15 de abril de 2018, 12:43

INTERIOR DA BAHIAIrecê: Ex-prefeito denuncia juiz a CNJ e Corregedoria por “parcialidade”

Foto: Divulgação

Luizinho Sobral

O ex-prefeito de Irecê e pré-candidato a deputado estadual, Luizinho Sobral, fez representações contra o juiz Jose Onofre Alves Júnior, titular da 95ª Zona Eleitoral e do 2º Juizado Especial da cidade, junto ao CNJ – Conselho Nacional de Justiça -, Conselho da Magistratura, Corregedoria do Tribunal de Justiça da Bahia, Ministério Público Eleitoral e Corregedoria do TRE (Tribunal Regional Eleitoral). Na denúncia, o ex-prefeito apresenta fotografias divulgadas nas redes sociais de, segundo ele, momentos de lazer e convívio familiar entre o magistrado e o Procurador do Município de Irecê, Alex Machado, membro do grupo político que faz oposição a Sobral, alegando que a situação tem “comprometido a sua imparcialidade, a obrigação de cumprimento do exercício do dever legal e favorecimento ilegal em favor do mesmo, mediante a prolação de decisões contraditórias e tendenciosas, antecipação de informações processuais, além do excesso de prazo para prática de atos processuais praticados com o objetivo de ocasionar prejuízos ao ex-prefeito, condutas vedadas por Lei”. De acordo com Luizinho Sobral, “o juiz tem agido com o fim exclusivo de persegui-lo politicamente e vem dando decisões judiciais nulas e contraditórias, que afrontam a legislação processual, como no caso em que no mesmo mês ele aplica uma multa de 53 mil reais ao Site Caraíbas Fm, por publicação de pesquisa eleitoral sem registro, mas em outras decisões, ele arquiva processos movidos contra o Instituto de Pesquisa João Gonçalves – ME, de propriedade do atual secretario de Governo de Irecê, João Gonçalves, e um out ro contra o atual prefeito de Irecê, Elmo Vaz, que cometeu o mesmo crime eleitoral ao divulgar pesquisa impugnada pela Justiça na véspera da eleição de 2016”.

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