11 de dezembro de 2017, 11:02

ECONOMIA Petrobras anuncia altas de 1,40% no preço da gasolina e de 1,80% no diesel

A Petrobras anunciou um novo reajuste para os combustíveis, com aumento de 1,40% no preço da gasolina nas refinarias e alta de 1 80% no do diesel. Os novos valores valem a partir da terça-feira dia 12. A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores. Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras agora avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente. Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.

Estadão

11 de dezembro de 2017, 08:35

ECONOMIA Mercado financeiro volta a prever inflação abaixo da meta: 2,88%

Foto: Divulgação

Queda da inflação estimula o consumo e aumenta o poder de compra dos consumidores

O mercado financeiro voltou a prever inflação abaixo do piso da meta para este ano. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 3,03% para 2,88%. Em setembro, as instituições financeiras também projetaram inflação abaixo da meta. A estimativa consta do boletim Focus, uma publicação divulgada no site do Banco Central (BC) todas as semanas com projeções para os principais indicadores econômicos. A meta de inflação, que deve ser perseguida pelo BC, tem como centro 4,5%, limite inferior de 3% e superior de 6%. Quando a inflação fica fora desses patamares, o BC tem que elaborar uma carta aberta ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, explicando os motivos do descumprimento da meta. Se a estimativa se confirmar, será a primeira vez que a meta será descumprida por ficar abaixo do piso. A meta ficou acima do teto quatro vezes: 2001, 2002, 2003 e 2015. Na última sexta-feira (8), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que, de janeiro a novembro, o IPCA chegou a 2,5%, o menor resultado acumulado em 11 meses desde 1998 (1,32%). Para 2018, a projeção do mercado financeiro para o IPCA – a inflação oficial do país – é mantida de 4,02%, há duas semanas consecutivas. O principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação é a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 7% ao ano, o menor nível histórico. Na última quarta-feira (6), a Selic foi reduzida pela décima vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) diminuiu a Selic em 0,5 ponto percentual, de 7,5% ao ano para 7% ao ano. A expectativa do mercado financeiro para a Selic ao final de 2018 segue em 7%. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, subiu de 0,89% para 0,91%, este ano, e de 2,60% para 2,62%, em 2018.

Kelly Oliveira, Agência Brasil

11 de dezembro de 2017, 08:22

ECONOMIA Índice usado em contratos de aluguel acumula queda de 0,68% em 12 meses

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguéis, acumula queda (deflação) de 0,68% em 12 meses, de acordo com a primeira prévia de dezembro divulgada pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Apesar da deflação acumulada, o IGP-M registrou alta de 0,73% em dezembro, taxa superior ao -0,02% da prévia de novembro.A alta da prévia de novembro para dezembro foi provocada por aumentos nos três subíndices que compõem o IGP-M.O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, passou de -0,09% na prévia de novembro para 0,96% na de dezembro. A taxa do Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, subiu de 0,03% para 0,30% no período. Já a inflação do Índice Nacional do Custo da Construção subiu de 0,29% para 0,30%.

Agência Brasil

10 de dezembro de 2017, 13:13

ECONOMIA Índices apontam melhora da economia, mas consumidor ainda está receoso em gastar

Embora os indicadores econômicos mostrem uma retomada gradual da economia, os brasileiros ainda não sentiram grande diferença no bolso. Neste final de ano, os consumidores se empenham em pesquisas de preço e o amigo oculto vira uma saída para reduzir os gastos com presentes no Natal. Na família da aposentada Anaeli da Costa, 62 anos, a brincadeira já virou tradição. “Como sempre, a gente não dá presente. Se der para comprar alguma lembrancinha, a gente compra, senão, só participa mesmo das festas e do amigo oculto, que a gente faz todo ano”, diz. Nesta semana, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). De janeiro a novembro, o índice registrou um acumulado de 2,5%, o menor resultado nos primeiros 11 meses desde 1998, quando a taxa ficou em 1,32%. “Mas ainda não vimos nenhuma melhora. Os preços não estão diminuindo. O preço acompanha a gasolina, se a gasolina sobe todo dia, os preços também vão subir, porque o nosso transporte é todo terrestre”, diz Anaeli. A insegurança faz com que a dona de casa Maísa Flores, 50 anos, invista mais nas pesquisas de preço. “A gente não sabe o que vai acontecer, o desemprego é grande demais, as coisas estão caras demais, você precisa pesquisar e andar muito, senão não compra. É diferente dos outros anos, que você podia comprar porque sabia que lá na frente ia ter um retorno”, diz. “Vamos esperar para ver o que vai acontecer, meter os pés pelas mãos realmente não dá. As contas e as dívidas não param”, diz.

