29 de abril de 2017, 10:16

ECONOMIA Restituição do IR começa em junho

Como é comum acontecer em todos os anos, boa parte dos brasileiros deixou para o último dia o acerto de contas com a Receita Federal. O prazo para entregar a declaração anual de ajuste do Imposto de Renda de Pessoas Físicas (IRPF) acabou no fim da noite de ontem e, até as 18h, mais de 1 milhão de contribuintes ainda não tinham entregado o documento ao Fisco.A Receita esperava um total de 28,3 milhões de declarações neste ano, e havia recebido 27,257 milhões de formulários em seus sistemas até começo da noite. Quase 2 milhões de documentos chegaram ao Fisco entre as 10h e as 18h de ontem. A entrega de documentos se intensificou na última semana. Até o dia 22, apenas 52% dos contribuintes haviam regularizado sua situação com a Receita.A declaração era obrigatória para quem recebeu rendimentos superiores a R$ 28.559,70 no ano passado. Tradicionalmente, quem preencheu e entregou a declaração mais cedo deve receber a restituição do Imposto de Renda antes, pois a Receita prioriza a ordem de entrega. Também há preferência para pessoas com idade igual ou superior a 60 anos, portadores de necessidades especiais e contribuintes com doenças graves.O primeiro lote de restituições será pago no dia 16 de junho. Já os contribuintes que deixaram para a última hora só receberão de volta o imposto pago a mais no fim do ano, corrigido pela Selic.Os contribuintes que perderam o prazo de entrega da declaração ficarão com a situação pendente no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) até regularizar a situação. Na prática, isso significa que não poderão se habilitar a empréstimos financeiros, obter certidão negativa para venda ou aluguel de imóvel, tirar passaporte e até mesmo prestar concurso público, além de ter problemas para movimentar conta bancária.Quem perdeu o prazo para o envio ainda terá de pagar multa, que vai de R$ 165,74 a até 20% do imposto devido. A multa começa a contar a partir do primeiro dia depois do prazo da entrega, ou seja, a partir de hoje.Quem tem direito à restituição do imposto terá multa e taxas deduzidos do valor a ser recebido. Depois de enviar a declaração atrasada, o contribuinte será informado sobre o prazo para quitar a taxa através da “Notificação de lançamento da multa”.O pagamento deve ser feito em até 30 dias após a entrega, pelo Documento de Arrecadações de Receitas Federais (Darf). Para emitir o documento, o contribuinte deverá clicar no item “Darf de multa por Entrega em Atraso”, na aba “Imprimir” do programa gerador da declaração. Quem não quitar o pagamento dentro do prazo estabelecido, sofrerá acréscimos de juros sobre o valor, com base na taxa Selic e poderá emitir o Darf atualizado com os encargos adicionais.

Estadão Conteúdo

28 de abril de 2017, 18:40

ECONOMIA A 6 horas do fim do prazo, mais de 1 milhão de pessoas não entregaram IR

Faltando apenas seis horas para o encerramento do prazo para o envio das declarações de Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF), mais de um milhão de contribuintes ainda não regularizaram sua situação com a Receita Federal.De acordo com o balanço divulgado nesta noite de sexta-feira, 28 pelo Fisco, até as 18h haviam sido entregues 27,257 milhões de declarações anuais de ajuste de imposto de renda, enquanto a expectativa do órgão é receber 28,3 milhões de documentos.Quem perder o prazo, que se encerra às 23h59 de hoje, terá que pagar multa, que vai de R$ 165,74 a até 20% do imposto devido.

28 de abril de 2017, 18:10

ECONOMIA Comércio pode perder algo próximo de R$ 5 bilhões com greve geral

O comércio pode perder algo próximo a R$ 5 bilhões só com a greve geral convocada para esta sexta-feira, 28, alertam associações de classes representativas do setor. Este é o faturamento diário do comércio no País, informa a FecomercioSP e seus sindicatos afiliados. Na cidade de São Paulo, o comércio fatura R$ 500 milhões por dia e no Estado, R$ 1,6 bilhão. O prejuízo pode ser triplicado se for levado em consideração que o final de semana será seguido de um feriado na segunda-feira, 1º de maio, quando se comemora o Dia do Trabalho.O presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (ACSP), Alencar Burti, afirma que a realização de uma greve geral neste momento de recessão só atrapalha. “Os sindicalistas estão se esquecendo que estão em um País onde 14 milhões de pessoas estão desempregadas”, avalia em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado.A FecomercioSP também faz discurso parecido e chama a atenção para o momento econômico difícil e total de 14,2 milhões de desempregados em todo o País. “Não são mais admissíveis paralisações que tragam custos às empresas ou dificuldades de deslocamento de trabalhadores”, diz a entidade.Na avaliação de Burti, os sindicatos estão esquecendo que têm a função de amparar os trabalhadores, e não de se partidarizarem. “Deveriam exercer defender o trabalhador. Antes de iniciarem qualquer movimento, deveriam sentar e conversar com a população” sugere. Conforme o presidente da ACSP, a greve realizada por alguns grupos é prejudicial para a economia e não reflete o desejo dos trabalhadores brasileiros. “O direito à greve está assegurado pela Constituição e deve ser respeitado, mas o movimento precisa ser espontâneo. Para a greve ser legítima, ela tem de partir do próprio trabalhador”, diz. Os protestos realizados na capital paulista desde as primeiras horas da manhã desta sexta-feira certamente afetarão o desempenho do comércio varejista, segundo a ACSP.

