economia (Cofecon) defende, em nota, a apuração “célere” do que classifica como “graves denúncias” envolvendo o atual governo. No texto, o Cofecon também defende a convocação de eleições gerais diretas no caso de vacância na presidência da República em uma eventual saída de Michel Temer após a delação da JBS. O conselho destaca ainda que dar continuidade à agenda do atual governo, para a qual a instituição tem adotado postura crítica, principalmente em relação às reformas, dificulta a saída da atual crise.”Em havendo vacância do cargo de Presidente da República e, em respeito ao Estado Democrático de Direito, o Cofecon defende que mediante a aprovação de uma Proposta de Emenda Constitucional, sejam convocadas eleições gerais diretas antecipadas para a Presidência da República e para a Câmara dos Deputados e 2/3 do Senado Federal, com mandatos que excepcionalmente finalizem em 2022″, ressalta o Conselho em nota. A entidade considera ainda como “necessária” a convocação simultânea de uma Assembleia Constituinte para a realização de uma reforma política, com prazo determinado para o encerramento dos trabalhos.

Estadão Conteúdo

19 de maio de 2017, 12:30

ECONOMIA Confiança do empresário industrial tem alta de 0,6 ponto em maio

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) registrou 53,7 pontos neste mês, com alta de 0,6 ponto em maio frente a abril. Esse aumento do indicador reverte parcialmente a queda de 0,9 ponto assinalada em abril. As informações são da pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) hoje (19). Índices acima de 50 pontos mostram industriais confiantes; abaixo dessa linha, indicam empresários com falta de confiança. Em relação a maio do ano passado, o índice está 12,5 pontos maior. No entanto, o índice ainda não ultrapassou sua média histórica de 54 pontos. Dos componentes do ICEI, os empresários percebem que há piora nas condições atuais, cujo indicador foi de 46,3 pontos, abaixo da linha dos 50 pontos. Já as expectativas são positivas, com índice de 57,4 pontos. Empresários da maioria dos setores estão confiantes em maio. Dos 32 setores analisados na pesquisa, apenas seis apresentam ICEI abaixo dos 50 pontos: impressão e reprodução de gravações; outros equipamentos de transporte; serviços especializados para a construção; madeira; minerais não metálicos; e coque e derivados do petróleo. Os setores que apresentaram maiores índices de confiança foram: farmoquímicos e farmacêuticos (58,9 pontos), indústria extrativa (57,6 pontos) e manutenção e reparação (56,9 pontos). O levantamento foi feito entre 2 e 12 deste mês com 3.008 empresas. Dessas, 1.231 são de pequeno porte, 1.097 são médias e 680 grandes.

Agência Brasil