Mariana Tokarnia, Agência Brasil

9 de dezembro de 2017, 10:00

ECONOMIA Pela 1ª vez, BC terá de explicar inflação baixa

Foto: Divulgação

será a primeira vez que o Banco Central terá de se explicar por descumprir a meta porque preços não subiram nem sequer o mínimo previsto pelo governo.

A menor alta dos preços em quase 20 anos aumentou a chance de descumprimento da meta de inflação em 2017. Após os números divulgados, grandes bancos passaram a prever que o IPCA subirá menos que 3% no ano. Confirmado o dado, será a primeira vez que o Banco Central terá de se explicar por descumprir a meta porque preços não subiram nem sequer o mínimo previsto pelo governo. Em todos os outros quatro descumprimentos da meta, a inflação estourou o teto aceitável. A inflação de 0,28% em novembro obrigou economistas a refazerem projeções para o IPCA. Horas após a divulgação da alta abaixo do esperado, os dois maiores bancos privados do País anunciaram que agora preveem inflação de 2,8% no ano. Até esta sexta-feira, 8, Itaú Unibanco esperava 3,3% e Bradesco, 3,1%. Confirmadas as novas projeções, o BC estará na inédita situação de errar para baixo a meta que prevê inflação de 4,5% com margem entre 3% e 6%. Quando o BC descumpre a meta, o presidente da autoridade monetária deve redigir carta ao ministro da Fazenda para explicar as razões do fracasso na missão estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional . Desde o início do atual regime de metas adotado em 1999, a meta não foi cumprida em quatro anos: 2003, 2004, 2005 e 2016 – sempre porque a inflação subiu mais que o permitido. Em duas dessas ocasiões, Henrique Meirelles era o comandante do BC e teve de escrever cartas endereçadas ao ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci para se explicar. Agora, Meirelles poderá ser o destinatário das explicações de Ilan Goldfajn. Nos últimos documentos, o Comitê de Política Monetária já deu algumas pistas sobre como poderá ser essa argumentação. Em um cenário ainda de saída da recessão no Brasil, o BC tem dito que boa parte da surpresa inflacionária tem sido causada pelos alimentos. Em setembro, os diretores da casa disseram que a queda desses preços contribuiu com mais de 2 pontos porcentuais no processo de desinflação. Ou seja, sem os alimentos, a inflação em 12 meses, que atualmente soma 2,8%, poderia estaria perto de 4,8%. Economistas do Itaú Unibanco concordam, mas também citam que os serviços têm contribuído com a fraqueza dos índices. Além disso, notam que a energia elétrica terá bandeira vermelha do patamar 1 em dezembro – com preços inferiores aos atuais. Só essa mudança deve contribuir negativamente com 0,14 ponto no IPCA do último mês do ano. Se a bandeira não tivesse sido alterada, portanto, a inflação do ano ficaria mais próxima do piso de 3%.

Estadão

9 de dezembro de 2017, 08:30

ECONOMIA Mega-Sena pode pagar R$ 28 milhões neste sábado

A Mega-Sena pode pagar hoje (9) R$ 28 milhões para o apostador que acertar as seis dezenas. O concurso número 1.995 será sorteado em Teixeira de Freitas, na Bahia, às 20h (horário de Brasília). As apostas podem ser feitas até as 19h em qualquer lotérica do país e custam a partir de R$ 3,5. Quantos mais números, maior o preço. Além do acertador das seis dezenas, a Mega-Sena também premia quem acertar cinco (quina) e quatro (quadra) dos números sorteados.

