13 de junho de 2019, 22:03

BAHIARui se reúne com aliados para tratar de cargos do segundo e terceiro escalão

Foto: Divulgação

O governador Rui Costa (PT) se reuniu com presidentes de partidos da base

Na noite desta quinta-feira (14), conforme antecipado por este Política Livre, após seis meses de gestão do seu segundo mandato, o governador Rui Costa (PT) se reuniu com o Conselho Político para a definição dos cargos do segundo e terceiro escalão, bem como os regionais e os municipais. O encontro contou com a presença dos presidentes dos partidos, a exemplo do vice-governador João Leão(PP), o senador Otto Alencar (PSD), dos deputados federais Pastor Sargento Isidorio (Avante), Bacelar (Podemos) e Lídice da Mata (PSB), além de José Carlos Araújo (PL), Everaldo Anunciação (PT) e Davidson Magalhães (PCdoB).

A secretária de Relações Institucionais, Cibele Carvalho, o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Rosemberg Pinto (PT), e o senador Angelo Coronel (PSD) também participaram do debate. O conteúdo do diálogo é mantido em reserva, porém informações chegadas a este site dão conta de que o impasse em relação ao comando da Fundação Luís Eduardo Magalhães deve chegar ao fim. O PSB de Lídice deve emplacar mais esse espaço, cuja indicação já está há muito definida: o ex-secretário de Ciência e Tecnologia Rodrigo Hita.

Dirigentes do PL e do Podemos também externaram suas insatisfações em relação aos espaços que lhes foram destinados. Contudo, comenta-se que não haverá ampliação dos mesmos, ao menos nessa primeira hora. Para Rui, o PP, do vice-governador, também já estaria com sua cota fechada, ainda que também não se sinta contemplado à altura. Os órgãos mais cobiçados, como Detran e Embasa, devem mesmo permanecer na cota pessoal do governador. Em meio a esse cenário é certo, entretanto, que a bancada federal dividirá os postos regionais, enquanto a estadual os municipais.

A medida, segundo o próprio Rui, é necessária para compensar os deputados de partidos que não conseguem emplacar cargos na administração federal, desde a ascensão de Michel Temer (MDB) à Presidência, dificuldade que se tornou maior com a eleição de Jair Bolsonaro (PSL). E como a largada em torno da solução do impasse foi dada nesta quinta-feira, a expectativa dos aliados que podem ficar de fora da divisão “do bolo” permanece em torno de um aceno positivo nos próximos dias por parte do líder petista.

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