Estadão Conteúdo

28 de abril de 2017, 16:00

ECONOMIA Contas de luz continuam com bandeira vermelha em maio

Foto: Divulgação

As contas de luz vão continuar com a bandeira vermelha no mês de maio. A decisão foi anunciada nesta sexta-feira, 28, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com a bandeira vermelha em seu primeiro patamar, serão adicionados R$ 3,00 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos. O sistema de bandeiras é atualizado mensalmente pelo órgão regulador, que avalia a situação dos reservatórios em todo o País para tomar uma decisão. “Como o sinal para o consumo é vermelho, os consumidores devem fazer uso eficiente de energia elétrica e combater os desperdícios”, informou a Aneel. É o segundo mês consecutivo em que vigora a bandeira vermelha. O recurso ficou acionado durante todo o ano de 2015 e nos meses de janeiro e fevereiro de 2016. De lá para cá, as contas mensais oscilaram entre bandeiras verde e amarela. A bandeira vermelha possui dois patamares de cobrança. Quando o custo das termelétricas ligadas supera R$ 422,56 por megawatt-hora (MWh), a Aneel utiliza o primeiro patamar da bandeira vermelha, que adiciona entre R$ 3,00 a cada 100 kWh consumidos. Se o custo dessas usinas for superior a R$ 610,00 por MWh, o sistema atinge o segundo patamar da bandeira vermelha cujo acréscimo é de R$ 3,50 a cada 100 kWh. Em março, vigorou a bandeira amarela, que adiciona R$ 2,00 para cada 100 kWh consumidos. De dezembro a fevereiro, havia vigorado a bandeira verde, sem nenhuma cobrança adicional na conta de luz.

Agência Estado

28 de abril de 2017, 14:45

ECONOMIA Setor público tem déficit primário de R$ 11 bilhões em março

Foto: Estadão

Setor público reúne Governo Central, Estados, municípios e estatais, com exceção da Petrobras e Eletrobras

O setor público consolidado (Governo Central, Estados, municípios e estatais, com exceção da Petrobras e Eletrobras) apresentou déficit primário de R$ 11,047 bilhões em março, informou há pouco o Banco Central. Em fevereiro, havia sido registrado déficit deR$ 23,468 bilhões e, em março de 2016, um déficit de R$ 10,644 bilhões. O déficit primário de R$ 11,047 bilhões em março é o pior resultado para o mês desde o início da série histórica, em dezembro de 2001. O resultado primário consolidado do mês passado ficou dentro das estimativas de analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Projeções Broadcast, que iam de déficit de R$ 27,1 bilhões a déficit de R$ 9,7 bilhões. A mediana estava negativa em R$ 13,3 bilhões.

Estadão Conteúdo

28 de abril de 2017, 13:30

ECONOMIA CNI: indústria da construção teve queda menos intensa em março

A atividade na indústria da construção teve queda menos intensa em março. O índice de nível de atividade cresceu 4,2 pontos frente a fevereiro e atingiu 44,5 no mês passado. Foi o terceiro crescimento consecutivo no indicador, mas, como permanece abaixo de 50 pontos, reflete queda da atividade. As informações são da pesquisa Sondagem Indústria da Construção, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), hoje (28), em Brasília. O indicador varia de 0 a 100 pontos. Valores abaixo de 50 pontos sinalizam queda na atividade. Os postos de trabalho também continuam em queda no setor. Embora o índice de evolução do número de empregados em 41,7 pontos em março tenha sido o maior desde novembro de 2014, ele se mantém abaixo da linha dos 50 pontos. Na comparação com fevereiro, o indicador cresceu 2,8 pontos. A indústria da construção trabalhou, em média, com 56% da capacidade de operação em março, um crescimento de 3 pontos percentuais frente a fevereiro, quando atingiu o menor nível da série histórica. Apesar da melhora, a utilização da capacidade de operação está 1 ponto percentual abaixo de março de 2016 e 8 pontos percentuais inferior à média histórica para o mês de março.

