20 de janeiro de 2017, 20:44

ECONOMIA Meirelles: interesse pelo Brasil em Davos sinaliza retorno de investimentos

Foto: Divulgação

Ao contrário da falta de apelo do Brasil notada nos debates durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que o País foi “objeto de grande interesse” no evento. Em vídeo divulgado pelo Palácio do Planalto, Meireles disse que a viagem “deu muita confiança de que o País vai voltar a ter grande volume de investimentos”. No vídeo de pouco mais de um minuto produzido pelo governo federal, o ministro da Fazenda cita que o aumento do investimento estrangeiro “vai viabilizar taxas de crescimento ainda maiores” para o Brasil “não só no decorrer deste ano, como nos anos seguintes”. Meirelles citou que o aumento da confiança estrangeira com o País é resultado das ações do governo para ajustar a economia, como a criação do teto para gastos públicos e as propostas de reforma da Previdência e das leis trabalhistas. “Tudo isso tem gerado muito mais confiança. O trabalho é muito mais abrangente que as pessoas entendem no primeiro momento e vai ter um impacto muito grande no futuro”, disse o ministro.

Estadão Conteúdo

20 de janeiro de 2017, 18:08

ECONOMIA Dólar cai e bolsa no Brasil sobe em dia de posse de Trump

Foto: Paulo Vitor/AE

O mercado financeiro teve um dia de tranquilidade no dia da posse do novo presidente norte-americano, Donald Trump. A moeda norte-americana fechou no menor valor em oito dias, e a bolsa de valores encerrou no nível mais alto em quase três meses.O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (20) vendido a R$ 3,182, com queda de R$ 0,018 (-0,55%). A cotação está no menor valor desde o dia 12 (R$ 3,176). O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou o dia com alta de 0,89%, aos 64.521 pontos, no maior nível desde 31 de outubro.Com a queda de hoje, o dólar acumula baixa de 2,1% em 2017. A divisa começou o dia operando próxima da estabilidade, mas ampliou a queda no decorrer da tarde após o novo presidente norte-americano não anunciar medidas econômicas durante a cerimônia de posse.Em novembro, o dólar subiu 6,18% após Trump vencer as eleições para a presidência dos Estados Unidos. A moeda, no entanto, reverteu a alta nas últimas semanas, operando próximo aos níveis registrados antes da votação.No início de dezembro, o Federal Reserve (Fed), Banco Central norte-americano, anunciou que os juros básicos dos Estados Unidos podem subir até três vezes este ano dependendo da política econômica de Trump. Segundo o órgão, caso o novo presidente aumente os gastos públicos para estimular a maior economia do planeta, a autoridade monetária terá de subir os juros para evitar que a inflação no país aumente. Taxas mais altas nos Estados Unidos estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil, e pressionam para cima o dólar em todo o planeta. Isso porque os investidores internacionais lucram menos com a diferença entre as taxas altas nos países emergentes e as taxas menores nos países desenvolvidos.

Estadão Conteúdo

20 de janeiro de 2017, 17:13

ECONOMIA Reforma da Previdência vai dificultar acesso à aposentadoria, diz Dieese

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgou hoje (20) nota técnica em que afirma que a reforma da previdência social vai restringir o direito à aposentadoria. “O que esse projeto vai fazer é estender, na verdade, sob a capa de igualdade de tratamento ao impor idade mínima e ampliar o tempo de contribuição, é condenar a maior parte dos trabalhadores brasileiros a não se aposentar mais”, disse a economista do departamento, Patrícia Pelatieri, após participar de uma reunião com líderes de centrais sindicais. Na avaliação da economista, um dos principais problemas do Projeto de Emenda Constitucional (PEC) é acabar com parte das diferenciações previstas nas regras atuais, por sexo e ocupação. “Sob a aparente uniformidade que dá para todos os trabalhadores, na verdade, ela aprofunda muitas desigualdades”, destacou. O estudo do Dieese foi feito a partir da comparação das regras existentes e as propostas de mudança, detalhando os impactos de cada medida. “Para garantir o valor integral do benefício, a pessoa trabalhadora teria que contribuir por 49 anos, tempo que demonstra a utopia que será o desejo de se aposentar com valor integral, mesmo que calculado com base em toda a trajetória contributiva”, diz a nota técnica sobre o aumento do tempo de contribuição.

