8 de julho de 2019, 11:07

ECONOMIA Câmbio para fim de 2019 permanece em R$ 3,80, prevê Focus

Foto: Divulgação

O relatório de mercado Focus, divulgado na manhã desta segunda-feira, 8, pelo Banco Central (BC), mostra manutenção no cenário para a moeda norte-americana em 2019. A mediana das expectativas para o câmbio no fim deste ano seguiu em R$ 3,80, valor igual ao visto um mês atrás. Já para o próximo ano, a projeção para o câmbio permaneceu em R$ 3,80, número também igual ao verificado quatro pesquisas atrás.

Estadão

8 de julho de 2019, 10:10

ECONOMIA Mercado reduz estimativa de crescimento da economia para 0,82%

A estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia este ano continua em queda. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central feita junto a instituições financeiras, a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – desta vez foi reduzida de 0,85% para 0,82%. Foi a 19ª redução consecutiva. Para 2020, a expectativa é que a economia tenha crescimento maior – de 2,20% -, a mesma da semana passada. A previsão para 2021 e 2022 permanece em 2,50%. A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), se manteve em 3,80% este ano. A meta de inflação de 2019, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. A projeção do mercado financeiro para a inflação em 2020 é de 3,91%. A meta para o próximo ano é de 4%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, o centro da meta de inflação é 3,75% e para 2022, 3,5%, também com intervalos de tolerância de 1,5 ponto percentual. A previsão do mercado financeiro para a inflação em 2021 e 2022 permanece em 3,75%.

Agência Brasil

5 de julho de 2019, 21:11

ECONOMIA Abono salarial de 2017 injetou R$ 17,3 bilhões na economia

Sacado por 22,6 milhões de trabalhadores nos últimos 11 meses, o abono salarial ano-base 2017 injetou R$ 17,3 bilhões na economia. A informação foi divulgada hoje (5) pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia. A quantia representa 91,72% do valor disponível para ser pago. Um total de 2,04 milhões de trabalhadores não retirou o benefício, cujo prazo para saque terminou em 28 de junho. De acordo com a Secretaria de Trabalho. O dinheiro, equivalente a R$ 1,32 bilhão, ficou retido no Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). A maior quantidade de benefícios não sacados se concentrou na Região Sudeste, onde 1.001.660 de trabalhadores não retiraram o abono. Em seguida, vêm as Regiões Sul (400.208) e Nordeste (296.451). No Centro-Oeste, 212.493 não sacaram o benefício; e no Norte, 127.605 trabalhadores não fizeram o saque.

Agência Brasil

5 de julho de 2019, 16:28

ECONOMIA Governo reorganiza 16 áreas portuárias

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Ato de assinatura de portarias que vão alterar as áreas de poligonais de 16 portos organizados do Brasil

Uma portaria assinada hoje (5) pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, reorganiza as áreas poligonais (limites físicos da área do porto) de 16 portos brasileiros, de forma a amenizar incertezas quanto à jurisdição dessas áreas – algumas delas ocupadas por empreendimentos sem qualquer relação com a atividade portuária. Ao definir com clareza os contornos desses portos organizados, o governo acredita que dará segurança jurídica para que investimentos sejam realizados de forma mais célere. A expectativa é de que, até o final do ano, pelo menos outros seis portos tenham suas poligonais definidas, a começar pelo Porto de Santos (SP), ainda em julho, informou o secretário Nacional de Portos e Transportes Aquaviários, Diogo Piloni. Os 16 portos contemplados pela portaria assinada hoje são o de Angra dos Reis (RJ), Areia Branca (RN), Belém (PA), Estrela (RS), Fortaleza (CE), Ilhéus (BA), Itaguaí (RJ), Itajaí (SC), Maceió (AL), Natal (RN), Niterói (RJ), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Santarém (PA), São Francisco do Sul (SC) e São Sebastião (SP). Já os que devem ter seus polígonos definidos até o final do ano são Imbituba (SC), Rio Grande (RS), Itaqui (MA), Suape (PE) e Manaus (AM), além do Porto de Santos.

