17 de janeiro de 2018, 12:55

ECONOMIA Para Aneel, geração de energia solar pode dobrar; hidrelétrica também crescerá

A produção de energia solar no Brasil pode dobrar em 2018, ano que concentra a maioria das entradas em operação das 67 usinas solares previstas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para iniciar geração até 2021, fruto de leilões realizados em 2014 e 2015.De acordo com relatório divulgado na terça-feira, 16, pela agência, em 2018 está prevista a entrada garantida (viabilidade alta) de 28 usinas, totalizando 781 megawatts, e mais 35 usinas com viabilidade média, somando 231 megawatts de capacidade instalada.No total, a energia solar deve acrescentar este ano ao sistema 1.012 MW, dobrando a capacidade de 1 mil MW atingida pelo Brasil no final de 2017. Em 2019, a previsão da Aneel é de entrada de mais 356 MW em energia solar.A agência estima ainda para 2018 a entrada em operação de sete usinas hidrelétricas, com potência instalada de 3.097 MW, com contribuição de mais turbinas em Belo Monte (PA), e mais 1.569 MW em 2019.O relatório da Aneel tem por objetivo dar publicidade às informações atualizadas do acompanhamento da fiscalização em relação às usinas já outorgadas e em fase de implantação no país.

Estadão

17 de janeiro de 2018, 11:43

ECONOMIA BC cobra corte de juros do cheque especial

Foto: André Dusek/AE

Pressionados pelo governo, os bancos assumiram o compromisso de adotar novas regras para o cheque especial com objetivo de reduzir os juros aos clientes. A iniciativa foi revelada, ontem, dia 16, pelo presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, em entrevista ao Estadão/Broadcast. A ideia é que essa modalidade seja usada por um tempo limite, para evitar que a dívida vire uma bola de neve.“O cheque especial é um instrumento que tem de ser estudado e a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) está avaliando mudanças”, disse Ilan. “A gente está de olho e, às vezes, é bom que o BC não precise editar norma nenhuma e deixe o sistema fazer”, disse. No entanto, segundo ele, se a iniciativa não avançar, o BC adotará medidas para reduzir as taxas.Agora, para o cheque especial, o governo está propondo uma “autorregulação’. A ideia é também oferecer uma “porta de saída” para o cliente, com alongamento de prazos da dívida e juros menores em um nova modalidade, como o parcelamento no cartão ou no crédito pessoal.Atualmente, o cheque especial tem o segundo maior juro entre as operações para pessoas físicas. Em novembro, bancos cobraram média de 323,7% ao ano. Isso faz com que o uso de R$ 1 mil do limite da conta se transforme em R$ 4.237 após um ano. A operação mais cara do sistema financeiro é o crédito rotativo pago em atraso, o chamado “não regular”, cujo juro ficou em 410,4% ao ano em novembro. Essa transação não foi afetada pelas novas regras do cartão de crédito.Quase um quinto dos clientes usa o cheque especial por várias semanas seguidas. Dos R$ 24,6 bilhões emprestados pelos bancos nessa operação no fim de novembro, 14,2% – cerca de R$ 3,5 bilhões – estavam usando o limite da conta há pelo menos 90 dias seguidos.

Estadão

17 de janeiro de 2018, 09:35

ECONOMIA Petrobras anuncia queda de 0,50% no preço da gasolina e alta de 0,20% no diesel

A Petrobras anunciou um novo reajuste para os combustíveis, com queda de 0,50% no preço da gasolina nas refinarias e aumento de 0,20% no do diesel. Os novos valores valem a partir da quinta-feira, dia 18. A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho de 2017. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Estadão Conteúdo

16 de janeiro de 2018, 20:21

ECONOMIA Tarifa de energia deve permanecer na bandeira verde até março, diz ministro