Agência Brasil

20 de janeiro de 2017, 07:20

ECONOMIA Novos governos no Brasil e na Argentina podem promover abertura econômica

Novos governos no Brasil e na Argentina podem facilitar uma aproximação entre a Aliança do Pacífico e o Mercosul, disse nesta quinta-feira, 19, o presidente colombiano Juan Manuel Santos. Chile, Peru, Colômbia e México formam a Aliança. A aproximação ainda é difícil porque os dois blocos são baseados em paradigmas diferentes, explicou. Paradigma, no caso do Mercosul, pode ser traduzido por protecionismo, admitiu o presidente. Os novos presidentes brasileiro e argentino podem promover, segundo Santos, uma abertura econômica maior. No ano passado, também numa entrevista em Davos, o presidente do México, Félix Peña Nieto, havia classificado um acordo entre os dois blocos como inviável, enquanto os países do Mercosul fossem muito fechados. Respondendo a uma pergunta sobre o assunto, horas depois, a presidente Dilma Rousseff mostrou-se pouco interessada nessa aproximação. Não valeria a pena, segundo argumentou, entregar tão facilmente o mercado brasileiro. Laureado com o Nobel da Paz pelo acordo com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), o presidente colombiano recebeu esta semana um prêmio do Fórum Econômico Mundial pela pacificação de seu país.

Estadão Conteúdo

19 de janeiro de 2017, 12:33

ECONOMIA Baixa produtividade é entrave para o Brasil competir, diz CNI

Dirigentes da Confederação Nacional da Indústria (CNI) consideram a baixa produtividade um dos principais entraves ao aumento da competitividade da economia brasileira. Os representantes da entidade comentaram os resultados da pesquisa Competitividade Brasil, divulgada hoje (19) e que mostra o país no penúltimo lugar em um ranking de 18 países. O Brasil superou apenas a Argentina em uma lista de países escolhidos por suas semelhanças com a economia brasileira, seja pelo nível de renda parecido ou por competirem com os mesmos produtos no mercado externo. O país demonstrou o pior desempenho em custo e disponibilidade de capital. No entanto, para a CNI, os problemas para custear e achar mão de obra também merecem destaque. O Brasil ocupou o décimo primeiro lugar na avaliação desse quesito. O gerente executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca, diz que a mão de obra mais cara está ligada também à baixa produtividade, ou seja, reduzida capacidade de produzir com eficiência. “O problema é a baixa produtividade. Nesta edição da pesquisa, a gente ficou no vermelho em crescimento da força de trabalho [conceito associado às pessoas disponíveis com capacidade para serem empregadas] e isso nos fez cair várias posições”, comentou. Fonseca afirmou que o aumento da produtividade passa pela melhoria da educação. “Em termos de solução, vários fatores dificultam. A educação é um deles. A baixa qualidade da educação dificulta que os trabalhadores consigam absorver novas tecnologias, em um mundo em que a tecnologia muda muito rápido. Ou seja, o aprendizado tem que ser rápido e isso é difícil”, declarou.

Agência Brasil

19 de janeiro de 2017, 11:16

ECONOMIA Prévia da inflação oficial sobe, mas é a mais baixa para janeiro desde 1994

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor 15 (IPCA-15), uma prévia do IPCA – a inflação oficial –, começa o ano com elevação de preços, ao fechar janeiro em 0,31%, alta de 0,12 ponto percentual acima da taxa de 0,19% de dezembro do ano passado. É a taxa mais baixa para meses de janeiro desde 1994, quando foi criado o Plano Real.Mesmo com a alta entre dezembro e janeiro, o IPCA-15 fechou o primeiro mês do ano com a taxa acumulada nos últimos 12 meses de 0,64 ponto percentual, abaixo do acumulado no mesmo período imediatamente anterior, que foi de 6,58%. Os dados relativos ao IPCA-15 foram divulgados hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de janeiro de 2016 havia registrado alta de 0,92%.