Agência Brasil

4 de julho de 2019, 16:22

ECONOMIA Guedes: ‘Temos 2 anos para simplificar, reduzir e eliminar impostos’

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira 4, que o governo tem dois anos para “simplificar, eliminar e reduzir impostos”, em referência ao período previsto para que o acordo entre Mercosul e União Europeia comece a entrar em vigor. Antes de começar de fato, o acordo precisa ser aprovado pelos congressos dos países que participam dos blocos. Guedes faz apresentação na edição deste ano da Expert, evento da XP Investimentos, em São Paulo. O trabalho que o governo pretende fazer na área tributária tem o objetivo de tornar o País mais competitivo, em condições de disputar no mercado internacional e para que o acordo seja positivo para o Brasil. Enquanto falava sobre a falta de abertura do Brasil para o comércio internacional, Guedes criticou a aliança do Mercosul com a Venezuela, que, na visão, era muito mais uma aliança política e ideológica do que uma integração econômica. “Não é uma organização econômica interessante para nós”, disse o ministro, classificando a situação como “obsoleta”. O ministro criticou a maneira como o MDIC (antigo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio) estava funcionando na relação com o setor privado, com lideranças industriais obsoletas que travavam a abertura. “Não teria sido possível (o acordo) se não tivéssemos juntado os ministérios”, disse. “Por que a abertura comercial não foi feita antes? Parte por ideologia e parte por lobby”, disse. O acordo com a União Europeia, na visão de Guedes, vai na linha do plano do governo de abrir o País de maneira gradual. “A abertura gradual da economia está assegurada”, disse. O ministro disse ainda que, resolvendo a questão fiscal do Brasil, o País caminhará para a redução dos juros. “Os juros devem descer lá na frente”, disse, em referência às expectativas do mercado.

Estadão

4 de julho de 2019, 15:00

ECONOMIA À espera da reforma, dólar opera abaixo de R$ 3,80 e Bolsa atinge nova máxima

O mercado financeiro está otimista quanto à possível aprovação da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara nesta quinta-feira (4). O dólar opera abaixo dos R$ 3,80 pela primeira vez desde 20 de março e o Ibovespa renova sua máxima durante o pregão. Após a sessão de quarta (3) adentrar a madrugada com obstruções, uma nova sessão, que pode votar o projeto, teve início às 10 horas desta quinta. A expectativa é que o projeto vá para plenário à tempo de ser votado antes do recesso parlamentar, que se inicia em 18 de julho. Cumprir o cronograma de Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, é considerado importante para o desempenho da economia no segundo semestre. Caso seja aprovado em plenário apenas em agosto, a reforma pode não surtir efeitos na recuperação da atividade econômica em 2019. “É crucial que a fase de comissão seja superada o quanto antes para haver chance de aprovação em plenário até dia 17 de julho, antes do recesso parlamentar. Nosso cenário base é que a conclusão da votação em plenário fique para agosto”, diz relatório da XP Investimentos. A aprovação do projeto em julho abre espaço para um corte na Selic na próxima reunião do Copom (Comite de Política Monetária), do Banco Central, em 31 de julho. Nas últimas reuniões, o órgão condicionou cortes na taxa de juros à reforma da Previdência. Nesta quinta, o contrato futuro de juro para setembro tem uma queda de 0,06 ponto percentual, para uma taxa de 6,275%, precificando um corte de 0,25 ponto percentual na Selic. À espera da aprovação na comissão especial, o dólar recua 1%, a R$ 3,789, às 12h40. O Continue lendo

Folhapress

4 de julho de 2019, 14:15

ECONOMIA Em junho, custo da cesta básica caiu em 10 capitais, diz Dieese

Em junho, o custo da cesta básica caiu em dez das 17 capitais analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgada hoje (04) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Nas demais capitais analisadas pelo Dieese, o custo da cesta subiu. Segundo o Dieese, as quedas mais expressivas ocorreram em Brasília (6,65%), Aracaju (6,14%) e Recife (5,18%). As maiores altas foram registradas em Florianópolis (1,44%), Rio de Janeiro (1,16%), Belo Horizonte (1,05%) e Campo Grande (1,03%). De janeiro a junho deste ano, todas as capitais analisadas acumularam aumentos, com destaque para Vitória (20,20%). A menor taxa foi registrada em Campo Grande (1,29%). A cesta mais cara do país é a de São Paulo, onde o conjunto de alimentos essenciais custava, em média, R$ 501,68, seguida pelo Rio de Janeiro (R$ 498,67) e por Porto Alegre (R$ 498,41). As cestas mais baratas foram observados em Aracaju (R$ 383,09) e Salvador (R$ 384,76). Com base na cesta mais cara do país, que foi observada em São Paulo, o valor do salário mínimo em junho, necessário para suprir as despesas de um trabalhador e da família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, seria de R$ 4.214, 62, ou 4,22 vezes o mínimo de R$ 998,00.