Agência Brasil

28 de abril de 2017, 12:56

ECONOMIA No último dia de prazo, Receita já recebeu 25,76 milhões de declarações do IR

A Receita Federal recebeu, até as 12h desta sexta-feira (28) 25,764 milhões de declarações de Imposto de Renda. A expectativa é que 28,3 milhões de contribuintes entreguem o documento. A declaração é obrigatória para quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado. Precisa ainda declarar quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil; quem obteve, em qualquer mês de 2016, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias e de futuros.O programa gerador da declaração está disponível no site da Receita Federal. A Receita alerta que os contribuintes que perderem o prazo estarão sujeitos ao pagamento de multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido.A declaração pode ser transmitida até as 23h59min59s de hoje, no horário de Brasília.

Agência Brasil

28 de abril de 2017, 12:49

ECONOMIA No último dia de prazo, Receita já recebeu 25,76 milhões de declarações do IR

A Receita Federal recebeu, até as 12h desta sexta-feira (28) 25,764 milhões de declarações de Imposto de Renda. A expectativa é que 28,3 milhões de contribuintes entreguem o documento.A declaração é obrigatória para quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado. Precisa ainda declarar quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil; quem obteve, em qualquer mês de 2016, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias e de futuros.O programa gerador da declaração está disponível no site da Receita Federal.A Receita alerta que os contribuintes que perderem o prazo estarão sujeitos ao pagamento de multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido.A declaração pode ser transmitida até as 23h59min59s de hoje, no horário de Brasília.

28 de abril de 2017, 10:08

ECONOMIA IBGE: total de desempregados cresce e atinge 14,2 milhões

A taxa de desocupação no país continua em alta e o país tem agora 14,2 milhões de desempregados no trimestre encerrado em março, número 14,9% superior ao trimestre imediatamente anterior (outubro, novembro e dezembro de 2016) – o equivalente a 1,8 milhão de pessoas a mais desocupadas. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada hoje, no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com os resultados do primeiro trimestre. No trimestre encerrado em fevereiro, o Brasil tinha 13 milhões de desempregados. Segundo o IBGE, a taxa de desocupação fechou março em 13,7% com alta de 1,7 ponto percentual frente ao trimestre outubro/dezembro de 2016, quando o desemprego estava em 12%. Em relação aos 10,9% da taxa de desemprego do trimestre móvel de igual período do ano passado, a alta foi de 2,8 pontos percentuais. Essa foi a maior taxa de desocupação da série histórica, iniciada no primeiro trimestre de em 2012. Em relação ao primeiro trimestre móvel do ano passado, a alta da taxa de desocupação chegou a 27,8%, o que significa que mais 3,1 milhões de pessoas estão procurando.

Agência Brasil

28 de abril de 2017, 07:53

ECONOMIA Prazo para entrega do IR termina nesta sexta-feira

Foto: Divulgação

Termina na sexta-feira, às 23h59, o prazo para a entrega das declarações do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2017, referentes ao ano de 2016. A declaração é obrigatória para quem recebeu rendimentos superiores a R$ 28.559,70 no ano passado. Quem perder o prazo está sujeito ao pagamento de multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido. O programa gerador da declaração está disponível no site da Receita Federal.Deixar a declaração para a última hora é um comportamento recorrente, segundo a Receita. No entanto, erros no preenchimento ou falta de informações podem fazer com que o contribuinte caia na chamada malha fina e fique em situação irregular perante o Fisco. Antes de mais nada, tenha em mãos os documentos necessários listados abaixo. Em seguida, veja como preencher. É importante ter o número do recibo da declaração passada do IRPF. Leia aqui tudo que você precisa para a entrega de última hora do Imposto de Renda.

27 de abril de 2017, 19:38

ECONOMIA CMN permite alongamento de dívidas de Estados e do DF ligadas ao BNDES

O Conselho Monetário Nacional (CMN), em reunião realizada na tarde desta quinta-feira, 27, editou resolução que permite o alongamento de dívidas de Estados e do Distrito Federal contratadas com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).Este alongamento de dívida era uma das promessas feitas pelo governo dentro do processo de negociação para aprovar, no Congresso, o regime de recuperação fiscal dos Estados. O texto-base do regime foi aprovado na Câmara, mas ainda serão avaliados destaques antes que a matéria seja encaminhada ao Senado. Na resolução de hoje, nº 4.566, o CMN aprimorou a redação de dispositivos para permitir, conforme alteração feita em fevereiro deste ano, que as instituições financeiras alonguem os financiamentos, nos moldes estabelecidos no Acordo Federativo celebrado entre a União e os entes federativos.De acordo com nota publicada pelo Ministério da Fazenda, “fez-se necessário aprimorar a redação dos dispositivos, esclarecendo que haverá ampliação do prazo original dos contratos por 10 anos incluídos 4 anos de carência, contando o prazo de carência a partir da data de celebração dos aditivos contratuais”. De acordo com o Ministério da Fazenda, a medida não acarretará despesas para o Tesouro Nacional.