Agência Brasil

19 de janeiro de 2017, 10:53

ECONOMIA Governo libera R$ 12 bilhões para pré-custeio da safra 2017/2018

O governo federal liberou R$ 12 bilhões para financiar o pré-custeio da safra agrícola 2017/2018. O valor supera em R$ 2 bilhões o montante liberado para o pré-custeio da safra anterior. O objetivo é estimular a economia e melhorar as condições da produção agrícola do país. Os recursos permitirão aos produtores rurais fazer compras antecipadas de insumos, como sementes, fertilizantes e defensivos. O financiamento antecipado deve atingir primeiramente as culturas que são plantadas no verão, como soja, milho, arroz, café e cana-de-açúcar. Os recursos serão ofertados pelo Banco do Brasil, a partir de captações próprias da Poupança Rural e de depósitos à vista. Os médios produtores terão acesso ao crédito por meio do Programa Nacional de Apoio aos Médios Produtores Rurais (Pronamp), com taxas de 8,5% ao ano e teto de R$ 780 mil. Já os grandes produtores poderão financiar até R$ 1,32 milhão, sob encargos de 9,5% ao ano. O anúncio da liberação do crédito foi feito hoje (19), em Ribeirão Preto (SP), pelo presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, em cerimônia que contou com a participação do presidente Michel Temer, do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e outras autoridades. Segundo Temer, a agricultura é a área que tem sustentado a economia brasileira, que vive um momento de recessão. “O agronegócio é tão sustentador da economia nacional, que não precisa muita coisa, o que é preciso é financiamento, isto sim, e é o que estamos fazendo no momento”, afirmou Temer.

Agência Brasil

19 de janeiro de 2017, 10:29

ECONOMIA Abono Salarial referente a 2015 começa a ser pago hoje

Foto: Divulgação

O Abono Salarial do Programa de Integração Social (PIS) ano-base 2015, começa a ser pago hoje (19) pelo Ministério do Trabalho. Trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro têm direito de receber o benefício nas agências bancárias. Se o trabalhador tem o cartão cidadão com senha, poderá sacar em um terminal de autoatendimento da Caixa Econômica ou em casas lotéricas. O benefício fica disponível para saque até o dia 30 de junho de 2017. A recomendação é que os trabalhadores não deixem para a última hora, segundo o chefe de divisão do Seguro-Desemprego e Abono Salarial do Ministério do Trabalho, Márcio Ubiratan. “É importante que os beneficiários fiquem atentos ao mês de nascimento, e se dirijam às agências de acordo com o calendário divulgado. Essa programação evita tumultos,” disse. A partir deste ano o abono é proporcional aos meses trabalhados durante o ano-base, explica Ubiratan. “Quem trabalhou durante todo o ano de 2015 terá direito a um salário mínimo (R$ 937,00). Quem trabalhou apenas um mês receberá o equivalente a 1/12 do salário mínimo, e assim sucessivamente. A fração igual ou superior a 15 dias de trabalho será contada como mês integral”, explicou. Para ter direito ao Abono Salarial é preciso ter trabalhado com carteira assinada pelo menos 30 dias no ano-base com remuneração média de até dois salários mínimos. Além disso, o trabalhador deve estar inscrito no PIS/PASEP há pelo menos cinco anos e a empresa onde trabalha deve informar seus dados na Relação Anual de Informação Social (RAIS).

Agência Brasil

19 de janeiro de 2017, 09:10

ECONOMIA Preços ao produtor e ao consumidor pressionam inflação do aluguel, diz FGV

A inflação que serve de parâmetro para o reajuste dos preços dos alugueis, medida pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), subiu 0,35 ponto percentual na 2ª prévia de janeiro, fechando o período entre os dias 21 de dezembro e 10 de janeiro em 0,76%. Em igual período do mês anterior, a 2ª prévia de dezembro, a alta foi 0,41%. Os dados foram divulgados hoje (19), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). Segundo o Instituto, a alta verificada entre a 2ª prévia de dezembro e a 2ª de janeiro foi fortemente influenciada pelas variações dos preços no atacado e no varejo, uma vez que os preços da construção civil fecharam em queda entre os dois períodos. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou variação de 0,91%, no segundo decêndio de janeiro, resultado que chega a 0,38 ponto percentual superior aos 0,53% da 2ª prévia de dezembro. Segundo a FGV, a maior pressão foi exercida pela variação dos bens finais, que passou de uma inflação negativa de 0,28% para uma alta de 0,56%. A maior contribuição para este movimento teve origem no subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de -5,49% para -0,94%. A taxa de variação do grupo bens intermediários também exerceu pressão sobre a 2ª prévia do IGP-M, ao passar de 0,17%, em dezembro, para 0,81%, em janeiro. O destaque neste caso coube ao subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de -1,97% para 4,77%.