Agência Brasil

8 de dezembro de 2017, 09:15

ECONOMIA Inflação em novembro é de 0,28%, a menor taxa para o mês desde 1998

A inflação – medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – voltou a desacelerar, fechando novembro em 0,28%, resultado 0,14 ponto percentual abaixo do 0,42% registrado em outubro. A inflação no mês passado é o menor resultado para um mês de novembro desde 1998, quando a taxa ficou emo 1,32%. É também um resultado bem abaixo dos 5,97% de novembro do ano passado. Os dados do IPCA – a inflação oficial do país – foram divulgados hoje (8), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Assim, a inflação acumulada de janeiro a novembro ficou em 2,5%. Já o resultado acumulado nos último 12 meses ficou em 2,8%, superando os 2,7% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro do ano passado, o IPCA foi de 0,18%.

Agência Brasil

8 de dezembro de 2017, 07:55

ECONOMIA Receita abre consulta ao último lote de restituição do Imposto de Renda 2017

Cerca de 1,9 milhão de contribuintes que declararam Imposto de Renda neste ano vão receber dinheiro do Fisco. A Receita Federal abre hoje (8) consulta ao sétimo e último lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2017. Ao todo, serão desembolsados R$ 2,88 bilhões. A Receita também pagará R$ 231,4 milhões a 141,4 mil contribuintes que fizeram a declaração entre 2008 e 2016, mas estavam na malha fina. Considerando os lotes residuais e o pagamento de 2016, o total gasto com as restituições chegará a R$ 3,11 bilhões para 2.038.984 contribuintes. A lista com os nomes estará disponível a partir das 9h no site da Receita na internet. A consulta também pode ser feita pelo Receitafone, no número 146. A Receita oferece ainda aplicativo para tablets e smartphones, que permite o acompanhamento das restituições. O crédito bancário será feito em 15 de dezembro. As restituições terão correção de 6,19%, para o lote de 2017, a 100,48% para o lote de 2008. Em todos os casos, os índices têm como base a taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada entre a data de entrega da declaração até este mês. O dinheiro será depositado nas contas informadas na declaração. O contribuinte que não receber a restituição deverá ir a qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para os telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para ter acesso ao pagamento. Quem ainda não recebeu a restituição e está fora do lote de dezembro caiu na malha fina. Nesse caso, os contribuintes devem consultar o Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC) para descobrir a irregularidade, erro ou omissão que impede o ressarcimento. Segundo o Fisco, 747 mil declarações do IRPF 2017 ficaram retidas por causa de inconsistências nas informações prestadas. A quantidade corresponde a 2,46% do total de 30.433.157 documentos entregues neste ano. A restituição ficará disponível durante um ano. Se o resgate não for feito no prazo, a solicitação deverá ser feita por meio do formulário eletrônico – pedido de pagamento de restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço extrato de processamento. Para quem não sabe usar os serviços no e-CAC, a Receita produziu um vídeo com instruções.

Wellton Máximo, Agência Brasil

7 de dezembro de 2017, 21:35

ECONOMIA Meirelles diz que PIB deve crescer mais de 2,5% nos próximos 12 meses

Foto: Estadão

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta quinta-feira, 7, que a pasta está revendo para cima as previsões do crescimento da economia. Segundo ele, o PIB deve crescer mais do que os 2,5% previstos atualmente para os próximos 12 meses. Recentemente, ele projetou aumento de 3% do PIB no ano que vem. “Saímos da recessão mais longa e mais profunda de nossa história”, disse. “A ideia é crescer mais ainda em 2019 e 2020”, acrescentou em palestra sobre desafios da economia na Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam).