A tarifa de energia elétrica deve permanecer na bandeira verde (sem custo adicional nas contas) até o fim do primeiro trimestre deste ano, afirmou hoje (16) o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho. Segundo o ministro, o volume de chuvas acima da média no fim do ano contribui para a permanência da tarifa.O cenário já vinha sendo sinalizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que anunciou, no fim de dezembro, que janeiro terá bandeira verde.Coelho Filho disse, durante visita à Usina Hidrelétrica de Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR), que as as precipitações têm permitido a recuperação dos reservatórios das principais usinas do país. “O sistema [elétrico nacional] é interligado, e a gente veio de cinco ou seis anos de chuvas abaixo da média nos maiores reservatórios, mas os resultados de novembro e dezembro e dos primeiros dias de janeiro têm sido muito animadores”, disse o ministro.Em dezembro, vigorou a bandeira vermelha para o Patamar 1, quando são cobrados R$ 3 a cada 100 kWh.Nos meses de outubro e novembro, vigorou a tarifa vermelha, no Patamar 2, o que implicou a cobrança adicional de R$ 5 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos.A justificativa para a cobrança extra deve-se ao acionamento de usinas termelétricas que apresentam custo maior para a produção de energia. De acordo com a Aneel, com a chegada do período chuvoso, houve acréscimo no nível dos reservatórios, diminuindo a necessidade de acionamento das térmicas.”O acionamento dessa cor indica condições favoráveis de geração hidrelétrica no Sistema Interligado Nacional. Mesmo com a bandeira verde, é importante manter as ações relacionadas ao uso consciente e combate ao desperdício de energia elétrica”, disse a Aneel, em nota no fim de dezembro.Durante a visita a Itaipu, Coelho Filho participou da inauguração oficial do Centro de Inovação em Mobilidade Elétrica (CI-MES) e da assinatura de um acordo de cooperação, entre Itaipu e Ministério do Meio Ambiente, para a implantação do Programa de Mobilidade Sustentável nos Ministérios.A iniciativa visa atender ao compromisso assumido pelo Brasil na 21ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP-21), realizada em 2015, em Paris, de reduzir as emissões em 37%, para até 2025, e de 43% até 2030.O programa será coordenado pelo de Minas e Energia e terá suporte técnico de Itaipu. Pelo menos 10 veículos elétricos da binacional serão cedidos para uso nos ministérios. Hoje, apenas o ministério conta com um modelo elétrico de Itaipu. “O meu carro oficial em Brasília é um veículo elétrico de Itaipu”, afirmou o ministro.

Agência Brasil

16 de janeiro de 2018, 18:14

ECONOMIA Ibovespa fecha com novo recorde e atinge pontuação histórica durante pregão

Pela segunda vez esta semana, o Ibovespa, principal indicador de desempenho das ações negociadas na B3 (antiga BM&F), bateu recorde, alcançando 79.831 pontos hoje (16). Isso representou alta de 0,10% em relação ao pregão de segunda-feira (15), quando chegou aos 79.752 pontos. Durante o pregão de hoje, o índice chegou a alcançar o patamar inédito de 80 mil pontos.Até então, o maior recorde havia sido registrado no dia 8 de janeiro, quando a pontuação do Ibovespa atingiu 79.378 pontos. Desde o dia 2 de janeiro, o indicador vem batendo sua marca histórica.

Agência Brasil

16 de janeiro de 2018, 13:30

ECONOMIA Com US$ 96 bilhões, exportações do agronegócio têm aumento de 13% em 2017

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Os dados da balança comercial do Agronegócio foram divulgados hoje e mostram superavit de US$ 81 bilhões

As exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 96,01 bilhões em 2017, registrando aumento de 13% em relação ao ano anterior. Com o crescimento do valor exportado sobre as importações, o saldo da balança comercial do setor foi de superavit de US$ 81,86 bilhões ante os US$ 71,31 bilhões registrados em 2016 – o segundo maior saldo da balança do agronegócio da história, inferior apenas ao de 2013 (US$ 82,91 bilhões). Os dados, divulgados hoje (16) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, mostram ainda que os produtos que mais contribuíram para o aumento das exportações foram o complexo da soja (+US$ 6,3 bilhões); produtos florestais (+US$ 1,3 bilhão); carnes (+US$ 1,26 bilhão); cereais, farinhas e preparações (+US$ 953,86 milhões); e o complexo sucroalcooleiro (+US$ 889,34 milhões). De acordo com a pasta, a alta do saldo comercial se deve, em parte, ao início da recuperação de preços no mercado internacional e, sobretudo, ao aumento dos volumes exportados. No ranking de valor exportado, o complexo de soja também ocupou a primeira posição, com US$ 31,72 bilhões. As vendas de grãos foram recordes em valor (US$ 25,71 bilhões) e também em quantidade (68,15 milhões de toneladas). As carnes ficaram em segundo lugar na pauta, com vendas de US$ 15,47 bilhões e crescimento de 8,9% em valor. A carne de frango, principal produto do setor, representou quase metade do montante (46,1%). Foram exportados US$ 7,14 bilhões do produto, 5,5% acima do que havia sido registrado no ano anterior. Já as vendas de carne suína apresentaram recorde histórico, somando US$ 1,61 bilhão, ou seja, 9,7% superiores a 2016. Leia mais na Agência Brasil.