Agência Brasil

19 de janeiro de 2017, 09:03

ECONOMIA Após liberar FGTS, governo estuda restringir saques

Foto: Divulgação

Após autorizar o saque para todos que possuem contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) inativas, sem novos depósitos após 31 de dezembro de 2015, o governo pode restringir o número de trabalhadores que poderão fazer os saques. Após análise dos dados, o governo percebeu que cerca de 2% das contas inativas concentram valores muito expressivos do volume de total de recursos que poderia ser sacado. De acordo com o presidente Michel Temer, R$ 30 milhões seriam liberados do fundo com o objetivo de ajudar os trabalhadores a quitar dívidas e auxiliar na retomada da economia. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, a princípio, a restrição atingiria somente essas contas, que, pelo saldo muito alto, tendem a ser de pessoas com maior renda.O governo acredita ainda que nesses casos, o mais provável é que os trabalhadores façam transferências do FGTS para aplicações mais vantajosas, ao invés de usar para consumo. Para os empresários, a ação do governo em liberar o saque vai debilitar a capacidade do fundo para sustentar empréstimos para a compra da casa própria. O dinheiro do FGTS é usado para financiar a construção de imóveis e projetos de saneamento básico. A Caixa Econômica Federal, responsável pela administração do FGTS, prometeu divulgar em fevereiro um calendário para os saques, de acordo com a data de nascimento dos trabalhadores.

Correio*

18 de janeiro de 2017, 21:20

ECONOMIA Indicador de tendência econômica para o Brasil cai pela primeira vez em 10 meses

O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil caiu 1,7% entre novembro e dezembro de 2016, atingindo 101,2 pontos. O resultado foi divulgado hoje (18) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/IBRE) e pelo The Conference Board (TCB), instituição norte-americana sem fins lucrativos.A queda foi a primeira registrada em dez meses, segundo o superintendente de Estatísticas Públicas do FGV/IBRE, Aloísio Campelo Júnior. No acumulado de janeiro a novembro de 2016, o indicador registra alta de 12,9 pontos. O cálculo do IACE leva em conta a Taxa referencial de Swap DI pré-fixada de 360 dias, o Ibovespa e os índices de expectativas da indústria, dos serviços, do consumidor, de produção física de bens de consumo duráveis, de termos de troca e do comércio exterior e de quantum de exportações. Dos oito componentes, sete contribuíram para a queda em dezembro. Para janeiro, há possibilidade de o IACE voltar a registrar alta por causa do comportamento de alguns dos componentes usados no cálculo do indicador, segundo o analista da FGV. “Por exemplo, a taxa de juros futura, a Swap de 360 dias, com essa queda de juros [Selic], vai continuar caindo bem nos próximos meses. Produção de duráveis está começando a melhorar e tende a colaborar positivamente com o indicador. O Ibovespa já está subindo em janeiro. Essas sinalizações já mostram que não é certo que este indicador vai continuar caindo em janeiro”, destacou.

Agência Brasil

18 de janeiro de 2017, 20:52

ECONOMIA Brasil vive momento favorável com queda da inflação, diz Meirelles

Foto: Divulgação

O Brasil vive um momento favorável com a queda da inflação, disse hoje (18) o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Em entrevista exclusiva à Voz do Brasil, ele comentou a participação do Brasil no Fórum Econômico Mundial em Davos (Suíça) e afirmou que as medidas de ajuste fiscal tomadas pelo governo ajudam o Banco Central a reduzir os juros.“Nós encontramos, no meio do ano passado, um país com a inflação excessivamente elevada, com mais de 10% [no acumulado de 12 meses] e estamos fazendo um trabalho de ajuste fiscal, que também tem um efeito de queda de inflação [porque o governo gasta menos e reduz a quantidade de dinheiro em circulação na economia”, declarou o ministro pouco antes de embarcar de volta para Brasília.De acordo com Meirelles, o Banco Central está fazendo um movimento bem-sucedido de corte dos juros básicos da economia após a inflação começar a cair.Segundo ele, a desaceleração dos índices de preços permitiu ao Banco Central ampliar a redução da taxa Selic (juros básicos da economia) na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Para o ministro, a aceleração no corte de juros ajudará o país a retomar o crescimento em 2017 ao baratear o crédito.“A inflação tem caído consistentemente, permitindo ao Banco Central cortar os juros. Inclusive, na última decisão, cortamos [a taxa Selic em] 0,75 ponto percentual, aumentando o corte. Primeiro, porque é resultado da queda da inflação. Isso é bom para todos. Segundo, porque, com a taxa de juros menor, teremos condições de reduzir cada vez mais o custo do crédito, facilitando e barateando o consumo e o investimento”, acrescentou Meirelles. Em relação às perspectivas para o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país), o ministro disse ser consenso de que a economia voltará a crescer este ano. Ele informou ser possível que o país volte a crescer neste trimestre.