Estadão Conteúdo

7 de dezembro de 2017, 18:46

ECONOMIA Pelegrino cobra explicações de Henrique Meireles

O deputado federal Nelson Pelegrino (PT-BA) apresentará segunda-feira (11) requerimento de convocação para que o Ministro da Fazenda, Henrique Meireles, explique na Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara dos Deputados a mudança que o Tesouro Nacional fez do rating que estabelece nova classificação para efeito de capacidade de endividamento dos estados federados. “Estranhamente houve mudança de critérios e a manipulação de parâmetros para a definição do rating. A lista original era de oito ontem foi reduzido para três, prevalecendo por coincidência aqueles critérios que beneficiam os Estados mais poderosos, conforme afirmou o secretário Manoel Vitório”- afirmou Pelegrino. De acordo com o parlamentar, a mudança beneficia os Estados mais ricos e endividados e prejudica Estados menos ricos como a Bahia. Para ele, “está claro que a mudança dos parâmetros visa não só prejudicar Estados como a Bahia, como também impede que concretize empréstimo já contratado e publicado de R$ 600 milhões do Banco do Brasil e cria dificuldades de negociação com o Banco Europeu, visto que um depende da capacidade de endividamento e o outro exige aval da União”.

7 de dezembro de 2017, 18:28

ECONOMIA Exportações baianas crescem 34,4% em novembro

Foto: Divulgação

Pelo sétimo mês consecutivo no ano, as exportações baianas registraram crescimento em relação a 2016

Pelo sétimo mês consecutivo no ano, as exportações baianas registraram crescimento em relação a 2016. De acordo com as informações analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), as exportações baianas atingiram US$ 675,3 milhões em novembro, com crescimento de 34,4% em relação ao mesmo mês de 2016. No acumulado até novembro, as exportações baianas alcançaram US$ 7,4 bilhões e crescimento de 18,1%, já superando em valor, todo o ano de 2016, quando atingiram US$ 6,8 bilhões. A expectativa é que as exportações do estado fechem o ano em torno dos US$ 8 bilhões, com crescimento de 18% ante 2016. A melhora das vendas externas do estado em 2017 é resultado da expansão mais forte da atividade global, o que resultou em um aumento das importações principalmente da China, Estados Unidos e União Europeia, principais mercados para as exportações baianas; das melhores cotações das commodities, que interrompeu a desvalorização dos preços médios dos produtos exportados pelo estado; e da recuperação da produção agrícola, hoje responsável por 48% das exportações totais do estado. Em novembro, as exportações foram puxadas pelas vendas de produtos básicos, com alta de 114% sobre um ano antes, com destaque para a soja (+215,5%, para US$ 85 milhões), algodão (+289,5%, a US$ 51,1 milhões), frutas (+54,4%, a US$ 28,8 milhões) e minerais (+99,4%, a US$ 16,3 milhões). No mês passado também cresceram em 16,5% as vendas de produtos industrializados comparadas ao mesmo período do ano anterior. O setor químico/petroquímico teve incremento de 46%, para US$ 129,3 milhões, e o automotivo, 92,2% para US$ 78,1 milhões. No ano, as vendas de produtos industrializados cresceram 7,5% com o setor automotivo, sendo destaque após queda significativa dos embarques no ano passado. Até novembro, foram exportados 55.735 veículos produzidos no estado, um aumento de 38% em relação a igual período do ano anterior, resultado da intensificação dos embarques a clientes tradicionais, como a Argentina, além de outros mercados da América Latina, como Chile e Peru, o que permitiu escoar parte da produção não absorvida pela demanda doméstica.

7 de dezembro de 2017, 07:39

ECONOMIA Títulos atrelados à inflação são os mais indicados

Com a taxa básica de juros em torno de 7% ao ano, analistas explicam que o Tesouro Selic – antes considerado o “queridinho” das alternativas à caderneta de poupança – passa a ser indicado só pela conveniência, ou seja, para o curto prazo, como a reserva de emergência, que exige liquidez. Ao aplicar nesse papel, o investidor agora terá um rendimento menor do que as oferecidas por outras opções do Tesouro Direto – plataforma de negociação de títulos públicos -, como os títulos prefixados ou atrelado à inflação, explica a especialista Betty Grobman.Diante desse cenário, os títulos mais indicados são os de longo prazo indexados à inflação (NTN-B), por garantir ganho real – desde que o investidor mantenha a aplicação até o prazo vencimento. Caso resgate antes do prazo, corre o risco da marcação a mercado, ou seja, de o papel se desvalorizar. Para o planejador Valter Police, essa é uma boa aplicação para diversificar a carteira de longo prazo. Os títulos com vencimento em 2035 e 2045 pagam a inflação no período mais juros de 5,47%.Prefixados. No caso do Tesouro prefixado, ou seja, quando já na compra o investidor sabe qual juro receberá de rentabilidade, o investidor corre o risco de haver uma disparada da inflação, que deverá corroer o investimento.Os papéis para 2020 e 2045, contudo, estão pagando 8,26% e 10 03%, respectivamente, valor acima da taxa básica. “Se imaginar que a Selic vá no ano que vem até 6,5%, faltaria pelo menos quatro reuniões do Copom para ela voltar ao patamar que os títulos estão pagando”, explica Betty. O “sacrifício” nessa aplicação, contudo, é que o resgate também só é aconselhável no vencimento, tal qual os atrelados à Selic. Se a venda desses títulos for feita antes do vencimento, o investidor fica sujeito ao valor de mercado, podendo ter prejuízo.