Agência Brasil

16 de janeiro de 2018, 10:11

ECONOMIA Inadimplência sobe 1,34% em dezembro ante igual mês de 2016, diz Serasa

O Brasil fechou 2017 com 60,4 milhões de inadimplentes em dezembro, o que representa um aumento de 1,34% na comparação com igual mês de 2016, quando 59,6 milhões de brasileiros figuravam nessa condição, informou a Serasa Experian. Contra novembro, o indicador caiu 1,15%, algo que não ocorria desde julho de 2017, segundo a instituição. No penúltimo mês do ano passado, havia 61 1 milhões brasileiros inadimplentes nos cálculos da Serasa.Segundo os economistas da Serasa Experian, o ingresso do 13º salário na economia aumentou a renda disponível do brasileiro em dezembro. “Este elemento, aliado com as tendências recentes de queda dos juros, da inflação e da melhora gradual do emprego, contribuiu para a renegociação das dívidas em atraso e consequente redução da inadimplência do consumidor no último mês do ano.”O diretor de Estratégia e Gestão da Serasa Experian, Raphael Salmi, também ressalta a contribuição do Feirão Limpa Nome Online, promovido pela instituição até 16 de dezembro, para redução da inadimplência entre novembro e dezembro.

Estadão

16 de janeiro de 2018, 09:33

ECONOMIA IGP-10 registra inflação de 0,79% em janeiro

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou inflação de 0,79% em janeiro, na primeira apuração feita em 2018. A taxa é inferior às apuradas em dezembro de 2017 (0,90%) e em janeiro daquele ano (0,88%). Apesar da inflação em janeiro, o IGP-10, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), acumula deflação (queda de preços) de 0,51% em 12 meses. O IGP-10 é calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência. A queda da taxa entre dezembro e janeiro foi provocada pelos preços no atacado e pelo custo da construção. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que analisa o atacado, caiu de 1,22% em dezembro para 1,06% em janeiro, enquanto o Índice Nacional de Custo da Construção recuou de 0,30% para 0,08%. O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, subiu de 0,29% para 0,36%.

Vitor Abdala, Agência Brasil

16 de janeiro de 2018, 09:16

ECONOMIA Petrobras anuncia queda de 0,60% no preço da gasolina e recuo de 0,40% no diesel

A Petrobras anunciou um novo reajuste para os combustíveis, com queda de 0,60% no preço da gasolina nas refinarias e recuo de 0 40% no preço do diesel. Os novos valores valem a partir da quarta-feira, dia 17. A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Estadão

16 de janeiro de 2018, 08:23

ECONOMIA IGP-10 registra inflação de 0,79% em janeiro

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou inflação de 0,79% em janeiro, na primeira apuração feita em 2018. A taxa é inferior às apuradas em dezembro de 2017 (0,90%) e em janeiro daquele ano (0,88%).Apesar da inflação em janeiro, o IGP-10, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), acumula deflação (queda de preços) de 0,51% em 12 meses. O IGP-10 é calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.A queda da taxa entre dezembro e janeiro foi provocada pelos preços no atacado e pelo custo da construção. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que analisa o atacado, caiu de 1,22% em dezembro para 1,06% em janeiro, enquanto o Índice Nacional de Custo da Construção recuou de 0,30% para 0,08%.O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, subiu de 0,29% para 0,36%.

Agência Brasil

15 de janeiro de 2018, 19:22

ECONOMIA Ibovespa tem novo recorde e alcança 79.752 pontos

O Ibovespa, principal indicador de desempenho das ações negociadas na B3 (antiga BM&F Bovespa) bateu novo recorde hoje (15), encerrando o dia em 79.752 pontos. O valor representa alta de 0,51% em relação ao pregão anterior.A maior pontuação já registrada anteriormente tinha sido de 79.378 pontos, há uma semana, no dia 8 de janeiro.Desde o dia 2 de janeiro, o indicador vem batendo sua marca histórica. No fechamento do dia 5, a pontuação de 79.071 pontos superou em 0,54% o recorde registrado no dia 4, quando o Ibovespa ficou em 78.647.Antes dessas semanas de recordes, a maior marca do Ibovespa havia sido alcançada em 13 de outubro de 2017, quando chegou aos 76.989 pontos.

Agência Brasil

15 de janeiro de 2018, 18:00

ECONOMIA Balança tem superávit de US$ 1,4 bilhão nas duas primeiras semanas do ano

A balança comercial registrou, na segunda semana de janeiro, superávit de US$ 983 milhões, com crescimento nas exportações e importações na comparação com a primeira semana e com o mesmo período do ano passado. Nas duas primeiras semanas do ano, as exportações somaram US$ 7,076 bilhões e as importações, US$ 5,581 bilhões, gerando saldo positivo de US$ 1,494 bilhão. Na semana passada, o superávit foi gerado após um resultado de US$ 4,120 bilhões nas exportações e US$ 3,138 bilhões nas importações. De acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, os números se devem ao aumento na exportação de produtos básicos e semimanufaturados. É o caso do petróleo, milho em grão, farelo de soja e dos metais em bruto. Já as importações subiram devido ao comércio de produtos como eletroeletrônicos, combustíveis, adubos, fertilizantes, bebidas e cereais. “Nas exportações, se comparadas as médias até a segunda semana deste mês (US$ 786,2 milhões) com a média registrada em janeiro de 2017 (US$ 677,6 milhões), houve crescimento de 16%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (19,5%), básicos (17,2%) e semimanufaturados (6,3%)”, informou a pasta, com relação às médias diárias. Já a média do comércio de produtos que o Brasil importou também subiu em relação às mesmas semanas do ano passado, ocasionando uma alta de 11,8% nas importações.