AE

27 de abril de 2017, 19:34

ECONOMIA Meta fiscal para 2017 será cumprida, diz secretária do Tesouro

Foto: Divulgação

Ana Paula Vescovi é secretária do Tesouro Nacional

A secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, afirmou hoje (27) que a meta fiscal para 2017 – déficit primário de R$ 139 bilhões – será cumprida. Em março, o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) registrou déficit primário de R$ 11 bilhões, o maior para março desde o início da série histórica do governo, em 1997. No primeiro trimestre, o déficit chega a R$ 18,3 bilhões, também o maior para o período. “Reafirmamos sempre que a meta [de resultado fiscal] vai ser cumprida”, disse a secretária, em entrevista após o anúncio dos dados de março. Segundo Ana Paula, as receitas administradas pela Receita Federal passaram por uma estabilização nos últimos meses, mesmo se descontados os recursos do programa de regularização de ativos no exterior, conhecido como repatriação. “Isso sinaliza, sim, uma reversão da trajetória [de queda da arrecadação]”, afirmou. Para Ana Paula, há indícios de retomada do crescimento econômico já este ano. Leia mais na Agência Brasil

27 de abril de 2017, 17:21

ECONOMIA Saldo financiado no cartão de crédito atingiu R$ 130 bilhões em março

Em março, o saldo financiado nos cartões de crédito utilizados em operações com parcelamento pelo lojista e período de graça (compras para pagamento em 30 dias) cresceu 9,8% em relação ao mesmo período de 2016. O total no mês chegou a R$ 129,8 bilhões, o que representa 72,2% de todo o volume de recursos movimentados por cartões de crédito no período.De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), o resultado mostra que o consumidor usa cada vez mais o cartão como meio de pagamento e financiamento, em compras à vista e parceladas. Esta foi a maior expansão do indicador desde julho de 2015. O levantamento é feito pela associação com base nos dados do Banco Central do Brasil.As operações com juros cobrados pelos emissores dos cartões atingiram R$ 50 bilhões, o que representa 27,8% do saldo de cartões no mês de março. O uso dos cartões com juros vem caindo gradativamente ao longo do período analisado.

27 de abril de 2017, 11:59

ECONOMIA Taxas futuras de juros caem com dólar, em meio a alívio com reforma trabalhista

Os juros futuros recuam na manhã desta quinta-feira, 27, pressionados pelo dólar, em meio ao alívio dos agentes financeiros com a aprovação da reforma trabalhista no plenário da Câmara por 296 a 177. Também ajuda na queda das taxas futuras a deflação de 1,10% do IGP-M de abril divulgada nesta manhã, segundo um operador de renda fixa.Às 9h37, o DI para janeiro de 2018 estava em 9,495%, de 9,515% no ajuste da véspera. O DI para janeiro de 2019 exibia 9,37%, de 9,41%. Já o DI para janeiro de 2021 estava em 10,03%, de 10,07% no ajuste anterior. O dólar à vista recuava 0,31% no mesmo horário, aos R$ 3,1638. O dólar futuro para maio caía 0,33%, aos R$ 3,1640.

Correio*

27 de abril de 2017, 11:29

ECONOMIA Inflação de produtos na saída das fábricas é de 0,09% em março

O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que mede a inflação de produtos na saída das fábricas, foi de 0,09% em março. O IPP havia registrado deflações (queda de preços) de 0,45% em fevereiro e de 1,20% em março do ano passado. O índice acumula deflação de 0,05% no ano e inflação de 2,85% em 12 meses. Os dados foram divulgados hoje (27), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em março, 17 das 24 atividades industriais pesquisadas tiveram alta de preços, com destaque para as indústrias extrativas (3,44%) e outros produtos químicos (1,69%). Sete setores tiveram queda nos preços de seus produtos, como refino de petróleo e produtos de álcool (-3,25%) e alimentos (-0,77%). Entre as categorias de uso da indústria, os bens de capital (máquinas e equipamentos para o setor produtivo) tiveram alta de 3,44% nos preços, enquanto os bens de consumo duráveis acusaram inflação de 0,37%. Os bens de consumo semi e não-duráveis tiveram deflação de 0,69%, enquanto os bens intermediários (insumos para o setor produtivo) tiveram queda de preços de 0,03%.

Agência Brasil