Agência Brasil

4 de julho de 2019, 13:33

ECONOMIA Mansueto diz que um ponto básico da reforma é ter regra mais uniforme possível

Foto: Divulgação

Secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida

Enquanto o presidente Jair Bolsonaro tenta emplacar regras mais brandas para a aposentadoria de policiais, o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, disse que “um dos pontos básicos da reforma da Previdência e ter regra mais uniforme possível”. Almeida evitou se alongar no assunto, mas lembrou que as regras da reforma já foram modificadas para prever que policiais tenham uma idade mínima de aposentadoria (55 anos) menor do que a geral (62 anos para mulheres e 65 para homens). O secretário elogiou a última versão do relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) apresentado na quarta-feira e ressaltou a economia de mais de R$ 1 trilhão prevista. “A reforma prevista no relatório de Moreira é robusta”, concluiu.

Estadão

3 de julho de 2019, 12:41

ECONOMIA Gandini: governo prometeu terminar mandato com imposto de importação de 20%

O presidente da Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa), José Luiz Gandini, disse nesta quarta-feira, 3, que o ministro da Economia Paulo Guedes, prometeu ao setor terminar o mandato com o imposto de importação menor, na casa dos 20%. Hoje, a taxa é de 35%. Segundo ele, no entanto, Guedes deixou claro que isso depende da aprovação de reformas estruturais. Ele afirmou ainda que a volatilidade do câmbio e a economia fraca atrapalharam as vendas de carros importados no Brasil no primeiro semestre. E reclamou que o cenário político tem tornado o ambiente mais confuso. “Se o filho do Bolsonaro entra no Twitter e fala umas coisinhas, o dólar sobe, é muita volatilidade”, disse. Gandini afirmou que, dentro da Kia Motors, da qual também é presidente, trabalha com o câmbio no patamar de R$ 3,80.

Estadão

3 de julho de 2019, 12:35

ECONOMIA Reformas são mais importantes que acordo com UE, diz presidente da Abeifa

O presidente da Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa), José Luiz Gandini, afirmou nesta quarta-feira, 3, que ainda há muito pouco de concreto sobre o acordo entre Mercosul e União Europeia e ainda não se sabe ao certo quem será realmente beneficiado. Para ele, a aprovação das reformas da Previdência e tributária tem mais potencial de afetar positivamente a venda de carros importados do que o entendimento entre os dois blocos econômicos. Ele destacou que uma possível cota de 32 mil unidades anuais para veículos exportados da União Europeia para o Mercosul, a uma tarifa de 17,5%, conforme prevê as linhas gerais do acordo, ajudaria, mas é preciso entender o detalhamento. Segundo Gandini ainda será necessária uma regulamentação dos termos. E lembrou que há resistências, por exemplo, pelo lado da França. “Ninguém sabe nada ainda, precisamos ver quem realmente vai ser beneficiado”, disse. Gandini afirmou ainda que, nas reuniões recentes em que esteve presente, percebeu alinhamento entre o ministro da Economia, Paulo Guedes, e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre.