Agência Brasil

15 de janeiro de 2018, 16:00

ECONOMIA Atividade econômica cresce 2,1% em novembro ante novembro de 2016, diz Serasa

O indicador de atividade econômica da Serasa Experian, calculado mensalmente, registrou crescimento de 2,1% em novembro ante igual mês do ano anterior, mostra relatório divulgado nesta segunda-feira pela instituição. Em relação a outubro, a expansão foi mais tímida, de 0,2%. Na avaliação dos economistas da Serasa Experian, que fizeram os cálculos retirando os efeitos sazonais, os resultados reforçam a percepção de recuperação gradual da economia brasileira. Segundo eles, os números sugerem que 2017 deve ter terminado com alta de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em relação a 2016. De janeiro a novembro, a variação acumulada é de 0,9% em comparação com igual período do ano anterior. O desempenho do PIB em 2017 será divulgado em março pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pelo lado da oferta, todos os setores tiveram crescimento em novembro ante novembro de 2016. A agropecuária avançou 3,7%, a indústria subiu 1,7% e o setor de serviços teve alta de 2,5%. Pelo lado da demanda, houve aumento de 2,7% no consumo das famílias, de 0,8% dos investimentos produtivos, de 10,7% nas importações e de 2,5% nas exportações. A única queda foi registrada no consumo do governo, que caiu 1,2%. No acumulado do ano até novembro, a agropecuária teve o avanço mais expressivo, de 12,6% em relação a igual período do ano passado. O setor de serviços teve baixa de 0,3%. A indústria, por sua vez, acumula queda de 0,3%. O consumo das famílias cresceu 0,7%, as exportações avançaram 5,1% e as importações subiram 4,9%. Já o consumo do governo recuou 0,7% e os investimentos caíram 2,8%.

Estadão Conteúdo

15 de janeiro de 2018, 15:45

ECONOMIA Abono salarial de 2015: 94% dos trabalhadores sacaram o benefício

O Ministério do Trabalho informou hoje (15) que 22,9 milhões de pessoas sacaram o abono salarial ano-base 2015. O número equivale a 94,36% do total de trabalhadores com direito ao benefício no país. O prazo para retirar o dinheiro foi encerrado no dia 28 de dezembro, após prorrogação do período. Ainda de acordo com a pasta, cada trabalhador recebeu entre R$ 79 a R$ 937, dependendo do tempo trabalhado formalmente em 2015. No total, foram pagos mais de R$ 16 bilhões para beneficiários de todo o Brasil. O Nordeste foi a região com a maior taxa de cobertura. O percentual de trabalhadores com direito ao abono salarial que sacaram o beneficio chegou a 97,13%. No Piauí, a cobertura chegou a 99,42%, a melhor do país. Já a região com menor desempenho foi o Centro-Oeste, onde 92,2% do total de beneficiários sacaram o dinheiro. O Distrito Federal teve o menor percentual: 86,62%. Os recursos que não foram sacados até 28 de dezembro voltaram para o Fundo de Amparo ao Trabalhador, mantido com contribuição das empresas, e seus recursos são destinados para pagamentos de abono salarial e seguro-desemprego.

Agência Brasil

15 de janeiro de 2018, 13:30

ECONOMIA Número de famílias endividadas aumentou em média 0,6% no ano passado

A média anual do percentual de famílias endividadas aumentou 0,6%, alcançando a média de 60,8%, após três anos consecutivos de queda. Os dados foram divulgados hoje (14) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e fazem parte da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic Nacional), que traça o perfil de endividamento das famílias brasileiras. Segundo a pesquisa, os indicadores de inadimplência também apresentaram alta no período. A parcela de famílias com contas ou dívidas em atraso aumentou 1,2 ponto percentual em comparação a 2016, alcançando 25,4% na média anual. Já o percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas em atraso e que permaneceram inadimplentes aumentou 1,1 ponto percentual ante 2016, chegando a 10,2% na média de 2017. O patamar mais elevado desse indicador foi registrado no mês de setembro, quando atingiu 10,9% das famílias. Na avaliação da economista de CNC, Marianne Hanson, “a recuperação, ainda que lenta, da atividade econômica, aliada à redução das taxas de juros, queda da inflação e reversão, ainda que modesta, das taxas de desemprego, ajudam a explicar a maior disponibilidade de crédito para as famílias e consequente mente do endividamento”. Leia mais na Agência Brasil.

Agência Brasil