Estadão

6 de dezembro de 2017, 21:46

ECONOMIA No Twitter, Meirelles destaca queda de juro em operações de empréstimos

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, usou a sua conta no Twitter para fazer propaganda da queda dos juros cobrados pelo Banco do Brasil nas suas operações de empréstimos. O anúncio foi feito logo após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de reduzir a taxa Selic para 7,5% para 7% ao ano. “Acompanhando a decisão do Copom, o Banco do Brasil e demais grandes bancos já anunciaram corte de taxas”, disse. Meirelles também citou a manifestação da Confederação Nacional da Indústria (CNI) de que a trajetória de queda de juros é insustentável se o Congresso não aprovar as reformas estruturais de que a economia brasileira precisa, como a da Previdência.

Estadão

6 de dezembro de 2017, 20:10

ECONOMIA CNI defende aprovação da reforma da Previdência para manter juros baixos

A aprovação da reforma da Previdência é crucial para a manutenção dos juros nos menores níveis da história, diz a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em nota, a entidade destaca que a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, de baixar para 7% ao ano os juros básicos, era esperada pela indústria e defende a aprovação de reformas estruturais na economia, além de controle nos gastos públicos para que as taxas não voltem a subir.De acordo com a CNI, o fato de a inflação estar sob controle e abaixo do centro da meta, de 4,5%, para este ano permitiu ao Copom cortar os juros pela décima vez seguida. Para a entidade, as taxas baixas são cruciais para recuperar a economia. “O juro baixo é fundamental para estimular o consumo e os investimentos e consolidar a recuperação da economia”, destaca a confederação.A CNI advertiu, no entanto, para os riscos da frustração das reformas estruturais sobre o ajuste fiscal e a estabilidade alcançada até agora. Segundo a entidade, a não aprovação da reforma da Previdência pode provocar a reversão da queda dos juros. “A reforma da Previdência é um dos principais pilares do equilíbrio permanente das contas públicas”, acresenta o comunicado.Para o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), a queda da inflação poderia permitir novos cortes no próximo ano, mas as incertezas de um ano eleitoral trazem dúvidas sobre a evolução dos juros. “Mesmo que a inflação permaneça sob controle, haverá as incertezas próprias de um ano eleitoral. Além disso, a agenda das reformas, que caminha para um momento decisivo, deverá influenciar a política monetária”, ressalta a entidade em nota.

Agência Brasil

6 de dezembro de 2017, 18:42

ECONOMIA BC diz que cenário básico para inflação tem evoluído conforme o esperado

O Banco Central avalia que a economia brasileira tem evoluído de modo positivo e conforme esperado. Na inflação, os diretores do BC dizem que o comportamento tem sido favorável “com diversas medidas de inflação em níveis confortáveis ou baixos, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária”. Sobre a atividade, os membros do Comitê de Política Monetária (Copom) notam que o conjunto dos indicadores de atividade econômica “mostra sinais compatíveis com a recuperação gradual da economia brasileira”. O documento divulgado após a redução do juro para o piso histórico de 7% ao ano cita ainda que o cenário externo tem se mostrado favorável para o Brasil. O Comitê lembra que a atividade econômica global “vem se recuperando sem pressionar em demasia as condições financeiras nas economias avançadas”. “Isso contribui para manter o apetite ao risco em relação a economias emergentes”, cita o documento.

Estadão