Estadão

2 de julho de 2019, 18:22

ECONOMIA Vale cai mais de 4% com parecer de CPI e derruba Bolsa

As ações da Vale recuaram 4,2%, a R$ 51,39, nesta terça-feira (2) após CPI (comissão parlamentar de inquérito) do Senado que apurou a tragédia de Brumadinho (MG) recomendar indiciamento de 14 pessoas e das empresas Vale e TÜV SÜD e criação de royalties da mineração. A desvalorização da companhia, que compõe 9,7% do Ibovespa, levou o índice a recuar 0,72%, a 100.605 pontos. A queda no preço do petróleo também impulsionou as perdas da Bolsa, pressionando ações da Petrobras, que recuaram cerca de 1,5%. A falta de acordo para incluir estados e municípios na reforma da Previdência completou o viés negativo do pregão e acelerou perdas. O dólar acompanhou e subiu 0,260%, a R$ 3,8550. Sem estados e municípios em relatório da reforma da Previdência, Ibovespa recua 0,72% nesta terça (2) Xinhua Homem analisa gráficos da Bolsa de Valores. O relatório da CPI aponta que o diretor-executivo de Finanças da Vale, o ex-presidente da mineradora e outros executivos deveriam ser indiciados por homicídio culposo. No caso da Vale e da TÜV SÜD, a CPI defendeu indiciamento por destruição do ambiente, poluição culposa e “responsabilidade penal da pessoa jurídica”. Embora as recomendações do comitê não sejam vinculantes, elas podem influenciar autoridades, que continuam a investigar o desastre. A CPI recomendou o encaminhamento do relatório à Polícia Federal, à Polícia Civil do Estado de Minas Gerais, ao Ministério Público da União, ao Ministério Público do Estado de Minas Gerais, ao Governador de Estado de Minas Gerais, ao Ministério das Minas e Energia e ao Ministério do Meio Ambiente. A CPI também apresentou projeto que proibe novas barragens de rejeitos de mineração e de rejeitos industriais, para acabar com as barragens existentes em até 10 anos e para criar uma espécie de royalties de mineração. Seria criada uma participação à receita líquida das mineradoras, com alíquota máxima de 40%, em linha com o que ocorre no modelo de royalties do petróleo. As recomendações levaram as ações da Vale a cair 6,77% no pior momento do dia. Além da mineradora, a Petrobras teve forte queda com a desvalorização do petróleo. Os preços do petróleo caíram mesmo depois de a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) e seus aliados, incluindo a Rússia, terem concordado com a prorrogação de um acordo para cortes de oferta até março de 2020, à medida que dados fracos de manufatura geraram em investidores preocupações de que uma economia global em desaceleração possa prejudicar a demanda por petróleo.”Foi o mínimo que a Opep poderia fazer para evitar um grande colapso nos preços. Os países-membros notaram que o crescimento da demanda global por petróleo caiu neste ano para 1,14 milhão de bpd (barris por dia), enquanto a oferta não-Opep deve crescer em 2,14 milhões de bpd”, disse em nota a consultoria Tamas Varga. Ainda nesta terça, dados indicam que a produção de petróleo de Brasil e Venezuela aumentou. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a produção nacional bateu o recorde em maio, quando chegou a 2,731 de bpd. Nesta quarta (3), devem ser anunciados os estoques de petróleo nos Estados Unidos, cujos níveis têm figurado acima do esperado.

Folha de S. Paulo

2 de julho de 2019, 16:24

ECONOMIA Bolsonaro eleva benefício fiscal para indústria de refrigerantes

O presidente Jair Bolsonaro assinou decreto que beneficia a indústria de bebidas não alcoólicas ao alterar a alíquota de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) do concentrado usado na fabricação desses produtos. O decreto 9.897, publicado nesta segunda-feira (1º), eleva de 8% para 10% a alíquota do tributo no período de 1º de outubro a 31 de dezembro de 2019. Nesse caso, ao aumentar o percentual, o governo está na verdade aumentando o benefício fiscal do setor gerado por crédito de IPI. As regras de tributação dessas empresas têm variado desde maio do ano passado, quando o então presidente Michel Temer reduziu de 20% para 4% do tributo, com objetivo de aumentar a arrecadação e compensar parte do subsídio para o diesel, uma demanda dos caminhoneiros que entraram em greve naquele mês. Na época, a estimava era uma arrecadação extra de R$ 740 milhões até o final de 2018. O aumento da arrecadação gerado pela redução do tributo se explica pelo fato de os fornecedores de concentrado instalados na Zona Franca de Manaus terem isenção do IPI. Na época, o anúncio do governo gerou reação de senadores do Amazonas. Por isso, em setembro do ano passado, o governo Temer publicou decreto que previa alíquota de 12%, no primeiro semestre de 2019, e de 8%, no segundo semestre. Agora, Bolsonaro elevou o tributo nos últimos três meses deste ano em 2 pontos percentuais, o que representa um alívio no caixa das empresas do setor. Em nota, a Abir (Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas) afirma que o decreto 9.897 “representa um reconhecimento, por parte do governo federal, da importância da manutenção dos benefícios ao setor na Zona Franca de Manaus”.