Agência Brasil

18 de janeiro de 2017, 13:26

ECONOMIA Governo vai liberar R$ 8,2 bi para pequenos empresários nos próximos dois anos

O governo federal vai disponibilizar R$ 8,2 bilhões em crédito para pequenos empresários nos próximos dois anos. Os recursos liberados são do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O objetivo é reduzir a inadimplência das empresas de menor porte e estimular a geração de empregos. As medidas foram anunciadas hoje (18) pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), durante o lançamento do programa Empreender Mais Simples: menos burocracia, mais crédito. Por meio de convênio firmado com o Banco do Brasil e a Receita Federal, o Sebrae investirá R$ 200 milhões em sistemas para simplificar o processo de gestão do pequeno empreendedor. Serão desenvolvidos dez sistemas que pretendem reduzir o tempo, a burocracia e a complexidade no cumprimento das obrigações previdenciárias, tributárias, trabalhistas e de formalização. O projeto prevê a abertura de novas linhas de financiamento para as microempresas. O acesso ao crédito ocorrerá sob acompanhamento e consultoria do Sebrae. As mudanças começarão a ser implementadas a partir de fevereiro de 2017 e devem ser concluídas em 2018. Cerca de 150 mil empresas devem ser beneficiadas com as medidas.

Agência Brasil

18 de janeiro de 2017, 12:10

ECONOMIA Tarifa de embarque e conexão de passageiros sobe até 7,9769%, define Anac

Foto: Correio*

O valor teto das tarifas dos aeroportos administrados pela Infraero terá reajuste de 7,9769%. A informação foi divulgada nesta quarta-feira, 18, pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Com o reajuste, a tarifa máxima de embarque doméstico paga por todos passageiros passará de R$ 27,69 para R$ 29,90. O reajuste também é válido para a tarifa de embarque internacional que passa de R$ 109,13 para R$ 113,04.No caso do embarque internacional, o reajuste incide apenas sobre o preço de R$ 49,03 que é o custo efetivo da tarifa de embarque, sem incluir a arrecadação para o Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC), que é de R$ 60,10. Segundo a Anac, as novas tarifas poderão ser praticadas somente 30 dias depois de a Infraero der publicidade aos novos valores. No caso dos aeroportos que foram concedidos à iniciativa privada – Guarulhos, Viracopos, Brasília, Confins, Galeão e São Gonçalo do Amarante -, os reajustes ocorrem em outras datas previstas nos contratos de concessão.Os tetos das tarifas de armazenagem e capatazia de cargas foram reajustados em 6,2880%. O reajuste foi aplicado sobre os tetos estabelecidos pela Portaria nº 3.064/SRA, de 10 de novembro de 2016, considerando a inflação acumulada entre dezembro de 2015 e dezembro de 2016, medida pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do IBGE observada no período.Os novos valores do embarque internacional, informou a Anac, incluem um adicional de US$ 18, atualmente equivalente a R$ 60 10, para arrecadação do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), fundo que foi criado para investimentos do setor aéreo. A tarifa de embarque paga pelo passageiro é usada para remunerar a prestação dos serviços, instalações e facilidades oferecidas pelos aeroportos. Companhias também e operadores de aeronaves também pagam pela prestação de serviços dos aeroportos.

Estadão Conteúdo

18 de janeiro de 2017, 11:29

ECONOMIA Em Davos, Meirelles e Ilan ‘vendem’ País a investidores

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A quarta-feira, 18, é o dia mais importante para o Brasil em Davos. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, estarão frente a frente com investidores interessados em investir no Brasil Business International Group (Big). Como é fechado, o encontro promovido pelo Fórum dá espaço para que os interessados no País questionem diretamente o governo e cobrem ações também para que direcionem seus recursos ao Brasil.As ações recentes anunciadas pelo governo brasileiro na área macroeconômica, elogiadas pelo mercado financeiro e observadores internacionais, são importantes para que o Brasil volte a entrar no foco dos investidores estrangeiros como um potencial local para alocação de recursos. Não há dúvida dentro do governo, no entanto, de que esse esforço, que gera insatisfação da sociedade doméstica em alguns pontos e é visto no exterior apenas como pavimentação de um longo caminho a ser percorrido, é um só passo. O grande impulso da economia virá mesmo do desenvolvimento da infraestrutura do País.Assim que o presidente Michel Temer assumiu o Palácio do Planalto enviou logo ao exterior seus ministros dessa área para “vender o Brasil”. “Vender, vender, vender. Essa a missão dos governantes brasileiros desde que o presidente assumiu”, disse uma fonte do governo ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado. Nos Estados Unidos, Europa e Japão, eles foram incumbidos de mostrar que o País estava em outras mãos – bem diferentes do governo anterior – e que agora as regras do jogo seriam mais claras e sem qualquer restrição a margens de lucros maiores.

Estadão Conteúdo