Folhapress

2 de julho de 2019, 07:42

ECONOMIA Petrobras reajusta litro do diesel em R$ 0,081, em média, a partir desta terça

O litro do óleo diesel vai ficar mais caro nas refinarias da Petrobras a partir desta terça-feira, 2. O reajuste médio será de R$ 0,0810, de R$ 2,0664 para R$ 2,1474. Já o valor da gasolina não sofreu revisão. O reajuste foi divulgado no site da Petrobras, onde a empresa detalha as mudanças nos principais pontos de entrega às distribuidoras. O litro do diesel mais caro sairá de Uberaba (MG), a R$ 2,1764 o S500, mais poluente, e a R$ 2,2211 o S10, produzido com menos enxofre. Em contrapartida, o combustível mais barato será vendido em Itacoatiara (AM), a R$ 1 9406, no caso do S500, e em Ipojuca (PE), a R$ 1,9602, no caso do S10.

Estadão Conteúdo

1 de julho de 2019, 18:05

ECONOMIA Governo eleva para US$ 56,7 bi previsão de superávit comercial no ano

A equipe econômica elevou para US$ 56,7 bilhões a previsão de superávit da balança comercial para este ano. Revista a cada três meses, a estimativa foi divulgada hoje (1º) pelo Ministério da Economia. Até o mês passado, o governo estimava que a balança comercial – diferença entre exportações e importações – encerraria o ano em US$ 50,1 bilhões. A alta no saldo, no entanto, não decorrerá da melhoria das vendas externas, mas porque as exportações e as importações cairão em relação às projeções originais. Segundo a Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, as exportações deverão encerrar o ano com queda de 2% em relação ao valor exportado em 2018. As importações, em contrapartida, deverão cair 1,9%. Em relação às exportações, o motivo é o desaquecimento do comércio global e a queda de preços em algumas commodities (bens primários com cotação internacional). As importações deverão cair por causa da lentidão na recuperação da economia brasileira. “A expectativa de comércio internacional brasileiro não é extraordinária não apenas por causa do quadro geral da economia brasileira, de recuperação lenta, mas também por causa do panorama global. A economia global terá um crescimento ainda mais baixo decorrente do enfraquecimento das relações de comércio internacional. O Brasil, naturalmente, sofre consequências disso”, disse o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz. A estimativa sobre as importações também foi afetada porque, no segundo semestre do ano passado, o Brasil importou US$ 8 bilhões em quatro plataformas de petróleo. Como as importações não se repetirão neste ano, a base de comparação ficou estimulada. Excluindo as operações com as plataformas, as compras externas encerrariam este ano em alta.

Agência Brasil

1 de julho de 2019, 13:49

ECONOMIA Bandeira amarela: luz mais cara para partir desta segunda-feira

A conta de luz está mais cara a partir desta segunda-feira (1º), por causa da bandeira tarifária utilizada como referência nas contas deste mês ser a amarela. Com a medida, as cobranças terão um acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora consumidos, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em comunicado divulgado na última sexta-feira (28). O adicional retorna às contas após a autoridade reguladora ter definido bandeira verde em junho, situação em que não é cobrado acréscimo nas contas. No comunicado, a Aneel justificou a bandeira amarela pelo fato de julho ser um mês “típico da seca nas principais bacias hidrográficas do país”. “A previsão hidrológica para o mês sinaliza vazões abaixo da média histórica e tendência de redução dos níveis dos principais reservatórios. Esse cenário requer o aumento da geração termelétrica, o que influenciou o aumento do preço da energia (PLD) e dos custos relacionados ao risco hidrológico (GSF) em patamares condizentes com o da Bandeira Amarela”, justificou a agência. O sistema de bandeiras tarifárias foi criado, de acordo com a Aneel, para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias tem três cores, a verde, a amarela e a vermelha (nos patamares 1 e 2), que indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração. O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico e o preço da energia. Os recursos pagos pelos consumidores vão para uma conta específica e depois são repassados às distribuidoras de energia para compensar o custo extra da produção de energia em períodos de seca.

Agência Brasil